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Uso de fogos de artifício nas festas de Ano Novo pode causar graves acidentes

No período de festas de fim de ano, o Hospital João XXIII (HJXXIII), da Rede Fhemig, referência estadual para o tratamento de queimaduras, registra um aumento de 12% a 15% do número de atendimentos e de 8% a 10% das internações em razão de acidentes com fogos de artifício.

O Serviço de Queimados do HJXXIII recebe, a cada ano, dezenas de pessoas, entre crianças, homens e mulheres, vítimas de ocorrências ligadas ao manuseio desses artefatos. Segundo o chefe do Serviço de Cirurgia Plástica e Queimados do hospital, Carlos Eduardo Guimarães Leão, 43% das vítimas de queimaduras (por vários agentes, inclusive por fogos de artifício) são crianças de zero a dez anos de idade. Por isso, todo cuidado é pouco, especialmente agora, com a proximidade das comemorações de virada de ano.

Manuseio incorreto

O foguete de mão é o que mais causa acidentes. Ele provoca queimaduras de terceiro grau e pode, até mesmo, causar a perda de membros. Além disso, também pode acontecer a laceração dos dedos, mãos e rosto. Dentre as principais causas das ocorrências envolvendo os fogos de artifício está o manuseio incorreto. É comum as pessoas não seguirem as instruções dos fabricantes e não verificarem a procedência desses artigos, assim como, frequentemente, estarem alcoolizadas. Outro fator determinante para que haja acidentes é a manipulação dos fogos pelas crianças ou a sua presença ou participação durante o acendimento dos artefatos.

Cuidados

É fundamental para a segurança que o explosivo somente seja acionado em áreas abertas. Outro cuidado importante é não colocar um foguete sobre o outro. No caso de acidentes, a parte afetada deve ser lavada em água corrente e coberta com um pano limpo umedecido em água fria. Em nenhuma hipótese, deve ser usada outra coisa que não seja água corrente. A vítima precisa ser encaminhada, imediatamente, ao atendimento médico através do acionamento do SAMU pelo telefone 192 ou do Corpo de Bombeiros pelo 193.

Dicas para soltar fogos de artifício com segurança

• Nunca permita que crianças soltem fogos;
• Não compre fogos de artifícios clandestinos porque eles não são testados;
• Compre os modelos que vêm com uma base para o encaixe em suporte ou use uma extensão. Não olhe para cima quando o foguete estiver sendo disparado;
• Antes de acendê-los, siga, rigorosamente, as instruções do fabricante;
• Não utilize fogos após ingerir bebidas alcoólicas;
• Nunca solte fogos em locais com grande concentração de pessoas;
• Jamais lance fogos na direção de outras pessoas;
• Nunca faça experiência, modifique ou tente fazer seus próprios fogos de artifício;
• Solte fogos longe de residências. No mínimo, a 100 metros de distância;
• Não solte fogos perto de hospitais, postos de combustíveis, aeroportos e fiações;
• No caso de os fogos não estourarem, jamais tente reaproveitá-los.





Fonte:Agência Minas

As Festas Juninas e sua origem

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.

Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.

Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.

Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.

Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.

Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.

Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.

As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.









Fonte: Equipe Brasil Escola

Prefeitos do interior de Minas esbanjam verba pública em Brasília


Festas badaladas, restaurantes caros, hotéis luxuosos. A realidade que os prefeitos do interior vivenciaram na capital federal na última semana – durante o “Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas – Municípios fortes, Brasil sustentável”, realizado pelo governo federal – difere completamente daquela presente nos municípios que administram.

Se, nas cidades que comandam, as dificuldades financeiras imperam, obrigando os prefeitos mais responsáveis a um contingenciamento de recursos, em Brasília a regra foi o comportamento perdulário e o sentimento de ostentação. Atitude que contrasta com a situação de muitas prefeituras: caixa em crise por causa do acúmulo de dívidas de gestores anteriores, que não cumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Ao contrário de muitas pessoas que visitam o Distrito Federal, a grande maioria dos prefeitos não se hospeda fora do Plano Piloto, onde as diárias, em média, segundo projeções do setor hoteleiro, estão entre as mais altas do país.

Eles também não se alimentam em restaurantes baratos, procurando sempre aqueles de maior renome e peso no bolso, em especial churrascarias de grife, como Porcão e Fogo de Chão, entre outras. Tudo devidamente anotado, contabilizado e carimbado para o posterior reembolso do prefeito pelos cofres públicos.

Há gestores que vieram sós; outros trouxeram assessores ou secretários e, também, os que chegam acompanhados da primeira-dama. Nesse caso, alegam os agentes políticos que as despesas de não servidores serão custeadas pelos próprios, sem prejuízo ao erário. Até mesmo vices, que não têm outra função legal a não ser substituir o prefeito em momentos de falta – e, portanto, deveriam estar na prefeitura, administrando o município – engrossam as caravanas a Brasília.








