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Construções às margens do Lago de Furnas terão que ser demolidas

Construções de uma casa de veraneio às margens do Lago de Furnas terão que ser demolidas. A informação é do Ministério Público Federal (MPF), que informou que conseguiu, em ação civil pública proposta em defesa das Áreas de Preservação Permanente (APP), a condenação da proprietária do imóvel.

Segundo o MPF, além do imóvel construído no Loteamento Ecológico Porto Itambé, no município de Ibiraci, região Sul de Minas, a mulher ergueu garagem para barcos, área de lazer e rampa de acesso até o interior da represa, além de executar terraplanagem e paisagismo, com a retirada da vegetação nativa e introdução de espécies exóticas.

Ela agora terá de demolir todas essas edificações e benfeitorias, retirando o entulho resultante das demolições. Somente as casas serão preservadas, porque foram construídas fora da área de 30 metros até a represa.

Ainda conforme a decisão, a proprietária deverá recuper o local, elaborando e executando projeto de adequação ambiental previamente aprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama). As ações de recuperação deverão ter início em no máximo 180 dias, sob pena de pagamento de multa diária no valor de R$ 1 mil.

Sentença

Para o magistrado que proferiu a sentença, os danos ambientais causados pelas intervenções são incontroversos. Conforme laudo pericial, “A intervenção ocorreu com várias terraplanagens com a construção de 02 platôs, retirando a vegetação de gramíneas ali existentes e expondo o solo a intempéries, construção de duas casas de alvenaria, área de lazer, gramado, plantio de palmeiras, pomar, bomba para captação de água, rampa de concreto que dá acesso até a represa, iluminação, píer, pesqueiro e garagem para barcos”.

Isso tudo exatamente na faixa de 30 metros às margens do rio Grande, que constitui Área de Preservação Permanente, espaço especialmente protegido pela legislação ambiental. Nessas áreas, conforme o MPF, só são possíveis intervenções mediante autorização do órgão competente e somente nas hipóteses de utilidade pública, interesse social ou de baixo impacto ambiental, o que não foi o caso.



Fonte:Hoje Em Dia

Casas de shows e eventos de Lavras estão sendo notificadas pela Prefeitura

Foto ilustrativa extraída do site: turismo.culturamix

O setor de fiscalização de Indústria e Comércio, da Prefeitura de Lavras, começou ontem, segunda-feira, dia 28, a notificar todas as casas de shows e de eventos da cidade, tanto na zona urbana quanto na zona rural, a procurar o Corpo de Bombeiros para que seja feita a vistoria em seus estabelecimentos; os fiscais deram um prazo de dez dias aos proprietários destes estabelecimentos.

Caso não seja cumprido a determinação, os estabelecimentos poderão ter seus alvarás de funcionamentos cassados. Segundo o Assessor Especial de Desenvolvimento Econômico, Hélio Teixeira, cerca de 25 a 30 estabelecimentos serão notificados.

O Departamento Jurídico da Prefeitura de Lavras será comunicado de todos os estabelecimentos notificados, bem como a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros. A medida visa unicamente preservar a integridade física dos frequentadores das casas de shows e eventos.










Fonte: Jornal de Lavras

Casas noturnas serão vistoriadas no Sul de Minas


Após a tragédia que matou pelo menos 231 pessoas e deixou pelo menos 80 feridas durante o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), casas noturnas vão passar por novas vistorias no Sul de Minas. Em Poços de Caldas (MG), o secretário municipal de Serviços Públicos, José Muniz Alves, determinou a revisão dos alvarás e autos de vistoria do Corpo de Bombeiros nas casas noturnas, clubes e boates da cidade.

Segundo o tenente Douglas Martins Soares, responsável pela 2ª Cia de Bombeiros de Poços de Caldas (MG), a companhia compreende 10 municípios e entre eles existem 57 projetos de recepção de público, sendo que pelo menos 30 estão localizados em Poços e apenas 18 estão com o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) em dia.  Ainda segundo o Corpo de Bombeiros da cidade, 33 clubes, boates e casas noturnas não têm o AVCB e estão em processo de obtenção junto aos bombeiros. Seis estão com o documento vencido e em processo de renovação.

A legislação prevê que todo estabelecimento que tenha recepção de público deve ter um projeto, assinado por um engenheiro responsável e adequado às normas de prevenção contra incêndio e pânico, com saídas de emergência proporcionais em tamanho e quantidade em relação à capacidade de lotação. “O que pode acontecer são problemas de superlotação. Casas noturnas com capacidade para 500 pessoas que dobram o número de pessoas. Este é um fator que aumenta o risco de acidentes e de uma tragédia, por exemplo”, explicou o tenente do Corpo de Bombeiros.

Em relação à fiscalização, ele explica que elas são feitas conforme a demanda que chega ao escritório do Corpo de Bombeiros, além das denúncias recebidas e dos novos empreendimentos.  “O que temos que ressaltar é que em grande parte das vezes, os bombeiros fazem a vistoria, emitem o AVCB e declaram que não há riscos, mas os donos dos estabelecimentos desrespeitam o número máximo de pessoas permitidas no recinto, mudam o projeto original e não comunicam os bombeiros, entre outros procedimentos que podem provocar acidentes”, disse.

