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Prefeitura de Alfenas decreta situação de emergência após temporal

Em Alfenas, nesta segunda-feira (22/02), o prefeito Maurílio Peloso (PDT), decretou situação de emergência no município em função dos danos causados pela forte chuva que caiu na cidade no último domingo (21). Vários estragos foram registrados pela cidade.


Uma mulher morreu e um homem ficou gravemente ferido após um fio de alta tensão atingir o portão da residência. A mulher gravida que morreu eletrocutada foi identificada como Renata Camilo e seu corpo foi enterrado as 17hs desta segunda-feira.

Segundo o comunicado da Prefeitura de Alfenas, a situação de emergência deverá vigorar por um prazo de 180 dias. A prefeitura também informou que está fazendo um levantamento para saber a real dimensão dos prejuízos.

"Ainda não há possibilidade de dimensionarmos, o impacto de tudo o que foi deteriorado com essas chuvas, mas todos os servidores, especialmente das secretarias de Obras, de Meio Ambiente e da Defesa Civil estão em diligências desde a tarde de domingo para sabermos o que realmente foi deteriorado: desde a pavimentação asfáltica, pontes, praças, estradas rurais, a equipamentos e prédios públicos que tiveram muitos impactos", disse o prefeito entrevista na EPTV.

Segundo uma cooperativa da cidade, os ventos chegaram a 80 quilômetros por hora durante a chuva. A Polícia Militar informou que 42 árvores caíram na cidade durante o temporal. Em cerca de 1 hora, o volume da chuva chegou a 70 milímetros, segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

No início da tarde desta segunda-feira (22), muitos bairros da cidade estavam sem energia elétrica, e ainda de acordo com a Cemig, técnicos trabalham para restabelecer a energia.

Conforme a prefeitura, moradores de pelo menos duas casas atingidas pela chuva tiveram que ser levados para as casas de parentes.




Fonte:minas acontece.com.br

Fama MG: Sobe o nível da represa


O nível da Represa de Furnas também tem melhorado aos poucos e trazido mais esperança aos comerciantes que trabalham ao longo da represa. Além disso, as cidades e pescadores do entorno também estão otimistas.

Em Fama (MG), segundo a Somar Metereologia, a expectativa é boa, já que choveu 41 milímetros somente nos primeiros 15 dias do mês na microrregião, quando a média história para o mês todo é de 42 milímetros. E tem mais previsão de chuva para este mês. Ainda de acordo com a Somar, é possível que chuva mais de 10 milímetros, totalizando 51 centímetros em maio.
O nível do lago de Furnas é medido de acordo com o nível do mar e no primeiro dia de maio estava com 756,62 metros acima e 25,84% do volume útil para a geração de energia. Já no dia 17 de maio, o nível tinha subido 32 centímetros, chegando a 27,36% do volume.



Fonte:Informações G1

PRF dá início a Operação Tiradentes nesta sexta; meteorologia prevê chuva para região Sudeste de MG

A Polícia Rodoviária Federal realiza das 0h desta sexta (17) até 0h de terça (21) a Operação Tiradentes. Durante a ação, policiais rodoviários federais reforçarão trechos estratégicos nas BR em Minas Gerais,

repetindo a mesma estrutura e metodologia utilizada durante os feriados de carnaval e semana santa, quando foram priorizadas ações preventivas à redução da violência do trânsito.

A fiscalização e o policiamento serão intensificados através de rondas ostensivas nas rodovias e de posicionamentos estratégicos de equipes ao longo dos trechos mais movimentados e considerados críticos, pelo alto índice de acidentes e pela elevada taxa de cometimento de infrações de trânsito. Para tanto também serão utilizados 20 radares e 179 etilômetros.

De acordo com as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia há previsão de chuva para a região sudeste. Tradicionalmente, os dias mais perigosos são a ida e o retorno, quando a falta de planejamento leva muitos motoristas a “compensar o atraso" com o excesso de velocidade.

Restrição para veículos de carga

Como é de praxe em feriados prolongados, para aumentar a fluidez do trânsito nas rodovias de pista simples, maior parte da malha viária nacional, o tráfego de caminhões bitrem, veículos com dimensões excedentes e caminhões cegonha será restrito em alguns momentos. Nos dias e horários de maior movimento, esses veículos não poderão transitar, independentemente de estarem descarregados ou possuírem Autorização Especial de Trânsito. O motorista que descumprir a determinação será multado e o veículo retido até o final do horário de restrição. Restrições: Sábado (18) entre 6 e 12h; terça (21) entre 16 e 0h.








