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Rir nem sempre é o melhor remédio, diz pesquisa

Após uma crise de riso, personagem de Mary Poppins começa a voar pela sala

Pesquisadores das universidades de Birmingham e Oxford analisaram benefícios e danos relacionados ao riso, datados de 1946 até os dias atuais, e encontraram vários problemas decorrentes de gargalhadas. O lado positivo, no entanto, supera os problemas para a saúde

No clássico da Disney 'Mary Poppins', de 1964, estrelado por Julie Andrews, a babá 'praticamente perfeita' é chamada para socorrer tio Albert, que após uma crise de riso começa a voar pela sala. O filme inteiro é regado pela ideia de que um pouco de alegria e risadas são fundamentais para a vida - inclusive, uma de suas músicas-tema sugere que 'uma só colher de açúcar ajuda o remédio descer'. Mas pesquisadores das universidades de Birmingham e Oxford, no Reino Unido, acreditam que a risada não é em tudo positiva e pode não ser, afinal de contas, o melhor dos remédios, tem também efeitos negativos para a saúde humana.

Em partes, a teoria de Mary Poppins confere. O estudo feito pelos britânicos analisou casos bons e ruins relacionados ao riso, desde 1946 até os dias atuais, e constatou que rir traz mais benefícios que o contrário. No entanto, eles identificaram alguns casos graves para a saúde causados pelo ato.

Entre os problemas identificados, os sistemas cardiovascular e respiratório foram os mais prejudicados. Segundo a pesquisa, rir muito pode causar anomalias e arritmia. Os pesquisadores chegaram a encontrar, inclusive, um caso em que uma crise intensa de riso, como foi o caso do filme, provocou a morte de uma mulher com Síndrome do QT longo, uma espécie de taquiarritimia. Rir intensamente pode ser também a causa provável de rupturas no coração e na garganta.

O ar que é inalado rapidamente durante as risadas também pode provocar a entrada de materiais estranhos e isso pode provocar crises em asmáticos. Rir também pode te mandar para o pronto-socorro com pulmão colapsado, que é caracterizado pela presença de ar na cavidade pleural do órgão. Cataplexia (fraqueza muscular súbita) também pode ser provocada pelo riso.

A pesquisa também identificou que uma boa gargalhada é capaz de fazer hérnias ficarem salientes, especialmente em crianças, o que ajuda no diagnóstico. Curiosamente, a incapacidade de rir também pode ser um sinal de infecções intra-abdominais em crianças.

Remédio contra infarto
É claro, a pesquisa não propõe que as pessoas deixem de rir diante desses riscos. Pelo contrário, o trabalho publicado no British Medical Journal (BMJ) destaca benefícios comprovados que o riso pode trazer. Além de fazer bem para a alma, o coração também agradece uma boa dose de risadas de vez em quando, uma vez que elas reduzem a rigidez das paredes arteriais. Elas também diminuem o risco de infarto, incluindo nos casos relacionados à diabetes.

No levantamento os britânicos também descobriram uma pesquisa que comprovou que o trabalho dos 'doutores da alegria', aqueles palhaços que alegram crianças em hospitais, pode ajudar mais que o humor da criançada. Na prática, os sorrisos ajudaram a melhorar o funcionamento dos pulmões dos pequenos pacientes.

O metabolismo também pode ganhar bastante com isso. Aliás, 15 minutos diários de risadas genuínas podem te ajudar a queimar 167 calorias e para diabéticos, assistir um show de comédia pode, inclusive, ajudar no controle de glicemia.








Fonte:Estado de Minas

Crianças confiam mais no Google do que nos próprios pais, diz estudo


Estudo mostrou que para as crianças, Google é mais confiável do que pais e professores

Se alguém te faz uma pergunta que você não sabe a resposta, qual é a primeira coisa que você diz? "Joga no Google", certo? Essa prática tem se tornado tão comum que, segundo uma pesquisa britânica da Birmingham Science City, 54% dos pequenos de 6 a 15 anos de idade consultaram primeiro o Google antes de seus pais ou professores.

