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Facebook:Candidatos que postaram foto de prova do Enem em redes sociais serão eliminados


Candidatos que postaram foto dos cartões de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou relatos a respeito do mesmo em redes sociais, já dentro das salas onde haveriam aplicações da avaliação, serão eliminados. A informação foi divulgada na tarde deste sábado (3) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem.

De acordo com o  órgão, ainda não há o total de eliminados, mas alguns casos aconteceram antes do início das provas, quando fiscais viram os jovens fotografando cartões de respostas.

Os estudantes que não foram flagrados no momento da postagem ainda poderão ser desclassificados caso as mensagens sejam encontradas nas redes sociais mesmo depois da realização do exame.

O Ministério da Educação encaminhou à Polícia Federal os nomes dos candidatos que entraram com celular nos locais de prova do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), fotografaram os cartões das provas e postaram em páginas de redes sociais.

No ano passado, ao menos oito jovens foram desclassificados por "tuitarem" dentro das salas no primeiro dia de provas.







Fonte: O Tempo

Candidatos têm até hoje para divulgar campanhas


A dois dias das eleições municipais, os cerca de 480 mil candidatos têm até o fim da noite desta sexta-feira (5) para a divulgação paga, na imprensa escrita e na internet, da propaganda eleitoral. No sábado (6), véspera da votação, será o último dia para o eleitor receber a segunda via do título. O sábado também é a última oportunidade de fazer propaganda eleitoral usando alto-falantes e amplificadores de som.

As votações, no dia 7, ocorrem das 8h às 17h. No dia da votação os eleitores poderão manifestar publicamente suas preferências, usando camisas, bonés e adereços dos candidatos, mas é proibida a propaganda eleitoral por meio de grupos de pessoas e carros de som.

A expectativa é que aproximadamente 140 milhões compareçam às urnas para escolher o prefeito e o vereador. Por determinação do Tribunal Superior Eleitoral, o horário de vigência da Lei Seca cabe a cada Tribunal Regional Eleitoral (TRE), segundo suas  necessidades.

Em geral, os TREs optam por proibir a venda de bebidas alcoólicas a partir das 22h de sábado até as 18h de domingo. O objetivo da chamada Lei Seca é garantir equilíbrio aos eleitores durante a votação, impedir desentendimentos e acidentes envolvendo o consumo de bebidas alcoólicas.






Fonte: Agência Minas

Fama-MG: Denuncia de poluição visual na propaganda eleitoral


Uma denúncia de poluição visual na propaganda eleitoral foi feita, não se sabe ainda por quem, em Fama Sul de Minas.

Fato é que, hoje (22/09) já se via trabalhadores a serviço de partidos apagando (pintando de branco) muros onde existem propagandas de candidatos.

O Tribunal Superior Eleitoral publicou a Resolução nº 23.370/2011, com as regras sobre propaganda eleitoral a serem seguidas nas eleições de 2012. Estão relacionados abaixo os tipos de propaganda mais comuns utilizados por partidos políticos e candidatos em suas campanhas eleitorais, com informações sobre o que pode ou não ser feito. Ressalte-se que estas orientações têm o caráter apenas informativo, não sendo dispensável, portanto, a leitura integral da legislação sobre o tema.

O site do TRE-MG deixa claro o que pode e o que não pode na propaganda eleitoral:

Clique aqui para saber mais detalhes sobre as regras e tire suas conclusões.

Candidatos apelam para atrair atenção do eleitorado

Com a democratização do acesso à política, candidatos desconhecidos lançam mão de táticas cada vez mais chamativas para conquistar potenciais eleitores. Embora a maioria se limite ao viés cômico, alguns candidatos apostam em propagandas que ficam no limite entre a liberdade de expressão e de ideias, permitida no regime democrático, e práticas ilegais, proibidas pela legislação eleitoral e pela legislação comum.



Conheça casos que já criaram polêmicas no horário eleitoral gratuito e que já viraram história na Justiça. Será que vale a pena levar adiante determinadas plataformas políticas? 

Em Florianópolis, a candidatura de Lucas de Oliveira ao cargo de vereador virou caso de polícia. Defendendo a legalização da maconha como principal proposta de campanha, ele imprimiu a folha da cannabis sativa em seu material de divulgação, e distribuiu santinhos junto com trituradores da erva e papel de seda, usado para consumo da droga.