Fonte: Hoje Em Dia

Carnaval deve ter chuva no Sul de Minas

Entre os dias 14 e 18 de fevereiro, uma frente fria provocará chuvas em boa parte do Estado, sendo que os maiores volumes acumulados vão ocorrer no Sul de Minas e Zona da Mata, e, com menor intensidade, todas as regiões deverão ser atingidas.








Fonte:Climatempo

Nível da Represa de Furnas fecha mês de janeiro em estado de alerta

Nível de Furnas fecha janeiro com índice bem próximo do crítico (Foto: Reprodução EPTV)

Apesar das chuvas que caíram nos últimos dias no Sul de Minas, o nível da Represa de Furnas é motivo de preocupação. Atualmente, o volume da água usada para geração de energia na represa está em 9,46% da capacidade. Em janeiro de 2014, a represa estava com 47% do total usado para geração de energia.

O nível mais baixo do volume de água usado pela usina até hoje foi de 6,28%, registrado em dezembro de 1999. Mesmo quando o volume chegoua esse nível, a usina não deixou de gerar energia elétrica naquela época.

Segundo o Instituto Somar de Meteorologia, o volume de chuva que caiu em janeiro na região atingiu somente 57% da média prevista para todo o mês.






Fonte:g1

Chuva causa transtornos em três cidades do Sul de Minas

A forte chuva que atingiu o Sul de Minas nesta segunda-feira (12) causou transtornos em pelo menos três cidades.

Em Três Pontas (MG), um temporal acompanhado de ventos fortes que atingiu a cidade no fim da tarde causou prejuízos a um morador do bairro Peret. O telhado da lavanderia de uma casa foi arrancado e atingiu a rede elétrica da rua. Apesar do estrago, ninguém ficou ferido.

Já em Pouso Alegre (MG), teve chuva de granizo no início da noite. Quatro árvores caíram no bairro Faisqueira e uma casa no bairro São Pedro foi destelhada. Houve também alagamentos em vários pontos da cidade, mas segundo registro dos Bombeiros e Polícia Militar, ninguém ficou ferido.

Também choveu forte e com incidência de granizo em Congonhal (MG). Segundo a Polícia Militar, foram cerca de 40 minutos de chuva e a região mais afetada pelas pedras de granizo foi o Centro da cidade. Apesar disso, nenhuma ocorrência de prejuízos foi registrada.




Fonte:G1

Fama MG : Chuvas fazem reservatório de Furnas subir 27 centímetros no Sul de Minas

Chuvas fazem reservatório de Furnas subir 27 centímetros no Sul de MG (Foto: Reprodução EPTV)

Com as chuvas dos últimos dias, o nível do reservatório de Furnas subiu 27 centímetros no Sul de Minas e a melhora na paisagem já traz esperança para quem vive às margens do lago e depende do turismo para sobreviver.

Segundo o Instituto Somar Meteorologia, até o dia 26 de dezembro choveu 214,74 milímetros. Somente entre os dias 21 e 26, o volume de chuvas registrado foi de 57,2 milímetros, apesar disso, o lago ainda está mais de 14 metros abaixo do nível normal, com apenas 12,98% do volume útil, mas já alegra comerciantes.

Um exemplo é o empresário Fabrício Malfacini. “Ainda é impossível navegar, o baixo nível da represa atrapalhou os negócios da família neste ano e trouxe uma queda de 70% no movimento”, disse.
A família de Adelson Mendonça, de Santo André (SP) veio à região para as festas de fim de ano, mas não conseguiu fazer muita coisa. “Ficamos surpresos com a situação da represa. Até mesmo nossa pescaria foi prejudicada”, comentou.

Em Fama (MG), a situação já melhorou e um reservatório que estava vazio já pode ser visto encoberto pela água. “O pior já passou, agora percebemos uma melhora constante e estamos confiantes de que em breve teremos nosso ganha pão de volta, queremos que o mar de Minas esteja sempre cheio”, completou Malfacini.






Fonte:g1

Chuva ajuda e principal nascente do Rio São Francisco volta a jorrar água

Imagem mostra nível da nascente bem abaixo do normal em setembro deste ano

A comemoração por causa da volta da nascente começou na tarde dessa quinta-feira. Um funcionário foi deslocado para o alto do parque, onde se localiza a nascente, e voltou com a boa notícia. “Estamos tendo muita chuva desde o último domingo na região que ultrapassou uns 200 milímetros. Ontem, mandei um funcionário verificar a nascente e ele voltou dizendo que ela voltou a jorrar água em volume expressivo”, explicou o analista ambiental e chefe substituto da Unidade de Conservação, Vicente Faria.