De acordo com o Daily Mail, o estudo entrevistou 500 crianças de 6 a 15 anos, e só 19% dos entrevistados afirmaram ter usado um dicionário impresso uma vez na vida. As enciclopédias vieram em último lugar no relatório, quando um quarto das crianças admitiu que nunca viu e nem sabia o que é uma. Questionados sobre o que seria uma enciclopédia, os pequenos soltaram palpites como um meio de transporte para viajar e uma ferramenta usada em operações.

Foi perguntado para as crianças se elas perguntam aos professores quando têm alguma dúvida. E adivinhem? O grande mestre mesmo parece ser o Dr. Google, já que apenas 3% das crianças com idade entre 6 e 14 anos disseram que procurariam respostas com um professor, e só um quarto delas tiraria dúvidas com seus pais antes de acessarem o Google.







Fonte:Hoje Em Dia

Pesquisa: comer pouco é a chave para longevidade

Fã das frutas, Maria Imaculada comemora os cinco quilos perdidos em dois meses

Comer pouco pode ser a chave para a longevidade. É o que sinalizam pesquisas científicas que submeteram animais a uma dieta de restrição calórica. Embora o teste não tenha sido aplicado em humanos, especialistas acreditam que o simples ato de cortar calorias é capaz de trazer benefícios para a saúde e prolongar o tempo de vida.

“Em todas as espécies testadas, o animal que come menos vive mais. O tempo médio de vida do camundongo, por exemplo, é de 43 meses, mas os que passaram por uma redução calórica chegaram aos 57 meses”, comenta o nutrólogo Ênio Cardillo Vieira. Ele cita outra experiência, iniciada em 1990, que também apresenta resultados semelhantes em macacos.

“Os resultados podem explicar o motivo de a ilha de Okinawa, no Japão, concentrar a maior quantidade de centenários do mundo. Por enquanto, essa é a única evidência que temos entre os humanos”, sugere o nutrólogo. Por tradição, os moradores da cidade japonesa consomem 70% menos calorias que a média mundial.

Ênio afirma que a possível justificativa para a sobrevida, segundo a literatura científica, é que o consumo de menos calorias reduz também a quantidade de radicais livres produzidos pelo corpo. Importantes para a defesa do organismo, quando estão em excesso comprometem o bom funcionamento do corpo.

Enquanto os resultados da restrição calórica estão em debate, a nutricionista do Instituto Mineiro de Endocrinologia, Alice Carvalhais, lembra que já está comprovada que a alimentação balanceada previne o envelhecimento precoce. “Não se pode evitar o envelhecimento, mas temos nas mãos o poder de retardar seus efeitos. Com os avanços proporcionados pela ciência, o ser humano pode exercer controle considerável sobre a duração da vida e a forma pela qual envelhece”, alerta. A principal recomendação da nutricionista é o consumo de frutas, verduras e legumes, que são potentes antioxidantes naturais.

Dietas só funcionam com disciplina

Os benefícios de uma alimentação balanceada foram experimentados pela secretária Carla Cristina Andrade Martins, de 43 anos, que atribui a perda de 46 quilos a um processo de reeducação alimentar. Embora desconheça pesquisas que associem a restrição calórica à longevidade, ela está certa de que a dieta equilibrada lhe proporcionará alguns anos a mais de vida.

“Eu estava com 41 anos quando minha pressão chegou a 23 por 16. Fui parar no hospital e isso me despertou. Percebi que não poderia continuar levando aquela vida, cheia de biscoitos, doces e refrigerantes em todos os intervalos, ou então a minha vida ficaria em risco”, relembra a secretária, que também teve diabete por causa da obesidade.

Depois de passar por uma cirurgia bariátrica, Carla Cristina começou a fazer acompanhamento com uma nutricionista, que recomendou a substituição das guloseimas por frutas, verduras, iogurtes e alimentos integrais.

Embora admita ter sido difícil se livrar dos hábitos alimentares anteriores, Carla Cristina comemora os resultados adquiridos com a nova dieta. “Como menos, mas com mais qualidade”, acrescenta.





