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Ex-analfabeto deixou a lavoura de café e virou estudante de medicina

O estudante de medicina José Reinaldo Lopez na Unaerp, em Ribeirão Preto

Diante do sofrimento de uma irmã doente, José Reinaldo Lopez decidiu que queria ser médico. Lavrador em Monte Belo, no sul de Minas, e praticamente analfabeto funcional, ele voltou a estudar, conseguiu deixar de trabalhar na roça de café e já concluiu a faculdade de enfermagem. Agora, aos 33 anos, é bolsista de medicina na Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto), informa reportagem de Araripe Castilho publicada hoje na Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha).


Lopez abandonou a escola com 16 anos, após cursar só até a quinta série. Trabalhou na lavoura de café e se apaixonou pela medicina em um período no qual precisou cuidar da irmã, que estava doente. Conseguiu dinheiro para começar a faculdade escrevendo cartas com pedidos de ajuda. "Um dia pretendo retribuir", diz.





Fonte: Folha

Veja o vídeo: prefeito “solta o verbo” em palanque

Decisão unânime da corte do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), no começo da noite desta terça-feira (05), julgou improcedente ação que pedia a cassação de um prefeito que disse em vídeo ter comprado o diploma escolar, pois, na verdade, era analfabeto. Saiba quais foram as declarações estarrecedoras do prefeito democrata


“Comprei o diploma, sou analfabeto, mas sei trabalhar”, disse o prefeito de Dom Cavati, a 270 quilômetros de Belo Horizonte, Jair Vieira (DEM).

“Olha, minha gente, eu sou uma pessoa, comprei um diploma, eles me deram o maior trabalho. Sou analfabeto, mas sei trabalhar”, completou o prefeito na comemoração do aniversário da cidade, em março de 2010.

O argumento da corte para manter o prefeito no cargo foi de que, apesar de reprovável a conduta do político em ter falado em discurso que comprou o diploma, o fato não influenciou na disputa eleitoral.

A relatora do processo, juíza Luciana Nepomuceno, afirmou que não via motivos no processo para cassar o prefeito. Segundo ela, “se o diploma é falso ou não, teremos que ir à seara criminal para apurar o suposto delito”.










Fonte:consuladosocial.com.br