Mesmo sendo uma situação que era esperada pelos funcionários, a notícia foi bastante comemorada. “Essa nascente é histórica do São Francisco e ela nunca tinha secado. Isso é muito ruim, porque um dos motivos de criação do parque era a preservação desta nascente. Mas, sabíamos que com a chuva iria voltar, como de fato voltou”, disse Faria.

Quando a situação da nascente foi descoberta, em setembro deste ano, causou preocupação nas autoridades e ambientalistas. Isso porque, a Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco abrange 639.219 quilômetros quadrados de área de drenagem. Segundo o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) a vazão média é de 2.850 metros cúbicos por segundo, o que equivale a 2% do total do país. O rio tem extensão de 2,7 mil quilômetros. Ele nasce na Serra da Canastra, escoando no sentido sul-norte pela Bahia e Pernambuco, quando altera seu curso para este, chegando ao Oceano Atlântico através da divisa entre Alagoas e Sergipe.

Incêndios 

O Parque Nacional do Serra da Canastra sofreu com o tempo seco neste ano. Várias ocorrências de incêndio foram registradas, o que maltratou a vegetação e a fauna local. Com a chuva, a situação está sendo normalizada. “O parque queimou mais de 90 mil hectares com uma série de incêndio que começou em julho e foi até setembro. Porém, a fauna está crescendo novamente. Já temos abrigo e alimento para a fauna, além de embelezar a paisagem. A beleza cênica voltou”, afirma o chefe substituto.

Dezembro deve ter mais chuva

Os meteorologistas estão confiantes com o retorno das chuvas em Minas Gerais. Para Luiz Ladeia, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), dezembro dever ter precipitações acima da média. “A chuva de novembro vai gradativamente reduzindo a situação crítica no estado, mas ainda não está bom. Esperamos que mês que vem a situação melhore mais. Por enquanto é só um alívio”, comentou.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, conforme o meteorologista, já choveu 70% da chuva esperada para Novembro. As chuvas fortes e contínuas devem dar uma trégua neste fim de semana em parte do estado, segundo previsão do meteorologista Ruibran dos Reis, do ClimaTempo. Somente no Norte e Nordeste (vales Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce) de Minas, a massa fria que está se dissipando em direção ao Sul da Bahia ainda vai provocar precipitações prolongadas.







Fonte: Estado de Minas

Chuva dobra volume útil de água na Represa de Camargos em Itutinga

Nível da represa de Camargos melhorou com as últimas chuvas no Sul de MG (Foto: Reprodução EPTV)

Apesar da estiagem, a chuva que atingiu região nos últimos três dias melhorou a vazão da Represa de Camargos, em Itutinga (MG).  O nível de água dobrou com a chuva, que amenizou a situação crítica do reservatório.

No final da última semana, o volume útil era de 0,40% e agora está em 0,80%, o que pode não parecer muito, mas já faz a usina afastar o risco de não poder gerar mais energia. De acordo com o gerente do distrito do Rio Grande, José Marcílio Carvalho, a situação melhorou e a cidade está sendo abastecida normalmente. “Nós vamos continuar com o melhor aproveitamento da água, com canalização e pedimos que a população continue consciente”, disse.

Já a vazão, que antes da estiagem ficava em torno de 16 litros por segundo, na fase mais crítica chegou a apenas 3 litros por segundo e com as chuvas, subiu para 12 litros.

Além disso, a chuva ajudou a normalizar a situação em outras cidades da região. Até metade do mês de outubro, 11 cidades do Sul de Minas que são abastecidas pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) estavam em situação de alerta devido à baixa vazão em seus mananciais.

Agora, a companhia continua com rodízio, que é quando a água é liberada em horários pré-determinados. Contudo, 15 cidades ainda enfrentam o racionamento.




Fonte:g1

Furnas registra pior nível de setembro desde 'crise do apagão'

Nível de Furnas em setembro foi o pior para o mês desde 2001 (Foto: Luciano Tolentino / EPTV)

Nível da represa está em 755,53 metros, com volume últil de 20,80%.
Em setembro de 2001, volume útil do lago era de 12,98%.

O nível da Represa de Furnas registrou em setembro deste ano o pior índice para esta época do ano desde 2001, ano da crise do "apagão" no Brasil. O nível da represa está em cerca de 755 metros, atingido no final de setembro e que permanece até esta quinta-feira (9). 

