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Deus ou Dinheiro ?


Roberto Carlos, Carlos Gonzaga, Jessé, Nelson Gonçalves, Nelson Ned, e tantos outros nomes que não caberia aqui, grandes cantores de um tempo que vai ser sempre lembrado, um tempo em que cantor era cantor, e padre era padre.

Não quero aqui criticar nenhuma religião, todas devem ser respeitadas.

Como diz a letra de uma canção, 'nada do que foi será do jeito que já foi um dia', e sabemos que as coisas mudam mesmo. Mas usar o nome de Deus para ganhar dinheiro as custas da santa ignorância é muita cara de páu.

Os padres cantores que se cuidem. Não sei quanto tempo vai durar essa bajulação da mídia em torno de padres que possuem o sonho de ser "pop stars" escondidos em batinas.

Um padre pode cantar mal, desafinado e sem compasso diante de 10 bons cantores que a imprensa falará do padre e ignorará os bons cantores, tem muito dinheiro envolvido nisso. Seria como consagrar os pernas-de-pau do time e ignorar os jogadores que realmente entendem de bola.

Todos somos sabedores de que padre não é um ser de outro planeta, é como qualquer um de nós, e em alguns casos somos bem melhores que eles. Porém, o que não dá para aceitar é padre deixando de lado a verdadeira função de evangelizar, em troca de fazer shows, um padre de verdade não faria isso. Aliás, gostaria de saber também, para quem você acha que vai tanto dinheiro arrecadado com estes shows e principalmente com a venda de Cds. Na verdade tanto eu como você sabemos,  para os pobres e miseráveis é que  não vai mesmo.

Não vai demorar muito para daqui uns dias surgir um padre cantando funck, rock ou então não se assustem se aparecer algum padre rapper falando palavrões em alguma letra.

Um padre pode cantar mal, desafinado e sem compasso diante de 10 bons cantores que a imprensa falará do padre e ignorará os leigos cantores. Seria como consagrar os pernas-de-pau do time e ignorar os jogadores que realmente entendem de bola.

Mas se eles estão por ai ganhando milhões as custas de coitados, os culpados são os coitados e não eles, é o que eles devem pensar. Como diz o ditado, "em terra de cego quem tem um olho é rei".



Ademir Palácios

Internet está cheia de propostas de dinheiro que vem fácil e com riscos



A cada semana, um novo modelo revolucionário de negócios aparece na internet. As promessas sempre são de muito dinheiro e pouco trabalho. As fotos e depoimentos dos participantes sugerem que mansões, carros de luxo e viagens estão a apenas alguns cliques de distância. O mais novo fenômeno desse modelo de negócio - que já está na mira da Justiça - é a Telexfree.
Em todos os casos, a suspeita é do esquema criminoso de pirâmide financeira, em que os novos membros pagam taxas de adesão que são usadas para remunerar os membros mais antigos, até que a entrada de gente nova acabe e o sistema desmorone - deixando a maior parte dos "associados" a ver navios.

O Procon de Pernambuco informou que pretende denunciar a Telexfree ao Ministério Público e à Polícia Federal, devido ao grande número de consultas de informações sobre a empresa que está recebendo. De acordo com o site da Telexfree, a companhia foi fundada em 2002 pelo norte-americano James Merrill. No Brasil, a empresa funcionaria em sede própria em Vitória, no Espírito Santo, e, embora exista desde o ano passado, começou a ganhar mais visibilidade em 2013.

Para entrar, as pessoas precisam comprar cotas de adesão que variam de R$ 600 a R$ 2.750. Para receber uma remuneração, que varia de R$ 40 a R$ 200 por semana, os membros precisam postar propagandas da Telexfree na internet.

Os usuários também podem baixar um software de conversação pelo sistema voiP (semelhante ao Skype), que permite conversas gratuitas entre os usuários. Ligações para outros telefones são tarifadas. Vídeos no site da empresa trazem depoimentos de pessoas relatando que já chegaram a acumular R$ 1 milhão. O ator Sandro Teixeira, que atuou no filme "Tropa de Elite", virou uma espécie de garoto-propaganda da empresa, publicando vídeos em que se diz entusiasmado com os ganhos conseguidos.

Ninguém da Telexfree foi encontrado pela reportagem para comentar o assunto, mas no site da empresa é possível encontrar um documento em que a companhia declara sua "plena transparência". Segundo o texto, em 2012 a empresa chegou a pagar o equivalente a R$ 12 milhões de Imposto de Renda.