O candidato alegava o direito de defender a legalização da droga, conforme decisão recente do Supremo Tribunal Federal, mas a campanha foi barrada nesta semana pela Justiça Eleitoral do estado. Em sua decisão, o juiz Luiz Schuch afirma que a campanha “chega a ser chocante pela ousadia e desrespeito à legislação eleitoral e penal”. O promotor de Justiça Sidney Dalabrida pediu a instauração de inquérito policial para investigar Oliveira por tráfico de drogas devido ao material apreendido com o candidato.

Atualmente, a legislação eleitoral proíbe que candidatos usem a propaganda para prometer vantagens, incitar a guerra e a violência, promover preconceito de raça ou de classes, instigar a desobediência às leis ou atacar os símbolos nacionais. Críticas entre rivais são permitidas, desde que os candidatos não pratiquem injúria, calúnia ou difamação.

A lei é vaga, no entanto, ao dizer que os candidatos não devem empregar “meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais”. Isso abre brecha para que algumas situações só possam ser decididas caso a caso, quando levadas à Justiça.

É o caso da exploração da sexualidade. No Ceará, a ex-stripper Déborah Soft usa um decote generoso em seu santinho, enquanto em São Paulo a candidata Suelem Aline Mendes Silva, autodenominada Mulher Pêra (como registrado no TSE), postou em seu site oficial uma foto só de calcinha, com o número de registro eleitoral gravado nas nádegas. “Quando a alusão à imoralidade extrapolar o senso comum, o principio de liberdade de expressão pode ser relativizado”, analisa Marcelo Ribeiro.

Para o advogado eleitoral Rodrigo Lago, embora não esteja prevista na lei eleitoral, a exploração de obscenidade com corpus nus ou seminus por candidatos pode ser enquadrada na legislação comum, que proíbe crimes contra a dignidade sexual. Apesar de ser favorável à intervenção mínima da legislação eleitoral no processo político, o advogado acredita que a defesa de uma plataforma pela liberação sexual, de drogas e de porte de armas, por exemplo, não dá ao candidato imunidade para agir como quiser durante a campanha.

Em Joinville (SC), a exibição de um beijo gay na campanha do candidato a prefeito Leonel Camasão também foi parar na Justiça, mas por iniciativa do próprio candidato. Ele procurou o Ministério Público depois que um jornal local publicou que o beijo era “tão asqueroso quanto alguém defecar em público ou assoar o nariz à mesa”. O colunista responsável pela afirmação e o periódico estão sendo processados, mas ainda não há notícia de processo para tirar a campanha do ar.

Para o promotor de Justiça Rodrigo Zilio, algumas plataformas não são apenas polêmicas, mas impossíveis de serem cumpridas. É o caso da legalização de drogas, que só pode ser definida na esfera federal, e não por legislação municipal. “Caso o candidato induza o eleitor a erro, é possível pedir ao juiz que limite essa campanha, sob pena do crime de desobediência”. O promotor lembra que a interferência em campanhas só pode ser solicitada pelo Ministério Público, partidos, coligações e candidatos.









Fonte: Consulado Social

Candidatos fazem 'guerra das bandeiras' em Turvolândia Sul de Minas

Candidatos promovem "guerra das bandeiras" em Turvolândia. (Foto: Jhonatan Paulino Batista Rodrigues)

Uma inovação no modo e fazer campanha política tem agradado os moradores de Turvolândia (MG). Na cidade, o voto dos eleitores fica evidente pela cor da bandeira que está tremulando na porta de cada casa. Disputando o voto de cerca de 4 mil eleitores, os dois candidatos a prefeito só fazem propaganda usando as cores dos partidos nas pontas dos mastros.

A medida tem ajudado a melhorar a limpeza da cidade, já que não há pintura nos muros ou cartazes e santinhos com as propagandas dos dois candidatos. O fato de cada casa ter uma cor, ou melhor, uma bandeira da cor preferida, faz com que uma grande "pesquisa antecipada" seja criada na cidade.

No início da campanha, a disputa era entre quem colocasse as bandeiras mais altas. Algumas chegavam a 15 metros, mas algumas atingiram a rede elétrica e todos foram obrigados a baixar os mastros.





