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TRE investiga pagamento do PT a firma do atual vice-presidente da Copasa

Pagamentos feitos pelo PT durante as eleições do ano passado e investigados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) lançam suspeitas sobre negócios acertados entre o comitê e a direção estadual do partido e uma empresa que pertence ao atual vice-presidente da Copasa, Antônio Cesar Pires de Miranda Júnior, o Juninho da Geloso.

Entre 8 de agosto e 3 de outubro do ano passado, a Estacionamento e Locação de Veículos Mangabeiras Ltda, de propriedade de Miranda Júnior, recebeu R$ 492 mil pelo aluguel de 31 caminhões. As notas fiscais são sequenciais (102 a 105) e uma delas, a 104, foi emitida antes da 103. Após questionamento do TRE, o documento foi rasurado e ficou com data posterior.

A firma, cujas atividades principais são estacionamento e locação de veículos, fica no número 4.050 da avenida Afonso Pena. Sem respeitar a numeração da avenida, o negócio fica ao lado da Pizzaria Mangabeiras, no número 4200.

“Aqui é estacionamento para os clientes da pizzaria, mas qualquer motorista pode parar, por R$ 10 a hora. Não funciona nenhuma locadora não”, disse, ao ser questionado, um funcionário que trabalha no local.

O estacionamento e locadora, além da própria pizzaria, são de propriedade de Miranda Júnior. Conhecido como Juninho da Geloso, o empresário também é dono da fábrica de gelo de mesmo nome e foi prefeito de Rio Acima, na Grande BH, de 2012 a 2015. Se afastou da prefeitura justamente para assumir a vice-presidência da Copasa, no início deste ano, por indicação do governador Fernando Pimentel (PT). Procurado no estacionamento, na pizzaria e na própria Copasa, Juninho não se pronunciou.

Outras empresas

O TRE também investiga transações financeiras realizadas pelo partido com outras duas empresas. Todas têm na locação de automóveis a principal atividade. Os pagamentos feitos às três firmas beiram os R$ 2 milhões.

Igualmente contratada pelo PT durante o período eleitoral, a BBC Consultoria e Negócios foi a que mais recebeu: R$ 822 mil.

A terceira é a Transportadora Coutinho. O empreendimento foi criado em fevereiro do ano passado e recebeu sete pagamentos do partido, entre setembro e outubro, no total de R$ 675 mil. Um dos contratos foi relativo ao aluguel de 80 ônibus.

A sede da firma fica em um local de difícil acesso em Santa Luzia, na Grande BH. À “Folha de S. Paulo”, o proprietário, Daniel Coutinho, afirmou que a empresa subloca ônibus, caminhões e vans de terceiros.

Todos os empreendimentos são microempresas e poderiam atingir, no máximo, uma receita anual de R$ 360 mil.

Empresa que recebeu R$ 822 mil tem sede compartilhada com ao menos duas firmas

Situada no bairro Carlos Prates, na região Noroeste de Belo Horizonte, a empresa BBC Locação e Negócios divide a sede com ao menos outras duas firmas, segundo os próprios funcionários. Uma delas, a QA Consulting, também foi contratada pelo PT durante as eleições para prestar apoio técnico em Tecnologia da Informação (TI).

A BBC foi criada em abril do ano passado e atualmente tem como atividade econômica principal a locação de automóveis. A sede se mistura entre as casas residenciais do bairro e possui uma garagem onde aparentemente não cabem mais do que 15 veículos. No entanto, a firma recebeu R$ 822 mil entre 29 de agosto e 20 de outubro de 2014 para prestar “serviços especializados de gestão e supervisão de eventos políticos, palestras, comícios, compreendendo ainda a logística e a fiscalização do transporte, estadia e alimentação para a campanha eleitoral de Fernando Pimentel”.

À época, a empresa chamava-se BBC Locação e Negócios e tinha como função principal “atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica especializada”. No dia 30 de outubro de 2014, a firma teve o nome modificado e a atividade econômica principal alterada para locação de veículos. Questionada, a BBC afirmou que possui caminhões e veículos, mas não quis afirmar quais foram os serviços prestados durante as eleições de 2014.

Resposta do PT

Por nota, o PT mineiro disse que a Lei Eleitoral prevê gastos eleitorais e “tais despesas são contratadas e pagas por meio dos documentos fiscais próprios”. Disse ainda que os dados estão na prestação de contas “não cabendo especulações com interesses obscuros, na tentativa de manchar a imagem do PT-MG e de seus candidatos”.






