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Fertilizante vira droga para jovens na balada

O fertilizante mefedrona, conhecido como Miau-Miau, pode ser banido do Brasil devido ao seu uso por jovens como droga estimulante em baladas de clubes noturnos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai julgar nesta terça-feira se o considera uma droga ilícita ou se apenas controla sua venda para o uso na agricultura.

A favor da proibição, por considerar que não há controle eficaz nas lojas de implementos agrícolas, o professor de agronomia da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), José Augusto dos Santos Neto, afirma que há desvios desses produtos para uso como droga. “As pessoas compram o Miau-Miau nas lojas de fertilizantes de Montes Claros (Norte de Minas) sem receituário e acompanhamento técnico. O Miau-Miau devia ser proibido, porque pode ser substituído por outras substâncias que não fazem mal”, diz.

Por não ter sido incluído na lista de substâncias de uso controlado – portaria 344/98 da Anvisa -, o Miau-Miau não pode ser apreendido pela polícia. Por isso, as polícias Federal, Civil, nem a Subsecretaria Antidrogas e a Associação Brasileira Comunitária e de Pais para a Prevenção do Abuso de Drogas (Abraço) têm registros sobre o seu uso dentro de Minas Gerais.

Novos cinco genéricos para tratamento de doenças graves são aprovados no Brasil

Cinco novos medicamentos genéricos vão circular no mercado brasileiro. Ele foram aprovados pela Agência Nacional d Vigilância Sanitária (Anvisa) e são usados no tratamento de várias doenças graves, como o câncer e a aids.

Os genéricos aprovados foram a dacarbazina, usada contra o câncer; a entacapona, utilizada no tratamento do mal de Parkinson; a rosuvastina cálcica, para diminuir o colesterol; a quetiapina, prescrita em casos de esquizofrenia e o tenofovir, contra aids e hepatite B.

Com a liberação da agência reguladora, o Ministério da Saúde anunciou a produção de 9 milhões de comprimidos do genérico do tenofovir, fabricados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). O primeiro lote deve ser produzido a partir do próximo mês. Cerca de 64 mil pessoas com aids usam o medicamento no país. O ministério prevê ainda uma economia de R$ 80 milhões por ano.

Os genéricos são mais baratos que os remédios de marca em pelos menos 35%. Eles possuem o mesmo princípio ativo do medicamento de referência, inclusive dose e fórmula farmacêutica.

A Anvisa informou que a autorização atende à política de priorizar o registro de medicamentos que ainda não têm genérico ou apontados como prioridade pelo Ministério da Saúde. Nos últimos nove anos, a agência reguladora autorizou, em média, 300 registros de genéricos por ano.









Fonte:otempo

Anvisa interdita fabricação de figo em calda de MG

Produto foi proibido por apresentar excesso de contaminantes metálicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária interditou nesta semana o produto Figo em Calda, fabricado em 1/3/2010, produzido pela empresa Art Fruitt Indústria e Comércio de Conservas e Serviços Ltda, de São Sebastião do Paraíso (MG).

Segundo comunicado do órgão, o produto foi interditado por apresentar resultado insatisfatório no ensaio de contaminantes metálicos (foi identificado cobre acima do limite permitido pela legislação sanitária).
"A interdição cautelar vale pelo período de 90 dias após a data de publicação no Diário Oficial da União. Durante esse tempo, o produto interditado não deve ser consumido e nem comercializado. As pessoas que já tiverem adquirido o produto devem interromper o consumo", informa a Anvisa.





Fonte:r7.com

Anvisa proíbe venda de produto conhecido como emagrecedor natural

A agência recomenda que as pessoas suspendam imediatamente o consumo da Caralluma


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda, importação, fabricação ou manipulação da Caralluma Fimbriata , substância que vinha sendo divulgada como emagrecedor natural.

A Anvisa alerta que, até o momento, nenhum produto à base de Caralluma é regularizado e que não há comprovação de sua segurança e eficácia. A agência recomenda que as pessoas suspendam imediatamente o consumo do produto.

O alerta à população sobre os riscos de se consumir produtos de origem e efeitos desconhecidos será intensificado.

Resolução da Anvisa autoriza, ainda, que equipes de vigilância sanitária dos Estados e dos municípios possam ir a lojas e farmácias e retirar o produto das prateleiras.

Segundo a Anvisa, até que haja uma decisão sobre o uso da Caralluma no mercado brasileiro, os produtos apreendidos ficarão guardados em embalagens lacradas.









Fonte:www.abril.com.br