Fonte:Informações G1

Justiça barra 317 candidatos a prefeito que têm ficha-suja


Os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) barraram até agora a candidatura a prefeito de 317 políticos com base na Lei da Ficha Limpa, mostra levantamento feito nos 26 Estados do país. Entre esses fichas-sujas, 10 estão na Bahia. Minas Gerais, com 54 e São Paulo com 53 lideram a lista.

Na divisão por partido, o PSDB é o que possui a maior “bancada” de barrados, com 56 candidatos –o equivalente a 3,5% dos tucanos que disputam uma prefeitura. O PMDB vem logo atrás (49). O PT aparece na oitava posição, com 18 –1% do total de seus postulantes a prefeito.

Todos os candidatos barrados pelos tribunais regionais podem recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A presidente do tribunal, Cármen Lúcia, já disse que não será possível julgar todos os casos antes das eleições, mas sim até o final do ano, antes da diplomação dos eleitos. Os nomes barrados pelos TREs irão aparecer nas urnas eletrônicas, mas todos os seus votos serão considerados sub judice até uma eventual decisão no TSE. Exemplo: se o ficha-suja tiver mais votos, mas seu recurso for rejeitado, assume o segundo colocado na eleição. Entre os barrados, destacam-se o ex-presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti (PP-PE) e a ex-governadora Rosinha Garotinho (PR-RJ).

Severino tenta se reeleger prefeito de João Alfredo (PE) e foi enquadrado na lei por ter renunciado ao mandato de deputado federal, em 2005, sob a acusação de ter recebido propina de um concessionário da Câmara. Já Rosinha Garotinho, atual prefeita de Campos (RJ), teve o registro negado sob a acusação de abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação durante as eleições de 2008.

A maioria dos barrados foi enquadrara no item da Lei da Ficha Limpa que torna inelegível aqueles que tiveram contas públicas rejeitadas por tribunais de contas.
De iniciativa popular, a lei foi sancionada em 2010, mas só passa a valer na eleição deste ano. A lei ampliou o número de casos em que um candidato fica inelegível –cassados, condenados criminalmente por colegiado ou que renunciaram ao cargo para evitar a cassação.

“A lei anterior era permissiva demais”, disse Márlon Reis, juiz eleitoral e um dos autores da minuta da Ficha Limpa. Para André de Carvalho Ramos, procurador regional eleitoral de São Paulo, os próprios partidos vão evitar lançar fichas-sujas. O número deve aumentar, já que em 16 tribunais ainda há casos a serem julgados.

Termina nesta terça-feira(04/09) o prazo para checar dados mostrados nas urnas


A pouco mais de um mês das eleições municipais, o calendário eleitoral encerra uma série de prazos nos próximos dias. Nesta terça-feira (04), por exemplo, termina o prazo para verificar as fotos e os dados dos candidatos que aparecerão nas urnas eletrônicas.

Na quinta-feira (06), termina o prazo para os candidatos substituírem a foto e os dados que serão mostrados nas urnas. Exatamente um mês antes do primeiro turno das eleições, no dia 7, os partidos políticos e candidatos são obrigados a divulgar, na internet, relatório discriminando a estimativa de gastos em dinheiro para o financiamento da campanha eleitoral.

Também na sexta-feira (07), é o último dia para os tribunais regionais eleitorais designem, em sessão pública, a comissão de auditoria para verificar o funcionamento das urnas eletrônicas, por meio de votação paralela.

O dia 7 é o prazo máximo para a publicação, pelo juiz eleitoral, da lista organizada em ordem alfabética, formada pelo nome completo de cada candidato e pelo nome que deve constar na urna eletrônica, também em ordem alfabética, seguidos da respectiva legenda e número. A lista será usada na votação e apuração.

De 26 a 28 de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promove cerimônias para lacrar as urnas eletrônicas que serão usadas no segundo turno das eleições municipais, marcado para 28 de outubro.







Fonte:Informações Agência Brasil

O que é permitido ou proibido para candidatos e eleitores na internet? Saiba aqui


Com a popularização da internet, e também das redes sociais, foi necessário adaptar as leis eleitorais para tratar de questões diferentes daquelas existentes no mundo off-line. As mudanças realizadas em 2009 no código eleitoral passaram a contemplar situações antes inexistentes, como propagandas em blogs.