Fonte:Hoje Em Dia

COPASA : Abastecimento de água pode entrar em colapso no Sul de Minas


Pelo menos 11 cidades do Sul de Minas atendidas pela Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais (Copasa) estão sob risco de sofrerem um colapso no abastecimento de água.

O levantamento foi divulgado pela concessionária nesta sexta-feira (23), um dia depois de admitir que o Estado vive uma crise hídrica, e medidas de restrição de consumo podem ser tomadas.

Já a Coordenadoria de Defesa Civil de Minas Gerais informou que 26 municípios da região estão em estado de emergência e já adotam medidas de economia para evitar uma crise no abastecimento de água. O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sapucaí apontou ainda outras três cidades com necessidade de intervenção imediata para evitar uma crise.

Segundo a Copasa, o risco de colapso indica que o sistema não tem mais condições de manter o abastecimento. Algumas manobras devem ser implementadas nos próximos dias para construir captações emergenciais.

As cidades atendidas pela companhia que estão em alerta máximo de desabastecimento na região são Campanha (MG), Campos Gerais (MG), Candeias (MG), Cristais (MG), Itamonte (MG), Lavras (MG), São José da Barra (MG) e São Tiago (MG).

São Gonçalo do Sapucaí (MG), Nazareno (MG) e Divisa Nova (MG) são apontadas pela Copasa como locais com problemas de abastecimento. Nesses municípios a captação já ultrapassou o limite do manancial.

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Sapucaí também divulgou um comunicado urgente em sua página na internet neste sábado (24) informando que, no trecho abrangido pela bacia, as cidades de Cachoeira de Minas (MG), Piranguçu (MG) e Piranguinho (MG) integram a lista dos locais onde há necessidade de intervenções imediatas.

Estado de emergência

Já a Coordenadoria de Estado de Defesa Civil de Minas Gerais publicou nesta sexta-feira (23) um decreto de emergência, que considera também localidades onde o serviço de abastecimento de água é autônomo. O decreto aponta que 11 municípios sulmineiros estão em estado de alerta, 14 enfrentam racionamento e um já adotou o sistema de rodízio.

O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) deve apresentar na próxima semana uma análise da situação hídrica em Minas Gerais e pode autorizar aumento de tarifas de consumo e criação de multas.

Confira as cidades que estão em estado de emergência, segundo a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais:

Alerta

Aguanil
Campo Belo
Cristina
Ijaci
Jesuânia
Lambari
Poços de Caldas
Senador José Bento
Silvianópolis
Soledade de Minas
Virgínia

Racionamento

Cambuí
Conceição das Pedras
Consolação
Dom Viçoso
Elói Mendes
Espírito Santo do Dourado
Luminárias
Marmelópolis
Ouro Fino
Passa Quatro
São João da Mata
São Sebastião da Bela Vista
São Sebastião do Rio Verde
Seritinga

Rodízio

Carmo de Minas






Fonte:Informações G1

Chuva dobra volume útil de água na Represa de Camargos em Itutinga

Nível da represa de Camargos melhorou com as últimas chuvas no Sul de MG (Foto: Reprodução EPTV)

Apesar da estiagem, a chuva que atingiu região nos últimos três dias melhorou a vazão da Represa de Camargos, em Itutinga (MG).  O nível de água dobrou com a chuva, que amenizou a situação crítica do reservatório.

No final da última semana, o volume útil era de 0,40% e agora está em 0,80%, o que pode não parecer muito, mas já faz a usina afastar o risco de não poder gerar mais energia. De acordo com o gerente do distrito do Rio Grande, José Marcílio Carvalho, a situação melhorou e a cidade está sendo abastecida normalmente. “Nós vamos continuar com o melhor aproveitamento da água, com canalização e pedimos que a população continue consciente”, disse.

Já a vazão, que antes da estiagem ficava em torno de 16 litros por segundo, na fase mais crítica chegou a apenas 3 litros por segundo e com as chuvas, subiu para 12 litros.

Além disso, a chuva ajudou a normalizar a situação em outras cidades da região. Até metade do mês de outubro, 11 cidades do Sul de Minas que são abastecidas pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) estavam em situação de alerta devido à baixa vazão em seus mananciais.

Agora, a companhia continua com rodízio, que é quando a água é liberada em horários pré-determinados. Contudo, 15 cidades ainda enfrentam o racionamento.




Fonte:g1

Copasa pode ter que demitir 9 mil servidores até 2015

A Copasa ampliou o quadro de funcionários sem autorização da Assembleia Legislativa

Depois de o Tribunal de Justiça de Minas Gerais ter determinado a demissão, até março de 2015, de parte significativa dos funcionários da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), o Ministério Público de Minas Gerais (MP), autor da denúncia de recrutamento sem base legal na estatal, poderá investigar outras empresas de economia mista no Estado, como a Gasmig e a Cemig.

