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Prefeito de Fama-MG Angêlo Saksida muda o aspecto da cidade



Não temos nenhum vínculo com a prefeitura da cidade e nem com qualquer partido politico, mas hoje pela manhã dando uma volta pela Praça do Cristo e vendo funcionãrios da prefeitura trabalhando em uma parte da praça,e diga-se de passagem, que estava precisando dessa reforma fazia um bom tempo, resolvi olhar outras ruas, e o que constatei foi que a cidade está sendo muito bem cuidada pelo prefeito Angêlo Saksida.

Foram feitas as podas de galhos de árvores, limpeza junto ao meio fio (calçadas) das ruas o que muda e muito o aspecto da cidade, e isso é importante tanto para moradores como para os visitantes.

Um outro ponto, e esse eu pude constatar pessoalmente diz respeito a Saúde, melhorou e muito, tanto no atendimento cordial e atencioso dos funcionários como na agilidade quando se faz necessário algum exame, mesmo os mais complexos.

Mas voltando aos funcionários trabalhando na Praça do Cristo, na minha volta encontrei o prefeito fazendo pessoalmente a inspeção dos serviços, fato esse que mostra uma administração feita com trabalho, competencia e seriedade.

Então fica aqui nosso registro e nossos parabéns ao prefeito de Fama-MG Dr. Angelo Saksida por sua administração.


Ademir Palácios

Igrejas de Minas enfrentam problemas de conservação e falta de recursos


O papa Francisco já avisou: a Igreja é dos pobres e dos humildes. Mas para que os desvalidos – e também ricos e remediados – frequentem a casa de Deus, em segurança, é preciso que os templos estejam em bom estado de conservação. Do contrário, não há força da fé, oração para santo forte e mãos de anjo da guarda que amparem o teto, afastem goteiras e segurem madeiras podres. Nas várias regiões de Minas, fiéis fazem das tripas coração para salvar os templos: barraquinhas, carnês e apelo às autoridades. Nem sempre tudo dá certo. No Bairro de Santo Antônio de Roça Grande, em Sabará, na Grande BH, o santuário se encontra fechado e à espera de recursos para obras. Já no distrito de Itapanhoacanga, em Alvorada de Minas, na Região Central, a comunidade luta há 20 anos pelo restauro da Igreja de São José, do século 18. E no Povoado de Pinhões, em Santa Luzia, nem a casa paroquial escapa da ruína. Triste mesmo é na Vila Castelo Branco, em Montes Claros, no Norte do estado: de tão pobres, os moradores não conseguem meios para erguer a capelinha e rezar em paz para Santo Antônio.

A distância entre Roma e o interior de Minas é oceânica e montanhosa, assim como há diferenças entre Igreja (instituição) e igreja (templo), mas todos os caminhos levam à fé, ao amor pela história e bens culturais. “Não adianta a Igreja ser dos pobres, se os pobres não puderem entrar nela”, observa o padre Agnaldo do Carmo, há três anos atuando como pároco e reitor do Santuário de Santo Antônio de Roça Grande. Ele conta que a devoção ao padroeiro tem mais de 300 anos e as romarias são intensas, independentemente da época do ano. Sem tombamento, a igreja ,que completará 100 anos em 2015, padece com a falta de verbas para consertos no forro, piso, paredes, iluminação, projeto elétrico e de segurança. O serviço completo está orçado em R$ 350 mil e os católicos ajudam como podem. Desde setembro, a cada dia 13, cada devoto contribui, no carnê, com R$ 13. O tempo de duração do pagamento é de 13 meses – uma alusão a 13 de junho, dia de Santo Antônio.

“Tudo aqui foi feito no mutirão”, diz o padre Agnaldo, que sonha ver pronto, no barrado de toda a igreja, um painel de azulejos, atualmente em produção em Florianópolis (SC). As peças vão contar toda a história do local, desde a chegada dos bandeirantes. Ele chama a atenção para dois altares remanescentes da capela primitiva, que demandam serviços urgentes para recuperar os douramentos do trono de Nossa Senhora de Belém, e a pintura original, coberta com motivos inadequados, de onde ficavam Nossa Senhora das Dores e São Sebastião. “Esta igreja faz muita falta, mas uma hora dessas ficará pronta”, conta, com humildade, a aposentada Zita Pascoal Perdigão, de 74 anos. Enquanto isso, pombos sujam as paredes e mostram a necessidade urgente de reparos. As atividades religiosas, diz padre Agnaldo, são realizadas no santuário novo, construído a 500 metros do mais antigo.

