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Cremes à base de veneno de abelha funciona como botox natural


Uma linha de cremes de beleza foi criada à base do veneno de abelhas produtoras de mel. O produto, aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e lançado comercialmente, funciona como um botox natural, a pele reage ao veneno aumentando a produção de colágeno e melhorando a elasticidade.

A substância “engana” a pele, transmitindo a sensação de uma picada de abelha e desencadeando uma reação ao veneno. A circulação sanguínea melhora e as peles mortas são eliminadas, reduzindo as rugas. O produto foi desenvolvido por um laboratório de Tatuí, município localizado a 140 km de São Paulo.







Fonte: Consulado Social





Estudo mostra relação entre pesticida e desaparecimento de abelhas


A causa do sumiço drástico dos insetos intriga pesquisadores e criadores
Desaparecimento drástico de abelhas, além de prejudicar a produção de mel, traz danos para agricultura

Experimentos realizados por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard encontraram relação entre o uso de inseticidas comuns e o Colapso das Colmeias (termo conhecido em inglês como Colony Colapse Disorder ou CCD), fenômeno onde abelhas abandonam suas colmeias. A pesquisa será publicada na edição de junho da revista Bulletin of Insectology.

Partindo da hipótese de que o inseticida imidacloprid é responsável por aumentar o desaparecimento de abelhas, cientistas estudaram o comportamento desses insetos quando expostos ou não à substância. O experimento foi realizado em Worcester County, no estado americano de Massachusetts.

Como o imidacloprid é bastante utilizado em plantações de milho dos EUA, as abelhas poderiam entrar em contato com essa substância através do néctar das plantas ou do xarope de milho, utilizado por apicultores para alimentá-las.

Em um período de 23 semanas, os pesquisadores monitoraram abelhas um total de 20 colmeias espalhadas em quatro campos distintos. A distância entre os campos era de 12 quilômetros e foram colocadas cinco colmeias em cada um. Quatro receberam diferentes níveis do inseticida e uma não teve contato com a substância. Até 12 semanas de dosagem de imidacloprid, não houve alteração nas colmeias. Passadas as 23 semanas, 15 das 16 colméias tratadas com o pesticida foram extintas enquanto as outras quatro, que não receberam doses da substância química, continuaram vivas. As primeiras a serem exterminadas foram aquelas expostas ao mais alto nível da substância química.

De acordo com o pesquisador, as características da morte das colmeias é condizente com o CCD. Após o desaparecimento das abelhas, foram encontrados apenas armazenamento de comida, pólen e jovens abelhas próximas de um pequeno grupo de abelhas mortas, caracterizando uma situação de abandono. Quando são outras as causas responsáveis pelo colapso de colmeias, como doença ou peste, é comum encontrar um grande número de abelhas mortas dentro e fora das colmeias afetadas. O experimento permitiu ao professor concluir que não é necessária uma grande quantidade do inseticida para afetar as abelhas "Nosso experimento usou quantidades de pesticida abaixo das normalmente encontradas no ambiente", justifica.

Para Lu, o sumiço das abelhas não prejudica apenas os apicultores. Ele defende que descobrir a fundo os causadores do CCD é essencial já que, além de produzirem mel, as abelhas são as principais polinizadoras de aproximadamente um terço da safra dos Estados Unidos, incluindo plantações de frutas, vegetais, castanhas e de matérias-primas para produção de ração, como alfafa e trevo. O pesquisador prevê que o desaparecimento desses insetos poderia resultar na perda de bilhões de dólares para a agricultura.

Estudos semelhantes — Um grupo de pesquisadores franceses realizou recentemente outra pesquisa para relacionar o uso de inseticidas com o CCD. Os cientistas fizeram uma comparação entre dois grupos de abelhas, um sem contato com pesticida e um segundo que recebeu doses de thiamtethoxam (substância pertencente à mesma classe de inseticidas do imidacloprid, os neonicotinoides). Os dois grupos de abelhas foram afastados de suas colmeias e as que receberam doses de inseticida tiveram mais dificuldade para voltar para casa. O estudo é intitulado A commom pesticide decreases foragind success and survival in honey bees e foi publicado na revista Science em março deste ano.









Fonte: Folha

Após picadura de abelha homem decide virar mulher


Existem eventos que podem mudar o rumo de nossas vidas, um acidente de carro onde "renascemos", ou a perda de um ente querido. Para Chloe Prince, isto aconteceu de uma maneira mais peculiar: uma picada de abelha.

Quando Chloe, que na época era Ted, foi picada por uma abelha, a reação alérgica foi tão grande que o tratamento ocasionou um efeito colateral que mudaria sua vida: Seus níveis de testosterona - o hormônio masculino - baixaram tanto que seu corpo passou a sofrer alterações. Sua pele ficou mais macia e os seios, então, surgiram.

Ted passou a sentir-se bem como há tempos não o sentia. A partir daquele momento ele se transformaria em uma mulher. No entanto, havia um problema, Ted já era casado e pai de dois filhos. Mesmo assim, ele resolveu ir em frente e fez a operação para a mudança de sexo.

No começo não foi nada fácil. Renne, sua esposa, não teve facilidade em aceitar o fato. Ela admite que abandonar o marido foi uma de suas opções. "Eu poderia ter deixado ele em qualquer momento, mas eu tinha um nível de comprometimento tão alto que não pude deixá-lo", afirmou.

Apesar de continuarem juntos, eles não estão mais legalmente casados, nem mesmo mantêm relações sexuais, já que ambos concordam que não são um casal lésbico. "Eu sinto atrações por homens, sou uma mulher heterossexual. Quando era homem, também era um homem heterossexual", explica Chloe. "Nós dividimos a casa, as responsabilidades, criamos nossos filhos juntos e tomamos decisões conjuntas", complementou.





Fonte: Pop