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Campanha de Natal busca padrinhos para presentear idosos em Poços de Caldas MG

Campanha presenteia idosos no Natal de lares em Poços de Caldas, MG (Foto: Marcelo Rodrigues / EPTV)

Uma campanha realizada por funcionários de um banco em Poços de Caldas (MG) leva mais alegria aos 'velhinhos' que vivem em asilos na cidade. Nesta época de Natal, cada idoso pode ser apadrinhado por funcionários ou pessoas que querem participar da campanha, que dão um presente de Natal para o 'velhinho' escolhido. As fotos de cada um ficam em um mural na agência, esperando para serem 'adotados'.

A campanha de Natal é realizada pelos funcionários do banco, mas além deles, os moradores da cidade também podem adotar um idoso para presentear. O importante é fazer a alegria deles, sem deixar ninguém de fora.

"Nós temos na agência uma lista de sugestões de presentes, que pode ser roupas, calçados, artigos de higiene pessoal, mas nada impede que a pessoa dê outro presente para o idoso. É gratificante entregar esses presentes, porque eles gostam da atenção, da visita", explica o gerente geral da agência, Cláudio Antônio de Faria Santos.

A iniciativa começou há 10 anos, e graças a campanhas como esta, mais de 200 pessoas que vivem em lares de idosos em Poços de Caldas receberão presentes neste Natal. "Todos ficam ansiosos, esperando com muito carinho esse dia especial, que é o Natal deles", conta a fisioterapeuta de um dos lares da cidade, Michelle Marques Braga. "Essa campanha de adoção é muito importante porque cada um pede aquilo que gostaria de ganhar mesmo, todo ano a gente passa uma lista e eles vão falando o que eles gostariam de ganhar, e quase sempre são presenteados por todos os amigos que adotam eles."

Em uma das instituições vivem 94 idosos e todos, é claro, esperam pelos presentes todos os anos. "Eu acho maravilhoso! É tão bom receber presentes", declara Gracinda Silva, de 90 anos, que espera a campanha todos os anos em um dos lares. Iracema Luiza Cordeiro, de 77 anos, completa. "A gente não cansa de agradecer todo o carinho que o pessoal faz pra gente. Então além de uma alegria de ganhar um presente, a alegria de ganhar uma visita. É muito importante isso."

Até esta terça-feira (9), 50 idosos já foram adotados e ainda dá tempo de participar da campanha. Os presentes devem ser entregues na agência central da Caixa Econômica Federal até o dia 18 de dezembro, no endereço Rua São Paulo, 100.






Fonte: G1

Julgamento de médicos acusados de matar criança é adiado em Poços, MG

Médicos foram condenados por  retirada irregular
de órgãos de menino (Foto: Jéssica Balbino/ G1)

Médicos já condenados no caso

Três médicos que foram incluídos posteriormente como réus do Caso Pavesi, por terem participar da remoção de órgãos do menino, foram condenados em janeiro de 2014 a penas que variam de 14 a 18 anos de prisão em regime fechado por participação no caso. Eles não foram a júri popular.

Os médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes chegaram a ficar presos por 30 dias e ganharam na Justiça o direito de recorrer da sentença em liberdade. Já Sérgio Poli Gaspar ficou foragido por um mês e após se entregar passou apenas um dia preso. Ele também pode recorrer em liberdade. As condenações provocaram também a reabertura do inquérito referente à morte de Carlos Henrique Marcondes, o Carlão, que foi diretor administrado do Hospital Santa Casa até o ano de 2002. Ele foi encontrado morto na época com um tiro na boca dentro do próprio carro.

Os réus do julgamento são quatro médicos: O nefrologista Álvaro Ianhez, o anestesiologista Marco Alexandre Pacheco da Fonseca, o intensivista José Luiz Bonfitto e o neurocirurgião José Luiz Gomes da Silva. Eles são acusados de retirar em 2000 os órgãos do garoto Paulo Pavesi, de dez anos, que caiu de uma área a dez metros do chão. O exame que apontou a morte cerebral teria sido forjado e o garoto ainda estaria vivo no momento da retirada dos órgãos. Os quatro negam qualquer irregularidade tanto nos exames quanto nos transplantes aos quais o garoto foi submetido.

O Caso Pavesi

O caso aconteceu em abril de 2000 e ganhou repercussão internacional. Na ocasião, Paulinho, como era conhecido, caiu de uma altura de 10 metros do prédio onde morava e foi levado para o pronto-socorro do Hospital Pedro Sanches. Ainda de acordo com o Ministério Público, o menino teria sido vítima de um erro médico durante uma cirurgia e foi levado para a Santa Casa de Poços de Caldas, onde teve os órgãos retirados por meio de um diagnóstico de morte encefálica, que conforme apontaram as investigações, teria sido forjado.

