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Escola do Sul de Minas conscientiza alunos sobre a Lei Maria da Penha


Estudantes aprendem sobre prevenção da violência doméstica e contra a mulher

Uma simples agenda doada à professora de língua portuguesa Lourdes Eliza de Seixas Oliveira, do município de Andrelândia, no Sul de Minas, cuja capa pregava o fim da violência contra a mulher, garantiu à Escola Estadual Visconde de Arantes, no bairro Rosário, a realização de um projeto de conscientização dos alunos sobre a violência doméstica e a importância da Lei Maria da Penha, por meio da produção de redações em sala de aula. E o resultado surpreendeu a direção da escola e professores, com o grande interesse e criatividade dos alunos, que demonstraram talento até para a poesia. Os trabalhos foram encaminhados ao Conselho Estadual da Mulher (CEM), vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).

Segundo Lourdes Eliza, a ideia do projeto “Na sociedade que a gente quer, basta de violência contra a mulher” surgiu no início de março, durante as comemorações do Dia Internacional da Mulher. O trabalho envolveu, inicialmente, o conhecimento de casos de violência contra a mulher, a leitura e interpretação da Lei Maria da Penha e, posteriormente, a produção dos textos, que foram feitos por oito turmas de alunos do ensino médio.

“Na cidade, temos muitos casos de violência em família. E o projeto despertou grande euforia entre os alunos”, conta Lourdes Eliza, que pretende ampliar o trabalho com os estudantes no próximo semestre, com o levantamento de casos de violência contra a mulher que ganharam repercussão tanto no Brasil quanto no exterior. “Nosso objetivo é desenvolver um trabalho de conscientização sobre os direitos da mulher, de ter uma vida livre de violência, com a divulgação dos melhores textos produzidos”, explica.

Exposição

As melhores redações feitas nessa primeira etapa do projeto ficaram expostas no saguão da Escola Visconde de Arantes, nos meses de março e abril. “Estamos pensando, mais para frente, até garantir uma premiação aos melhores trabalhos”, conta a professora Lourdes Eliza.

Um dos aspectos mais ressaltados nos textos produzidos pelos alunos foi a necessidade de conscientização da mulher vítima de violência, para que denuncie o agressor, evitando a impunidade. “É fácil se livrar da humilhação de ser agredida por um covarde, existem leis que preservam os direitos da mulher.  No século da tecnologia, da liberdade de expressão, das conquistas, conquistemos mais esta: basta de violência contra a mulher! Denuncie! Recorra à Lei Maria da Penha!”, enfatizou a aluna Camila Roberta em sua redação.

Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006, como forma de coibir a violência contra as mulheres, estabelecendo medidas protetivas de urgência e punição ao agressor, que pode  cumprir detenção de 3 meses a 3 anos.

Considerada uma conquista da sociedade brasileira, a norma surgiu após a farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, que deu nome à lei, ter sido agredida a tiros pelo marido, em 1983, enquanto dormia. Ela ficou paraplégica e se viu presa a uma cadeira de rodas. Posteriormente, sofreu nova tentativa de morte, dessa vez por eletrocussão. A partir daí, iniciou uma luta para combater a violência contra a mulher no país, o que foi garantido com a criação da Lei 11.340.

Em Minas Gerais, uma parceria da Sedese e do CEM com a Secretaria de Estado de Educação (SEE) vai garantir a implementação do projeto “Maria da Penha vai às Escolas”, com o objetivo de desenvolver ações integradas para que as crianças e adolescentes reflitam sobre a violência doméstica e intrafamiliar, principalmente sofrida pelas mulheres.





Fonte: Informações Agência Minas

Cosméticos viram atrativo na ‘Festa do Azeite’ em Maria da Fé - MG


Produtos são feitos a base de azeite ou azeitona.
Segunda edição da feira traz 40 estandes com comidas típicas e artesanato.