Fonte: Hoje em Dia

Pesquisa mostra que existem 99 milhões de computadores em uso no Brasil


Há no Brasil 99 milhões de computadores em uso, somados os utilizados no ambiente corporativo e no doméstico, o que representa cerca de um equipamento para cada dois habitantes. Os dados são da 23ª Pesquisa Anual de Tecnologia da Informação (TI), divulgada hoje (18) pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O levantamento mostra que o total de computadores em uso no país dobrou nos últimos quatro anos e que, em 2012, devem ser vendidos mais 17,9 milhões de unidades. A pesquisa estima que, em seis anos, o Brasil passará a ter um computador por habitante.

O percentual de computadores por habitante no Brasil (cerca de 51%) coloca o país acima da média mundial (42%). Nos Estados Unidos, há cerca de 354 milhões de computadores, ou 114% da população.

Já o número de telefones em uso no Brasil é 300 milhões, ou 153% da população, mesmo percentual encontrado nos Estados Unidos. No mundo, a média é 108%.







Fonte: JB

Menores de 18 anos abusam das bebidas alcoólicas, diz pesquisa

Três em cada quatro estudantes do ensino médio menores de 18 anos já consumiram bebidas alcoólicas, segundo pesquisa da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), divulgada na sexta-feira (13). Dos 1.507 alunos de escolas da rede pública e particular ouvidos na pesquisa, 40% disseram ter usado álcool nos últimos 12 meses. Entre os alunos do ensino fundamental (de 7 a 14 anos) 38,8% já experimentaram bebida alcoólica e 8,5% o fizeram em período recente.

Outra constatação da pesquisa é de que o uso do álcool tem sido mais comum entre mulheres, o que amplia o comportamento de risco entre as adolescentes, como, por exemplo, sexo sem proteção e dependência de drogas.

“Os jovens são os que apresentam maiores riscos em relação ao consumo do álcool, com consequências negativas como problemas nos estudos, problemas sociais, prática de sexo sem proteção, gravidez indesejada, maior risco de suicídio ou homicídio e de acidentes”, afirmou.

A maior propensão de “beber com embriaguez”, revelou o estudo, também se encontra no grupo de estudantes do sexo feminino. A pesquisadora define como beber com embriaguez o consumo igual ou superior a cinco doses em uma ocasião para homens e a quatro doses para mulheres. Nesse caso, a dose equivale a 50 ml de destilado com teor alcoólico de 40%; 350 ml de cerveja (teor alcoólico de 4 a 5%) e 150 ml de vinho a 12,5% de álcool.







Fonte:estadão

Música ajuda a aliviar as dores, confirma pesquisa


Alguns estudos já indicaram que distrações causam alívio momentâneo nas dores que um indivíduo possa estar sentindo. A conclusão de uma pesquisa recente comprova que a música é uma dessas distrações, e é efetiva em especial para pessoas altamente ansiosas e que sofrem com dores.

O estudo, que foi publicado no periódico The Journal of Pain, foi feito por pesquisadores da Universidade de Utah, nos EUA, e avaliou a hipótese inicial dos benefícios da música para dispersar a atenção durante testes com estímulos dolorosos.

Os experimentos foram feitos com mais de 140 indivíduos. Durante os testes eles foram instruídos a ouvir uma série de músicas, se concentrar nas melodias e identificar variações tonais. Paralelamente, eles recebiam pequenos choques elétricos na ponta dos dedos.

A pesquisa confirmou que a sensibilidade e o incômodo com a dor diminuíam enquanto eles ouviam as músicas e se concentravam nas tarefas propostas pelos pesquisadores. Ao que parece, a música ativa certos caminhos sensoriais no cérebro, estimulando respostas emocionais e ativando a atenção cognitiva nesse processo.

A música, portanto, é comprovadamente um método para auxiliar a transformar uma tarefa intelectual em um método efetivo de desviar a atenção de uma dor.

E o mais surpreendente foi que as pessoas com as melhores respostas nesses testes foram aquelas avaliadas pelos pesquisadores como bastante ansiosas. Essas pessoas se mostraram concentradas na música de tal forma que mal podiam indicar se haviam sentido algum tipo de dor durante o processo.

De acordo com os autores, isto pode indicar que outros métodos para aliviar a ansiedade também podem contribuir para diminuir as dores. Os resultados também indicam que os métodos para aliviar sintomas dolorosos deveriam levar em conta as características de personalidade de cada pessoa e isso deve ser o tema de próximas pesquisas.



