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Graviola: sabor e benefícios para a sua saúde

Você gosta de frutas? Então, saiba que todas elas têm inúmeros benefícios para a nossa saúde. Um grande exemplo dentre essas frutas é a graviola, uma fruta originária das Antilhas, mais comuns nas regiões quentes e úmidas da Américas Latina, inclusive, no Brasil. Poucas pessoas conhecem a fruta in natura e ela é frequentemente mais consumida em forma de sucos, vitaminas, gelatinas, sorvetes, polpas e outros produtos.

A fruta, que tem o sabor semelhante ao da fruta do conde, é considerada por muita gente uma fruta exageradamente doce. Porém, existem muitas pessoas que apreciam o seu sabor.

Mas a graviola não é uma fruta que chama atenção somente pelo seu formato, que se assemelha ao coração, e seu sabor. Uma das grandes características da fruta é ser nutricionalmente rica e proporcionar benefícios que só ela pode, lembrando que todas as partes da fruta podem ser utilizadas. Confira.

Os benefícios da graviola
As folhas da graviola são muito utilizadas para tratar diversas doenças. Existem mitos e verdades a respeito. O importante é sempre comunicar o seu médico antes do uso.

Tratamento do câncer – O que mais tem sido falado a respeito da graviola é a sua capacidade de promover tratamento contra o câncer. Porém, embora alguns médicos e herbalistas acreditem na sua capacidade de matar células cancerígenas, ainda não há as comprovações necessárias.

No entanto, as folhas já são utilizadas como suplemento alimentar para pessoas que estão passando por tratamento contra o câncer.

Trata do sistema digestivo – A fruta é muito utilizada, em alguns países, para tratar de diarreias e disenterias, pois acredita-se que a sua folha pode matar parasitas e vermes, enquanto o seu suco limpa o corpo, eliminando parasitas e toxinas que fazem mal.

Trata a febre – De acordo com a Base de Nutrição Raintree, é comum, em alguns países da América Latina, a utilização das folhas e o suco da graviola para diminuir a temperatura corporal, em casos de febre. No Peru, por exemplo, acredita-se que o chá e o suco da fruta são capazes de aliviar inflamações na membrana mucosa e criar uma casca de refrigeração corporal.

Um sedativo – Pessoas de alguns países costumam utilizar as folhas e as raízes da graviola como um sedativo e costumam também utilizá-las como um tratamento natural para problemas no coração. Entretanto, ainda não existem estudos que confirmem a sua eficácia nesse sentido.

Um remédio natural para a depressão – Acredita-se que os compostos da graviola são capazes de inibir a receptação de serotonina, uma substância responsável por controlar o humor, emoções (tristeza, felicidade, ansiedade) e impactos, mas que, se desiquilibrada, pode causar depressão.


Porém, cuidado….
Segundo algumas opiniões, o tratamento prolongado com a graviola pode causar alguns prejuízos à saúde, porque a planta também mata bactérias benéficas presentes na pele, no intestino e na vagina, bactérias essas que são necessárias para a proteção desses locais.

Uma outra questão é que, embora não haja estudos que comprovem a relação, as mesmas substâncias presentes na graviola foram encontradas em pessoas que sofrem da Doença de Parkinson.

Por enquanto, são especulações. Porém, é sempre bom ter cuidado. Não adote qualquer tratamento sem a opinião de um médico.

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Escrito por: Daysi Pacheco




Fonte:www.colmeia.blog.br

Substância retirada do ipê pode ajudar a tratar leucemia

Uma substância derivada de árvores do ipê pode ser o caminho para o tratamento de leucemias - diferentes tipos de câncer que afetam os glóbulos brancos, células responsáveis pelo sistema de defesa do organismo. Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) identificaram três moléculas capazes de atuar sobre glóbulos brancos cancerígenos, sem afetar as células saudáveis. A descoberta pode levar à criação de fármacos específicos para o tratamento de diferentes tipos de leucemias. O trabalho foi publicado na revista científica European Journal of Medicinal Chemistry.


Os pesquisadores criaram as moléculas da união do núcleo das células de outras duas substâncias e as testaram em quatro linhagens diferentes de leucemia, duas de linfoide aguda, mais comum em crianças e com prognóstico melhor; e duas de mieloide aguda, mais rara, mas responsável pelos casos mais graves. Dos 18 compostos criados, 3 se mostraram mais potentes e com seletividade maior - atacaram as células cancerígenas e, em menor grau, as células saudáveis. E, principalmente, tiveram comportamento diferenciado em relação às linhagens de leucemia. Uma delas se mostrou 19 vezes mais potente sobre células de leucemia linfoide do que sobre as de leucemia mieloide.