Produtos cosméticos à base de azeite ou azeitona têm sido a atração deste ano na “Festa do Azeite”, celebrado no município de Maria da Fé (MG). A cidade sulmineira é referência no país em pesquisas para o plantio de Oliveiras. Segundo a organização do evento, são esperadas 20 mil pessoas na feira este ano.
“Nós apostamos nesse produto por termos matéria prima em abundância em Maria da Fé. O óleo de oliva é composto por 80% de ácido oléico, sustância também encontrada em nossa pele, o que torna o produto biocompatível” , informa a farmacêutica Andréa Machado.

Esta é a segunda edição da feira, que traz 40 estandes. São restaurantes com comidas típicas do Japão, Espanha e também comida caipira. Há também comercialização de mudas de oliveira, produtos orgânicos e artesanais. No ano passado, segundo a organização, a Festa do Azeite movimentou cerca de R$ 1 milhão. A expectativa é de que este ano a feira atinja os R$ 2 milhões.

Quem comparecer à feira também vai conhecer a história da produção de azeite em Maria da Fé, trabalho que resultou na produção do primeiro azeite de oliva extra-virgem 100% nacional.
A festa começou na noite desta quarta-feira (4) e vai até domingo (8). O evento é gratuito e há apresentações musicais todos os dias.






Fonte: g1

2º Festival Gastronômico de Maria da Fé vai destacar o Azeite produzido em Minas Gerais

Durante cinco dias, os participantes poderão visitar os olivais da Fazenda Experimental da Epamig

O azeite produzido em Minas Gerais será destaque no 2º Festival Gastronômico de Maria da Fé, no Sul de Minas, entre os dias 4 e 8 de abril. Durante os cinco dias do evento, os participantes poderão visitar os olivais da Fazenda Experimental da Epamig em Maria da Fé, onde conhecerão viveiros de mudas de oliveiras e máquina (importada pela Epamig da Itália) para processamento do azeite virgem extra.

Comunidade de Carmo da Cachoeira anunciou novas aparições de Maria

Religiosos, pessoas comuns e curiosas participaram da solenidade que marcou a aparição de Maria no Morro do Cristo, em Carmo da Cachoeira. Foto divulgação

Continua o mistério em Carmo da Cachoeira, onde supostamente Maria, a mãe de Jesus, tem aparecido, segundo relatos de diversas pessoas que vão até aquele lugar. As aparições são abertas e qualquer pessoa pode participar.

Segundo relato da assessoria de imprensa da Federação Humanitária Internacional, divulgados hoje, quinta-feira, dia 23, "em suas últimas transmissões, Nossa Senhora, a Mãe Universal, que esteve entre nós como Maria, Mãe de Jesus, anunciou que continuará aparecendo publicamente neste mês de fevereiro, nos dias 24, 25 e 26, às 20h40, no Morro do Cristo Redentor, local situado no centro de Carmo da Cachoeira."

Ainda segundo aquele órgão de imprensa, o trabalho de preparação e oração para a chegada de Maria será iniciado às 19h30min, e estará aberto a todos que queiram participar. Ainda segundo relato, na semana passada, centenas de fiéis e peregrinos de diferentes partes do Brasil e do mundo, subiram a estrada que conduz a estatua do Cristo Redentor, em silêncio e com devoção, durante três noites seguidas. Todos levavam uma vela acesa em suas mãos. No alto do morro, a oração contínua da Ave Maria preparava o ambiente para receber Nossa Senhora.

A assessoria da Federação Humanitária Internacional, quando Nossa Senhora se fez anunciar na hora marcada e por intermédio do Frei Elias, disse "que era a Mãe da Divina Concepção da Trindade e a Rainha da Paz, que sentia alegria por estar com tantos filhos que respondiam ao seu chamado".

As mensagens eram passadas em espanhol e traduzidas para o português. Numa das suas transmissões, nesses dias, segundo relatos, Nossa Senhora disse "que o tempo corria rápido, e que preparava nossos corações para despertá-lo para a vida eterna da Fé". E anunciou: "confiem em Meu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, e assim poderão confiar em Deus. Caminho com vocês". Sou a "Peregrina de Nazaré". Ao término de cada transmissão naqueles dias, Ela abençoou a cidade e toda a região.






Fonte:jornaldelavras