Já no que diz respeito à fiscalização por parte da Prefeitura de Poços de Caldas, o secretário de Serviços Públicos garante que os casos serão analisados. “Estamos estudando como proceder, mas certamente faremos vistorias nos estabelecimentos da cidade. Ainda não tenho como precisar quantos são, mas vamos rever as licenças de várias empresas”, comentou José Muniz Alves.

Auto de Vistoria e alvará de funcionamento
Em Poços de Caldas, as danceterias, boates ou casas de shows precisam de dois documentos para funcionar. O primeiro é o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, emitido pelo próprio órgão após uma minuciosa vistoria que atesta, por meio de um documento, se o local possui e segue corretamente as normas de prevenção contra incêndio e pânico. Na cidade, o documento tem validade de três anos.
Após conseguir o AVCB dos Bombeiros, o local precisa passar também por uma vistoria da Prefeitura, que concede então o alvará ou licença de funcionamento e que deve ser renovada anualmente.
O problema, no entanto, segundo o secretário de Serviços Públicos, é que muitos estabelecimentos solicitam o alvará para um tipo de serviço e atuam em outro. “Muitas pessoas conseguem alvará para funcionarem como restaurante, mas trabalham e funcionam como boate e casa noturna. Por isso é imprescindível que façamos um novo levantamento e vistoria”, disse José Muniz Alves.
Na região
Em outras cidades do Sul de Minas, a informação é de que novas vistorias serão feitas em casas noturnas com o objetivo de prevenir acidentes. Em Varginha, segundo os bombeiros, apenas uma das 18 casas noturnas do município está com a autorização de segurança vencida e será notificada. Em Pouso Alegre, pelo menos 70% das casas noturnas estão em dia e o restante está sem autorização ou em processo de regularização.

Segundo o capitão Ivan Santos Pereira, entre as casas que ainda não estão regularizadas há irregularidades como a falta de extintores, hidrantes, iluminação de emergência, placas de sinalização de emergência e barras anti-pânico.







Fonte: g1

Explosão atinge casas de agentes penitenciários em Campo Belo no Sul de Minas


Uma ação criminosa na madrugada deste sábado (29) no bairro Oliveiros, em Campo Belo, região Sul de Minas Gerais, danificou a estrutura de duas residências onde moram três agentes penitenciários da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), órgão ligado à Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Segundo informações da Polícia Militar (PM), suspeitos usaram um artefato explosivo parecido com dinamite para explodir as casas.

O atentado derrubou duas paredes, destruiu parte da laje de uma das casas, estilhaçou vidros e estragou um portão. Os policiais disseram que ninguém ficou ferido e as casas estavam vazias no momento da explosão. O local foi isolado para a perícia apurar o caso. Um engenheiro da prefeitura de Campo Belo também ajuda nos trabalhos, já que as bombas causaram rachaduras nas paredes, correndo risco de desabamento.






Fonte: O Tempo

Represa se rompe com a chuva e inunda casas

Temporal de meia hora causou estragos na cidade

A chuva novamente causou estragos, ontem à noite, em São Sebastião da Bela Vista, no Sul de Minas. Uma forte chuva caiu por volta das 21h30 fez o ribeirão que passa pela cidade subir cerca de dois metros acima do nível normal. A repersa que fica próxima ao bairro Areião não suportou o volume de água e se rompeu inundando seis casas.

Em pelo menos duas residências, os moradores perderam praticamente tudo. Eles contam que a enxurrada foi muito forte e que em menos de cinco minutos a água tomou conta das casas, derrubando muros e trazendo muita lama e sujeira. A situação já voltou ao normal no bairro. Os acessos aos bairros Areião e Santanal ficou impedido até a manhã desta quinta-feira (2) quando caminhões e máquinas da prefeitura retiraram as barreiras de trra que desceram dos barrancos.

A Defesa Civil do município doou cestas básicas e colchões para as famílias atingidas pela chuva. Ninguém ficou desabrigado.

Granizo

Na semana passada, uma chuva de granizo com ventos fortes já tinha feito estragos na área urbana de São Sebastião da Bela Vista. Pelo menos 30 casas foram parcialmente destelhadas. Dez árvores caíram na praça principal. A energia ficou interrompida por cinco horas e parte da cobertura de um galpão de reciclagem no centro da cidade caiu. Toda a cobertura do estádio municipal foi lançada em cima de duas construções próximas. Ninguém ficou ferido ou desalojado.







Fonte:eptv

Chuva forte alaga casas em bairro rural no sul de Minas

A chuva intensa da noite de quarta-feira no sul de Minas Gerais deixou cerca de 30 pessoas desabrigadas em São Sebastião da Bela Vista. Ontem pela noite havia suspeita de que a represa, que fica próxima ao bairro Areão, havia se rompido com a força das águas. Após análise da Defesa Civil foi verificada que a represa sofreu pequenas danificações e não foi o motivo da inundação nas casas.

"O que houve foi uma grande precipitação de chuva, mas não o rompimento da represa. As águas da chuva passaram pela represa, chegando a danificá-la, mas não foi rompida", disse o coordenador da Defesa Civil, Crisitiano Higi.

Segundo Cristiano, a água que atingiu o bairro rural Areão veio da serra. Com o desastre, seis casas foram inundadas e em duas delas, os moradores perderam todos os seus bens. O coordenador da Defesa Civil disse que as estruturas das casas não foram danificadas. Com as chuvas, os moradores foram para as casas de amigos e vizinhos que não foram atingidas.







Fonte:terra.com.br