"É a primeira vez que se investiga as moléculas oriundas dessa estratégia de junção de núcleos em diferentes linhagens de leucemia. E o mais importante é conhecer esse perfil de atividade de acordo com a linhagem. A leucemia é um dos tipos de câncer que mais afetam crianças e por trás da palavra leucemia se esconde uma grande diversidade de doenças. O grande problema da terapia é a falta do medicamento específico para cada tipo de leucemia", afirma o farmacêutico Floriano Paes Silva Junior, chefe do Laboratório de Bioquímica de Proteínas e Peptídeos do IOC.

As moléculas foram preparadas pelo grupo coordenado pelos pesquisadores Fernando de Carvalho da Silva e Vitor Francisco Ferreira, da UFF, com base no núcleo das células de duas substâncias. Uma delas é derivada de um produto natural extraído do ipê. Esse núcleo pertence à classe química das quinonas. "O que nós queremos é matar as células malignas, mas as quinonas costumam ter baixa seletividade, ou seja, matam também as células saudáveis", disse Silva Junior.

Os cientistas combinaram, então, o núcleo da quinona com o de outra molécula, chamada triazol, que tem a capacidade de atingir somente as células cancerígenas. Silva Júnior ressalta que esse é o "primeiro passo" para a criação de um fármaco. Mas testes e análises ainda devem levar pelo menos dez anos.






Fonte: Informações Estado de Minas

Musicoterapia ajuda jovens a lidar com o cancro

A musicoterapia pode ajudar os jovens a lidarem com os efeitos secundários do tratamento do cancro, concluiu um estudo norte-americano.

Publicada na revista científica «Cancer», a investigação de um grupo de pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, acompanhou um grupo de pacientes oncológicos entre os 11 e 24 anos, que estavam a receber tratamento.
O projeto envolvia a criação de letras de músicas, a gravação dos temas e a selecção de imagens para um videoclipe, segundo a BBC Brasil.

As conclusões do estudo mostraram que os pacientes que realizaram a musicoterapia começaram a tornar-se mais fortes relativamente ao stress e aos efeitos secundários, melhorando também os seus relacionamentos com amigos e família.
«As relações protectoras com a família e os amigos influenciam a forma como os jovens lidam com o cancro e ajudam a ganhar esperança durante toda a jornada», destacou Joan Haase, que liderou a investigação.

Os participantes foram acompanhados por musicoterapeutas profissionais durante três semanas. No final, os pacientes partilharam os videoclipes.

A ONG britânica «Cancer Research UK» lembra que a musicoterapia pode diminuir a ansiedade e melhorar a qualidade de vida de pessoas com cancro.



Fonte:diariodigital.sapo.pt

Todo ano, mil homens têm o pênis amputado por causa de câncer

Especialista Carlos Corradi reforça a importância da consulta médica
Novembro Azul reforça os cuidados fundamentais com a saúde masculina

Mil homens brasileiros precisam ter o pênis amputado todos os anos por causa de complicações de câncer no órgão, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). No Novembro Azul, mês dedicado à saúde do homem.

O câncer de pênis é um dos poucos tipos que podem ser prevenidos – e de maneira extremamente fácil: manter a higiene pessoal. Como a principal causa da doença é a sujeira acumulada no órgão, uma boa lavagem diária com água e sabão reduz significativamente as chances de desenvolver o problema.

Higienizar corretamente o pênis é bem simples, mas nem todos os homens sabem. Basta puxar o prepúcio – pele que recobre a glande, ou “cabeça” do pênis – e lavar cuidadosamente a região, prestando atenção ao anel que fica logo abaixo da glande.

Sinais. O homem também deve ficar atento a qualquer sinal diferente em sua genitália. “Se, durante a higiene, ele perceber uma lesão vermelha que dure por mais de três semanas, verrugas ou feridas no pênis, deve procurar o urologista”, recomenda o médico João Carlos Azeredo, presidente da campanha “Câncer de Pênis Zero”, da Sociedade Brasileira de Urologia.

Diagnóstico. “Quando identificado em fase inicial, as chances de tratamento bemsucedido do câncer peniano são próximas de 100%. O problema é que a maioria dos homens brasileiros não tem o hábito de ir ao médico e, “quando vai, a doença já está em fase avançada”, comenta o médico Carlos Corradi, chefe de urologia do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte.

Uma vez diagnosticada a doença, as formas de tratamento são similares às de outros cânceres: retira-se a parte afetada e trata-se com quimioterapia. “A diferença é que o pênis tem uma importância capital para o homem. Quando é necessário amputar todo o membro, muitos entram em depressão, chegam a perder a vontade de viver”, revela Corradi.

