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Cantora mineira Clara Nunes: 30 anos de saudade

Clara faleceu aos 39 anos, no Rio de Janeiro

Há exatos 30 anos, o Brasil chorava a perda do canto imponente de Clara Nunes. A mineira, com vestido rendado, pulseiras, tiaras e farta cabeleira vermelha evocava as raízes africanas em seu samba, que sacramentou o poder feminino na música brasileira. Com o LP 'Alvorecer', ela foi a primeira mulher a ultrapassar a marca de 500 mil cópias vendidas. Sua interpretação e sua estética inspiram até hoje gerações de cantoras e parceiros antigos não cansam de reverenciar a diva que teria completado 70 anos em 2012. “Clara era a própria representação da força brasileira. Veio de uma pequena cidade mineira chamada Paraopeba e nunca perdeu a simplicidade e a humildade. Ela marcou a alma do povo pelo canto simples e pela maneira de ser”, afirmou Paulo César Pinheiro em entrevista feita em 2011. Viúvo da cantora, ele teve mais 20 composições gravadas por ela — hoje em dia prefere não comentar o passado.


No Rio de Janeiro, a memória de Clara pulsa nas obras de antigos parceiros. Delcio Carvalho teve sua história transformada pela cantora e acabou mudando o curso da carreira dela também: ele é o compositor da música 'Alvorecer'. “Depois, Clara gravou 'Derramando lágrimas'. Cheguei a mostrar 'Sonho meu' (criada com Dona Ivone Lara), mas achei que ela não tinha gostado. Sorte que Maria Bethânia estava procurando algo para gravar, gostou e a música acabou acontecendo (risos). Com exceção das que já nasceram na tradição, como Elza Soares, Clara foi a maior cantora de samba do país”, lembra o sambista carioca.

Material raro

As homenagens a ela nunca cessaram, mas ganharam fôlego com a proximidade do septuagésimo aniversário. Na Sapucaí, o enredo de 2012 da Portela foi “... E o povo na rua cantando. É feito uma reza, um ritual”, saudando a Bahia e Clara. Em dezembro, o Canal Brasil exibiu uma série com depoimentos de amigos e familiares, primeiro episódio de uma sequência de tributos organizados pelo jornalista Vagner Fernandes, autor da biografia 'Clara Nunes — Guerreira da utopia'.

“O objetivo da série Clara era traçar um panorama da trajetória da Clara artista e da Clara mulher. Mas tínhamos o tempo como limitador. Há muito o que se falar sobre ela, então a série será ganhará materiais extras antes de chegar aos cinemas”, conta Fernandes. Além do filme dirigido por Darcy Burger, o biógrafo revisou os 16 álbuns da cantora — que serão relançados em formato avulso e em box — e reeditou o livro lançado em 2007 e há um ano e meio esgotado nas prateleiras. “É uma edição revista e ampliada. Quero incluir informações como o encarte todo em japonês de um programa que ela participou naquele país, e áudios inéditos”.

A mineira destacava-se pela voz e a intensidade nas interpretações

Entre essas raridades estão as gravações do show Sabor bem Brasil, em que Clara canta ao lado de Luiz Gonzaga, João Bosco, Waldir Azevedo e Altamiro Carilho; da apresentação em Abidjan (Costa do Marfim) com João Nogueira; e dos ensaios do show Sabiá, sabiô, com direção de Hermínio Bello de Carvalho.

Os materiais são do técnico de som Genival Barros, que trabalhou com a artista mineira e hoje faz parte da equipe de Roberto Carlos. “Fui buscar outra gravação com o Genival, quando ele disse que teria algo melhor do que eu procurava. Isso foi no fim de 2011. Sabiá, sabiô tem músicas que não faziam parte da discografia oficial dela, como Quando o carnaval chegar, de Chico Buarque”, diz Fernandes.


Assim como os projetos anteriores, uma exposição dedicada à cantora está prevista para o segundo semestre deste ano. A mostra acontecerá no Rio e terá vídeos, áudios e imagens inéditas. “Quero contar de fato quem foi Clara Nunes. Dar a Clara o que ela merece. Ela é uma das maiores cantoras do Brasil. E digo no presente porque 30 anos depois ela continua sendo lembrada. Clara e sua obra são atemporais”.

Assista ao vídeo de Clara Nunes interpretando 'Canto das três raças', de Paulo César Pinheiro


Fonte: Informações Estado de Minas

Luciana Andrade volta aos palcos no Sul de Minas

A cantora, compositora e violonista varginhense Luciana Andrade retorna aos palcos com show solo: “O amor e o tempo”.
A estreia será dia 20 de setembro, no Café Paon, e também celebra o aniversário da cantora. No set list, influências de pop e rock com composições autorais e versões de artistas diversos. A banda é composta por: Luciana Andrade (voz/violão), Fábio Russo (guitarra/violão), Jhony Maia (baixo) e Leo Baeta (bateria).

Luciana ficou famosa em todo o país pela participação no Grupo Rouge. Para ser escolhida como uma das cantoras do grupo, passou por uma seleção, disputando espaço com cantoras de todo o país, em um reality show no SBT.