As restrições são muito maiores para os candidatos. O mesmo rigor não é aplicado aos internautas. Os usuários não têm de se preocupar com a “censura”, pois tanto as mensagens contra e a favor dos candidatos estão liberadas. No entanto, não é permitido que as manifestações sejam feitas de forma anônima. Neste caso, os autores e possíveis beneficiados pelas postagens estão sujeitos a multas entre R$ 5.000 e R$ 30 mil.

Já os políticos que desejam ingressar nos cargos públicos precisam se atentar a uma série de regras, que seriam suficientes para fazer uma cartilha (isso sem falar das regras fora da internet).

Veja a seguir o que os internautas e candidatos podem ou não fazer:

O que é permitido aos internautas:

 Os usuários são livres para postar opiniões positivas ou negativas em relação aos candidatos.

O que é proibido:

- Manifestações ofensivas feitas de forma anônima. Neste caso, os autores das postagens estão sujeitos a multas de até R$ 30 mil.
- Comentários ofensivos ou caluniosos. Quando isso acontece, o candidato tem o poder de solicitar direito de resposta à justiça.

O que é permitidos aos candidatos:

- Campanha eleitoral nos sites dos candidatos, partidos e coligações, desde que os endereços eletrônicos estejam cadastrados na Justiça Eleitoral.
- Utilização de redes sociais como forma de divulgação durante a campanha eleitoral.
- Envio de e-mails aos usuários, desde que o político ofereça um modo para que os internautas retirem o endereço da lista de destinatários eletrônicos.

O que é proibido:
- Hospedagem de informações divulgadas na internet fora do Brasil.
- Campanha eleitoral nas redes antes do dia determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral. As propagandas partidárias são permitidas no máximo em até 90 dias antes da votação.
- Propaganda eleitoral paga de qualquer espécie na internet.
- Veiculação de conteúdo de campanha em sites governamentais.
- Publicação de campanha em sites de instituições privadas, mesmo que a empresa não possua fins lucrativos.
- Receber doação de endereço eletrônico das empresas de serviço de internet.

Punições

Caso algum serviço online descumpra as determinações da lei eleitoral, os candidatos, partidos ou o Ministério Público podem entrar com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral para que a página fique fora do ar durante 24 horas.

Candidato sem noção do ridículo


Minutos após chacoalhar o quadril em ritmo caribenho vestindo uma japona vermelha, o candidato José Serra levou sua quarta multa por carência abusiva de carisma. "Isso é trololó petista. Todos sabem que meu rebolado deixaria Rita Hayworth no chinelo. Sou pós-graduado em malemolência", disse ensaiando um moonwalk. Ao terminar a frase, Serra foi multado novamente.

No início de junho, Serra cometeu a primeira infração ao ser flagrado sorrindo por mais de cinco minutos. Além da punição prevista em lei, o ex-governador foi processado por duas senhoras de Tatuapé por danos espirituais. Quinze dias depois, o candidato incorreu no erro de cantarolar um bolero e recebeu sua segunda multa. A terceira, no final da semana passada, ocorreu quando Serra resolveu contar uma piada de salão. Recebeu um ofício minutos depois de perguntar a uma criança: "Você sabe o que Jesus Cristo disse para o rabino fanho?"

Solícito e atento às causas nacionais, José Sarney ofereceu um tostão de seu carisma em troca de dois cargos comissionados na campanha do tucano.








Fonte:The Piauí Herald


Guia para orientar candidatos às eleições é lançado em Minas Gerais


Os candidatos às eleições deste ano em Minas Gerais não poderão alegar desconhecimento às regras do processo. Foi lançado nesta terça-feira (10), em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o guia do candidato. O evento contou com a presença de políticos, representantes de partidos e da comunidade.

O lançamento foi no Teatro Municipal e o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Antônio Carlos Cruvinel, abriu o evento e destacou a importância da leitura da cartilha por todos os candidatos que vão concorrer às vagas das câmaras e das prefeituras, em todo estado.