Quando o tratamento é feito em fase inicial, no entanto, o paciente continua com todas as funções normais do órgão. “Ele continua podendo ter relações sexuais, orgasmos, tudo normal”, garante Corradi.

O câncer peniano é mais comum em homens entre os 50 e os 70 anos. Mas isso não impede que outras faixas etárias tenham o problema. “Já tive paciente de 28 anos com o pênis amputado”, diz o médico.








Fonte: O Tempo

Exame evita biópsia de próstata desnecessária

Um novo aparelho que é posicionado entre as pernas do paciente pode evitar biópsias desnecessárias na próstata, segundo um estudo do A.C. Camargo Cancer Center.

O hospital em São Paulo é o primeiro do país a usar esse exame na prática clínica.

O teste com o equipamento pode ser feito por homens com suspeita de câncer de próstata que já se submeteram aos exames de toque e de sangue (PSA) e têm indicação para fazer uma biópsia.

O objetivo é definir quem realmente deve ser submetido à biópsia, um procedimento invasivo que pode causar ansiedade e efeitos como dores e sangramento na urina e na ejaculação.

Na biópsia, uma agulha inserida no reto colhe fragmentos da próstata do paciente. A anestesia pode ser local (com sedação) ou geral.

Mas apenas de 30% a 40% das biópsias são positivas para câncer --ou seja, a maioria dos homens com suspeita da doença passa pelo procedimento invasivo desnecessariamente porque o exame de toque e o PSA dão margem para incertezas.

Nos Estados Unidos, estudos mostram que há cerca de 750 mil biópsias de próstata desnecessárias por ano.

O A.C. Camargo avaliou o equipamento em 150 homens durante 18 meses e comparou os resultados do novo teste com os da biópsia.

Resultado: o exame não invasivo teve acurácia de 90% em prever quem não precisaria ter passado pelas agulhas.

Esses dados serão apresentados no Congresso Brasileiro de Urologia, que acontece neste mês em Natal.

COMPLEMENTAR

Gustavo Cardoso Guimarães, cirurgião oncologista e diretor do Núcleo de Urologia do A.C. Camargo, lembra que o novo equipamento não substitui a avaliação clínica e o exame de toque retal nem faz diagnóstico de câncer, mas funciona como um instrumento complementar na investigação da doença.

"O exame de toque ainda é mais barato, simples e indispensável para detectar outras anomalias da próstata."

O equipamento emite ondas eletromagnéticas que indicam uma alteração na proximidade de um tumor.

A engenhoca foi descoberta por acaso pelo italiano Clarbruno Vedruccio, que desenvolvia um detector de minas terrestres na década de 90. Como ele tinha gastrite, percebeu uma queda no sinal quando o aparelho se aproximava de tecidos doentes.

Segundo Guimarães, o exame também pode ser indicado para quem teve câncer anal e não pode fazer exame de toque retal.

Para Lucas Nogueira, diretor do Departamento de Uro-oncologia da Sociedade Brasileira de Urologia, a tecnologia é promissora, mas mais estudos precisam demonstrar sua eficácia.

"Ainda faltam evidências de que esse teste seja superior aos já existentes", diz. Há outra ressalva: o aparelho custa R$ 450 mil.

Hoje, uma alternativa para filtrar melhor quem deve fazer uma biópsia é a ressonância magnética, mas nem sempre a visualização da próstata é satisfatória.

Há também o PCA3, um exame de urina feito após massagem na próstata --ainda mais incômodo que o exame de toque.








Fonte: Folha Uol

Água e sabão podem livrar os homens do câncer de pênis

Higiene pode ser a receita simples, mas eficaz, para evitar que os homens sofram com uma doença que, além de incapacitá-los fisicamente, pode terminar aniquilando a sua vida em termos psicológicos. Para prevenir a doença, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) promove de 27 a 29 deste mês a Campanha de Câncer de Pênis Zero, em parceria com o Instituto Lado a Lado pela Vida.

O padrinho da campanha é o ex-jogador de futebol Zico, atual técnico do Al Gharafa, do Catar, que se ofereceu como voluntário. As ações ocorrerão nas cidades de João Pessoa, na Paraíba, do Recife e de Garanhuns, em Pernambuco; Fortaleza e Reriutaba, no Ceará, além de Teresina, no Piauí. Na próxima semana, cidades da Bahia serão incorporadas à campanha.

Segundo disse hoje (23) à Agência Brasil o presidente da SBU, Aguinaldo Nardi, a maior incidência do tumor ocorre nas regiões Norte e Nordeste e está associada não só à baixa condição socioeconômica das populações locais, mas também à falta de higiene e de conhecimento.