A informação foi confirmada pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do MP, mas não foi detalhada, por uma questão de sigilo de informações. De acordo com o sindicato dos trabalhadores da Copasa (Sindágua), caso a empresa não recorra da decisão, cerca de 9 mil dos 12 mil funcionários poderão ser dispensados no início do próximo ano.

O presidente da Sindágua, José Maria dos Santos, disse que desde que a decisão foi divulgada pela Corte mineira, instalou-se um “clima de medo” na Copasa e que o sindicato trabalha para “amparar” o empregado.

“A notícia chegou na véspera de um feriado e coube a nós acalmar os ânimos e dizer que nosso departamento jurídico está estudando o processo e quer discutir com a Copasa, além de que, divulgar que há uma lei federal que protege o trabalhador”, conta, no entanto sem citar qual seria a lei. “É descabido dizer que não tem transparência nas contratações da Copasa, porque a empresa contratou outras empresas para fazer os concursos. Mas quem sou eu para dizer que a Justiça está equivocada. Vamos acompanhar”, acrescenta. Ainda segundo o sindicalista, a empresa ainda não se pronunciou perante aos funcionários.

No dia 14 de agosto, o o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual e Autarquias, Michel Couri e Silva, anulou os concursos realizados desde 1991 pela Copasa, sob a alegação de que uma instituição de economia mista não tem, segundo a Constituição mineira, autorização para criar quadro de empregos, seja por concurso ou por recrutamento amplo. A competência para fixar o quadro de empregos, nesse caso, seria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), conforme a Corte mineira. Consta na decisão que para a criação de empregos gerenciais e de assessoramento de livre nomeação e exoneração é necessária, “no mínimo, lei estadual que regulamente a matéria”.


Decisão pode ser questionada

Procurada pela reportagem, a Copasa se limitou a comentar, pela assessoria de imprensa, que “tomará as medidas cabíveis dentro do prazo legal”, de 200 dias a partir de agosto deste ano, e evitou afirmar se pretende recorrer na Justiça. Por ser de Primeira Instância, a decisão está sujeita a recurso.

O presidente executivo da Copasa foi notificado a cumprir a decisão, sob pena de aplicação de multa de R$ 10 mil por dia de atraso. Em casos semelhantes, as empresas recorreram e ganharam na Justiça.





Fonte: www.hojeemdia.com.br

Vice-governador assina ordem de serviço para obras da Copasa em nove municípios


O presidente da Copasa, Ricardo Simões, e o vice-governador Alberto Pinto Coelho assinam termo

Com investimentos de cerca de R$ 9 milhões, mais nove municípios nas regiões Sul, Norte, Leste e Região Metropolitana de Belo Horizonte são beneficiados com o Programa Água da Gente.

As ordens de serviço, autorizando a Copasa a dar início imediato às obras para melhorias e ampliação dos sistemas de abastecimento de água (SAA) e de esgotamento sanitário (SES), foram assinadas, nesta segunda-feira (20), pelo vice-governador Alberto Pinto Coelho, pelo diretor-presidente da companhia, Ricardo Augusto Simões Campos, e o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Bilac Pinto.

Os recursos fazem parte do maior programa de investimento em saneamento da história do Estado, o Água da Gente. Lançado pelo Governo de Minas, o programa garante aportes da ordem de R$ 4,55 bilhões a serem aplicados, até 2016, nas 625 cidades em que a empresa atua. Esse montante, destinado à ampliação e à implantação de sistemas de água e esgoto, beneficiará mais de 15 milhões de pessoas em todo o estado.

Em seu pronunciamento, Alberto Pinto Coelho salientou a importância do Água da Gente. “O Água da Gente, trata, em última análise, de saúde pública. É um programa de grande alcance, que se concretizou em consequência de uma gestão eficaz da Copasa e da  boa saúde financeira do Estado. Investimentos em infraestrutura de saneamento – abastecimento de água e esgotamento sanitário – são condições fundamentais para que possamos ter saúde e desenvolvimento”, ressaltou o vice-governador.

De acordo com o diretor-presidente da Copasa, Ricardo Augusto Simões Campos, o programa Água da Aente foi lançado com a determinação de que a Copasa, com a maior agilidade, faça com que a água tratada de qualidade chegue as casas dos mineiros e que a água devolvida aos rios mineiros também tenha esta mesma qualidade.