Atualmente, a represa registra apenas 5,53 metros acima do seu nível mínimo que é de 750 metros, o que representa um volume útil de 20,80%. Em setembro de 2001, o volume útill do lago era de 12,98%. Além disso, desde dezembro de 2012 o reservatório não atinge um nível tão baixo, quando o volume útil chegou a 12,35%.
Segundo informações de Furnas Centrais Elétricas, o menor nível histórico do reservatório foi registrado em dezembro de 1999, quando o lago atingiu 751,90 metros ou 6,28% de volume útil, o que significou apenas 1,90 metros acima do nível mínimo para operação, sem comprometimento para a geração de energia, segundo a empresa.

Recuperação

Segundo informações da Somar Meteorologia, no mês de setembro, choveu no Sul de Minas 30% menos do que era esperado para o período. O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) estima que de agora até dezembro, deve chover o previsto. No entanto, a Associação dos Municípios do Entorno do Lago de Furnas (Alago) diz que essa chuva não será suficiente para recuperar o reservatório.

"Os índices meteorológicos são difíceis de prever, mas voltando ao ciclo histórico, isso nos remete a uns três anos, quando o lago já esteve nesse nível, ele demorou de 3 a 5 anos pra se recuperar. Nós precisamos de chuva em todo o Sudeste. Não basta que chova somente na região do lago. Precisamos que os rios que alimentam Furnas venham com bastante volume para assim recuperarmos ele", diz o secretário executivo da Alago, Fausto Costa.





Fonte: G1

Café: Lavouras do Sul de Minas Gerais podem abortar florada

Algumas lavouras do Sul de Minas já apresentam floradas esporádicas da próxima safra (2015/16) mesmo com o déficit hídrico registrado na região. No entanto, precipitações ainda são necessárias para fixação da floração das plantas preocupando os cafeicultores que temem o “baixo pegamento”.

De acordo com levantamento da Procafé divulgado nesta quinta-feira (11), a próxima safra deve ter queda de 20% e o déficit hídrico está próximo do maior já registrada na história da cafeicultura na região, que aconteceu no ano de 2007 quando foram observadas ocorrências de flores anormais e abortamento superior a 80% do total de flores.

Segundo o engenheiro agrônomo e pesquisador da Prócafé, Alisson Fagundes, a principal florada do café no Sul de Minas deve começar nos próximos dias. No entanto, sem perspectiva de chuvas as flores podem não resistir. “Não temos perspectiva de chuva na região, a florada deve começar entre sábado e domingo. Porém, sem chuva acreditamos que o pegamento será péssimo”, afirma.

Segundo o cafeicultor, Francisco Miranda, as floradas em sua lavoura na cidade de Três Pontas-MG iniciaram de forma esporádica (veja fotos abaixo), nas plantas novas ou esqueletadas e florada de ponteiro. "Tivemos florada de capote em solos melhores. Mas a situação na região é crítica, na minha fazenda de janeiro até agora choveu 330 mm. No ano passado, nesse período tivemos precipitação de mais de mil milímetros", ressalta.

As informações das floradas no Brasil influenciam a Bolsa de Nova York nesta sexta-feira. Segundo o analista de mercado do Escritório Carvalhaes, Eduardo Carvalhaes, as floradas começam a acontecer e isso gera especulações no mercado. “As floradas aparecem conforme a precipitação de cada região. Daqui para frente até outubro deve ser assim e isso é um prato cheio para os especuladores”, diz.




Fonte:www.cenariomt.com.br

Reservatórios estão com o menor nível de água em 13 anos

Vazio. Reservatórios do sistema Furnas estão apenas com 27,08% de sua capacidade total; turismo na região também foi afetado


Térmicas impedem que país passe por racionamento, mas vazão neste mês é de apenas 29,5%

Os reservatórios do sistema Sudeste/Centro-Oeste, que concentra 70% da capacidade de armazenamento do país, estão no nível mais baixo para setembro desde 2001, quando houve o racionamento de energia. Ontem, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível era de 29,54%, o menor deste ano. A série histórica do ONS mostra que em setembro do ano passado, o nível era de 48,71% e em 2011 chegava a 65,36%. Em 2001, era de 20,61%.

A diferença para o ano do racionamento é que hoje existem as usinas térmicas, que podem ser acionadas em caso de emergência. Atualmente, elas estão produzindo a todo vapor, para suprir a baixa dos reservatórios. Graças à utilização dessas outras fontes de energia, o risco de racionamento ficou reduzido.

