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Sites públicos ficam fora do ar após ação de hackers em Varginha Sul de Minas


Quem precisou acessar os sites da Câmara Municipal e do Procon de Varginha (MG) nesta semana ficou sem acesso às informações. As páginas na internet foram invadidas por hackers e ficaram fora do ar. Uma empresa de hospedagens contou mais de 20 páginas afetadas no mesmo dia.

O advogado do Procon, Carlos Cornwall, disse que a invasão não trouxe prejuízos ao órgão.  “Os trabalhos são feitos em uma página ligada ao Ministério da Justiça e ao Departamento Nacional de Defesa Social, por isso não tivemos prejuízos, mas os internautas não conseguiram acessar as informações referentes à defesa do consumidor”, disse.

Segundo o consultor de informática, Rodrigo Soares, 25 sites foram afetados no mesmo dia. “Eu trabalho com hospedagem de sites e muitos deles tiveram problemas com a invasão”, contou.
De acordo com o engenheiro de sistemas, Alberane Lúcio Thiago da Cunha, existe diferença entre hackers e crackers. “Os hackers invadem alguns computadores, mas apenas modificam as páginas, sem grandes prejuízos. Já os crackers invadem bancos de dados e roubam informações confidenciais”, informou.

Outra forma utilizada por hackers é através de e-mails. Eles encaminham mensagens que parecem importantes, afim de estimular a pessoa a abrí-la. Normalmente, órgãos oficiais como Receita Federal e bancos são mencionados. É nesta hora que o clique do internauta fica vulnerável à invasão.  Portanto, especialistas lembram que é importante verificar os links antes de clicar e lembrar que bancos e órgãos oficiais não enviam ou pedem informações por e-mail.






Fonte: Informações G1

Ação integrada desarticula quadrilha que fraudava combustíveis em Lavras e mais 3 cidades


O Ministério Público Estadual, em conjunto com a Secretaria de Estado da Fazenda, a Polícia Militar, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Procon Estadual, desencadeou nesta terça-feira, dia 24, uma grande ação integrada para desarticular uma quadrilha suspeita de sonegar impostos e adulterar combustíveis no Sul de Minas.

As investigações, que tiveram início em Belo Horizonte, teve o seu desdobramento nas cidades de Lavras, Candeias, Cana Verde e Campo Belo, onde foram apreendidos documentos, computadores, notebooks e dois caminhões carregados com 15 mil litros de óleo diesel e 16 mil litros de álcool, todos impróprios para o consumo.

Ao todo foram presas nove pessoas suspeitas de sonegação fiscal e adulteração de combustíveis na região do Sul de Minas. A investigação apontou que quatro postos e uma distribuidora cuja autorização para funcionamento já foi cassada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) participavam do esquema.

Durante as investigações, foram constatados indícios de manipulação das bombas de combustíveis por meio do retorno ou reversão dos encerrantes (componente eletrônico que registra a quantidade acumulada de litros vendidos) propiciando a ocultação do volume vendido clandestinamente nos postos. A Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) estima em R$ 10 milhões o prejuízo gerado pelas fraudes.

De acordo com as investigações do Ministério Público Estadual, o álcool era retirado diretamente nas usinas por uma transportadora pertencente aos investigados, que forjavam, por meio de distribuidoras conhecidas como "barrigas de aluguel", a venda do produto a destinatários, quase sempre fictícios, localizados em outros Estados.

A simulação permitia que o álcool combustível fosse destinado aos próprios postos da rede varejista investigada, que revendia o produto sem pagar impostos e ainda manipulava o encerrante para ocultar aqueles valores. Além disso, as buscas visaram a comprovar a adulteração do álcool, da gasolina e até do diesel revendidos, bem como a armazenagem indevida do produto em tanques clandestinos.











Fonte: Jornal de Lavras

Ação conjunta vai coibir fraudes em bombas de combustíveis em Minas


Na próxima segunda-feira (16), o Governo de Minas promove uma reunião, às 16h, na sede do Ministério Público (avenida Álvares Cabral, 1690 – Lourdes), em Belo Horizonte, para avaliar ações conjuntas para coibir fraudes na revenda de combustíveis em Minas Gerais. A reunião dá continuidade ao encontro realizado no dia 9, após a divulgação de matéria no programa Fantástico, da TV Globo.

A reunião conta com a participação do Instituto de Metrologia e Qualidade de Minas Gerais (Ipem/MG) e Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), juntamente com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis de Minas Gerais (Minaspetro).

De acordo com a diretoria do Ipem/MG, a fraude ainda não foi detectada em Minas. A fraude consiste na instalação de uma placa eletrônica nas bombas de combustíveis. Acionada por controle remoto, o equipamento liberava menos combustível que o indicado no painel das bombas, causando prejuízos para o consumidor.

A fiscalização de bombas medidoras de combustíveis é realizada pelos agentes fiscais do instituto durante todo o ano, para garantir que o consumidor não seja lesado. Caso o consumidor desconfie de alguma irregularidade, deve recorrer à ouvidoria do Ipem, pelo e-mail ouvidoria@ipem.mg.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone 08000 335335. Todas as denúncias são verificadas.

Em nota divulgada à imprensa, o Inmetro “esclarece que esse tipo de fraude é uma decorrência da evolução tecnológica dos sistemas de medição, por meio do uso intensivo da informática. A partir de fraudes correlatas encontradas em outros tipos de medidores, o Inmetro vem reformulando toda a regulamentação referente ao controle metrológico legal. Assim, o regulamento de bombas medidoras de combustíveis, a exemplo de outros medidores já reformulados com sucesso, está sendo revisto e aperfeiçoado”.








Fonte: agencia minas

Ação civil contra Aécio Neves é ajuizada em promotoria

Pedido foi feito por ato de improbidade administrativa contra ex-governador


A Promotoria de Justiça da Saúde entrou com uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o ex-governador de Minas Gerais e senador eleito Aécio Neves e a ex-contadora geral do estado, Maria da Conceição Barros. Na ação é questionado o destino de R$ 3,5 bilhões que teriam sido declarados na lei orçamentária como dinheiro repassado à Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) para investimentos em obras de saneamento básico.

De acordo com a promotora Joseli Ramos Pontes, o repasse do dinheiro não foi comprovado. O governo de Minas informou que não afirmou em qualquer instância ter havido repasse de dinheiro do Tesouro Estadual para a copasa executar obras de saneamento. Informou também que os investimentos da empresa são realizados com recursos próprios.

Ainda segundo o governo de Minas, as demonstrações financeiras da copasa são submetidas à aprovação de diferentes empresas de auditoria externa, além da comissão de valores mobiliários, não tendo sido apontada qualquer irregularidade.

A assessoria de imprensa de Neves disse que ele não tem conhecimento do teor da ação e que o governo do estado já prestou os esclarecimentos necessários. O processo está na 5ª Vara da Fazenda Pública e agora cabe à Justiça decidir se aceita ou não a ação civil pública.







Fonte:eptv