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Alcoólatra morre em MG ao beber água por engano pensando que era cachaça


O alcoólatra Pedro Pinga Petrusco, 42 anos, morreu ao confundir agua com cachaça. O caso aconteceu em Monte Alegre de Minas (MG). Pedro Pinga bebe cachaça desde os 4 anos de idade e nunca havia ingerido água. De acordo com o laudo médico, o estomago de Pedro estava adaptado a receber só álcool, de modo que a água provocou uma reação fazendo o organismo rejeitar o líquido e causando a morte.


A mulher de Pedro disse que o marido bebia um gole de cachaça quando acordava, dois copos durante o almoço, um copo no lanche da tarde, um copo no jantar e mais três antes de dormir. "Ele não ficava mais bêbado, bebia cachaça para matar a sede", contou a esposa.



A Polícia de Minas Gerais vai investigar o caso. O delegado, mesmo ciente de que Pedro bebia muito, achou estranho morrer ao beber água. "Ele já deveria ter morrido há tempo, mas por beber muita cachaça e não agua", disse o delegado que apura a tragédia.




Fonte:g17

Causo Mineiro: Falta de assunto


Um dia Zé Ruela arrumou namorada em Tabuí. O rapaz era da roça, mas não perdia festa na cidade, doido pra arrumar uma doida e se ajeitar na vida. Só que Zé Ruela era fraco de inteligência e muito tímido. Ficava sem assunto em presença de rabo de saia. Mas sabia que, com moça da cidade, tinha que ser conversador, tinha que passar a lábia, senão a pretendida desistia.
Primeira vez que foi à casa da moça. Um sufoco. Vestiu sua melhor roupinha, colocou botina gomeira e botou perfume no cangote. Andou bem mais de uma légua até Tabuí.

Chegando à casa da distinta, foi apresentado aos pais, pôs as mãos no bolso e não sabia mais o que fazer. Ainda bem que ela pegou cadeiras e foram os dois para a porta da rua, para ficarem mais à vontade. Zé Ruela, doidinho para agradar, caça assunto em tudo quanto é cantinho da cuca e não acha. Cérebro embotado. Até que surge uma idéia que ele, sem nem pensar muito, casca na namorada.

- Cê já viu onça?
- Eu não!
- Se ocê vê, cê caga!…
A moça deu um sorriso amarelo e começou a achar que entrara numa canoa furada. O Zé, sem desconfiômetro, acreditou que estava agradando. Mastiga outra idéia na cuca e solta:
- Cê já foi mordida de cobra?
- Eu não! Credo!…
- Dói!…
A namorada, agora com certeza de ter entrado em canoa furada, começa a pensar numa maneira de descartar o Zé Ruela. Mas ele ataca de novo:
- Lua bonita, né?
- É…
- Boa pra gente andá no cavalo do vizinho, né?
Nessa hora ela não resistiu e deu uma risada. Teve dó do desajeitamento do rapaz. E ele, pensando que estava por cima da carne seca, comete um atrevimento. Pega no dedinho mindinho dela e fica balançando pra lá e pra cá. A moça, querendo ver no que ia dar, deixou. E Zé Ruela fica lá, balançando o mindinho da moça enquanto assunto não aparecia. Finalmente, cúmulo da intimidade, olhando pro dedinho dela, fala:
- Benhê!… Eu te quebro o dedo!…
A moça, que não esperava por um papo desse tipo, desafia:
- Então quebra!
E ele:
- Trac!!!…
Quebrou o dedo da donzela e o namoro, mal começado, acabou ali mesmo.

Autor: 

Fonte:http://ritapolis.wordpress.com

O ladrão e e a preocupação da polícia

Recebida via-e-mail por um leitor de Montes Claros - MG
Nosso leitor, que preferimos manter no anonimato, afirma que o fato aconteceu.



Eu tenho o sono muito leve, e numa noite notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.
Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.
Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranqüilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não, e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:
- Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no sujeito!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado.
Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e esbravejou:
- Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
E eu respondi:
- Pensei que tivesse dito que não havia nenhuma viatura disponível

Causo do seu Zé Mineiro

Seu Zé Mineiro, pensou bem e decidiu que ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal.