A cartilha foi elaborada pelo TRE-MG e traz, em 51 páginas, o passo a passo dos procedimentos que os candidatos devem adotar desde antes do início da campanha até a prestação de contas. São três tópicos principais, que explicam, por exemplo, o que pode e o que não pode ser feito para arrecadar dinheiro para a campanha eleitoral.

A cartilha é um guia de orientação para os candidatos controlarem os financiamentos de campanha, mas também é muito útil para o eleitor entender os procedimentos de arrecadação, gastos e prestação de contas. O eleitor pode acessar o site do TRE-MG para saber quanto e onde o candidato está gastando os recursos e ainda quem são os doadores da campanha.

Sessenta e seis mil exemplares da cartilha serão distribuídos em todos os cartórios eleitorais do estado. Pode ser consultado pelo site do TRE-MG.

Conheça a diferença da campanha nas pequenas e nas grandes cidades de MG


Minas são muitas, também nas eleições municipais. Entre as sete grandes cidades com segundo turno e as 571 com até 10 mil eleitores, o hiato entre campanhas não se restringe ao salto dos milhares aos milhões despendidos nas disputas pelo poder local. Bem longe das redes sociais, nos pequenos municípios a política ainda se faz fundamentalmente na interação olho a olho, no cafezinho de casa em casa e na retórica entre velhos conhecidos, que procura buscar na confiança a promessa de um bom governo. Em quase todas, cinco ou seis famílias formam o tronco original da população, o que torna quase todos os habitantes parentes entre si. Candidatos, no geral, são dois, representantes de grupos que tradicionalmente polarizam a briga pelo voto.

Nesses rincões com pouca atividade econômica, receitas próprias insignificantes e administrações ainda extremamente dependentes de transferências constitucionais, sobretudo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a política mobiliza a população. Na falta do acesso à propaganda gratuita de rádio e de televisão, novas formas de comunicação se integram às campanhas tradicionais – do tipo “carros- televisão”, com vídeos de divulgação sobre os candidatos –, fazendo com que as estimativas de custos, que antes giravam em torno de R$ 20 mil, saltem para R$ 100 mil, a R$ 200 mil e a até R$ 300 mil.

Para além do crescimento galopante dos custos de campanhas nas cidades pequenas, que pode chegar a até 1.400% em relação aos de 2008, as despesas estão, obviamente, longe dos milhões previstos nas cidades com dois turnos, em que são empregados todos os recursos midiáticos e de estrutura tradicional, do planejamento do lado visível da campanha às estratégias do “submundo”. O custo médio estimado de uma campanha competitiva em Betim, Contagem, Juiz de Fora, Uberlândia, Uberaba e Montes Claros será em torno de R$ 15 milhões, sete vezes mais daquele informado à Justiça Eleitoral em 2008.

Em Belo Horizonte, as despesas da candidatura vitoriosa de Marcio Lacerda (PSB) alcançaram no último pleito, entre os gastos do candidato e do comitê de campanha, cerca de R$ 30 milhões. Para esta eleição majoritária, em que os candidatos a prefeito também “carregam” boa parte dos custos de campanha das chapas proporcionais, vencer a Prefeitura de Belo Horizonte continuará muito caro. Na sexta-feira, Lacerda registrou no Tribunal Regional Eleitoral que pretende gastar R$ 35 milhões, enquanto seu principal adversário, Patrus Ananias (PT), R$ 20 milhões.

Salário e poder são alvos de cobiça
As prefeituras são pobres, mas, mesmo assim, os cargos são muito cobiçados. De quando em vez, prefeitos bem avaliados ao fim do primeiro mandato conseguem reunir os grupos políticos numa candidatura única. Assim foi em Presidente Kubitschek, na Região Central de Minas, em José Gonçalves de Minas, no vales do Jequitinhonha/Mucuri, e em outros 24 rincões do estado em 2008. Mas esses são casos específicos, que se verificam dentro desses contextos particulares de reeleição. Em geral a disputa em cidades pequenas polariza entre dois candidatos. Assim foi em 467 municípios nas últimas eleições municipais.