“Este ano ainda não compromete. O que não pode acontecer é a natureza fazer o que está fazendo (longos períodos de seca) por mais um ou dois anos”, afirma o coordenador do curso de engenharia ambiental da Fumec, especialista na área de recursos hídricos, Sérgio Augusto Roman.

Ele lembra que o período tradicionalmente seco do ano está chegando ao fim e a tendência é que de outubro a março o nível dos reservatórios suba um pouco. Para o especialista, se as chuvas forem equivalentes à média histórica, não será preciso adotar racionamento também no ano que vem.

Emergência. Em Minas Gerais, 147 municípios já decretaram situação de emergência, de acordo com a Defesa Civil. Na mesma época do ano passado, eram 135.

De acordo com a Copasa, em junho e julho a vazão da maioria dos rios é a menor registrada nos últimos dez anos e, em alguns casos, a pior dos últimos cem anos. Como o período de menor vazão costuma ser entre setembro e outubro, a tendência é que a situação “fique ainda mais crítica”, segundo comunicado da estatal.

A empresa atende a 600 cidades no Estado e apenas em Pará de Minas, região Central, há rodízio de abastecimento. Depois do período eleitoral, a Copasa pretende retomar campanhas de consumo consciente. “Os especialistas alertam que não há registro de secas tão intensas em Minas nos últimos cem anos”, diz a empresa, em nota. 

Comissão
PBH. A Secretaria de Regulação Urbana de Belo Horizonte criou ontem uma comissão para estudar e implantar medidas para racionalizar o consumo de energia. Outras secretarias devem fazer o mesmo. 

Sócios da Santo Antônio aprovam R$ 800 mi

São Paulo. A Santo Antônio Energia, concessionária responsável pelo projeto da usina de Santo Antônio, informou que seus acionistas aprovaram aporte de R$ 850 milhões para cumprir compromissos com o mercado na próxima segunda-feira. A concessionária deve liquidar dívidas na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) referentes a operações no mercado de curto prazo. A companhia não detalhou se o valor foi repassado pelos sócios em proporção equivalente à participação de cada empresa.

Também ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o início das operações da 32ª turbina da hidrelétrica Santo Antônio, em Porto Velho (RO). Com a decisão, a capacidade de geração do complexo chega a 2.286 MW.





Fonte: O Tempo/ANA PAULA PEDROSA

Moradores de Guapé fazem grupo de oração para pedir chuva na região

Moradores de Guapé fazem grupo de oração para pedir por chuva (Foto: Tarciso Silva / EPTV)

A chuva que atingiu o Sul de Minas nesta semana não foi suficiente para mudar a situação crítica de rios e lagos da região. Os níveis continuam baixos e falta água em vários municípios. Com dias ensolarados e quentes que não dão sinal de chuva, moradores da zona rural de Guapé (MG) resolveram apelar para a fé. Um grupo de oração se reúne todas as semanas na Comunidade da Vargem, zona rural da cidade, para pedir por chuva na região.

Ao redor de uma grande cruz de madeira, homens e mulheres pedem a Deus que os abençoe com chuva. Durante a cerimônia, como uma oferta e sinal de fé, uma caneca cheia de água é despejada no pé da cruz. "A gente espera que Ele atenda, ficamos bastante esperançosos para a agricultura, as nossas famílias", explica a lavradora Eliana Damasceno Oliveira.

A fé de que palavras tragam chuva do céu tem se tornado a única esperança das 40 famílias que moram na Comunidade da Vargem, na zona rural de Guapé, e dependem da terra para sobreviver. O produtor rural Paulo Rodrigues caminha pela terra seca com a velha enxada no ombro esperando pela chuva que este ano não veio. Ele mostra a cisterna seca que forneceu água para a família dele por mais de 30 anos.

Uma nova foi perfurada no quintal, mas a qualidade da água só serve para irrigar a horta. "Nunca pensei que fosse secar a água. E faz a maior falta 'né', pra tomar banho, pra tudo", desabafa Rodrigues.

Para o produtor de café José Reis, a situação é ainda pior. Ele acredita que não vai colher nada no ano que vem. "Não tem o que fazer. Tudo o que eu investi nela até agora, eu perdi tudo."