SÓ PROJETO Em Pinhões, a 10 quilômetros do Centro de Santa Luzia, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, tombada pelo município, tem problemas de infiltrações, falta de segurança – foram três arrombamentos nos últimos quatro anos e as marcas ainda estão nos remendos das janelas, por onde os bandidos entraram – e urgência na troca de telhas francesas. “O perigo maior foi que, no último assalto, os ladrões deixaram uma vela acesa. Não encontraram dinheiro e foram embora, mas poderiam ter causado incêndio”, conta o aposentado Marcos Antônio Diniz, que se intitula “um colaborador” da igreja.

Mas o perigo mora mesmo é ao lado – e bem ao lado, na casa paroquial. A singela construção do século 19 está em completo arruinamento, com parte do telhado desabando, paredes de adobe caindo e muitos morcegos para dar as boas-vindas. Há pouco tempo no cargo, o titular da Paróquia do Bom Jesus e Nossa Senhora Aparecida, padre Vicente de Menezes, revela que ficou espantado ao ver a situação da construção, que já abrigou até consultório médico. “Precisa de restauração para não desaparecer”, diz o religioso. Ao abrir a porta emperrada, Marcos Antônio explica que a prefeitura prometeu entregar a obra concluída em dezembro de 2010, mas nada foi feito. De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura de Santa Luzia, “a igreja é tombada pelo município, mas não há projeto para restauração. Tal restauração fica a cargo da arquidiocese”. Já a arquidiocese de BH esclarece que um engenheiro do Memorial Arquidiocesano esteve no local e elabora um projeto.

JOIA BARROCA Uma luta de quase 20 anos se arrasta no distrito colonial de Itapanhoacanga, em Alvorada de Minas, a 345 quilômetros de Belo Horizonte, para tentar salvar da ruína a Matriz de São José, considerada uma das joias barrocas da Região Central de Minas e cartão-postal do município. Fechada há oito meses por representar risco à segurança dos fiéis, a igreja concluída em 1785 e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apresenta problemas que vão das trincas e rachaduras nas paredes à deterioração de madeiras do forro, conforme perícia do Corpo de Bombeiros. Inconformados com a situação, os moradores do distrito fizeram manifestação no dia de São José dando um abraço simbólico no templo.

 “Agora, vamos pedir providências ao Ministério Público do estado para reabertura da matriz e preservação, enviando um ‘abraço-assinado’ à Promotoria de Justiça na comarca do Serro”, diz a professora Silvânia Maria Reis, numa referência carinhosa ao abaixo-assinado com mais de 200 nomes.

Misssa sob alta tensão

As dificuldades para o exercício da fé diante da pobreza são enfrentadas na Vila Castelo Branco, uma das áreas mais carentes de Montes Claros, no Norte de Minas. A “igreja” local se resume a um pequeno salão comunitário, situado sob o perigo de uma rede de alta tensão, mesma condição de barracos de famílias paupérrimas. Há anos, elas lutam para construir um templo.

“Para nós, a pobreza não significa um obstáculo para a fé”, afirma a doméstica Maria Aparecida de Jesus, ministra da eucaristia nas celebrações do pequeno salão, que acontecem sempre aos sábados à noite. Ela destaca a união dos moradores, que há mais de 20 anos sonham em ter um local digno para as orações, batizados e outras atividades, mas esbarram na falta de recursos.

“O nosso bairro é muito carente. Não temos infraestrutura nenhuma. As pessoas aqui são muito necessitadas”, lamenta o auxiliar administrativo Gildásio Aparecida Ruas, coordenador da pastoral comunitária da Vila Castelo Branco. Ele lembra que diante da falta de um templo, além do salão debaixo da rede de alta tensão, as famílias também realizam orações e reuniões religiosas em suas casas.

Recentemente, os moradores da Vila Castelo Branco conseguiram adquirir um terreno de 720 metros, situado próximo ao bairro, onde pretendem construir um templo, dedicado a Santo Antônio. O lote foi comprado com dinheiro arrecadado em leilões e outras atividades realizadas pela própria comunidade, contando também com o apoio do padre Antônio Alvimar de Souza, que desenvolve trabalho naquela região da cidade.