“O programa Água da Gente faz parte de toda a responsabilidade que o estado de Minas Gerais vem definindo para todos os seus órgãos e suas empresas no sentido de que, cada um dentro de sua área de atuação, contribua para fazer de Minas Gerais o melhor estado para se viver e para investir”, afirmou Ricardo Simões.








Fonte: Agência Minas

Carmo do Rio Claro-MG: MP dá prazo de 5 dias para Copasa solucionar problema em água

Moradores reclamam de mau cheiro e gosto ruim em água em Carmo do Rio Claro (Foto: Reprodução EPTV)

Caso não resolvido, empresa terá que pagar multa de R$ 1 milhão por dia.

O Ministério Público ajuizou uma ação civil pública contra a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) devido a problemas de mau cheiro e gosto ruim da água em Carmo do Rio Claro (MG). A ação judicial pediu a suspensão da cobrança da conta de água e estipulou um prazo de cinco dias para a solução do problema. Caso ele não seja resolvido, a Copasa terá que pagar uma multa de R$ 1 milhão por dia.
“O melhor fiscal que nós temos é quem abre a torneira. O que nos interessa é que a água esteja boa e que o consumidor receba isso de acordo com o que ele espera receber”, informa o promotor Cristiano Cassiolato.

De acordo com os moradores, o problema começou no carnaval. Além do gosto estranho e do cheiro forte, alguns moradores também alegam que a água estaria provocando diarreias, alergias e mal-estar. A partir da divulgação do caso nos meios de comunicação, iniciou-se uma investigação.

Exames preliminares feitos pela Fundação de Ensino Superior de Passos (MG) apontaram uma quantidade em excesso de produtos utilizados no tratamento da água. A análise apontou que o odor não era originado do Lago de Furnas, como a Copasa havia informado para a promotoria.

A prefeita da cidade, Maria Aparecida Vilela, afirma que não acredita que a situação será normalizada em apenas cinco dias e propõe uma solução em longo prazo. “A solução é colocar poços artesianos em todos os bairros que têm o reservatório da Copasa”, afirma.

A Copasa informou que não foi notificada da decisão judicial. Ainda segundo a empresa, os resultados das análises feitas diariamente no laboratório de Carmo do Rio Claro e de Belo Horizonte mostram que a água distribuída para os moradores atende aos padrões exigidos pelo Ministério da Saúde.






Fonte: g1

Moradores de Carmo do Rio Claro recebem água "podre" da Copasa


“A água está com cheiro de inseticida, estou comprando água potável para minha mãe idosa e para os meus netos. Já ouvi dizer que muitas pessoas foram parar no hospital com diarréia e vômito”. Essa foi a declaração de uma comerciante, que preferiu não se identificar, de Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas, sobre a situação da água na cidade. Há mais de uma semana, a água que sai da torneira está diferente, para alguns moradores o líquido tem cheiro de peixe, para outros o odor é de veneno. Outra moradora, que também não autorizou a divulgação de seu nome, relatou que nem quis beber a água.  “Não me arrisquei a beber, mas o cheiro é de veneno”, contou.

Além do mau-cheiro, a água pode ter deixado pessoas doentes. “Atendemos muitos casos de diarréia e vômito, mas não podemos afirmar que tem relação com a água”, disse uma técnica em enfermagem do hospital da cidade. Entretanto, os responsáveis pela instituição de saúde não foram encontrados para falar sobre o assunto.

A Copasa, responsável pela água distribuída no município, informou que, na última segunda-feira (11), o aumento do nível da água lago de Furnas provocou a movimentação de matéria orgânica localizada às margens do manancial, fato que causou alterações no aspecto da água. O órgão relatou  que o processo de tratamento foi imediatamente adequado. A empresa alegou que realizou a limpeza das redes que compõem o sistema de abastecimento de água da cidade. Nesta sexta-feira (15), a Copasa garantiu que foram realizadas dezenas de análises químicas ao longo do dia e que a água atende aos padrões do Ministério de Saúde.    

Sobre os quadros de diarréia e vômito, a Copasa informou que não há comprovoção de que os casos estejam relacionados com a água. A empresa afirmou que vai continuar monitorando a região e situação das pessoas doentes.

Nota:
A pergunta que se faz é: As autoridades eleitas por esse povo que está bebendo dessa água já cobraram da Copasa explicações e provas técnicas sobre isso ?









Fonte: O Tempo

Copasa: Estiagem e calor afetam abastecimento de água em várias regiões de Minas


A falha no abastecimento de água em algumas cidades mineiras deve continuar por mais algum tempo. A explicação para o problema, segundo a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), se deve ao longo período de estiagem e ao forte calor, que tem aumentado o consumo nas residências. Operações emergenciais serão realizadas ao longo desta semana.