Após receber uma conta hospitalar no valor de R$ 11.668,62, o pai do menino, Paulo Airton Pavesi, questionou as cobranças e deparou-se com dados que não condiziam com o que havia sido feito, inclusive com a cobrança de medicamentos para remoção de órgãos, que oficialmente é custeada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Paulinho Pavesi morreu aos 10 anos após cair, passar por cirurgia e ter os órgãos removidos (Foto: Paulo Pavesi/ Arquivo Pessoal)

A descoberta de um suposto esquema para a retirada ilegal de órgãos de pacientes em Poços de Caldas fez com que a Santa Casa da cidade fosse descredenciada para a realização de transplantes e remoção de órgãos no ano de 2002. A entidade que geria os trabalhos na cidade, MG Sul Transplantes, também foi extinta no município. Quatro médicos: José Luis Gomes da Silva, José Luis Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado do menino Pavesi.

Na denúncia, consta que cada um cometeu atos encadeados que causaram a morte do menino. Entre eles, a admissão em hospital inadequado, a demora no atendimento neurocirúrgico, a realização de uma cirurgia feita por um profissional sem habilitação legal que resultou em erro médico e a inexistência de um tratamento efetivo e eficaz. A denúncia aponta também fraude no exame que determinou a morte encefálica do menino.

Ainda na época, o médico Álvaro Ianhez foi denunciado por chefiar a entidade MG Sul Transplantes, que realizava as retiradas dos órgãos e os encaminhava aos possíveis receptores. A organização foi apontada pelo Ministério Público como  “atravessadora” em um esquema de tráfico de órgãos humanos.

Segundo o Ministério Público, a constatação da morte encefálica da criança foi feita de forma equivocada, o que levanta a suspeita de que o menino estivesse vivo no momento da retirada dos rins e das córneas. Outra linha de investigação é de que os órgãos retirados do garoto foram transplantados de maneira irregular. As córneas do menino foram levadas para Campinas (SP), quando deveriam ter sido transplantadas em pacientes da lista de espera de Minas Gerais, já que se trata de um procedimento regionalizado.

Em 2010, a Justiça determinou que a equipe médica responsável pela cirurgia de retirada dos órgãos do menino Paulo Veronesi Pavesi fosse a júri popular, o que acontece nesta quinta-feira (31) no Fórum de Poços de Caldas.

Médico condenado no 'Caso Pavesi' tem habeas corpus 1 dia após prisão

Sérgio Poli Gaspar estava foragido desde o dia 6 de fevereiro.
Ele se entregou na manhã de terça-feira e fica pouco mais de 1 dia preso.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) aceitou na tarde desta quarta-feira (12) o pedido de habeas corpus em favor do médico Sérgio Poli Gaspar, condenado no esquema de retirada ilegal de órgãos para transplantes que ficou conhecido como a "Máfia dos Órgãos", em Poços de Caldas (MG). A liminar foi aceita pelo desembargador Flávio Leite da 1ª Câmara Criminal do TJMG. A expectativa é de que o médico pudesse ser solto ainda nesta quarta-feira, pouco mais de 24 horas depois de ter se entregado após ficar foragido desde o dia 6 de fevereiro.

Sérgio foi condenado juntamente com os médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, que deixaram o presídio da cidade na última sexta-feira (7) depois de ficarem presos por cerca de um mês. Eles foram condenados pela retirada dos órgãos do menino Paulo Pavesi, de 10 anos, no ano 2000. Conforme a investigação apontou, a criança ainda estava viva quando os órgãos foram retirados.

Cláudio Fernandes falou com a imprensa ao deixar
o presídio (Foto: Marcos Corrêa)

Médicos soltos
Cláudio Fernandes e Celso Scafi deixaram o Presídio de Poços de Caldas na noite de sexta-feira (7). Familiares aguardavam pelos médicos na saída do presídio. Cláudio Fernandes falou com a imprensa e negou as acusações. "Eu sou inocente, assim como todos os outros acusados. Se tudo o que foi feito aqui é ilegal, então no Brasil inteiro também é ilegal", afirmou.

O habeas corpus dos médicos foi concedido em segunda instância, já que em primeira foi negada pelo desembargador Flávio Batista Leite, que entendeu que a prisão deveria ser mantida para garantir a segurança pública.

