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Aécio Neves usou jatinhos oficiais em 124 idas ao Rio de Janeiro para passear

Levantamento foi feito pelo governo de Minas Gerais, que não encontrou justificativas para as viagens de Aécio entre 2003 e 2010, período em que foi governador; durante esse período, embora governasse Minas, Aécio tinha fama de baladeiro e de passar quase todos os fins de semana no Rio; levantamento também registrou seis viagens de Aécio para Florianópolis, onde ele conheceu sua atual esposa, Letícia Weber; há ainda deslocamentos para balneários fluminenses, como Búzios e Angra dos Reis; até outubro, a gestão de Fernando Pimentel informará à Assembleia Legislativa de Minas Gerais o gasto total de Aécio com aeronaves usadas para fins particulares, o que, em tese, constitui improbidade administrativa

Um levantamento feito pelo governo de Minas Gerais não encontrou justificativas para as viagens do ex-governador e hoje senador Aécio Neves (PSDB-MG), em jatos oficiais, entre 2003 e 2010, período em que governou  o estado.

Durante esse período, embora governasse Minas, Aécio tinha fama de baladeiro e de passar quase todos os fins de semana no Rio. Ele fez nada menos que 124 viagens ao Rio – e quase sempre de quinta a domingo, segundo reportagem de Ranier Bragon (leia mais aqui).

O levantamento também registrou seis viagens de Aécio para Florianópolis, onde ele conheceu sua atual esposa, Letícia Weber. Na capital catarinense, Aécio costumava frequentar o Café de la Musique.

Na lista de viagens com aviões oficiais, há ainda deslocamentos para balneários fluminenses, como Búzios e Angra dos Reis.

Até outubro, a gestão de Fernando Pimentel informará à Assembleia Legislativa de Minas Gerais o gasto total de Aécio com aeronaves usadas para fins particulares, o que, em tese, constitui improbidade administrativa.

A assessoria de Aécio diz ser normal usar aviões do Estado para atividades pessoais e que, em alguns casos, houve compromissos profissionais.






Fonte:www.brasil247.com

Torcedor passeia com a sogra em Minas Gerais


Um aposentado de Pouso Alegre tem chamado a atenção de pedestres e motoristas que passam pela Rodovia Fernão Dias, que corta boa parte do Sul de Minas. Em seu Ford modelo 1929, Seu Gabriel Moraes viaja em companhia de um esqueleto que fica sentado no banco do passageiro. Enfeitado com as cores do Brasil em homenagem à Copa do Mundo, a sogra de Seu Gabriel, como ele mesmo gosta de chamar o esqueleto, arranca boas risadas dos curiosos.

- Ela é a minha sogra... é uma brincadeira, uma piada (risos). Porque ninguém gosta de sogra, mas eu adoro a minha - afirma o aposentado esbanjando bom humor.





Fonte: G1

FAMA MG - SUL DE MINAS - Região Lago de Furnas


Sobre Fama

Surgido como povoado em 1837, numa sorte de terras doadas pelo fazendeiro Tomaz de Figueiredo - que também lhe deu o nome de Fama - o município está na região das minerações clandestinas que o fisco buscava coibir em sucessivas expedições, como foi a Campanha do Rio Verde, do Ouvidor de São João Del-Rei. Hoje está as margens do grande Lago de Furnas e é grande produtor de batata-inglesa, frangos e ovos, com o turismo - que se prepara para explorar as belezas do grande lago - despontando como atividade promissora.

Os garimpeiros, buscando novas lavras e tentando escapar dos pesados impostos cobrados pela Coroa, penetraram pelos sertões de Minas Gerais, implantando novas fazendas e criando diversos povoados. A região onde hoje se encontra o município de Fama foi colonizada nessa época - por volta do início do séc. XIX.

O primitivo povoado surgiu nas terras da fazenda do Capitão Tomaz de Figueiredo, que, em 1837, doou uma área de meio alqueire para formar o patrimônio de uma capela. Segundo a tradição, foi o próprio Figueiredo que deu o nome de Fama ao povoado.

Em 1911, Fama foi elevado a distrito, integrando a Alfenas, e, em 1923, passou a pertencer a Paraguaçu. Em 1948, Fama eleva-se a município.

Hoje Fama concentra uma enormidade de atrativos turísticos, na sua maioria hídricos (represa).

Seu potencial natural aliado ao incremento de produtos e serviços turísticos confere a região um enorme potencial para o ecoturismo rural. E hoje ja é com certeza, ponto de referência no turismo no sul de minas.


PESCARIAS EM FAMA

Equipamentos Recomendados para a Pesca do Tucunaré em Fama:

Vara: Vara de ação média de 5'3'' a 6'

Carretilha: Carretilhas de perfil baixo que comportem 100 metros de linha 0,35 mm de espessura.

Linhas: Linhas de 0,30 mm a 0,37 mm de diâmetro de 16 a 20 lb de resistência (se preferir utilizar as Multifilamentos)

Iscas Artificiais: Iscas da King Fisher, Moro e Deconto e Rapala.
Exemplos: zaras, poppers, plugs de meia-água, jumping minnow, jigs e colheres

Para uma pescaria mais cômoda não esqueça de: alicates, snaps, óculos polarizados, bonés, protetor solar e não esquecer de sua câmera fotográfica para ter uma recordação de sua pescaria.

O lago de Furnas é a maior extensão de água do estado, com 1.440 km²- quatro vezes a Baia de Guanabara, conhecido como o “Mar de Minas”. Abrange 34 municípios com um potencial natural exuberante, formando lagos, cachoeiras, balneários e piscinas naturais que convidam para um agradável passeio de barco, uma pesca esportiva ou para a prática do ecoturismo.

SUL DE MINAS - TURISMO SEM GASTAR MUITO

Ainda por ser descoberta, a região do Lago de Furnas, conhecida localmente como mar de Minas Gerais, é uma fuga para os dias de sol de verão. E, melhor, sem os congestionamentos da volta da praia

Nossa dica hoje é: Capitólio

Pela distância razoável de São Paulo, quatro dias são o mínimo para conhecer razoavelmente o lugar. Um caminho interessante é pela Fernão Dias até Varginha e dali por estradas bem menores até Guapé. Para Capitólio, a melhor alternativa são o complexo Anhanguera-Bandeirantes e a SP-340 até Mococa e São Sebastião do Paraíso, já em Minas - uma rota cheia de pedágios. Ao chegar ao destino, considere o passeio de duas horas de escuna ou lancha pelos Cânions de Furnas para iniciar o relaxamento. Dos paredões de 40 metros de altura surgem cachoeiras - algumas despejam água diretamente
no lago. Quem leva a esses passeios são os funcionários de dois bons restaurantes em Capitólio, ambos na MG-050. Eles são o Turvo (km 306, 37/9983-9252; Cc: D, M, V; Cd: todos), que tem escuna (R$ 35, mínimo de dez pessoas) e lancha (R$ 300, até oito pessoas), e o Empório Lagoa Azul (km 311, 37/9983-7022; Cd: V), com uma escuna (R$ 35, mínimo de dez pessoas). Na volta, os filés de tilápia grelhados em ambos os restaurantes são boa desculpa para mais um fim de tarde admirando o lago. Se tiver fôlego, a visita à Trilha do Sol (MG-050 para Passos, km 304, 35/9981-1855; R$ 15) passa por mais cachoeiras e piscinas naturais.