Ele informou que as populações menos favorecidas são as que mais têm câncer de pênis. “São as mais excluídas da informação e aquelas que são mais difíceis de chegar ao médico também”. Em geral, os homens moram longe dos centros médicos adequados. “É preciso melhorar o acesso da população ao urologista”.

O tumor de pênis é raro, ao contrário do câncer de próstata, que apresenta 60 mil novos casos por ano. Entretanto, a média de 1,6 mil amputações anuais, por câncer de pênis, é considerada elevada pela SBU. “Porque é uma doença que incapacita muito. É uma doença que aniquila o homem na sua concepção exata, não só na sua anatomia, mas na sua vida”.

Nardi esclareceu que o câncer de pênis é evitável. Para isso, basta que o homem tenha uma higiene adequada da área genital. “Ou seja, água e sabão. Lavando o pênis todo dia, não há problema de ter câncer de pênis”.

Outra providência é evitar doenças sexualmente transmissíveis com o uso de preservativo, a conhecida camisinha. “É sabido que o HPV, que é o vírus do papiloma humano, está ligado ao câncer de pênis”. Lembrou, ainda, que a presença de fimose, quando a pessoa não consegue expor a glande, isto é, a cabeça do pênis, é um fator de risco para câncer de pênis.

A prevenção deve começar na infância, recomendou o presidente da SBU. Cabe à família e aos pais, inicialmente e, depois, à escola, orientar os meninos quanto aos procedimentos que devem ser adotados para uma adequada higiene. Nardi destacou que a doença é um problema social e de educação. “A gente precisa concentrar esforços de toda a sociedade organizada ou não, Estado e entidades, para que se possa levar a informação às pessoas mais carentes. Aos excluídos da informação”.

Índia, Egito e alguns lugares da África apresentam maior incidência da doença. Na Índia, por exemplo, a taxa é 3,32 casos a cada 100 mil habitantes. A menor incidência, próxima a zero, é encontrada nos judeus nascidos em Israel. Aguinaldo Nardi destacou que no Brasil, algumas cidades do Norte e Nordeste têm incidência semelhante à da Índia, do Egito e da África.

“Não são poucos os casos da doença. A gente tem muito o que fazer. É que [o problema] é mais concentrado no Norte e no Nordeste do que na Região Sudeste ou na Sul. É importante que a gente atue nesses locais, onde a incidência é tão grande como nos países de maior incidência do mundo”.

Participam da campanha 100 urologistas voluntários, que moram nas capitais ou cidades do interior, além de outros especialistas que estão aderindo graças a convênio que a SBU e as Forças Armadas. “Estão indo para colaborar no atendimento aos pacientes, na informação à população e na realização de cirurgias de fimose”.

A campanha deve se estender até o final do ano nos locais de incidência elevada de câncer de pênis. A SBU se prepara para promover nova campanha com o mesmo objetivo, em 2014. “A gente vai insistir nisso, porque sabemos da importância de uma amputação para o brasileiro”.

No portal da SBU, os interessados poderão tirar dúvidas sobre a doença. O principal sintoma de alerta é o aparecimento de uma ferida que não cicatriza, disse Nardi. “Toda ferida no pênis que não cicatriza revela importância de procurar um médico para saber o que é. Pode ser um câncer de pênis”.

O presidente da SBU informou que na fase inicial a doença exige uma cirurgia pequena. Significa que existe uma possibilidade elevada de cura. “Quanto mais cedo fizer o diagnóstico de câncer de pênis, menor é o tratamento, menor é a invasão do tratamento cirúrgico”.

Quem estiver interessado em fazer o exame urológico, tirar dúvidas e obter encaminhamento para seu caso, sendo cirúrgico ou não, deverá procurar os hospitais participantes da campanha. No dia 27, estão programados para atendimento o Instituto Médico Integrado Professor Antônio Figueira, no Recife, e o Hospital São Marcos, em Teresina. No dia 28, os urologistas que fazem parte da campanha atenderão no Hospital Municipal Santa Isabel e no Centro Médico em Praça Caldas Brandão, em João Pessoa; no Hospital Dom Moura, em Garanhuns (PE); na Santa Casa de Misericórdia, em Fortaleza; e no Hospital Rita do Vale Rego, em Reriutaba (CE).







Fonte: Agência Brasil

Sul de Minas deve ter maior incidência de novos casos de câncer, diz Saúde

Números divulgados pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais apontam o Sul de Minas como a região que deve ter mais casos de câncer no estado em 2013. Segundo a estimativa, em todo o estado, para cada 100 mil homens, serão 284 novos casos de câncer e 90,5 mortes. Para cada 100 mil mulheres, vão ser 232 novos casos e 72,6 mortes.