A assistente social Alaísa Rodrigues, que também mora na comunidade, mostra o lugar por onde passava o Córrego do Taquará, e que desde junho secou. Segundo ela, no período de chuva a água passava por cima de uma estrada e agora se transformou em um pasto. "A água servia para os animais, galinhas, cachorros, para a horta, pomar, jardim, tudo. De janeiro para cá, o volume do córrego foi diminuindo cada vez mais."

Preces na região

Contar com a fé para que chova também é algo que os moradores de Varginha (MG) têm feito nas últimas semanas. Um grupo de oração se reúne na cidade e inclui o mesmo pedido em seu louvor: chuva na região. "Nós estamos precisando de água, em muitos locais está faltando água. Então a gente pede a Deus que mande essa chuva pra nós", explica o coordenador do grupo, Lázaro Coelho.


A água "tímida" que caiu do céu na semana passada foi um sinal de que talvez Deus tenha ouvido tantas súplicas.





Fonte :G1

Ventos chegaram a 93 Km/hora durante chuva em Varginha MG

Granizo e vendaval levantaram poeira e deixaram estragos na cidade.
Pelo menos três municípios ficaram sem energia elétrica conforme a Cemig.

Granizo também atingiu fazenda na zona rural de Elói Mendes (Foto: Lídia Procópio)

A estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou rajadas de vento de aproximadamente 93 quilômetros por hora durante o vendaval que atingiu a região de Varginha (MG) na tarde desta quinta-feira (28). Pelo menos três cidades da região ficaram sem energia elétrica após a chuva.
Conforme a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), ainda não há um número de quantos consumidores foram afetados, mas o vendaval causou a interrupção de energia elétrica em Varginha (MG), Carmo da Cachoeira (MG) e Elói Mendes (MG).

Ainda segundo a Cemig, nas três cidades, a população da zona rural foi afetada. Somente em Varginha, moradores da zona urbana também ficaram sem luz. Ainda conforme a Cemig, do total de consumidores do município que tiveram o serviço interrompido, 85% foram restabelecidos até o final da noite de quinta.
Na maioria dos casos, a falta de energia aconteceu porque árvores, calhas, telhas e estruturas metálicas foram atiradas pelo vento sobre a rede elétrica, provocando o rompimento de cabos e quebra de postes.

Estragos
A chuva de granizo combinada com vendaval levantou nuvens de poeira pela cidade e derrubou outdoors. No Sesi, uma árvore caiu e derrubou parte de um muro. No bairro Rio Verde, postes foram derrubados por causa do vento. Uma árvore também caiu e bloqueou a entrada de uma casa. No bairro Damasco, pedras de granizo tomaram as ruas do bairro e uma casa ficou destelhada com o vento fortes. Ninguém ficou ferido.

Já na Avenida Ayrton Senna, uma outra árvore destruiu um ponto de ônibus, assustando os moradores. Na Avenida Princesa do Sul, na entrada da cidade, ainda era possível ver várias pedras de gelo na porta de uma loja de móveis.

Em Carmo da Cachoeira (MG), foi encontrado granizo às margens da Rodovia Fernão Dias. Segundo a meteorologia, a chuva de granizo ocorreu por conta de uma combinação de temperaturas altas e um elevado índice de umidade relativa do ar.



Fonte:G1

Furnas deixa de produzir energia durante a madrugada

Para economizar água, energia não será produzida de madrugada (Foto: Tiago Campos / G1)


A Hidrelétrica de Furnas, em São José da Barra (MG), deixou de produzir energia elétrica durante a madrugada. A medida preventiva acontece por determinação do Operador Nacional do Sistema (ONS) diante do cenário crítico do lago.

O objetivo é garantir que o reservatório tenha o volume de água suficiente para gerar energia nos próximos meses mesmo que não chova o suficiente. O nível máximo da Represa de Furnas é de 768 metros acima do nível do mar. Atualmente, o volume de água está 11 metros abaixo da cota.

Com a estiagem, os principais rios que abastecem o reservatório, o Verde, o Sapucaí e o Grande, também estão com os níveis abaixo do normal. Segundo Fausto Costa, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica de Furnas, o baixo nível reflete diretamente no Reservatório de Furnas.

"Os principais rios que abastecem o Lago de Furnas são os Rios Verde, Sapucaí e o Grande. Eles estão com um volume muito baixo de água, reflexo de pouca chuva na região Sudeste.

Por determinação do Operador Nacional do Sistema (ONS) de energia elétrica, a Hidrelétrica de Furnas está deixando de gerar energia na madrugada, ou seja, para reter água aqui no Lago de Furnas e gerar energia nos próximos meses", explica.