O religioso destaca o empenho das famílias da Castelo Branco na luta para a construção de uma capela. “O que percebemos na Vila Castelo Branco é que, apesar das dificuldades mais diversas dificuldades, há uma grande solidariedade entre as pessoas”, afirma o sacerdote. A intenção do padre é lançar a pedra fundamental da igreja em breve. Por outro lado, não existe nenhuma previsão de quando ela será concluída, pois ficará na dependência de doações. “A Igreja não deve exaltar a pobreza e sim trabalhar nos locais mais carentes no sentido de devolver a dignidade às pessoas”, diz padre Antônio.

EVASÃO DE FIÉIS A Igreja de Santa Cruz de São Francisco de Assis, no distrito de Miralta, em Montes Claros, mostra sinais de necessidade de uma reforma, sobretudo na pintura. Entretanto, o maior problema não é a falta de recursos para conservação da capela. “A nossa igreja tem goteiras e precisa de uma reforma no forro. Mas nosso grande problema é que, com a falta de emprego do lugar, muita gente foi embora e perdemos fiéis”, afirma a aposentada e zeladora da igreja, Ismar Pereira Lopes.

Luta

Desde o fim da década de 1990, o EM acompanha a trajetória dos moradores de Itapanhoacanga para manter de pé o seu bem cultural e espiritual. Em 2 de maio de 1999, os católicos fizeram procissão na Avenida Cônego José Carvalho e depois participaram de missa. Na época, gente de todas as gerações mostrava alto nível de preocupação e ansiedade para que a igreja não se tornasse mais uma lacuna no patrimônio de Minas. “Ao longo dos anos, já vimos ruir aqui muitas casas antigas. Isso não pode acontecer com a matriz, que está fechada há três anos e é o marco da comunidade. Tudo gira em torna dela”, dizia Silvânia Maria Moreira de Oliveira Reis, então diretora da Escola Estadual José Daniel Utsch. O tempo passou e a situação está na mesma. Só fica forte mesmo é a esperança da comunidade.








Fonte: Estado de Minas

Alterosa: Ônibus em mau estado e motorista sem autorização do DER deixa 7 mortos e 38 feridos no acidente


Acidente com ônibus deixa mortos e  feridos. (Foto: Reprodução EPTV / Tarcisio Silva)

O mau estado de conservação dos pneus do ônibus que transportava trabalhadores rurais foi o motivo do acidente que deixou sete mortos e 38 feridos na tarde desta terça-feira (6) na MG-184 em Alterosa (MG), segundo a Polícia Rodoviária Estadual de Alfenas. 

Conforme a polícia, o veículo estava com os pneus desgastados, o que provocou um estouro e consequentemente o acidente.

Além disso, o tacógrafo não estava funcionando e o motorista não tinha autorização do DER (Departamento de Estradas e Rodagem) para fazer o transporte de passageiros no veículo, que tinha 21 anos de uso. Segundo testemunhas, os passageiros também eram transportados sem cinto de segurança.

O dono da fazenda de onde os trabalhadores voltavam não foi encontrado para falar sobre o caso. O ônibus foi apreendido e levado em um pátio credenciado de Alterosa. Segundo a polícia, o ônibus pertence ao motorista Evando Resende de Castro, que presta serviços à Fazenda Morro Cavado, onde as pessoas acidentadas trabalham. O motorista está internado na Santa Casa de Alfenas.

Velórios e estado das vítimas

O velório das vítimas acontece na Igreja Nossa Senhora Aparecida, em Alterosa. Pela manhã, foram velados na igreja os corpos de Hélio Morais Menezes, de 53 anos e e José Vítor, que moravam na cidade e Silvana Luiz Gonçalves, de 34 anos, natural de Minas Novas (MG). Já outras três pessoas, foram veladas em casa: João Batista da Silva, de 57 anos; Maria das Dores de Jesus e Ana Lúcia. Outra vítima do acidente, Maria do Amparo Pereira, de 48 anos, será levada para Imperatiz (MA).

Quase todas as vítimas passaram pela Santa Casa de Alterosa, mas neste momento não há mais ninguém no local. Todas as vítimas foram transferidas para outros hospitais. Na Santa Casa de Areado (MG), permanece internada Alessandra de Cássia Terra, de 39 anos, que mora em Alterosa. Ela está em observação no pronto-socorro.