O juiz da primeira vara criminal de Poços de Caldas (MG), Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, anunciou nesta segunda-feira (10) novas medidas cautelares para os médicos soltos. Segundo o juiz, os médicos, que já não podiam exercer nenhuma função pública e nem se ausentar do país, vão ter de cumprir outras duas medidas cautelares enquanto respondem ao processo em liberdade. “Eles estão proibidos de se ausentar da comarca por mais de 15 dias, se não com expressa autorização do juiz e estão proibidos de ter acesso à Santa Casa de Poços de Caldas, local onde aconteceu o suposto crime que deu causa à prisão deles”, informou.

O juiz informou ainda que já enviou um ofício à Câmara para que seja investigado o uso de verbas públicas na Santa Casa de Poços De Caldas já que, segundo ele, ainda há suspeitas de irregularidades no hospital.
“Existem vários indícios de irregularidades nas aplicações dessas verbas, como pagamento de salários acima da média da região, nepotismo e falta de seleção dos profissionais, o que ocasionaria prejuízo aos munícipes”, afirmou.

As condenações
Na sentença de mais de 150 páginas, o juiz condenou Cláudio Fernandes a 17 anos de prisão. O texto informa que durante o atendimento ao menino Paulinho, o médico removeu os órgãos da vítima com consciência de que ela estava viva e não examinou o protocolo de morte encefálica. A sentença informa ainda que o médico confessou à Justiça ter grande renda com os transplantes e que sabia das atividades ilícitas da Ong MG Sul Transplantes, que atuava na cidade na época.

O urologista Celso Scafi foi preso no dia 6 de
fevereiro (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

Médico Cláudio Rogério Carneiro Fernandes foi
detido pela PM (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

Já o urologista Celso Scaffi foi condenado a 18 anos de prisão. De acordo com o juiz, o médico removeu órgãos em desacordo com a disposição legal, levando a vítima à morte, além de escrever que a criança não estava em morte encefálica, já que não houve o exame de arteriografia na Santa Casa. “Ele tentou ainda fraudar provas e inseriu dados falsos no prontuário médico”, declarou.

Entenda o Caso Pavesi
As investigações do ‘Caso Pavesi’ já duram quase 14 anos. Em 2002, quatro médicos, José Luis Gomes da Silva; José Luis Bonfitto; Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez; foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado.

Paulinho Pavesi morreu aos 10 anos após cair, passar por cirurgia e ter os órgãos removidos (Foto: Paulo Pavesi/ Arquivo Pessoal)

Na denúncia consta que cada um cometeu atos encadeados que causaram a morte do menino. Entre eles, a admissão em hospital inadequado, a demora no atendimento neurocirúrgico, a realização de uma cirurgia feita por um profissional sem habilitação legal que resultou em erro médico e a inexistência de um tratamento efetivo e eficaz. A denúncia aponta também fraude no exame que determinou a morte encefálica do menino.

A investigação deu origem a outros sete inquéritos e a Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas perdeu o credenciamento para realizar os transplantes em 2002. O caso foi tema de discussões também no Congresso Nacional em 2004, durante a CPI que investigou o tráfico de órgãos. Os médicos foram acusados de homicídio doloso qualificado pelo Ministério Público Federal.


Em janeiro deste ano, o pai do menino, Paulo Airton Pavesi, que vive na Europa, publicou o livro “Tráfico de Órgãos no Brasil – O que a máfia não quer que você saiba”. Com diferentes passagens que relatam a despedida do garoto, a exumação do corpo e a luta para provar que o menino foi vítima da chama ‘Máfia dos Órgãos’, Pavesi enfatiza que a história toda foi censurada e por isso, optou por lançar o livro de maneira independente e distribuir livremente pela internet.






Fonte:informações G1

Justiça de Poços de Caldas indicia mais 9 médicos da 'máfia dos órgãos'

O urologista Celso Scafi foi um dos presos no Caso
Pavesi. (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

O juiz de Poços de Caldas (MG), Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, convocou a imprensa nesta quarta-feira (26) para falar sobra novas denúncias no caso da “máfia dos órgãos”. O juiz aceitou mais três denúncias do Ministério Público e indiciou mais nove médicos que teriam participação no caso.

Segundo o juiz, Alessandra Angélica Queiroz Araújo, Jeferson André Saheki Skulski, José Júlio Balducci e Paulo César Pereira Negrão vão responder por retirada ilegal de órgãos. Já José Luiz Gomes da Silva, Luiz Antônio Kalil Jorge e Francisca Raimunda de Souza Barreira vão responder por homicídio qualificado.