No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:

- O Senhor não disse na hora do acidente ‘Estou ótimo’?

E seu Zé responde:

- Bão, vô ti contá o que aconteceu.

Eu tinha acabado di colocá minha mula favorita na caminhonete…

- Eu não pedi detalhes! – interrompeu o advogado.
- Só responda à pergunta:
- O Senhor não disse na cena do acidente: ‘Estou ótimo’?
- Bão, eu coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia…
O advogado interrompe novamente e diz:


- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, e isso é uma fraude.

Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta.

Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.

-Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:

- Como eu tava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a Rodovia quando uma pick up travessô o sinal vermeio e bateu na minha Caminhonete bem du lado. Eu fui lançado fora do carro prum lado darodovia e a mula foi lançada pro outro lado.

Eu tava muito ferido e não podia me movê. Mais eu podia ouvir a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, percebi que o estado dela era muito feio. Em seguida o patrulheiro rodoviário chegou.

Ele ouviu a mula gritano e zurrano e foi até onde ela tava. Depois de dá uma oiada nela, ele pegou o revorve e atirou 3 vezes bem no meio dos óio dela.

Depois ele travessô a estrada com a arma na mão, oiô para mim e disse:
- Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela.

E, como o senhor está se sentindo?’

- Aí eu pensei bem e falei: Tô ótimo!

CEMIG - Um causo mineiro "CIDADE VAGALUME"

ESTE CAUSO TERIA OCORRIDO NA CIDADE DE MONTES CLAROS , NORTE MINEIRO.

TERIA OCORRIDO NA SUBESTAÇÃO DA CEMIG QUE ALIMENTA A CIDADE E DISTRIBUI PARA A REGIÃO.
A SUBESTAÇÃO FICA NUM ELEVADO DE FORMA QUE SE TEM UMA VISÃO PREVILEGIADA DA CIDADE, COM UMA VISTA DE CARTÃO POSTAL A NOITE.

NOS ANOS 70 OCORREU UM FATO QUE VIROU FOLCLORE DENTRO DA ÀREA DE TRANSMISSÃO DA CEMIG.
O PLANTÃO NA CIDADE, OBSERVOU UMA FALTA GERAL DE ENERGIA,LOGO EM SEGUIDA RETORNOU, VOLTOU A FALTAR E RETORNOU DE NOVO. TENTARAM CONTATO PELO RÁDIO COM A SUBESTAÇÃO E NINGUÉM RESPONDIA. IMEDIATAMENTE TODA EQUIPE SE DESLOCOU AS PRESSAS PARA SUBESTAÇÃO. NA SUBIDA DO MORRO,OBSERVAVAM O ACENDE E APAGA DA CIDADE, PARECENDO UM MONSTRUOSO VAGALUME.

ARROBARAM O PORTÃO DE ENTRADA NO PÁTIO E SE DIRIGIRAM PARA SALA DE CONTROLE.

FICARAM SURPRESOS AO OBSERVAREM O OPERADOR TOTALMENTE PIRADO, LELEZÃO MESMO, FALANDO BAIXINHO COM OLHOS ESBUGALHADOS E FIXOS NA CIDADE ;
- MONTES CLAROS , MONTES ESCURO . E APERTAVA O DESLIGAMENTO GERAL.
- MONTES ESCURO,MONTES CLAROS . APERTAVA O BOTÃO DE RELIGAMENTO GERAL.

COM ENORMES DIFICULDADES O COITADO FOI AGARRADO E LEVADO PARA O HOSPITAL DA CIDADE, ENQUANTO UM DOS PLANTONISTAS ASSUMIA A SUBESTAÇÃO.

ESTE É MAIS UM CAUSO DAQUELES!!!!