Fonte:Enio Rodrigo oqueeutenho.com.br

Pesquisa mede nível de radiação natural na região

Área é conhecida pelos altos índices de radiação devido à existência de urânio

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer, em parceria com a Comissão Nacional de Energia Nuclear, pretende medir o nível de radiação natural no planalto de Poços de Caldas.

Por isso, começaram a ser instalados equipamentos dentro das casas de três cidades da região: Poços de Caldas, Caldas e Andradas. Ao todo, foram escolhidas 160 residências por sorteio para serem avaliadas. A pesquisa será realizada na região devido a área ser conhecida pelos altos índices de radiação natural, principalmente devido à existência de minérios como urânio.

Os equipamentos são instalados em alguns cômodos da casa como o quarto e a sala. A intenção é identificar se os níveis de radiação estão elevados. A pesquisa será dividida em duas etapas: primeiro os aparelhos vão mediar a radiação durante seis meses, no período mais quente do ano. Depois eles devem ser retirados e encaminhados para análise. Outros medidores serão instalados nos mesmos locais para as demais épocas do ano.

A preocupação dos moradores com os níveis de radiação é antiga, desde a época da instalação das Indústrias Nucleares do Brasil, em Caldas, na década de 1980. A INB chegou a produzir um concentrado de urânio. Dessa atividade, sobraram cerca de 11 mil toneladas de um resíduo chamado "Torta 2", uma mistura de tório e urânio, minérios radioativos que ficam armazenados em depósitos.



Fonte:eptv

Mineiro gasta três vezes mais em carro do que no estudo

Marcelo e o filho Rodrigo: R$ 700 com veículo e R$ 200 com escola

Pesquisa mostra que despesa com automóvel consome 10% do orçamento da família mineira, enquanto apenas 3% são para estudos. Consumo no estado vai movimentar R$ 112 bi este ano

O advogado Marcelo Carabetti gasta todo mês mais de R$ 700 com seu carro, enquanto as despesas com livros, cadernos e outros itens escolares do filho Rodrigo, de 13 anos, totalizam aproximadamente R$ 200. Ou seja, os gastos com educação da família são mais de três vezes menores do que os custos para manter o automóvel. Estudo inédito do Instituto Ibope Inteligência mostra que as despesas dos Carabettis são semelhantes à média dos gastos das famílias mineiras, colocando a educação no pé da planilha orçamentária, com 3% do total, enquanto o montante usado para custear o automóvel está quase no topo, com 10%, atrás só de itens essenciais: alimentação e bebida (17%) e artigos para casa e manutenção (12%). A média de consumo de produtos, bens e serviços pessoais per capita, em 2011, deve ser de R$ 5.674, totalizando R$ 112 bilhões.

A variação dos gastos com educação é inferior a 1% entre as quatro classes sociais. Enquanto a classe B dispensa 3,6% para as despesas com os estudos, as classes C e D/E gastam 2,5% do orçamento monetário. A explicação para a diferença de custos, segundo a gerente de Geonegócios do Ibope Inteligência, Marcia Sola, é que a classe C prefere colocar os filhos no ensino

Em contrapartida, a explicação para os investimentos maiores da classe B na educação dos filhos, segundo a especialista, é que, “apesar de ser o grupo familiar com os gastos mais contidos, é característica apertar o cinto para colocar os filhos na escola particular”. Mas, independentemente da condição financeira, os recursos investidos no quesito educação são os menores entre os itens considerados pelo levantamento.

Na casa da família do advogado Marcelo Carabetti, o carro é tido como indispensável. Isso porque ele depende do transporte para resolver situações do dia a dia relacionadas ao seu trabalho. “Se fosse pegar ônibus para levar meu filho à escola e depois ir para o trabalho, deixaria de ganhar dinheiro”, argumenta. Com o orçamento apertado, ele afirma que para manter a família teve que abandonar a vida de aposentado e voltar à rotina dos engravatados. “Na época de escolher entre o ensino particular e o público, não tinha condições de optar por um colégio pago. Agora, se transferi-lo, caso ocorra algum imprevisto, posso não conseguir encaixá-lo novamente na escola (pública) em que ele estuda agora”, afirma o advogado.