Já no Sul de Minas, a estimativa é de 325 novos casos de câncer e 103 mortes para cada 100 mil homens. E para um grupo de 100 mil mulheres, serão 258 novos casos e 81 mortes. As taxas de incidência de tipos de câncer mais frequentes serão o de próstata, com 99 casos novos por 100 mil homens, e de mama feminina, com 55 novos casos a cada 100 mil mulheres.

Conforme os números, o câncer de colo, reto e ânus será o segundo com maior incidência em ambos os sexos com 16,62 novos casos por 100 mil homens e 16,59 entre 100 mil mulheres. Para os demais cânceres, comuns em ambos os sexos, as taxas serão bem mais elevadas nos homens em relação às mulheres, especialmente para os cânceres de boca, esôfago, estômago e pulmão.

A macrorregião Sul de Minas compreende 153 municípios, com uma população de 2.609.602 habitantes. Destes, 1.305.706 são homens e 1.303.896 são mulheres.

A projeção foi feita pela Secretaria Estadual de Saúde com base no número de atendimentos realizados na região na rede pública e particular de saúde nos últimos anos e não há um estudo que comprove a origem dos casos.










Fonte:g1

Minas sem condição de cumprir lei de atenção a paciente com câncer

A mamografia é um dos exames fundamentais para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama

JUIZ DE FORA – Minas não está preparada para cumprir a lei federal 12.732/12, que delimita um prazo para início de tratamento de pacientes com câncer. Faltam médicos especializados e aparelhos nos 33 centros de atendimento espalhados pelas 13 macrorregionais do Estado.

Uma realidade que deve afetar pelo menos 53.280 pessoas estimadas como novos casos da doença neste ano. Os problemas de infraestrutura e a força da norma federal apontam, mais uma vez, para a judicialização. Pacientes devem recorrer à Justiça para garantir o direito ao tratamento adequado.

Como informa o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), em Minas há 1.582 médicos registrados para atendimento oncológico em diversas especialidades. Pelos registros do DataSUS, no ano passado, foram gastos mais de R$ 224 milhões com diversas modalidades de quimioterapias e radioterapias.

No entanto, o problema maior é com relação aos exames de diagnóstico, principalmente para os 55 municípios da macrorregião Sudeste. De acordo com o mapa da situação do câncer no Estado, 42% dos pacientes vítimas da doença não conseguiram um diagnóstico precoce.


Na Justiça

Segundo a chefe da Comissão de Oncologia da Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, Tereza Esteves, o município tem realizado exames de alta complexidade depois que os pacientes buscam apoio na Justiça.

“Nós temos solicitações de exames mais caros. O Pet-scan só é realizado com mandado judicial, porque custa, em média, R$5 mil, o que é muito oneroso”, afirmou, referindo-se ao exame de imagem para detecção precoce de tumores.

Tereza Esteves admite que será preciso reorganizar a atenção básica para atender à exigência legal, que esbarra no desafio do diagnóstico rápido.


Analgésicos

A aposentada Maria Zélia Caetano perdeu a sogra Maria Lúcia da Silva, de 81 anos, há dois meses, vítima de câncer de estômago. Ela diz que a idosa sentia fortes dores e era tratada na unidade básica de saúde do bairro com analgésicos.

“Eles suspeitaram de úlcera. Pediram uma endoscopia, mas o exame demorou mais de três meses par ser feito. Quando o resultado chegou, tivemos dificuldade para marcar o retorno”, lembra. A sogra morreu três meses depois de começar o tratamento.

Como Maria Lúcia, outras 229 pessoas morreram vítimas dos diversos tipos de câncer até o dia 15 de maio deste ano em Juiz de Fora. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, em 2012 foram 980 óbitos. Desses, 346 eram pacientes de outras cidades da região.









Fonte: Hoje Em Dia

O drama de quem luta contra o câncer no Brasil

Rosemar foi diagnosticada com carcinoma de base de língua (foto: Fernanda Testa/G1)

As histórias são inúmeras. O sofrimento de cada uma das vítimas da doença maior ainda. E tudo por conta de uma saúde pública desestruturada e do total desinteresse político pelos menos favorecidos, situação que pode começar mudar a partir da entrada em vigor nesta quinta-feira (23/05) da lei federal que estabelece um prazo máximo de 60 dias para que pessoas com câncer iniciem o tratamento pelo Sistema Único de Saúde - SUS. Segundo dispõe a nova regra, que foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro do ano passado e tinha 180 dias para começar a valer, a partir da confirmação do diagnóstico e da inclusão dessas informações no prontuário médico, o paciente deve passar por cirurgia ou iniciar as sessões de químio ou radioterapia, conforme a indicação de cada caso.