Para o Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG), foram levadas 20 pessoas. Nove continuam internadas no hospital. Outras quatro pessoas continuam internadas na Santa Casa de Alfenas. O quadro delas é estável e ninguém corre risco de morte. Entre elas, está o motorista do ônibus. Outras duas pessoas estão internadas na Santa Casa de Guaxupé (MG).
O acidente

O ônibus caiu em um barranco de cerca de 10 metros. De acordo com o Corpo de Bombeiros, era um local de difícil acesso, o que dificultou o trabalho de resgate às vítimas. Quatro pessoas morreram no local. Uma pessoa morreu na Santa Casa de Alterosa (MG) e outras duas no Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG).

Segundo informações do hospital, cerca de 40 pessoas receberam o primeiro atendimento na Santa Casa de Alterosa (MG) e foram transferidas para hospitais da região. Dessas, dezoito permaneciam internadas no Hospital Alzira Velano em Alfenas, e cinco pessoas na Santa Casa de Alfenas. De acordo com informações do hospital, o quadro deles é estável e ninguém corre risco de morte.

Conforme a Polícia Militar, pelo menos 45 pessoas estavam no veículo. Os trabalhadores haviam acabado de sair de uma fazenda.

Uma das vítimas morreu na Santa Casa de Alterosa e outras duas no Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG), onde cerca de 20 pessoas envolvidas no acidente receberam atendimento.





Fonte: Informações G1

Minas tem mais três unidades de conservação

Quarenta e oito horas antes do Dia Mundial da Água, o governador Antonio Anastasia criou três novas unidades de conservação e lançou o Plano Estadual de Recursos Hídricos, em São Lourenço, no Sul de Minas.


O plano custou cerca de R$ 3 milhões aos cofres públicos e estabelece novas ações para a preservação das águas no estado, considerado a ‘caixa d’água do Brasil’. “Minas Gerais tem aquilo que hoje é muito importante para a humanidade: recursos hídricos. Somos caixa d’água porque aqui nascem os principais rios do Brasil, fora os da Bacia Amazônica. Minas tem uma grande responsabilidade para com o Brasil, que é a manutenção desses mananciais em boa qualidade”.


O Plano Estadual de Recursos Hídricos define critérios para a emissão de outorgas de uso da água. Ele permitirá ainda o desenvolvimento de programas para a melhoria dos rios mineiros.


Três novas unidades de conservação foram criadas pelo Governo mineiro. São elas: Parque Estadual de Paracatu, que inclui a área de proteção especial de Santa Isabel e Espalha; Parque Estadual da Mata do Limoeiro, em Ipoema, distrito de Itabira, na Cordilheira do Espinhaço; e Refúgio de Vida Silvestre Estadual dos Rios Tijuco e da Prata, no Triângulo Mineiro, que protegerá grande parte do Rio Tijuco. “O objetivo desses decretos é termos instrumentos formais de políticas públicas para a preservação. Esse plano, com a participação do Poder Legislativo e da sociedade civil, é apresentado e agora regulamentado para ser implementado em parceria com os diversos autores”, afirmou o governador. Anastasia também presidiu a primeira edição da Comenda Ambiental, em São Lourenço.


Parques de BH comemoram a data


O Dia Mundial da Água está sendo festejado com uma série de programações nos parques da capital. Neste final de semana a comemoração aconteceu no Parque das Mangabeiras, onde 6 mil visitantes tiveram oportunidade de aprender a importância da preservação ambiental.


A digitadora Sueli Martins, 47 anos, foi uma das pessoas que foram prestigiar o evento. Ela levou o filho Evandro Braga, 7 anos, para ensiná-lo um pouco mais sobre a importância do meio ambiente. “Tudo é válido para mostrar para as crianças como devemos lidar com a natureza”, afirma.


E, pelo jeito, o pequeno Evandro aprendeu bem rápido. “A água é muito importante porque a gente precisa dela para viver. Sem água, como a gente ia tomar banho? E o que a gente ia beber?”


Segundo informações da Fundação de Parques Municipais, a cidade conta com 670 quilômetros de cursos d’água. Pelo menos metade deles está em áreas de preservação.


As comemorações continuam ao longo da semana em BH. Hoje, no Parque Lagoa do Nado, e amanhã, no Parque Roberto Burle Marx. Na quarta-feira, será a vez do Parque Primeiro de Maio. Na programação, atividades lúdicas e jogos pedagógicos, como tabuleiro gigante, trilhas interpretativas e sensoriais.








Fonte:hojeemdia.com.br