No comparativo de gastos entre educação e as despesas com o carro, a classe C é a que mais prioriza o veículo: os custos do automóvel são 3,5 vezes maiores que os relacionados aos estudos. Nesse montante incluem-se os valores do combustível, seguro, financiamento, IPVA e taxa de licenciamento, estacionamento, manutenção etc. Em termos de percentual, a classe B é a que mais gasta com o carro: 11,1% da renda. Mas, por ser a líder também no quesito ensino, a proporção entre os dois é menor que na classe C: 3,08 vezes.






Fonte:em.com.br

Mineiro não confia nas polícias Militar e Civil

Pesquisa surpreende ao revelar que as pessoas de poder aquisitivo maior avaliaram pior o trabalho das duas corporações

Mais da metade da população de Minas Gerais afirma não confiar nas polícias Militar e Civil. Segundo a pesquisa do Índice de Qualidade de Vida à Defesa Social (IQVDS), realizada pela Fundação Guimarães Rosa em parceria com a Fundação João Pinheiro, somente 47,3% dos mineiros confiam no trabalho das duas corporações.



O estudo foi realizado em 2010 e ouviu 2.808 pessoas com mais de 16 anos, em 96 cidades mineiras. Os entrevistados contemplam os diferentes estratos de escolaridade, classe social, sexo e cor de pele. Somente em Belo Horizonte, foram 315 entrevistados. Em todo o Estado, cerca de 80% dos cidadãos ouvidos eram da cor parda ou branca. A maioria das pessoas tinha renda entre três e quatro salários mínimos e com o Ensino Fundamental completo.

Segundo o sociólogo e coordenador da pesquisa, Murilo Cássio Xavier Fahel, o surpreendente é que as pessoas de poder aquisitivo maior avaliaram pior o trabalho das polícias. No total, 42,3% das pessoas da classe A disseram confiar na Polícia Militar e 34,7%, na Polícia Civil. Na classe E, o percentual sobe para 60,5% para a Polícia Militar e 59,7%, para a Polícia Civil. Outro ponto é que homens e idosos avaliam melhor as corporações do que mulheres e jovens.

“A população vem alterando seu comportamento para autoproteção, como fechar o vidro do carro no sinal de trânsito. Os números ainda não são bons o suficiente e há muito o que avançar. Há uma perspectiva muito clara da necessidade de melhora da eficácia da polícia, como o atendimento mais rápido ao crime. É uma pesquisa cíclica e terá continuidade”, disse Murilo Fahel.

População confia mais no Corpo de Bombeiros

Enquanto as polícias causam desconfiança na população, o Corpo de Bombeiros é a instituição mais bem avaliada. Conforme a pesquisa, 84,2% dos entrevistados consideram a corporação eficaz, 79,2% avaliam como honesta e 85,3% têm respeito pelos bombeiros.

Segundo Murilo Fahel, a confiança no Corpo de Bombeiros se dá pela própria natureza dos trabalhos prestados. “Como são trabalhos de resgate e socorro à vida, isso tende a sensibilizar mais as pessoas”, disse.

Para o sociólogo e especialista em Segurança Pública Eduardo Batitucci, notícias de violência aumentam a sensação de insegurança. Ele afirmou que erros policiais também afetam a confiança na corporação. “Qualquer atuação falha de um profissional, arranha a imagem de toda a categoria”, explicou.

A subsecretária de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema de Defesa Social, Geórgia Ribeiro Rocha, disse que Minas apresenta números melhores que a média do Sudeste. Ela se refere à pesquisa do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), que apontou que apenas 24% da população da região confia nas polícias. “Com os números, vamos nortear nossos trabalhos e intensificar as ações já realizadas, como cursos de capacitações das policias e investimentos em mediação de conflitos e nos trabalhos das corregedorias”, disse.







Fonte:hojeemdia.com.br

Veja como está a infraestrutura do seu município, segundo o IBGE

Dados, que fazem parte do Censo Demográfico de 2010, foram divulgados nesta quinta-feira (2)


O IBGE divulgou nesta quinta-feira (2) novos dados do Censo Demográfico de 2010. São dados que refletem como está a infraestrutura dos moradores das cidades brasileiras.