Se tudo funcionar como prevê a nova legislação, gente como Rosemar Rodrigues Barbosa, de 25 anos, não mais precisará enfrentar o verdadeiro calvário que ela teve que percorrer desde que começou a buscar a explicação para um pequeno problema na boca, que os primeiros médicos que a examinaram diagnosticaram como uma "afta".

Moradora de Vilhena - Rondônia - RO, ela foi obrigada a se descolar para Ribeirão Preto, em São Paulo - SP, para se internar no Hospital das Clínicas - HC, onde seu tratamento começou menos de 20 dias depois que a doença foi diagnosticada.

Rosemar sofre de um carcinoma de base de língua, que ataca a língua e a região do pescoço. A doença foi descoberta no dia 14 de fevereiro e o tratamento começou sete dias depois, no dia 21, mas sua caminhada até Ribeirão Preto, onde o diagnóstico aconteceu, foi árdua e dolorida.

- Tudo começou com uma afta, em outubro do ano passado. Eu estava em Vilhena ainda. Fui à farmácia, comprei remédios para fazer bochecho e a ferida sumiu. Mas depois voltou tudo de novo. Eu ia a vários médicos na rede pública, mas todos diziam que era só uma afta e me receitavam antibióticos - recorda a jovem.

Por três meses, de médico em médico, Rosemar não conseguiu resolver seu problema. Em janeiro deste ano, por exemplo, ela foi encaminhada a otorrinolaringologista.

- Fiz um tratamento no otorrino por 10 dias e não melhorou. Foi aí que ele disse que poderia ser um tumor. A ferida estava aumentando e a minha língua foi inchando. Eu tinha até dificuldade para falar - disse, lembrando que o médico foi quem solicitou que ela fizesse uma biópsia.

- Ele disse que iria viajar, e que quando ele voltasse era para eu passar por ele.  Ele me encaminharia para internação caso fosse um tumor.

Mas um dia antes de fazer a biópsia, Rosemar foi encaminhada a um outro profissional, amigo de sua chefe.

- Esse médico era um dentista especializado em cirurgia de cabeça e pescoço. Ele disse que meu caso era muito sério e que eu não podia ficar em Vilhena. Ele me deu um encaminhamento para ir para o hospital. Fiquei três dias esperando uma vaga em Porto Velho, mas não consegui. Foi aí que ele me aconselhou a  procurar outro lugar, porque em Porto Velho não havia nem previsão de fazer a biópsia - lembra ela com tristeza.

Mesmo sem a confirmação da doença, Rosemar chegou a pensar em buscar tratamento em Barretos - SP.

- Uma parente de uma amiga mora em Ribeirão, e eu consegui ficar hospedada na casa dessa mulher. Eu iria passar a noite em Ribeirão e ir para Barretos. Cheguei no dia 1º de fevereiro. Só que cheguei a Ribeirão muito mal, e já tive que ir a um pronto-socorro.

No dia 3 de fevereiro, ela passou mal novamente.

- Passei por três médicos, que me avaliaram e pediram minha internação no HC. Fui internada na segunda-feira, 4, fiz a biópsia, e no dia 14 de fevereiro constatou-se o câncer - conta Rosemar, explicando que depois da confirmação da doença, ainda passou por exames de ressonância na garganta para detectar se o câncer já havia afetado as cordas vocais.

No dia 21 de fevereiro, data da primeira consulta na oncologia, é que ela foi encaminhada para a quimioterapia.

- Eu estava muito debilitada. Naquele dia eu já fiz a primeira sessão. Não conseguia me alimentar, tiveram que colocar sonda - conta a moça, lembrando que após as três primeiras sessões de quimioterapia, começou a combinar o tratamento com radioterapia.

- Hoje me sinto muito bem. Desde a primeira sessão de quimioterapia eu estou bem melhor. Convivo com pessoas agora que passam pela mesma situação. Não tenho o que reclamar sobre o hospital. O atendimento é ótimo. Somos bem acolhidos em tudo. Tenho muito a agradecer a todo mundo que me ajudou em Ribeirão. Se eu ficasse lá (em Vilhena) mais tempo, eu não estaria mais aqui hoje - finaliza Rosemar, cheia de esperanças.