Fonte: O Tempo

Festa junina, origem, conheça a história


A festa junina criou fortes raízes no Brasil, mas ela se originou na Europa muito tempo antes da chegada dos portugueses ao território nacional.

A festa junina é um evento  que se tornou tradicional no Brasil e por isso incorpora traços típicos em cada região do país. Os festejos que acontecem entre os meses de junho e julho são capazes de alegrar crianças, jovens e adultos, com uma diversidade de atrações.

Os brasileiros começaram a entrar em contato com os festejos juninos na época da colonização, mas o evento existe há muito tempo na Europa, desde o período pré-gregoriano. A princípio, a festa tinha como objetivo celebrar a fertilidade da terra, ou seja, as colheitas que aconteciam na ocasião. Os povos pagãos do norte europeu organizavam o evento para agradecer aos deuses. Nesta época, inclusive, a comemoração já contava com fogueira, danças e muita comida.

Com o surgimento do cristianismo, a festa junina assumiu um novo formato e passou a homenagear o primo de Jesus Cristo, João Batista. A igreja católica aproveitou o embalo dos festejos juninos de junho para celebrar a importância de três santos. No dia 13 a comemoração é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, celebra-se o Dia de São Pedro.

Trazida para o Brasil pelos portugueses ela não preservou o mesmo formato, na verdade  recebeu influência dos negros escravos e índios para assumir uma nova identidade. Com o tempo, o evento se tornou conhecido em todo o país, mas acabou se enraizando principalmente no Nordeste brasileiro.

A festa junina no Brasil

Hoje em dia a festa junina brasileira possui símbolos característicos, sobretudo no que diz respeito às atrações. No quesito brincadeiras, vale ressaltar o pau de sebo, o correio elegante, a pescaria e o casamento na roça. A decoração do evento também tem traços típicos, ressaltando a atmosfera caipira com as bandeirinhas coloridas e as barraquinhas montadas ao ar livre.

As saborosas comidas típicas também não podem faltar para celebrar a festa junina. Entre os quitutes mais populares, estão: o amendoim torrado, a pipoca, o milho verde, a canjica, o pé-de-moleque, o bolo de fubá, a rapadura, o quentão e o vinho quente. Vestidos de caipiras, os convidados do evento participam das danças tradicionais ou da quadrilha.

A festa junina varia muito de um lugar para o outro no Brasil, mas ela preserva as suas principais tradições. No Nordeste, os festejos juninos não simbolizam apenas a riqueza da cultura popular, eles também contribuem com a economia da região e aquecem o turismo. Desta forma, é comum os nordestinos organizarem grupos festeiros para comemorar pelas ruas das cidades. Já no Sudeste, o festejo possui um impacto menor, sendo realizada principalmente em quermesses e instituições de ensino.







Fonte: Mundo das Tribos

Passos-MG - Prefeitura cancela Carnaval por causa da criminalidade

Medida tem como objetivo diminuir violência; cidade teve 46 homicídios em 2011


A Prefeitura de Passos suspendeu a festa de Carnaval na cidade deste ano por causa da criminalidade. Só no ano passado, 46 pessoas foram assassinadas no município, três vezes mais do que o ano de 2010, quando foram registrados 14 mortes. Segundo a prefeitura, essa seria uma forma de diminuir os crimes na cidade, já que a polícia do município precisa dar apoio às cidades vizinhas.

A medida já vinha sendo discutida desde dezembro, após uma reunião do prefeito com a 77ª companhia da Polícia Militar.





Fonte:eptv

Confira as atrações do fim de semana em Varginha-MG

Sexta-feira (9):

Arriba
O clima no Clube de Varginha vai ficar apimentado! A festa Arriba terá tequila no Camarote e muita agitação na pista. O som fica por conta da banda Milla Tequila com as melhores do axé. E da banda Acampada com o samba e pagode universitário. Também tem o DJ Pablo Catão, diretamente de Belo Horizonte.

Help Pub
No Pub tem a banda Sissibonaflá. O grupo varginhense tem público cativo pelas melhores do Rock n’ Roll. A partir das 23h.

Bar 13
Tem Alessandro Rato na voz, violão e percussão ao vivo. A partir das 21h.

Shows superfaturados ficam sem punição

A promoção oficial de festas, shows e eventos esportivos tornou-se instrumento recorrente de desvio de recursos públicos na capital da República. Nos últimos anos, há notícia de superfaturamento em cidades espalhadas pelos quatro cantos do Distrito Federal. Muitas das acusações foram investigadas e, diante dos indícios de irregularidades, deram origem a ações de improbidade administrativa apresentadas pelo Ministério Público à Justiça. Mas, na maioria dos casos apontados nos últimos quatro anos, não houve decisão definitiva nem punição dos supostos envolvidos. A demora na tramitação dos processos encoraja políticos, gestores públicos e empresários a continuarem usando o mercado da diversão como uma brecha por onde escorre verba pública.