João Alberto Góes Brandão foi indiciado pelos dois crimes. Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, que está preso por participação na retirada dos órgãos do menino Paulo Pavesi, também foi indiciado.
“Se essas pessoas vão a júri ou não, se vão ser condenadas ou não, eu não posso dizer, pois se trata apenas do início do processo. Será uma longa tramitação, as pessoas serão ouvidas, não dá para antecipar um prognostico”, explicou o juiz.

O neurocirurgião Luiz Antônio Calil Jorge trabalha em Ubá (MG) e informou que em todos os casos que atuou os pacientes estavam em morte cerebral. José Arthur Kalil, advogado de Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, que está preso, não retornou o contato. O anestesista e ex-secretário de saúde de Poços de Caldas, José Júlio Balducci, disse que seus advogados já foram acionados para cuidar do caso. O médico Paulo Cesar Negrão foi orientado pelos seus advogados a não se pronunciar.

O neurocirurgião José Luiz Gomes da Silva, Francisca Raimunda de Souza Barreira, Jefferson André Saheki, João Alberto Góes Brandão e Alessandra Angélica Queiroz Araújo não foram localizados para falar sobre o caso.

Entenda o Caso Pavesi

As investigações do ‘Caso Pavesi’ já duram quase 14 anos. Em 2002, quatro médicos, José Luis Gomes da Silva; José Luis Bonfitto; Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez; foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado.

Na denúncia consta que cada um cometeu atos encadeados que causaram a morte do menino. Entre eles, a admissão em hospital inadequado, a demora no atendimento neurocirúrgico, a realização de uma cirurgia feita por um profissional sem habilitação legal que resultou em erro médico e a inexistência de um tratamento efetivo e eficaz. A denúncia aponta também fraude no exame que determinou a morte encefálica do menino.

A investigação deu origem a outros sete inquéritos e a Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas perdeu o credenciamento para realizar os transplantes em 2002. O caso foi tema de discussões também no Congresso Nacional em 2004, durante a CPI que investigou o tráfico de órgãos. Os médicos foram acusados de homicídio doloso qualificado pelo Ministério Público Federal.
Em janeiro deste ano, o pai do menino, Paulo Airton Pavesi, que vive na Europa, publicou o livro “Tráfico de Órgãos no Brasil – O que a máfia não quer que você saiba”. Com diferentes passagens que relatam a despedida do garoto, a exumação do corpo e a luta para provar que o menino foi vítima da chama ‘Máfia dos Órgãos’, Pavesi enfatiza que a história toda foi censurada e por isso, optou por lançar o livro de maneira independente e distribuir livremente pela internet.

Paulinho Pavesi morreu aos 10 anos após cair, passar por cirurgia e ter os órgãos removidos (Foto: Paulo Pavesi/ Arquivo Pessoal)



Fonte: G1

Um "burro" bêbado é preso por maltratar outro burro

Burro foi apreendido e encaminhado ao CCZ após os maus tratos (Foto: Sheila Patresi/ Arquivo Pessoal)

Um homem foi preso por maltratar um burro durante o desfile da cavalhada da Festa Uai no Centro de Poços de Caldas (MG) neste domingo (25). Segundo o secretário de Defesa Social, Luiz Carlos Lima, o tutor do animal estava embriagado e agrediu o burro, obrigando-o a andar durante o desfile, na Praça Pedro Sanches.
“O cavaleiro estava bastante embriagado e prestes a cair do animal, com isso, começou a agredir o burro, obrigando-o a participar do desfile. Eu vi o caso e acionamos a Polícia Militar.

Ele foi detido e levado para a Delegacia de Polícia Civil, já o animal foi apreendido e levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Poços de Caldas”, contou o secretário.
De acordo com Lima, o animal receberá o tratamento adequado no CCZ e pode ser resgatado pelo dono mediante o pagamento de multa. “O dono do animal foi detido por maus tratos e nestes casos pode pagar fiança e ser liberado, mas será indiciado e poderá ser penalizado com pagamento de multa e prestação de serviços”, esclareceu.

A coordenadora do CCZ, Sheila Patresi, conta que presenciou os maus-tratos e que a partir de agora, as medidas cabíveis serão tomadas contra o tutor do animal. “Ele estava espancando o burro no meio do desfile e foi detido. Registramos o boletim de ocorrência, que será representado ainda nesta semana para que as medidas cabíveis sejam tomadas. Já o animal será atendido e cuidado no CCZ”, pontuou.





Fonte: Informações G1