Apesar de os municípios menores sofrerem com a concentração de receitas no governo federal e o acúmulo de responsabilidades, a cobiça pelo cargo de prefeito se dá, em parte, pelo salário de cerca de R$ 8 mil. É uma baita renda em cidades onde a economia movimenta em um ano inteiro menos de R$ 2 milhões. Além disso, há o poder. “Prefeito, seja de cidade grande ou pequena, é prefeito em qualquer lugar. Somos recebidos em todos os ministérios em Brasília”, afirma o prefeito Laurinho (PMDB), de Presidente Kubitschek. Ele conseguiu, na última eleição, reunir todas as forças políticas locais em torno de sua reeleição.

As estratégias de campanha são as tradicionais. “É na sola da bota”, diz Laurinho, que, na tentativa de emplacar o seu candidato, voltará a visitar as cerca de mil casas do centro urbano, explicar o que fez em seu governo, entregando em mãos o santinho de seu candidato. “A maior dificuldade de campanhas em cidades pequenas é que todo mundo é parente. Há na cidade quatro ou cinco sobrenomes. É complicado costurar tantos interesses”, afirma ele.

Se em 2008 Laurinho declarou à Justiça Eleitoral um gasto de R$ 20.961,34, agora, com um candidato adversário pela frente, as coisas serão diferentes. “Uma campanha de prefeito vai custar entre R$ 150 mil e R$ 200 mil. É material de propaganda, comício, aluguel de carro”, enumera ele, lembrando que, para suprir a falta da propaganda gratuita e acesso ao rádio e à televisão, surgem novas formas de abordagem, como os “carros-televisão”, que rodam a zona rural com os vídeos de apresentação dos candidatos.

A campanha política quebra a rotina das cidades, mobiliza dois grupos políticos, e o corpo a corpo seguido dos pedidos de voto é tarefa pessoal. Em Chiador, na Zona da Mata, o prefeito Itibirê Rodrigues dos Santos (PT) ilustra: “Lugar pequeno, não tem como inventar moda, pois conhecemos todo mundo. Vamos de casa em casa e tomamos café com todo mundo”.

A política em Chiador é acirrada, mas não tanto quanto em Gouveia, na Região Central, onde um prefeito nunca conseguiu ser reeleito, e a presença da Polícia Federal para garantir a tranquilidade dos pleitos tornou-se uma constante. “São sempre dois candidatos, um de cada grupo. O povo chama de PFL e PMDB, embora o PFL tenha se transformado em DEM e eu seja do PV”, explica o prefeito Geraldo de Fátima. Recursos são muito escassos. Setenta por cento do orçamento de Gouveia, de R$ 20 milhões, provêm das transferências constitucionais. A arrecadação própria é residual, até porque os eleitores do grupo adversário costumam não recolher o IPTU, na expectativa de que o seu candidato retome a prefeitura. Apesar disso, todos querem governar, até para não deixar o “inimigo” tomar o poder. “A campanha é tradicional, de casa em casa, com reuniões na zona rural. Mas, com tanta disputa, não custará menos de R$ 300 mil”, estima Geraldo.

 O LADO PERVERSO DA DISPUTA
Apesar de no geral a população das grandes cidades se envolver muito menos com a política, a competição pelas prefeituras chega a 10 ou mais candidatos. Os gastos explodem, não apenas com a faceta visível das campanhas – o programa eleitoral, os comícios, o material de divulgação das campanhas majoritárias e de vereadores e as equipes contratadas para abastecer as mídias sociais –, mas, sobretudo, com a propaganda negativa.

No “submundo” da política, há cabos eleitorais “ocultos”, contratados para frequentar táxis, ônibus e aglomerados para difamar candidatos em “depoimentos” pessoais que relatam fatos desabonadores. Nas redes sociais, as estratégias variam de ataques diretos, com equipes voltadas para abastecer “correntes”, a ataques indiretos, por meio de peças publicitárias postadas no YouTube sob a forma de vídeos humorísticos desqualificando o adversário. Além disso, há os já tradicionais candidatos “laranja”, em geral de legendas nanicas, que “vendem” o seu espaço de propaganda gratuita, atacando os adversários de quem pagar mais.

Se em Juiz de Fora, Uberlândia, Montes Claros, Uberaba, Betim e Contagem uma campanha competitiva não custará menos de R$ 15 milhões e empregará a mais sofisticada parafernália para conquistar prefeituras, em Belo Horizonte, os gastos chegarão a quase R$ 60 milhões – isso, considerando apenas o que foi informado oficialmente pelos principais candidatos.