Ainda segundo Costa, esse procedimento é para que nos meses de estiagem natural, ou seja, no inverno, o lago esteja com maior capacidade de água para não haver problemas de geração de energia.





Fonte: Informações G1

Baixo nível faz Lago de Furnas ter pior fevereiro dos últimos 13 anos

Lago de Furnas não recupera nível e registra pior fevereiro dos últimos 13 anos (Foto: Samantha Silva / G1)

O reservatório da Represa de Furnas registra o menor nível em fevereiro desde 2001, ano em que o Brasil enfrentou o "apagão". Com o período prolongado de estiagem no Sul de Minas, o lago não conseguiu recuperar o nível como seria esperado entre o final de 2013 e o início deste ano, época de chuvas na região. Atualmente, o lago está cerca de 8,5 metros abaixo do nível máximo, um dos piores níveis em fevereiro desde que o lago é monitorado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS).

Em fevereiro de 2001, quando houve o "apagão" no país, o reservatório estava a 12 metros abaixo da cota máxima. Apesar disso, a assessoria de imprensa da Furnas Centrais Elétricas afirma que a hidrelétrica está gerando energia normalmente. Segundo eles, o nível da represa está 9,5 metros acima da cota mínima para operação e geração de energia.

Nesta segunda-feira (17), o nível do Lago de Furnas está 759,14 metros acima do nível do mar. No mesmo período do ano passado, o nível estava em 760,28 metros. Em 2012, foram 767,40 metros acima do nível do mar no período. Já em 2001, época do "apagão", em fevereiro o lago atingiu o nível de 756,16 metros.

Reservatório de Furnas

O nível do Reservatório de Furnas e o volume armazenado são definidos pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), que opera o conjunto de reservatórios brasileiros de forma integrada.

Furnas é um reservatório que opera enchendo durante o período chuvoso (novembro a abril) e sendo esvaziado durante o período de estiagem (maio a outubro). Este procedimento permite que a usina produza a energia elétrica necessária durante todo o ano.
Mais de 40% da energia consumida no Brasil passa pelo sistema de Furnas, que utiliza a força da água para gerar 95% de sua energia. Presente em 15 estados e no Distrito Federal, Furnas conta com 17 usinas hidrelétricas, duas termelétricas, aproximadamente 24 mil quilômetros de linhas de transmissão e 65 subestações.

O Lago de Furnas banha 34 municípios no Sul de Minas. Os principais rios que abastecem o lago são o Rio Grande e o Rio Sapucaí. O lago possui 23 bilhões de metros cúbicos de água. O sistema Rio Grande abastece 12 usinas hidrelétricas.









Fonte:G1

Falta de chuvas provoca perdas nos cafezais do Sul de Minas

Na região do Sul de Minas, a falta de chuva e as altas temperaturas prejudicam as lavouras de café desta e da próxima safra. O momento atípico, no qual choveu menos de 10% do esperado para a época do ano, faz com que o desenvolvimento dos grãos seja prejudicado pela falta de água e nutrientes , reduzindo o rendimento na atual safra. Já as temperaturas elevadas e a forte insolação nas folhas do cafeeiro provocam um processo de escaldadura nas folhas (queima) que seriam responsáveis pela manutenção do crescimento da planta e consequentemente a produção da safra seguinte.

De acordo com Rodrigo Naves Paiva, engenheiro agrônomo da Fundação PROCAFÉ, em entrevista ao Notícias Agrícolas, a região já se caracteriza em um momento de déficit hídrico. A fase de granação e enchimento dos frutos demanda uma quantidade de água e nutrientes que o produtor não consegue obter com a estiagem, uma vez que a planta não recebe água e a eficiência da adubação fica comprometida.

Paiva afirma que a produtividade já será menor, mas as perdas só serão contabilizadas quando for realizada a limpeza do café. "Será gasta uma maior quantidade de medidas para gerar uma saca".

Segundo o engenheiro, o problema está bem generalizado nas regiões produtoras de Minas Gerais. No Triângulo Mineiro, cidades como Araxá e Araguari enfrentam condições bastante parecidas. "Apenas o produtor irrigante tem condição de salvar sua lavoura fazendo a suplementação. Para o produtor de sequeiro não tem o que fazer a não ser aguardar uma chuva significativa", aponta Paiva.

Não há previsão de chuvas para as próximas semanas. Paiva acredita que o clima ainda irá gerar mais prejuízos às lavouras. "O preço já está baixo. É difícil para o produtor. Situação complicada, mais crítica a cada dia que passa".