Risco. Embora a investigação ainda esteja em andamento, os passos são semelhantes aos traçados pela Mister Colibri. Em meados do ano passado, era comum encontrar nas redes sociais membros contabilizando fortunas com o sistema. As polícias Federal e Civil de Juiz de Fora, na Zona da Mata, desbarataram parte do esquema, que agora está sendo investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Atualmente, nas redes sociais, são várias comunidades e fóruns de discussão de ex-membros da Mister Colibri que reclamam das perdas. "Várias pessoas que se diziam diretores da Mister Colibri reapareceram na Telexfree", disse um ex-membro, que pediu anonimato.

A Mister Colibri ainda continua operando, mas agora num sistema de remuneração diferente, vendendo cotas de R$ 10 mil para pessoas que queiram um espaço virtual de vendas pela internet.








Fonte: O Tempo

Prefeitos angustiados pelas dívidas herdadas e a falta de dinheiro


É grande a lista de municípios mineiros que se encontram em estado de emergência financeira e administrativa. Belo Oriente, Bom Despacho, Coroaci, Diamantina, Manga, Santa Margarida, São João da Ponte e Uberaba aparecem nessa lista, numa rápida pesquisa nos jornais. A razão alegada pelos novos prefeitos é sempre a situação encontrada por eles ao assumirem o cargo no dia 1º de janeiro.

Alguns, como o prefeito de Bom Despacho, Fernando Cabral, usam seus blogs pessoais para justificar o decreto. Diz que o objetivo da medida é “restabelecer o equilíbrio financeiro e o respeito aos princípios e normas que regem a Administração Pública”. E aponta várias irregularidades, entre as quais: não há informações sobre a situação orçamentária e financeira da prefeitura; a frota de veículos está sucateada; existem restos a pagar de mais de R$ 1,7 milhão e menos de R$ 180 mil em caixa; o município não pode assinar convênio e nem receber repasse de dinheiro do governo federal, porque se acha bloqueado pela Secretaria do Tesouro Nacional por irregularidade nos convênios da administração anterior.

Notícias sobre outras prefeituras publicadas nos últimos dias descrevem situação parecida ou ainda pior.

Em Diamantina, até o tradicional Carnaval está ameaçado por falta de verba. O novo prefeito descobriu que as dívidas da prefeitura somam cerca de R$ 5 milhões, o pagamento dos funcionários está atrasado e só encontrou R$ 300 mil em caixa.

Em São João da Ponte, o prefeito Sidnei Pereira Alves, verificou dívidas de R$ 40 milhões, dos quais R$ 4 milhões com a Cemig e R$ 10 milhões com a Copasa. Inacreditável, num município com apenas 30 mil habitantes.
Em Uberaba, o maior problema é a epidemia de dengue provocada por falta de investimentos na prevenção.

Há prefeituras que ainda não decretaram situação de emergência, mas cujos prefeitos se vêm obrigados a suspenderem investimentos. É o caso de Araguari, onde a dívida municipal acumulada nos últimos anos chega a R$ 78 milhões.

O que sobressai dessas narrativas é a denúncia de má administração feita pelos adversários políticos dos atuais prefeitos. E o que se espera é que eles, nos próximos quatro anos, demonstrem que podem fazer melhor.

Pois é possível, como comprovam, por exemplo, os depoimentos dos atuais prefeitos de Coronel Fabriciano e de Nazareno, que afirmam ter encontrado suas prefeituras em perfeita ordem e com dinheiro para investimentos neste ano.









Fonte: Hoje em Dia

Ilicínea - MG - MP denuncia 10 por suspeita de desvio de recursos

Investigação apontou esquema comandado por vereador e ex-secretários


Uma investigação do Ministério Público descobriu um esquema de desvio de dinheiro da Prefeitura de Ilicínea, no Sul de Minas, entre os anos de 2006 e 2008. O esquema envolveria um vereador, a mulher dele, a secretária de Educação na época e o ex-secretário de Saúde. As investigações do MP começaram em janeiro de 2009, após uma denúncia feita por dois vereadores. O esquema seria comandado pelo vereador Neidson Cristiani e a mulher dele, Neiva Maria Alves Cristiani, que era secretária de Educação na época, além do ex-secretário de Saúde Salvador Ferreira de Oliveira. Outras sete pessoas, que seriam laranjas, também estariam envolvidas nas possíveis fraudes.