No levantamento, se destacam alguns números. Em relação à energia elétrica, das 50.482 casas de Poços de Caldas, 21 não possuem energia elétrica. Em Pouso Alegre, das 40.378 residências, faltam ligações de energia em 57. Já em Varginha, das 37.546 residências, 24 não possuem este serviço.

Em relação ao saneamento básico, apenas 17 casas não contam com rede de esgoto no município. Em Pouso Alegre, faltam redes de esgoto para moradores de 48 imóveis. E em Varginha, 28 famílias não possuem saneamento básico nas casas.

Para saber como está a situação de seu município, clique aqui.




 


Fonte:eptv

Bactérias são encontradas em água usada em consultórios de dentistas

Uma gotícula que sai da mangueira do esguicho ou do motorzinho já é o bastante para provocar uma cadeia de contaminação


Todo o cuidado que o dentista tem com luvas, máscaras e toucas na hora do atendimento não é o bastante para evitar a transmissão de doenças. Pesquisadores de uma universidade do sul de Minas Gerais descobriram que o perigo pode vir de onde menos se espera.

Os dentistas têm um padrão de procedimento para cumprir na higiene dos equipamentos que utilizam nos consultórios, mas será que todos seguem à risca o que aprenderam no primeiro ano de faculdade? Os pesquisadores decidiram, então, analisar a água usada nos consultórios, clínicas particulares e públicas.

O que encontraram foi assustador. Havia muitas bactérias em todas as amostras recolhidas e analisadas em laboratório. A água da torneira não apresentou problema, mas a que saiu dos equipamentos foi reprovada.
“Essa água não serve nem para beber. Foram encontradas de 1,5 mil até 145 mil bactérias, e a legislação brasileira manda até 500 unidades formadoras de colônias”, afirma o pesquisador Ritieles Peloso da Silva.

Os dentistas também preencheram um questionário. Metade deles admitiu que não toma mesmo nenhuma medida preventiva em relação a água usada nos atendimentos. O pesquisador descobriu por onde começa o perigo: uma gotícula que sai da mangueira do esguicho ou do motorzinho já é o bastante para provocar uma cadeia de contaminação.





Fonte:pe.360graus.globo.com

Brasil tem 73,9 milhões de internautas

Segundo relatório divulgado pelo Ibope Nielsen na tarde de sexta-feira (18/03), 73,9 milhões de pessoas acessaram a web no quarto trimestre de 2010, um crescimento de 9,6% em relação ao número de usuários registrado no mesmo período no ano passado.

Em fevereiro deste ano, 56 milhões de pessoas acessaram a rede de casa ou do trabalho, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e atingiu o número de 52,8 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.


Das 56 milhões de pessoas que têm acesso à internet no trabalho ou em residências, 41,4 milhões foram usuárias ativas em fevereiro, o que significou uma diminuição de 3,3% em relação a janeiro e um crescimento de 12,7% na comparação com os 36,7 milhões de fevereiro de 2010.


As categorias com maior crescimento percentual durante o mês de fevereiro foram Educação e Carreiras (5,7%) e Automotivo (4,2%).








Fonte:inf.abril.com.br

COVARDIA - Pesquisa diz que cinco mulheres apanham a cada dois minutos

Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta uma chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. E já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo.

Realizada em 25 Estados, a pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado ouviu em agosto do ano passado 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos. Aborda diversos temas e complementa estudo similar de 2001. Mas a parte que salta aos olhos é, novamente, a da violência doméstica.

“Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas” diz Gustavo Venturi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e supervisor da pesquisa.

Para chegar à estimativa de mais de duas mulheres agredidas por minuto, os pesquisadores partiram da amostra para fazer uma projeção nacional. Concluíram que 7,2 milhões de mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões - 1,3 milhão nos 12 meses que antecederam a pesquisa.

A pequena diminuição do número de mulheres agredidas entre 2001 e 2010 pode ser atribuída, em parte, à Lei Maria da Penha. “A lei é uma expressão da crescente consciência do problema da violência contra as mulheres”, afirma Venturi.

Entre os pesquisados, 85% conhecem a lei e 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que a criticam, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.