CAUSO - Mineiro e o enólogo

— Hummm…
— Hummm…
— Eca!!!
— Eca?! Quem falou Eca?
— Fui eu, sô! O sinhô num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
— Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de
trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas…
— Putaquepariu, sô! E o sinhô cheirô isso tudo aí no copo ?!
— Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
— Cebesta, eu não! Sou isso não sinhô !! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!
— Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
— O sinhô me desculpe, mas eu vi o sinhô sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. Cê tá gripado, é ?
— Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então…
— E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
— O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no…
— Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!
— Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens…
— Hã-hã… Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta…
— O senhor poderia começar com um Beaujolais!
— Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!
— Então, que tal um mais encorpado?
— Óia lá, ocê tá brincano com fogo…
— Ou, então, um suave fresco!
— Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!
— Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
— Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, messs! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta…
— Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
— E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
— Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
— Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engulidô de rôia!
— Mole e redondo, com bouquet forte?
— Agora, ocê pulô o corguim! E é um… e é dois… e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!…

Um causo mineiro - TRAIÇÃO À MINEIRA

U amigu chega pro Carzeduardo i fala:
- Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.
- Magina!! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
- Carzed uardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, u Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.
- Duvido! Ele não teria corage...
- Mais teve! Podi confiri.
Indignado com uque u amigo diz, u Carzeduardo fingi qui sai di casa, sesconde dendu guarda roupa i fica oiandu pela fresta da porta.
Logo vê sua muié levano u Arcide pra dendu quarto pra começa a sacanage.
Mais tarde, ele incontra co amigo, que pergunta u qui hove.
I intão, u Carzeduardo relata cabisbaixo:
- Foi terrivi di vê!!!... ele jogo ela na cama, tirô a brusa... e us peito caiu... tirô a carcinha... e a barriga e a bunda dispencaro... tirô as meia... i apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda.
I eu dendu guarda roupa, cas mão no rosto, pensava:
'Ai...qui vergonha qui tô du Arcide!!!'

HUMOR - Caipira cismado com a asa delta

Contam que quando apareceu a primeira asa delta lançada do Pico do Ibituruna, um caipira que vivia num sítio das proximidades, sem nunca ter visto destas coisas da cidade gritou para a mulher:
- Muié, trais a ispingarda.
E a mulher sem saber pra que pergunta:
- O que cê vai faze coa ispingarda, Zé?
E o Zé responde:
- Ah muié, to veno um bicho estranho sô.
A patroa traz a espingarda e o caipira, na maior tranquilidade, prepara bem e mira no coitado do moço que estava passeando com sua asa delta. Lasca-lhe um tiro: PEIOUUU!!!. A mulher pergunta:
- Matô, Zé? E o matuto responde:
- Óia muié, matá acho que num matei não, mais que o bicho largô o omi ele largô.

Causos mineiros


NUDEZ MINEIRA

Dois cumpadi de Uberaba tava bem sossegadim
fumando seus respectivo cigarrim de paia e
proseano.
Conversa vai, conversa vem, eis qui a certa
altura um deles pergunta pro otro:
- Cumpadi, u quê quiocê acha desse negóço de
nudez?
- Nu qui u otro respondeu:
- Acho bão, sô!
U otro fico assim, pensativo, meditativo... e
pergunto di novo:
- Ocê acha bão purcaus diquê, cumpadi?
I u otro:
- Uai! É mió nudês do que nunosso, né messsm?

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MINEIRIM NO RIDIJANEIRO

Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismadu cas
praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção
samba canção, sem cueca pur dibacho.
Us carioca zombano, contano piada di minero.
Alheio a tudo, o mineirim olhô pro marzão i num
si güentô: correu a toda velocidade e deu um
mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, u carção di tecido finim tava
transparente e grudadim na pele.
Tudu mundo na praia tava oiano pru tamanho du
'amigão' qui o mineirim tinha. U bicho ia até
pertim du juêio...
A turma nunca tinha visto coisa iguar. As muié
cum sorrisão, us homi roxo dinveja, só tinha zóio
pru bicho.
U mineirim intão percebeu a situação, ficou todo
envergonhado e grito:
-Qui qui foi, uai? Seus bobãum... vão dizê qui
quando oceis pula na água fria, u pintim doceis num incói tamém?

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A PESQUISADORA E O MINEIRIM


Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um
sitiozim perdido nu interio di Minas.
- Essa terra dá mandioca?
- Não, sinhora. - responde u roceiro.
- Dá batata?
- Tamém não, sinhora!
- Dá feijão?
- Nunca deu!
- Arroz?
- Di jeito nenhum!
- Milho?
- Nem brincano!
- Qué dize qui pur aqui não adianta prantá nada?
- Ah... si prantá é diferente...