Desde 2008, foram formuladas, pelo menos, cinco ações de improbidade administrativa ajuizadas pela 6ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social do Ministério Público (Prodep) para as quais até hoje não há desfecho na Justiça. O valor somado das causas chega a quase R$ 2 milhões (veja quadro), dinheiro que, segundo o MP, deve retornar aos cofres públicos. Os processos se referem a diferentes eventos, em cidades distintas. Mas o método de desvio quase sempre é muito parecido e já manjado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, o que infelizmente não inibe as fraudes. Aproveitando -se do caráter subjetivo, que envolve a contratação de artistas, gestores e políticos mal-intencionados beneficiam empresas de parentes, superfaturam cachês e pagam por produções aquém do que o ajustado em contrato.


Uma das ações de improbidade administrativa relata o superfaturamento em um show da dupla César Menotti e Fabiano em Planaltina. O valor do contrato acertado à época com a Secretaria de Cultura foi R$ 258 mil. Mas nota fiscal apontou que os artistas receberam R$ 120 mil e o restante ficou para a empresa Campos e Silva Promoções, que representava a dupla. O Ministério Público até entende que possa haver justificativa para a dispensa de licitação na escolha da banda (por se tratar de caráter subjetivo), mas reprova a falta de concorrência pública para a produção do evento, que, a exemplo desse caso, é mais dispendioso que o próprio cachê. Essa ação foi ajuizada em 17 de junho de 2008, mas o processo só foi aberto em 25 de abril de 2011, quase três anos depois.


Inoperante


Na contratação do show de Victor e Léo para a festa da virada de 2007 na Esplanada dos Ministérios, o MP detectou irregularidades, mas ainda assim a inicial do processo (Leia O que diz a lei) até hoje não foi aceita pelo Judiciário. À época, o governo empenhou R$ 480 mil para o pagamento do cachê dos artistas e a produção do evento. Segundo os promotores de Justiça, no entanto, o governo não conseguiu justificar os gastos, como o da contratação de um táxi aéreo de Uberlândia para Brasília, orçado em R$ 44 mil. O MP descobriu que a Aeromil, empresa que teria prestado o serviço, não estava autorizada a operar desde 2003 e que o último voo teria ocorrido em 2004. Por isso, além do valor total pago, a ação de improbidade administrativa sugere multa de duas vezes a quantia do suposto prejuízo.


Em Santa Maria, cinco bandas foram contratadas para a 17ª Festa de Aniversário da cidade, a Fassanta. Todas elas receberam menos do que apontavam notas de empenho, o que de certa forma explica a razão de cachês desproporcionais à notoriedade de algumas atrações. Nessa festa, se apresentaram, por exemplo, o cover da banda Chiclete com Banana. O cachê oficial era R$ 45 mil. Mas o grupo recebeu, de acordo com a ação do MP, R$ 25 mil. A banda de pagode Soweto tocou por R$ 38 mil, mas, no contrato, constava R$ 10 mil a mais. O suposto superfaturamento na Fassanta de 2007 gerou uma ação na Justiça recebida em julho de 2009, para a qual, até hoje, não há uma sentença. Durante todo o ano de 2010, o processo só teve quatro movimentações judiciais, um dos indícios de lentidão para o encerramento do caso.


Investigação


Cinco inquéritos policiais apuram indícios de irregularidades cometidas sob a influência do deputado distrital Benedito Domingos, entre os quais fraudes nos carnavais de 2009 e 2010, no 49º aniversário de Brasília, no Natal de 2007 e em serviços realizados na Praça Central de Taguatinga. Essas investigações foram originadas a partir de operações que já renderam duas denúncias contra Benedito. Na Operação Balder, a polícia investiga festa em Planaltina na qual o contrato previa carpete, mas a festa ocorreu em chão de terra batida.


O que diz a lei?


Em 2000, uma alteração na Lei nº 8.429, de 1999, incluiu a fase inicial na tramitação de ações por improbidade administrativa. A etapa prevê que os réus apontados pelo Ministério Público apresentem uma defesa preliminar à Justiça, que vai analisar os argumentos em caráter preparatório. Só depois dessa etapa é que o juiz definirá se aceita ou não abrir o processo e, em caso afirmativo, citará as partes envolvidas. O procedimento é visto por integrantes do MP como um dos fatores que atrasam a tramitação das ações de improbidade nos tribunais de Justiça.











Fonte:estadodeminas

ESTRADAS - PRF registra 47 mortes em acidentes em um dia

Na sexta, foram anotados 793 acidentes e 575 feridos.