Fonte:em.com.br

Cerca de 4,5 milhões de idosos terão dificuldades na vida diária em 2020

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que cerca de 4,5 milhões de idosos - 1,3 milhão a mais do que em 2008 - terão dificuldades para exercer as atividades da vida diária nos próximos dez anos. Desse total, 62,7% são do sexo feminino.

Os dados estão no livro Cuidados de Longa Duração para a População Idosa: Um Novo Risco Social a Ser Assumido?, que o Ipea lançou nessa quinta-feira (16), no Rio de Janeiro. O estudo foi organizado pela coordenadora da área de População e Cidadania do Ipea, Ana Amélia Camarano, e foi tema da mesa-redonda Cuidados para a População Idosa: De Quem é a Responsabilidade?

Para Camarano, mesmo que a proporção de idosos com incapacidade funcional diminua como resultado de melhorias nas condições de saúde e de vida em geral, ainda assim, muito provavelmente cerca de 3,8 milhões de idosos vão precisar de cuidados de longa duração em 2020.

Segundo ela, “é urgente pensar uma política de cuidados de longa duração para a população idosa brasileira, inclusive porque a oferta de cuidadores familiares tende a se reduzir nos próximos anos”.

Em entrevista à Agência Brasil, a coordenadora da área de População e Cidadania do Ipea disse que o objetivo do estudo é “levantar a discussão sobre de quem é, de fato, a obrigação de cuidar das pessoas idosas e se esse cuidado tem que se transformar em um risco social. A questão é se essas pessoas têm o direito ou não de ser segurado do Estado, como ocorre no caso da Previdência Social e da assistência à saúde”.

A pesquisadora do Ipea lembra que a Constituição Brasileira, a Política Nacional do Idoso e o Estatuto do Idoso responsabilizam as famílias por esses cuidados. Segundo ela, a publicação apresenta argumentos para que o Estado e a iniciativa privada assumam e dividam com as famílias essa responsabilidade.

Segundo ela, a ausência de uma política estruturada e articulada de cuidados formais do idoso, ponto de partida para as reflexões do estudo, faz com que “hoje, a família venha a desempenhar o papel de cuidar ou descuidar de aproximadamente 3,2 milhões de idosos sem praticamente nenhum apoio, seja do Estado ou do setor privado”.

Para Camarano, a ação dos órgãos governamentais é mínima, reduzida à modalidade de abrigamento nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (Ilpis) – os “asilos” do passado. “Esses têm origem na caridade cristã e a maioria ainda depende dela. Outras alternativas são escassas”, afirma.

“Eu acho que o Estado tem sim que assumir uma posição mais efetiva na criação de mecanismos de proteção e cuidado das pessoas idosas. Porque a capacidade de as famílias desempenharem esse papel está diminuindo ano a ano e, paralelamente, aumenta a demanda e alguém tem que assumir isso. A grande questão que se impõe é: esse é um risco social que o Estado deve assumir? Eu acho que sim, porque a perda da capacidade laborativa é um risco social decorrente da idade avançada. E o Estado já assumiu essa perda quando criou a Previdência Social e a aposentadoria por invalidez”.

O livro, diz o Ipea, parte do novo cenário demográfico (que indica (mais longevos na população brasileira), com quatro perguntas: como ficará a autonomia dos idosos para as atividades da vida diária?; a família brasileira continuará como principal cuidadora dos membros idosos?; quais as alternativas de cuidado não familiar disponíveis no Brasil?; e qual deverá ser a responsabilidade do Estado na provisão de serviços de cuidados para a população dependente?

Camarano lembra que os “asilos” são historicamente associados ao abandono familiar e à pobreza, e nessa associação está a origem do preconceito. “O livro busca desconstruir a oposição entre vida e residência em Instituições de Longa Permanência para Idosos, bem como entre “solidão” e “aconchego”.

O estudo procura mostrar ainda que a vida nessas instituições é um pedaço da vida fora delas, uma continuação do que se vive fora delas. “Não há rupturas, como se imagina. Nelas, existem namoros, encontros, desencontros, solidão, brigas, ‘barracos’, felicidades, tristezas e muitas outras emoções”.








Fonte: O TEMPO online