Esquema

Segundo o promotor Fernando Muiz, o esquema funcionava da seguinte forma: em várias compras do Departamento de Educação aparece o nome de uma empersa chamada "Adriano da Luz", que ficaria no Leste de Minas Gerais. No entanto, segundo o promotor, no endereço citado não existe nenhuma firma. "Adriano da Luz" seria uma empresa de comércio atacadista de armarinhos e confecções, mas a ex-secretária teria comprado deles materiais escolares, além de ventiladores, armários e suplementos de informática. Alguns produtos deveriam ser entregues em uma escola municipal, mas em depoimento, a diretora da escola negou que tenha recebido parte dos materiais.

Na ação, o Ministério Público afirma ainda que Neiva, o marido e o ex-secretário de Saúde emitiam cheques nominais à empresa "Adriano da Luz", mas que na verdade o dinheiro ia parar nas contas bancárias deles ou de laranjas. Os sigilos fiscal e bancário dos acusados foram quebrados. O Ministério Público constatou que um cheque no valor de R$ 4.962,10, que têm assinaturas do vereador e do ex-prefeito da cidade, Sílvio Ribeiro de Lima, foi emitido no dia 20 de junho de 2006 e depositado na conta de Neiva no dia seguinte. Outro cheque de R$ 3.499,00, emitido em junho de 2007, foi depositado na conta de um dos filhos do casal.

O Ministério Público também suspeita da evolução do patrimônio do casal. Em 2000, quando Neidson se candidatou a vereador, ele declarou à Justiça Eleitoral que não possuia qualquer bem. Já nas eleições de 2008, declarou ter uma casa de R$ 100 mil, três alqueires de terra com 20 mil pés de cafés e 50 sacas de café no valor de R$ 12 mil. Ele também informou que custeava o curso de Medicina do filho, em um gasto mensal de R$ 3 mil. Patrimônio e despesas que o promotor considera incompatível com os ganhos de Neiva e o marido.

Denúncia

O promotor de Justiça já pediu à Justiça o bloqueio dos bens dos denunciados e ainda deve pedir a suspensão das funções públicas e dos direitos políticos dos envolvidos. O MP também quer que os suspeitos sejam condenados a pagar multa e proibidos de fazer contratos com o poder público.

O promotor Fernando Muniz disse ainda que o ex-prefeito Sílvio Ribeiro de Lima também será chamado para dar esclarecimentos à Justiça. Por telefone, Sílvio informou que não foi comunicado e que na época, como prefeito, assinava muitos cheques. Por isso, alega desconhecer que o valor de R$ 4.962 tenha sido depositado na conta da mulher do vereador. No inquérito da promotoria, consta que o ex-secretário de Saúde, Salvador Ferreira de Oliveira, reside hoje em Sete Lagoas. Ele não foi encontrado para falar sobre o assunto.





Fonte:eptv

"Tudo por dinheiro" - SBT entra no 'circo' religioso e sorteia benção de Padre Marcelo


A religião definitivamente virou o o assunto da "moda" na TV aberta. Depois de a Record atacar outras igrejas evamgélicas no "Domingo Espetacular", e de a Globo anunciar que terá um especial de Natal gospel, agora é o SBT quem tenta incrementar seu ibope com a fé alheia. O "Domingo Legal" acaba de anunciar o sorteio de uma "benção" do padre Marcelo Rossi. O ganhador terá direito a uma visita do padre, que vai abençoar sua residência.e sua família.

Sim, leitores, vocês leram corretamente o parágrafo acima. O "Domingo Legal" não está sorteando uma casa, está sorteando apenas a benção do padre, campeão de vendas de livros e CDs, ícone do movimento carismático católico. O "sorteio" começou a ser anunciado no SBT esta semana.

No último domingo, a religião entrou novamente na berlinda depois que o "Domingo Espetacular", da Record, fez uma reportagem de mais de 40 minutos atacando as congregações pentecostais que praticam o chamado "cair no espírito"

Nesta quinta, o F5 informou que a Globo também colocou a religião na pauta, e vai exibir no próximo dia 18 de dezembro o primeiro especial gospel da história da emissora.

Aos sábados, também no SBT, o "Programa Raul Gil" também está promovendo um show de calouros só com o estilo gospel, que se propaga no Brasil especialmente no meio evangélico..