Como é a campanha em MG

Nas pequenas cidades
» Corpo a corpo, de casa em casa, para um café e muita conversa
» Cartazes
» » Pequenos comícios
» Material de campanha para candidatos a vereador aliados
» Novos recursos do tipo “carros-televisão”

Nas grandes cidades
» Planejamento estratégico para a definição dos eixos estruturantes e conceito da retórica da campanha
» Equipe para a elaboração do programa de governo, segundo os eixos apontados pelo planejamento estratégico
» Equipe para vasculhar a vida dos adversários e embasar os ataques de campanha
» Equipe para atuar nas mídias sociais
» Equipe de comunicação para as mídias tradicionais
» Contratação de agências para a elaboração do programa eleitoral gratuito de rádio e de televisão
» Material de campanha majoritária: cartazes, santinhos e outros
» Cabos eleitorais e “torcidas” para a recepção de candidatos em debates e em eventos








Fonte: Estado de Minas

Começou: a partir desta sexta-feira é permitida a propaganda eleitoral


A partir desta sexta-feira (06) é permitida a propaganda eleitoral dos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador nas Eleições 2012, de acordo com a Lei das Eleições (Lei 9504/97). A Resolução TSE 23.370/2011 trata das regras de propaganda eleitoral que partidos, coligações e candidatos precisam seguir e das condutas proibidas na campanha deste ano.

Pela resolução, a realização de qualquer ato de propaganda eleitoral ou partidária, em local aberto ou fechado, não depende de licença da polícia. Na campanha, são proibidos propaganda em outdoors, showmícios ou eventos assemelhados para a promoção de candidatos e a apresentação, remunerada ou não, de artistas com o objetivo de animar comício e reunião eleitoral.

São proibidas na campanha eleitoral a produção, uso e distribuição, por comitê ou candidato, de brindes, camisetas, chaveiros, bonés, canetas, cestas básicas ou outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor. Aquele que desrespeitar essas vedações pode responder por prática de compra de votos, emprego de propaganda proibida e, se for o caso, por abuso de poder.

Convenção do PT em Fama-MG oficializa candidatos


O partido dos trabalhadores de Fama oficializou em convenção realizada esta semana seus candidatos.

Paulinho da Cemig será o candidato a prefeito e para vice será o ex-vereador Cido

Os militantes petistas já se mobilizam na cidade e aguardam o momento do ínicio da campanha.


Em ano eleitoral site traz a ficha política dos candidatos



Em ano de eleições municipais, e um grande volume de candidatos disputando as prefeituras e as cadeiras nas Câmaras Municipais, o site ficha política CLIQUE AQUI traz um panorama completo sobre o desempenho eleitoral dos políticos.

O projeto pretende democratizar as informações sobre os candidatos, com informações detalhadas sobre o desempenho do político, através de um sistema de georreferenciamento que mostra o volume de votos por bairros e cidades, mostrando onde está a sua força eleitoral.

Fundamentalmente o site é uma ferramenta de consulta de desempenho eleitorial dos candidados nas eleições passadas. A consulta é feita por nome e os resultados exibidos são gerais, podendo ser detalhados por município. Além dos resultados, os políticos podem adicionar informações pessoais, para assim exibir uma ficha mais amigável e completa.

O site é uma boa ferramenta para os políticos do município manter um canal de informações para a consulta da população, principalmente neste ano eleitoral. A página do político é personalizavel de acordo como o mesmo queira.








Fonte:panelasdepernambuco

Carlos Alberto Pereira na disputa da Prefeitura de Três Corações

Jornal de Três Corações divulgou notícia de que ex-prefeito de Lavras poderá disputar prefeitura daquela cidade.



O jornal Folha do Sul, da cidade de Três Corações, divulgou uma matéria referente às eleições para prefeito naquela cidade e, segundo o jornal, o ex-prefeito de Lavras, Carlos Alberto Pereira, poderá disputar a Cadeira do Executivo da terra de Pelé.

A matéria fala dos investimentos que o empresário e ex-prefeito de Lavras fez naquela cidade, ela cita a construção de um edifício denominado "King Tower" e diversos loteamentos, tudo construído pelas empresas de Carlos Alberto Pereira.

