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Famosos apoiam campanha online para conseguir impeachment de Renan Calheiros



O brasileiro tem fama de ser um povo pouco politizado. Porém, nos últimos dois dias, a política anda movimentando a comunidade online. Os internautas estão utilizando o site Avaaz – uma plataforma de mobilização social - para conseguir o impeachment do atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Artistas e humoristas também entraram na campanha, divulgando a petição, que já conta com mais de um milhão de assinaturas.


Marco Luque e Felipe Andreoli, do CQC, são alguns dos que estão incentivando a campanha no Twitter. O ator Bernardo Falcone, que interpretou Téo, em “Rebelde”, também apoiou a causa em sua conta na rede social.

Para ser enviado ao Senado e à Presidência da República, o abaixo-assinado precisa de pelo menos 1,3 milhão de assinaturas – esse número é referente a 1% do eleitorado brasileiro, a quantidade de pessoas exigida para passar projetos oriundos de iniciativa popular











Fonte: Extra

No país da impunidade Renan Calheiros já pode desfrutar das regalias do cargo


Como novo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB) passará a ter mais direitos a partir de hoje, como morar na residência oficial do Senado - uma mansão com piscina, mordomo e segurança. Além disso, terá à disposição um carro com motorista, sem limite de gastos com gasolina, e poderá indicar servidores para 24 cargos comissionados extras, com salários que variam entre R$ 2.042 e R$ 19.194.

Os senadores, de modo geral, podem morar em apartamentos funcionais ou ter auxílio moradia no valor de R$ 3.800.

Todos têm direito a uma cota diária de combustível. Cada senador também pode contratar até 80 funcionários no valor total de R$ 80 mil. Com isso, o presidente do Senado, que poderá manter os servidores de seu gabinete, teria até 104 cargos à disposição.

Renan poderá ainda usar passagens aéreas ilimitadas, ao contrário dos demais senadores.
Por outro lado, o presidente da Casa também tem mais obrigações do que os demais parlamentares, e acumula ainda a função de presidente do Congresso.

Defesa. O deputado João Paulo Cunha (PT), condenado no caso do mensalão, defendeu Renan Calheiros, acusado pela Procuradoria Geral da República de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. Em discurso anteontem, durante encontro do PT no interior de São Paulo, João Paulo lançou dúvidas sobre o procurador geral, Roberto Gurgel. "Você não acha que chega a ser ridículo o procurador geral ficar com uma denúncia contra Renan Calheiros mais de dois anos na gaveta e, na semana da eleição, retira e fala: ‘Tá denunciado’?"







Fonte: Informações O Tempo