Fonte:folha

Deputada quer impedir contratação de bandas com dinheiro público

A Frente de Mulheres Partidárias em Alagoas realizou na manhã de hoje, 26, sessão extraordinária para o debate do Projeto de Lei (PL) da deputada estadual do PT-BA, Luiza Maia, que trata da proibição de financiamento com dinheiro público em shows, músicas e coreografias que destratem as mulheres. O debate acontece na Assembleia Legislativa do Estado (ALE).


Surpresa com a repercussão do PL, a deputada esclareceu que sua intenção era que projeto fosse viabilizado em esfera somente estadual, contudo, o projeto ‘ganhou asas’, principalmente através das mídias sociais e depois que foi tema de uma reportagem exibida na Rede Globo de Televisão.


De acordo com Luiza, a maior parte da população baiana apoia o projeto, inclusive, alguns artistas de renome como Margareth Menezes e o cantor Bel, da banda Chiclete com Banana, são favoráveis à ideia.


O projeto, que em princípio seria analisado apenas pela Comissão de Justiça da Casa, será estudado por uma comissão conjunta que integrará, entre outras comissões, a do Direito da Mulher, presidida por Luiza.


Apesar de uma parte da população e da classe política, chamada por Luiza de ‘machista’, ser contrária ao projeto sob alegação de que ele cerceia a liberdade de expressão, a deputada esclarece em sua defesa que o PL não é contra o ‘pagode’, ritmo baiano conhecido aqui em Alagoas como axé, e sim contra a depreciação da mulher. “Não é possível que depois de todas as ações do Governo Lula, como a criação da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e a aprovação da Lei Maria da Penha, e ainda com uma presidente no poder, o Governo Federal seja partícipe de ações que vão de encontro com a política de igualdade entre homens e mulheres tão desejadas pela atual sociedade.


A deputada lembra ainda que o PL trata da contrariedade do uso de verba pública para financiar o que ela chama de ‘baixaria’, mas não trata de nenhuma medida que vise proibir shows financiados com verba privada, a veiculação das músicas em rádio ou nada desta natureza. “O PL é muito claro, nós queremos proibir o uso de dinheiro público para financiar a disseminação deste segmento musical”, relata Luiza.


Por fim, a deputada apresentou documentos que comprovam a assinatura das 11 deputadas estaduais da Bahia e de mais 20 deputados, somando 31 dos 63 políticos que compõem a Casa, favoráveis à implantação do projeto. “Lembrando que estas assinaturas não garantem um voto favorável, no caso de uma votação, mas elas funcionam como um apoio a discussão e influenciam na decisão das comissões para o projeto seja de fato levado à votação”, esclareceu Luiza.


Alagoas é o primeiro Estado visitado pela deputada federal, além da Bahia, onde ela legisla, a tratar do tema. Sergipe deverá ser seu próximo destino.








Fonte:alagoas24horas.com.br

Camareiras acham R$ 50 mil em quarto e entregam à polícia

Dinheiro estava enrolado em uma fronha de travesseiro.


Duas camareiras encontraram cerca de R$ 50 mil reais em um quarto de uma pousada em São João Batista do Glória, na Região Sul de Minas Gerais. Elas acharam o dinheiro nesta quinta-feira (4) enrolado em uma fronha de travesseiro. Apesar de ganhar um salário mínimo, R$ 545, uma delas, Wania Aparecida Rodrigues, de 48 anos, disse que em nenhum momento passou pela cabeça pegar o dinheiro. “Eu fiquei apavorada. Era muito dinheiro. A gente ligou na hora para o dono da pousada”, disse.

Ainda segundo a camareira, o proprietário da pousada chamou a polícia e entregou o dinheiro. A Polícia Militar (PM) confirmou que foi feito um boletim de ocorrência. A Polícia Civil está investigando o caso. O G1 tentou entrar em contato neste sábado (6) com o delegado responsável pelo caso, mas ele não foi encontrado.

O dono do estabelecimento, que não quis se identificar, disse acreditar que o dinheiro não pertence ao último hospede a ficar no quarto.

Adriana Maria Ribeiro, a outra camareira, disse que não quis nem pôr a mão no dinheiro. “Falei com a Wania nem encostar nas notas. Estou acostumada a encontrar R$ 1, mas este valor nunca. Estou com dor de cabeça até hoje”, falou.