Fonte:Informações www.noticiasagricolas.com.br

Lago de Furnas está 12% abaixo do nível esperado para dezembro

Represa está com 48% da capacidade quando mínimo aceitável seria 60%.

Segundo comitê, ainda faltam sete metros para lago atingir cota máxima.

Mesmo com as chuvas dos últimos meses, o nível do Lago de Furnas está 12% abaixo do esperado por turistas e comerciantes que dependem da represa. Segundo o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica de Furnas, Fausto Costa, atualmente o lago está com 48% da capacidade, quando o mínimo aceitável para essa época do ano seria 60%.

Em janeiro de 2012, a represa estava a 764 metros acima do nível do mar e baixou cerca de 11 metros até o fim do ano, levando prejuizos para pescadores e para quem vive do turismo nas 34 cidades banhadas pela represa no Sul de Minas. As explicações para a queda do nível do lago foram a pouca quantidade de chuva no ano passado e a necessidade de geração de energia em outras hidrelétricas ao longo do Rio Grande.

Com isso, foi preciso utilizar a água da represa, mas até hoje a situação ainda nao voltou ao normal e ainda faltam sete metros para o lago atingir a cota máxima.

Diante das questões que envolvem o volume de chuva e a geração de energia elétrica, Costa acredita que é difícil prever quando o reservatório vai atingir a cota máxima. De acordo com o presidente do comitê, a expectativa é de que isso aconteça em 2015.






Fonte:g1

Chuva danifica 25 pontes no Sul de Minas e deixa moradores ilhados


Na cidade de Virgínia, 16 pontes foram interditadas depois que o rio que corta a cidade transbordou


Em Virgínia, bastaram três horas de chuva para provocar diversos problemas na cidadade. “A chuva começou as 22h de domingo e acabou às 1h. Tivemos 16 pontes interditadas. Quatro, que eram de madeira, caíram e as outras de cimento sofreram danos”, explica o chefe do gabinete da prefeitura Danilo Gaiozo Machado.

Durante o temporal, o Rio Morangal encheu e atingiu as estradas. “Foi um desastre que dificilmente acontece. Acredito que como atingiu a região montanhosa, a aguá desceu com força e causou os prejuízos”, afirma Machado. A prefeitura corre agora para tentar recuperar as pontes, pois vários moradores estão ilhados. Médicos que levam pacientes para fazer hemodiálise em cidades vizinhas e do Programa Saúde da Família estão sem poder visitar os doentes. “Os veículos já estão mobilizados para desobstruir as estradas, mas o problema é que a chuva continua. Ainda não há previsão para liberar a passagem de veículos”, diz o chefe de gabinete.

Nessa terça-feira, a prefeitura da cidade juntou os documentos necessários e decretou situação de emergência. Isso facilita o envio de verbas para o município agilizar o conserto dos prejuízos. A Defesa Civil analisa o pedido.

Por pouco, moradores não foram surpreendidos pela água que transbordou no Centro da cidade


Na vizinha Marmelópolis a situação não é diferente. O temporal causou destruição de pontes e quase danificou casas na Região Central do município. “Pela informação que tivemos da meteorologia, choveu mais que um terço da previsto para o mês. O Ribeirão Sapé e o Sertão, que ficam no Centro da cidade transbordaram. As águas afetaram nove pontes. Uma caiu totalmente e outras cinco ainda seguem fechadas”, explica o Coordenador da Defesa Civil da cidade, Cléber Júlio Ribeiro.

Alguns bairros de Marmelópolis estão isolados, o que vem causando prejuízos para alguns comerciantes. “Conseguimos liberar muitos acessos, mas ainda só podem passar a cavalo. Tem bairro que há a produção de leite e verdura, e os moradores não estão conseguindo evacuar a produção”, diz Ribeiro.

A prefeitura ainda visita bairros para avaliar os prejuízos. Os dados serão juntados em um documento que será entregue a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil para a decretação do estado de emergência.






Fonte: Estado de Minas

Dia 19 de Março "Enchente das goiabas"


São as águas de março fechando o verão… Hoje deveria chover pra fazer jus à tradição da 'enchente das goiabas' do dia 19 de março, dia de São José.

Apesar da metereologia prever chuvas a qualquer hora, segundo o Climatempo, até o momento desta publicação (12:43) a chuva não deu o ar da graça em Fama-MG


A enchente das goiabas é famosa- e triste, por inundar propriedades rurais.