Segundo a matéria da Folha do Sul, uma pesquisa foi elaborada naquela cidade e os números são bastante favoráveis ao empresário lavrense. A matéria diz ainda que a assessoria de Carlos Alberto Pereira confirma a pesquisa com números favoráveis à candidatura do empresário, e o mais importante, com pontos positivos desde as classes A até a classe D, e com um índice de rejeição pequeno. Segundo aquele jornal, o presidente do PDT na cidade, Paulo Rogério, dá como certa sua presença na disputa em 2012 de Carlos Alberto, que já foi prefeito em Lavras (2001 a 2004)








Fonte:jornaldelavras

Padre pré-candidato ao Nobel da Paz admite ter abusado de menor

Abusos ocorreram quando ele esteve hospedado na casa de tios


O padre e sociólogo belga François Houtart, de 85 anos, um dos idealizadores do Fórum Social Mundial, admitiu ter abusado sexualmente de um primo menor de idade nos anos 70.

Em carta divulgada pelo jornal belga Le Soir, Houtart corrobora algumas denúncias feitas pela irmã da vítima para impedi-lo de concorrer ao Nobel da Paz. Houtart é um dos líderes do altermundialismo, movimento que pede uma alternativa ao capitalismo.

Na carta, o padre conta que os abusos ocorreram quando ele esteve hospedado na casa de tios, nos arredores da cidade de Liège. “Ao atravessar o quarto de um dos filhos, toquei as suas partes íntimas por duas vezes, o que o acordou e o assustou”, descreve Houtart.

O menino, que tinha 8 anos de idade, relatou o ocorrido aos pais. A prima denunciou o caso duas vezes, mas só o tornou público em outubro, em meio a uma campanha de simpatizantes do padre pela candidatura ao Nobel.








Fonte:www.correio24horas.com.br

ESTE É O SERRA DEMAGOGO E MENTIROSO

Serra acusa Marina de participar do “mensalão”. Agora quer os votos do PV




José Serra continua no segundo turno o mesmo demagogo e mentiroso de sempre. Em Minas, Serra elogiou Marina e disse esperar “aproximação” com verdes no segundo turno.”Ela merece respeito e a admiração da minha parte”, disse Serra.

Mas não era isso que Serra pensava quando esteve frente a frente com Marina no debate da Globo. Veja o vídeo confira


Não sei quem são os marketeiros do Serra, mas são ruíns demais e decidiram
agora atirar pra todo lado, isso mostra o desespero de Serra.
Essa última da fita-crepe na cabeça foi demais, chega a ser ridiculo a armação tão mal feita pelos marketeiros de Serra.



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Presidenciáveis preparam maratona por terras mineiras

A candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) virá ao estado, segundo maior colégio eleitoral do país, pelo menos mais duas vezes nos próximos 15 dias.
Um dos focos da passagem de Dilma por Minas é atrair os eleitores que votaram na Marina Silva. A candidata do PV obteve 2,29 milhões de votos no estado. “A nossa intenção é fazer uma campanha específica mineira, em que a candidata reafirme os seus compromissos com o estado”, disse o presidente do PT e coordenador da campanha em Minas, Reginaldo Lopes. A duplicação da BR-381 até Governador Valadares, universidade para todas as regiões, a ampliação do número de escolas técnicas e os investimentos do Programa de Aceleração e Crescimento (PAC 2), serão dos temas que Dilma vai usar com mais ênfase.

Reginaldo Lopes ressaltou que o objetivo é politizar a campanha. “A nossa intenção é fazer o contrário do que o adversário (José Serra, do PSDB) está tentando fazer, reduzindo o debate político a temas que não são prerrogativas do Executivo Nacional e a boatos e invenções”, acrescentou. A coordenação da campanha em Minas se reuniu no sábado para estabelecer o calendário das principais ações para as próximas semanas e a estratégia de atuação. Reginaldo Lopes disse que a intenção é de que Dilma participe do encontro com prefeitos no fim da semana e, no dia 23, esteja num evento que pretende mobilizar pessoas para dar um abraço na Avenida do Contorno. O presidente Lula também vem a Minas mais uma vez, até o dia 31.