Fonte:eptv

Prefeito de Cambuquira-MG é investigado por mau uso do dinheiro público

Um Fusca total flex que consome 882,8 litros de diesel e 1.268,4 litros de gasolina por mês. Quatrocentos quilos de carne para alimentar 25 crianças. Essas foram algumas das notas fiscais, no mínimo curiosas, apresentadas pelo prefeito de Cambuquira, Evanderson Xavier (PT), à Câmara Municipal. Desconfiados, pelo absurdo dos gastos, os vereadores da cidade do Sul de Minas enviaram as notas para o Ministério Público de Minas Gerais, que instaurou inquérito civil para apurar o caso. Para o prefeito, as denúncias são intrigas da oposição, que está de olho nas eleições do ano que vem.

Na cidade, ninguém nunca viu um Fusca total flex, até porque nunca foi fabricado um modelo movido a diesel e gasolina. Os vereadores dizem que a prefeitura não tem, na sua frota, nenhum carro do modelo. Entretanto, para comprovar o gasto de R$ 5.126,35, o prefeito apresentou uma nota de 882,8 litros de diesel e 1.268,4 litros de gasolina que teriam abastecido o tal Fusca. Levando-se em conta que o carro consuma em média um litro de combustível a cada 10 quilômetros rodados, a quantia daria para percorrer 12.684 quilômetros, mais de 53 viagens a São Paulo, que fica a 238 quilômetros de Cambuquira.

Muito preocupado com a alimentação das 25 crianças do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), em um mês, o prefeito comprou 200 quilos de músculo e 200 quilos de peito de frango, no valor de R$ 2.238. Fazendo as contas, cada criança comeu em 30 dias quase dois quilos de carne por dia. O mais curioso é que, para os mais de 1,3 mil alunos das escolas estaduais, a prefeitura comprou 500 quilos de carne, pouco mais do que a compra feita para as 25 crianças.

Em relação à compra de carnes, a prefeitura informou que a nota fiscal foi emitida depois de seis meses de entrega do alimento. Já em relação à quantidade impossível de gasolina e diesel para abastecer o Fusca em um mês, o Executivo informou que houve engano na emissão da nota de empenho e que os combustíveis foram usados em vários carros da Secretaria de Saúde e que o erro já foi corrigido. “Não devo nada a ninguém. Tenho como me defender de todas as acusações e quero mostrar o que está acontecendo. É politicagem, não tenho nada a esconder”, se defendeu Evanderson Xavier. O prefeito disse ainda que a oposição está com inveja por Cambuquira nunca ter tido um gestor que fez tanto pela cidade como ele.

Os vereadores da oposição tentaram reprovar as contas do petista, entretanto, segundo a vereadora Rejany Carvalho Lemes (PTB), Evanderson tem maioria na Casa. Dos nove parlamentares, seis são da sua base de governo. A denúncia foi entregue ao Ministério Público pelos vereadores no início do mês. Além das notas fiscais, a promotoria está apurando o uso do carro do Conselho Tutelar em uma viagem para o Rio de Janeiro, autorizada pelo prefeito. Entre as notas apresentadas da viagem, apareceu um gasto com motel. A prefeitura disse ainda não ter sido notificada sobre o caso.








Fonte:em.com.br

Shows superfaturados ficam sem punição

A promoção oficial de festas, shows e eventos esportivos tornou-se instrumento recorrente de desvio de recursos públicos na capital da República. Nos últimos anos, há notícia de superfaturamento em cidades espalhadas pelos quatro cantos do Distrito Federal. Muitas das acusações foram investigadas e, diante dos indícios de irregularidades, deram origem a ações de improbidade administrativa apresentadas pelo Ministério Público à Justiça. Mas, na maioria dos casos apontados nos últimos quatro anos, não houve decisão definitiva nem punição dos supostos envolvidos. A demora na tramitação dos processos encoraja políticos, gestores públicos e empresários a continuarem usando o mercado da diversão como uma brecha por onde escorre verba pública.


Desde 2008, foram formuladas, pelo menos, cinco ações de improbidade administrativa ajuizadas pela 6ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social do Ministério Público (Prodep) para as quais até hoje não há desfecho na Justiça. O valor somado das causas chega a quase R$ 2 milhões (veja quadro), dinheiro que, segundo o MP, deve retornar aos cofres públicos. Os processos se referem a diferentes eventos, em cidades distintas. Mas o método de desvio quase sempre é muito parecido e já manjado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, o que infelizmente não inibe as fraudes. Aproveitando -se do caráter subjetivo, que envolve a contratação de artistas, gestores e políticos mal-intencionados beneficiam empresas de parentes, superfaturam cachês e pagam por produções aquém do que o ajustado em contrato.