Fonte: Blog do Madeira

Mart'nália diz estar 'Tudo certo' após acidente em Minas Gerais


“Tudo certo!” foi o que Mart'nália colocou em seu Twitter na noite deste domingo (24). A cantora tranquilizou os fãs após ter se envolvido em um acidente rodoviário depois de fazer um show na cidade de Ressaquinha, Região Central de Minas Gerais. Mart'nália postou uma foto em que aparece com a mão direira enfaixada por ter sofrido uma fratura no pulso.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o ônibus, que seguia no sentido Rio de Janeiro, transportava a cantora e os integrantes de sua banda. Uma pessoa morreu e outras 15 ficaram feridas em um acidente envolvendo um ônibus fretado e um veículo de passeio na madrugada deste domingo (24), na BR-040, altura do km 682.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros um automóvel Gol chocou-se lateralmente contra a dianteira do ônibus. Com a colisão, o ônibus saiu da pista e caiu em uma ribanceira de aproximadamente oito metros. O motorista da viação, Sebastião Manoel Teixeira Gomes - que segundo informações da PRF estava sem cinto - foi arremessado para fora do veículo e morreu na hora.

As 15 pessoas feridas também foram levadas para a Santa Casa com ferimentos leves, mas já foram liberadas, segundo informações da assessoria do hospital.









Fonte: O Tempo

Uma pessoa morre e outras 18 ficam feridas em acidente com ônibus que transportava cantora Mart'nália


Uma pessoa morreu e outras dezoito ficaram feridas em um acidente envolvendo um ônibus fretado e um veículo de passeio na madrugada deste domingo (24), na BR-040, altura do km 682, na cidade de Ressaquinha, a 154 quilômetros da capital, na Região Central do Estado. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o ônibus, que seguia no sentido Rio de Janeiro, transportava a cantora Mart'nália e os integrantes de sua banda.

Segundo PRF, por volta de cinco horas da manhã deste domingo (24), um automóvel Gol chocou-se lateralmente contra um ônibus da empresa TJ Transportes Turismo, que vinha em direção contrária. Com a colisão, o ônibus saiu da pista batendo na vegetação de eucaliptos da região. O

O motorista da viação, ainda não-identificado, que estava sem cinto, foi arremessado para fora do veículo e morreu na hora. O motorista do Gol, também sem identificação, teve várias fraturas. Outras 18 pessoas - todas também sem cinto - ficaram feridas, em maioria levemente. Segundo a PRF, uma pessoa está em estado grave. Todas foram encaminhadas para a Santa Casa de Barbacena.

 A cantora voltava de um show em Belo Horizonte e seguia para o Rio de Janeiro no ônibus, juntamente com os músicos. Mart'nália teria quebrado uma das mãos. A artista estaria de viagem marcada para a Inglaterra. Ainda não há informações sobre o estado dos integrantes da banda da artista.











Fonte: O Tempo

Há 30 anos morria a cantora que fez show em Lavras em 1976


A "Pimentinha", assim o poeta Vinícius de Morais a chamava. Em 1976 ela cantou no Lane-Morton.


Hoje, dia 19 de janeiro, está fazendo 30 anos que morreu Elis Regina, considerada a melhor cantora do Brasil. A notícia de sua morte, na época, provocou um choque nacional. Cheia de vitalidade nos seus 36 anos, Elis Regina de Carvalho Costa, três filhos, gravou 27 LPs, catorze compactos simples e seis duplos, que venderam algo como 4 milhões de cópias.

Elis Regina em 1976 lançava seu show e LP de maior sucesso, o "Falso Brilhante", o show rodou o Brasil e foi apresentado em Lavras, no auditório Lane-Morton.

Todos os ingressos foram vendidos e o show foi um sucesso. Após a apresentação ela voltou para o hotel onde estava hospedada, o Vitória Palace, mas não foi para o apartamento, saiu com um grupo de pessoas da cidade e foi para o Chaleco, uma boate que existia na Zona Norte da cidade.

Já era madrugada quando o grupo a deixou na porta do hotel, ela agradeceu a todos, disse que foi uma noite maravilhosa e que voltaria a Lavras para cantar de novo e encontrar os amigos que ela fez naquela noite. Ela nunca voltou, mas deixou muita saudade.







Fonte:jornaldelavras

Wanessa Camargo afirma que é gay


A notícia caiu como uma bomba na internet chegando a congestionar blog

A cantora Wanessa Camargo, que tem direcionado seu trabalho para o público GLS, afirmou, em entrevista à revista “Contigo!”, que ‘ser gay’ para ela não é apenas sentir atração pelo mesmo sexo e sim “um estado de espírito”.

Questionada por um leitor da publicação sobre suas razões para ter mudado seu publico alvo, já que não é homossexual, Wanessa respondeu que na verdade é sim gay, pois se comporta como tal, tendo a palavra um significado diferente para ela. "Quem disse a você que eu não sou gay? Quem te disse que ser gay é só gostar do mesmo sexo? Para mim, ser gay é um estado de espírito. Ser homossexual é gostar do mesmo sexo, OK, mas mesmo eu tendo apenas atração por homens não me vejo menos gay que muita gente. Gay, para mim, é alguém que luta todo os dias com a intolerância e que entende que o mundo é feito de diferenças. E eu me vejo assim. Tenho comportamento e mente gays", afirmou.

Fonte:www.arenafama.com