Como foi dito no início, o país está cheio de histórias tão ou mais dramáticas que a da jovem Rosemar. Se um terço de todo o dinheiro que escorre pelo ralo da corrupção política fosse redirecionado para a área da saúde pública, pessoas como ela e milhares de outras nas mesmas condições não precisariam sofrer tanto. Se a justiça fosse mais rápida e enfiasse na cadeia os criminosos que assaltam o erário público, as chances de Rosemar e de outros necessitados conseguirem um tratamento mais humano e digno aumentaria milhões de vezes. Por enquanto, resta torcer pelo atendimento do SUS, como determina a lei que hoje entra vigor. Tomara que dê certo e que Rosemar seja apenas uma das últimas lembranças do verdadeiro coma em que se encontra a saúde pública do nosso país.









Fonte: Dando Pitacos

Lei garante início do tratamento de câncer em 60 dias

A partir da quinta-feira, 23, pacientes com diagnóstico de câncer deverão ter assegurado o início do tratamento em até sessenta dias. O direito está previsto em lei editada ano passado e que entra em vigor na próxima semana. O tempo começa a ser contado a partir do registro do prontuário do paciente. Caso o prazo não seja respeitado, pacientes devem procurar secretarias de saúde de suas cidades. De acordo com a norma, início do tratamento pode ser quimioterapia ou radioterapia ou cirurgia.

Serviços que não atenderem o prazo estarão sujeitos a punições administrativas. As exceções para a regra são casos em que o tratamento não é indicado, câncer de pele que não seja melanoma e câncer de tireoide sem fatores clínicos. De acordo com o Ministério da Saúde, no entanto, não será preciso muito esforço adequação à regra. Levantamento feito pela pasta com registros dos últimos cinco anos mostra que 78% dos casos de câncer em estágio inicial iniciam o tratamento neste prazo.

Entre pacientes que tiveram diagnóstico da doença em estágio avançado, 79% tiveram início também antes dos 60 dias. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que números mais confiáveis sobre a espera para o início do tratamento serão obtidos a partir dos próximos meses, quando entrar em funcionamento um Sistema de Informação de Câncer, um software oferecido pela pasta gratuitamente para secretarias, a partir desta semana. De acordo com Padilha, até agosto todos os registros de novos casos da doença terão de ser feitos por esse sistema.

O ministro anunciou nesta quinta-feira, 16, a edição de uma portaria para regulamentar a dedução fiscal de empresas que contribuam com doações para medidas de combate ao câncer e reabilitação de pessoas com deficiências. A partir de amanhã, com a publicação da regra, entidades sem fins lucrativos poderão se credenciar no Ministério da Saúde. Depois do credenciamento, elas devem apresentar projetos candidatos à doação. "Eles serão tanto na área de assistência, quanto de pesquisa ou para aquisição de insumos", disse o ministro.

Aprovado, empresas poderão sair em busca de parceiros. Empresas e pessoas físicas que fizerem doações poderão abater do seu imposto de renda as contribuições.

Dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que este ano deverão ser registrados 518 mil novos casos da doença no País. Não há levantamento no ministério sobre quantos pacientes têm o diagnóstico da doença já em estágio avançado. O câncer é responsável por cerca de 15% das mortes do País.








Fonte:www.dgabc.com.br

Segundo Instituto 20 mil brasileiros terão câncer causado pelo trabalho


Estima-se que aproximadamente 20.000 brasileiros serão diagnosticados neste ano com algum tipo de câncer relacionado ao trabalho, segundo informou nesta segunda-feira (30), o diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Luiz Antonio Santini. O dado foi anunciado junto com a divulgação das Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, documento produzido pelo Inca. De acordo com a publicação, ao menos 19 tipos de câncer — entre eles o de pulmão, pele, fígado e laringe — estão relacionados à ocupação profissional do paciente. Trabalhadores das áreas da beleza, aviação, química e farmácia são alguns dos mais expostos ao risco da doença.

Estima-se que entre 8% e 16% de todos casos de tumores malignos sejam causados pelo trabalho. A publicação indica que o contato frequente com determinadas substâncias é um fator importante no aumento do risco de certos tipos de câncer. De acordo com o Inca, isso pode ser atribuído tanto a compostos considerados cancerígenos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como o amianto, quanto a produtos aparentemente inofensivos, como poeira de madeira ou de couro.




Fonte:Veja

Contribuinte poderá deduzir do IR doação para tratamento do câncer


Empresas e pessoas físicas poderão deduzir do Imposto de Renda (IR) doações ou patrocínio a instituições filantrópicas dedicadas ao tratamento de câncer e reabilitação de pessoas com deficiência. A medida integra o pacote de incentivo à indústria nacional, anunciado na última terça-feira (03) pelo governo federal.