Uma das ações de improbidade administrativa relata o superfaturamento em um show da dupla César Menotti e Fabiano em Planaltina. O valor do contrato acertado à época com a Secretaria de Cultura foi R$ 258 mil. Mas nota fiscal apontou que os artistas receberam R$ 120 mil e o restante ficou para a empresa Campos e Silva Promoções, que representava a dupla. O Ministério Público até entende que possa haver justificativa para a dispensa de licitação na escolha da banda (por se tratar de caráter subjetivo), mas reprova a falta de concorrência pública para a produção do evento, que, a exemplo desse caso, é mais dispendioso que o próprio cachê. Essa ação foi ajuizada em 17 de junho de 2008, mas o processo só foi aberto em 25 de abril de 2011, quase três anos depois.


Inoperante


Na contratação do show de Victor e Léo para a festa da virada de 2007 na Esplanada dos Ministérios, o MP detectou irregularidades, mas ainda assim a inicial do processo (Leia O que diz a lei) até hoje não foi aceita pelo Judiciário. À época, o governo empenhou R$ 480 mil para o pagamento do cachê dos artistas e a produção do evento. Segundo os promotores de Justiça, no entanto, o governo não conseguiu justificar os gastos, como o da contratação de um táxi aéreo de Uberlândia para Brasília, orçado em R$ 44 mil. O MP descobriu que a Aeromil, empresa que teria prestado o serviço, não estava autorizada a operar desde 2003 e que o último voo teria ocorrido em 2004. Por isso, além do valor total pago, a ação de improbidade administrativa sugere multa de duas vezes a quantia do suposto prejuízo.


Em Santa Maria, cinco bandas foram contratadas para a 17ª Festa de Aniversário da cidade, a Fassanta. Todas elas receberam menos do que apontavam notas de empenho, o que de certa forma explica a razão de cachês desproporcionais à notoriedade de algumas atrações. Nessa festa, se apresentaram, por exemplo, o cover da banda Chiclete com Banana. O cachê oficial era R$ 45 mil. Mas o grupo recebeu, de acordo com a ação do MP, R$ 25 mil. A banda de pagode Soweto tocou por R$ 38 mil, mas, no contrato, constava R$ 10 mil a mais. O suposto superfaturamento na Fassanta de 2007 gerou uma ação na Justiça recebida em julho de 2009, para a qual, até hoje, não há uma sentença. Durante todo o ano de 2010, o processo só teve quatro movimentações judiciais, um dos indícios de lentidão para o encerramento do caso.


Investigação


Cinco inquéritos policiais apuram indícios de irregularidades cometidas sob a influência do deputado distrital Benedito Domingos, entre os quais fraudes nos carnavais de 2009 e 2010, no 49º aniversário de Brasília, no Natal de 2007 e em serviços realizados na Praça Central de Taguatinga. Essas investigações foram originadas a partir de operações que já renderam duas denúncias contra Benedito. Na Operação Balder, a polícia investiga festa em Planaltina na qual o contrato previa carpete, mas a festa ocorreu em chão de terra batida.


O que diz a lei?


Em 2000, uma alteração na Lei nº 8.429, de 1999, incluiu a fase inicial na tramitação de ações por improbidade administrativa. A etapa prevê que os réus apontados pelo Ministério Público apresentem uma defesa preliminar à Justiça, que vai analisar os argumentos em caráter preparatório. Só depois dessa etapa é que o juiz definirá se aceita ou não abrir o processo e, em caso afirmativo, citará as partes envolvidas. O procedimento é visto por integrantes do MP como um dos fatores que atrasam a tramitação das ações de improbidade nos tribunais de Justiça.