Fiscalização foi reforçada nos 66 mil quilômetros de rodovias federais


Quarenta e sete pessoas morreram nas rodovias federais na sexta-feira (24), véspera de Natal, segundo balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Nesse dia, foram registrados 793 acidentes e 575 feridos.

A PRF diz ainda que foram fiscalizados 22.933 veículos e 56 pessoas foram presas sob suspeita de embriaguez.

Entre as ocorrências registradas nas estradas federais, estão um acidente com três integrantes de uma banda de forró, na altura do quilômetro 11 da BR-116, na região de Fortaleza. Dois morreram na hora. O terceiro teve ferimentos leves.

No quilômetro 162 da BR-101, em Ipixuna do Pará (PA), um homem foi morto em confronto com a polícia. De acordo com a PRF, ele estava assaltando um ônibus e reagiu à abordagem dos policiais.

Alerta
A PRF informa que está em alerta nos 66 mil quilômetros de rodovias federais. A fiscalização foi reforçada desde as 14h de sexta, devido ao aumento no movimento por causa das festas de fim de ano. A Polícia Rodoviária conta com efetivo de 9.200 homens, que trabalham em escalas de revezamento. A operação conta com 400 radares e 2 mil etilômetros.

A fiscalização durante o feriado de Natal está Operação Fim de Ano, que termina à meia-noite de domingo, 2 de janeiro.

Há previsão de chuva durante os dias de folga e o motorista é orientado a manter distância dos outros veículos e acender os faróis. Os automóveis não devem ficar parados no acostamento.




Fonte:g1.globo.com

LAVRAS - Paróquia Santa´Ana completa 250 anos com programação especial

Festa continua no próximo final de semana


A Paróquia Santa´Ana, em Lavras, completa 250 anos de história eeste mês. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário é uma das mais antigas do Sul de Minas Gerais e tem muitas curiosidades. A festa de comemoração do aniversário continua no próximo final de semana.

Veja a programação:

Domingo (21)

17h45: Procissão, saindo da Igreja do Rosário, relembrando a transferência da Paróquia em 1917, indo até a igreja matriz, onde será concelebrada a Missa campal.

18h15: Missa campal, presidida por Dom Frei Célio de Oliveira Goulart, Bispo da Diocese Jubilar de São João Del Rei. Concelebrantes: todos os Padres convidados e que puderem aceitar o convite.

Após a missa solene, haverá queima de fogos, bolo comemorativo dos 250 anos e outros eventos.







Fonte:eptv

SUL DE MINAS - Pouso Alegre comemora 162 anos de emancipação

Atividades de comemoração seguem até o fim do mês


O município de Pouso Alegre completa 162 anos de emancipação político-administrativo nesta terça-feira (19). A cidade, que é uma das mais importantes do Sul de Minas, está em festa. Durante todos os dias, durante todo o mês, acontece uma atividade em comemoração ao aniversário.

Confira abaixo a programação dos próximos dias:

19/10 - terça-feira (Dia do aniversário de Pouso Alegre)

22h - Show com Zé Ramalho e logo após, show com Paulo Sérgio e Alessandro, na Praça Senador José Bento

20/10 - quarta-feira
Na Praça Senador José Bento, apresentação do Projeto "Conexão Cultural Tigre/ICRH - Cinemóvel", (até o dia 23)

20h30, na Praça João Pinheiro, MPB Itinerante - Show de MPB com artistas pousoalegrenses contemplados pela Lei municipal de incentivo à cultura.

19h30, no Teatro Municipal, premiação dos vencedores do Festival Estudantil de Cultura, evento organizado pela Prefeitura Municipal de Pouso Alegre

21/10 - quinta-feira
Na Praça Senador José Bento, apresentação do Projeto "Conexão Cultural Tigre/ICRH - Cinemóvel", (até o dia 23)

11h, no Teatro Municipal, Premiação do Projeto EPTV na Escola

Fonte:eptv

ALFENAS - Shows em comemoração ao aniversário da cidade começaram no sábado

Aniversário da Cidade – Outubro 2010


Dia 09 – sábado Sertanejo regional
Marcos Paulo & Samuel, Antônio Marcos, Jhony & Brenno e Ari & Eduardo.

Dia 10 - domingo
Ministério Aliança de Misericórdia e Cantores de Deus

Dia 11 - segunda Pop Rock regional 21 hs
Banda Ades, Código 11, Cookiers Rockers, Criança Louca e Dr. Gooes

Dia 12 - terça -
21 hs Banda Splinter
22 hs Teatro Mágico

Dia 13 – quarta
20:30 horas Débora Rocha
22 horas Toque no Altar

Dia 14 – quinta
22 horas Capital Inicial

Dia 15 - sexta
21 horas Banda Rxis
22 horas Gian e Giovani