As doações e os patrocínios entram no cálculo do abate no imposto limitado a 6% para a pessoa física e 4% para empresas, conforme detalha a Medida Provisória (MP) 563, publicada na quarta-feira (04), no Diário Oficial da União. A MP cria os programas Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e de Apoio à Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD), que possibilitam as deduções. A dedução poderá ser feita na declaração do IR de 2013, que trará os dados financeiros dos contribuintes deste ano.

O contribuinte pode fazer a doação por meio de quantias em dinheiro, transferência de imóveis, cessão de equipamentos, pagamento de despesas de conservação e reparo de móveis, imóveis e equipamentos e fornecimento de remédios, alimentos e material de uso hospitalar.

Segundo o Ministério da Saúde, a ideia é captar recursos para ampliar a oferta de diagnóstico e tratamento de pessoas com câncer e aumentar o acesso à reabilitação e adaptação de pessoas com deficiência por meio do uso de órteses, próteses e outros meios de locomoção.






Fonte: Agência Brasil

Pesquisa mede nível de radiação natural na região

Área é conhecida pelos altos índices de radiação devido à existência de urânio

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer, em parceria com a Comissão Nacional de Energia Nuclear, pretende medir o nível de radiação natural no planalto de Poços de Caldas.

Por isso, começaram a ser instalados equipamentos dentro das casas de três cidades da região: Poços de Caldas, Caldas e Andradas. Ao todo, foram escolhidas 160 residências por sorteio para serem avaliadas. A pesquisa será realizada na região devido a área ser conhecida pelos altos índices de radiação natural, principalmente devido à existência de minérios como urânio.

Os equipamentos são instalados em alguns cômodos da casa como o quarto e a sala. A intenção é identificar se os níveis de radiação estão elevados. A pesquisa será dividida em duas etapas: primeiro os aparelhos vão mediar a radiação durante seis meses, no período mais quente do ano. Depois eles devem ser retirados e encaminhados para análise. Outros medidores serão instalados nos mesmos locais para as demais épocas do ano.

A preocupação dos moradores com os níveis de radiação é antiga, desde a época da instalação das Indústrias Nucleares do Brasil, em Caldas, na década de 1980. A INB chegou a produzir um concentrado de urânio. Dessa atividade, sobraram cerca de 11 mil toneladas de um resíduo chamado "Torta 2", uma mistura de tório e urânio, minérios radioativos que ficam armazenados em depósitos.



Fonte:eptv

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e bebida, diz pesquisa.




O tabaco, substância presente no cigarro, e o consumo de bebidas alcoólicas sempre foram apontados como um dos principais fatores para desenvolvimento de câncer na região da garganta. Pois agora cientistas afirmam que o sexo oral ocupa o topo da lista entre os comportamentos de risco.

Pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriu que o vírus HPV atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O papiloma vírus humano pode provocar lesões de pele ou em mucosas. Existem mais de 200 variações com menores e maiores graus de perigo. Um deles é o causador de verrugas no colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.

Homens com mais de 50 anos costumavam ser as principais vítimas do câncer de garganta. Principalmente aqueles com histórico de fumo e consumo de bebida alcoólica. Mas o problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos em homens com menos de 50 anos devido ao vírus.

Outros países como Inglaterra e Suécia também identificaram aumento da doença devido ao HPV. Na Suécia, apenas 25% dos casos tinham relação com o vírus na década de 1970 e, agora, o índice chega a 90%, de acordo com uma das pesquisadoras, a professora Maura Gillison.
Segundo ela, alguém infectado com o tipo de vírus associado ao câncer de
garganta tem 14 vezes mais chances de desenvolver a doença. "O fator de risco aumenta de acordo com o número de parceiros sexuais e especialmente com aqueles com quem se praticou sexo oral", afirmou a pesquisadora.

Os resultados do levantamento vão ao encontro de outros já feitos sobre o mesmo tema, como o realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Realizado no ano passado, o estudo apontou que pessoas que tiveram mais do que seis parceiros com quem praticaram sexo oral tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta. Nos que já haviam tido algum tipo de infecção provocada pelo HPV, o risco subia para 32 vezes.

Os médicos que realizaram o levantamento sugeriram que homens também sejam vacinados contra o vírus, como é recomendado para as mulheres. Em países como Inglaterra, meninas de 12 e 13 anos recebem a vacina contra HPV e, segundo dados, previne até 90% dos casos de infecções.

No Brasil, há dois tipos de vacinas disponíveis, contra os tipos mais comuns de câncer do colo do útero, mas o governo alerta que não há evidência suficiente da eficácia da vacina, o que só poderá ser observado depois de décadas de acompanhamento. O governo também recomenda a prática de sexo seguro como a melhor maneira de se prevenir.






Fonte:jb.com.br