Alguns bairros de cidades como Ibirité, São José da Lapa, Vespasiano, Pedro Leopoldo, Lagoa Santa, Moeda, Ribeirão das Neves, Sabará, além do bairro Olhos D’Água, na região do Barreiro, na capital, podem sofrer interrupções no abastecimento durante o dia. Já no período da noite, o fornecimento está assegurado

Segundo a companhia, as regiões Sul, Norte e Noroeste de Minas, além do Alto Paranaíba, também sofrem com as altas temperaturas e a falta de chuva. Nessas localidades, a Copasa está realizando manobras operacionais para que não haja desabastecimento.

Medidas. A partir de hoje, a Copasa vai tomar medidas emergenciais que irão permitir que a produção de água no sistema integrado da região metropolitana seja ampliada em mais 43 milhões de litros por dia. No interior, medidas parecidas serão tomadas.





Fonte: O Tempo

8 de outubro - Último dia de inscrição para concurso público da Copasa e subsidiárias


A Companhia de Saneamento de Minas Geras (Copasa) abriu concurso público para 212 vagas de Auxiliar de Serviços de Saneamento em todo Estado. As subsidiárias Águas Minerais de Minas quarto vagas para Técnico em Química e Técnico em Produção e Copanor 44 vagas para Operador de Sistema, Oficial de Eletromecânica, Motorista e Técnico em Química.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.gestaoconcurso.com.br, a partir do dia 17 de setembro de 2012 até o dia oito de outubro de 2012.

Após Caxambu, Copasa volta a envasar água mineral em Cambuquira

O envase no município estava paralisado há 10 anos


Depois de Caxambu, agora é a vez de uma empresa ligada à Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) reativar a produção de água mineral em Cambuquira, no Sul de Minas. A engarrafadora do município estava longe do mercado há 10 anos. O envase está sendo feito a quase um mês e a previsão é de que as famosas garrafinhas voltem a ser comercializadas no mês que vem. A empresa tem concessão para explorar três das cinco fontes do Parque das Águas de Cambuquira. No entanto, atualmente só uma está sendo utilizada.

A água levemente gasosa, é considerada de alta qualidade. A embalagem de vidro será retornável. A empresa que explora a água em Cambuquira é a mesma que em 2008 iniciou o envasamento do produto em Caxambu depois de três anos de inatividade. Atualmente são engarrafados em média quatro mil litros de água por hora em Caxambu, mesma quantidade que deve ser processada em Cambuquira.

A Copasa também venceu a licitação para explorar a água mineral em Lambari, mas ainda não existe uma data para o início da produção na cidade.








Fonte:eptv

POUSO ALEGRE - Manutenção em adutora deixa 57 bairros sem água nesta terça-feira

Fornecimento de água será restabelecido na parte da tarde


A Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) informou que 57 bairros de Pouso Alegre ficarão sem água nesta terça-feira (7) devido à necessidade de uma manutenção de emergência em uma adutora da unidade do Mandu. Por causa disso, o abastecimento vai ficar comprometido durante o dia nos bairros afetados. O fornecimento de água deverá voltar ao normal a partir do início da tarde, começando pelas partes mais baixas da cidade.

Confira abaixo os bairros que terão o abastecimento interrompido:

São João, Jardim São João, Vista Alegre, Nossa Senhora de Guadalupe, Santa Angelina, Jardim Amazonas, Santa Adélia, Jardim Yara, Jardim América, Jardim Noronha, Colinas de Santa Bárbara, Reserva de Santa Bárbara, Santa Filomena, Tijuca, Centro, Primavera, Medicina, Cascalho, Saúde, Santa Luzia, Santa Cruz, Santo Antônio, Esplanada, Altaville, Santa Dorotéia, Pousada dos Campos, João Paulo ll, Parque Ibirá, Jardim Floresta, Loteamento Dindinha, Recanto dos Souza, Santa Edwiges, Ribeirão das Mortes, Vale das Andorinhas, Nossa Senhora do Pillar, Recanto dos Fernandes, Recanto dos Barreiros, Nova Pouso Alegre, Vila Verde, Passaredo, Jardim Guanabara, São Joaquim, Fátima l, Fátima ll, Fátima lll, São José, São Camilo, Santa Lúcia, Nossa Senhora Aparecida, Monte Azul, Jardim Satélite, Cruzeiro do Sul, Santo Ivo, Vila Beatriz, São Francisco, São Pedro e Belo Horizonte.






Fonte:eptv