Fonte:estadodeminas

Shows sem licitação estão na mira do Ministério Público

Brecha na lei permite contratação de artistas, sem licitação pública e com indício de superfaturamento, até para evento particular



Com a proibição dos showmícios pela Justiça, um grupo de empresários de artistas encontrou uma brecha de ouro na lei de licitações, de 1992, para continuar faturando altos cachês em contratos direcionados com prefeituras e governos. Por meio de uma triangulação no envio de dinheiro para firmas privadas, constituídas por empresários que alegam deter o direito exclusivo da apresentação de cantores famosos, verbas públicas que poderiam ser investidas em áreas essenciais estão sendo destinadas a contratos com indícios de superfaturamento para a realização de shows em praças, estádios de futebol, festas de rodeio, quermesses e micaretas. E para piorar: em alguns casos são cobrados ingressos de até R$ 500, o que transforma a situação num velho clássico de desvio de verba pública para custear festa particular. Na última semana, o Hoje em Dia analisou 52 convênios divulgados em diários oficiais e descobriu que o lucrativo esquema movimentou R$ 9,5 milhões em dois anos.


O rateio da fortuna, segundo os extratos, engordou os rendimentos de alguns empresários e de vários artistas como Luan Santana, Alexandre Pires, as duplas sertanejas Rio Negro e Solimões, Bruno e Marrone, e Jorge e Mateus, além de Eduardo Costa, Leonardo, Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Skank, Jota Quest, Padre Fábio de Melo e da apresentadora Xuxa Meneghel. Somente em uma apresentação, patrocinada pelo ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, para comemorar os 49 anos de Brasília, a ‘rainha dos baixinhos’ ganhou R$ 500 mil de cachê. Todos os contratos verificados, sem exceção, foram fechados pelo sistema de inexigibilidade de licitação que, na prática, permite que os governantes direcionem contratos para determinados empresários sem que haja qualquer tipo de concorrência.


Para abocanhar os milhões do erário, basta que as estrelas apresentem um certificado dizendo que possuem vínculo exclusivo com determinado empresário. O novo filão está na mira do Ministério Público e foi tema de recente discussão entre promotores de Justiça durante encontro nacional da categoria.


Tradicionalmente festeiro, o Estado do Ceará, do governador Cid Gomes (PSB), é o recordista em convênios sem licitação com empresários de artistas. Dos 52 extratos verificados pelo Hoje em Dia, 27 deles dizem respeito à aplicação de R$ 5.081.571 para a realização do evento ‘Férias no Ceará’, na capital Fortaleza e em cidades do interior. Em 2009, por exemplo, a banda de pop rock Jota Quest lucrou R$ 653.500 por três apresentações, todas elas negociadas pela D&E Promoções de Eventos Ltda. No ano seguinte, a festança consumiu R$ 1.866.071 em 12 contratos, sendo que R$ 1,1 milhão foram gastos para custear cinco shows – três da banda Skank e dois do Jota Quest – ao custo de R$ 223 mil cada um. Nesse caso, a empresa foi a responsável pelo contrato com as bandas mineiras, além de ter negociado em favor do cantor Lulu Santos e das bandas Biquini Cavadão, NX Zero e Tribo de Jah.


Para o evento deste ano, que já está em curso, Cid Gomes caprichou na produção. Ao todo, para custear apresentação de oito artistas, Cid destinou pelo menos R$ 2,5 milhões em verbas para bancar o evento, conforme análise em 12 extratos de contratos divulgados no diário oficial do Estado. Com quatro apresentações agendadas, segundo os contratos, o Skank vai faturar R$ 892 mil. Já a turma do Jota Quest embolsará R$ 1,1 milhão.

Réveillon, festa junina, forró, rodeio...

Enquanto alguns prefeitos realizam marchas até Brasília em busca de recursos, outros aplicaram R$ 3.390.798 em verbas públicas para patrocinar eventos com artistas. O volume gasto foi diluído em 26 dos 52 contratos verificados pelo Hoje em Dia em diários oficiais de municípios.


Primeira colocada do ranking, a Prefeitura de Paulo Afonso (BA) usou R$ 602 mil para patrocinar, em 2009, uma festa junina com a presença de sete estrelas do showbizz. Os cachês mais caros – R$ 180 mil cada - foram embolsados pela dupla sertaneja Victor e Léo, e pelo Padre Fábio de Melo. Já os demais artistas receberam: Mastruz com Leite (R$ 65 mil), Mala 100 Alça (R$ 65 mil), França e Forró da Pisada (R$ 35 mil), Forró Brazil (R$ 35mil) e Gatinha Manhosa (R$ 42 mil).


Na segunda colocação, a Prefeitura de Sertãozinho (SP) gastou R$ 523.200 para ter o pagodeiro Alexandre Pires (R$187.200), a banda Jota Quest (R$ 198 mil) e a dupla caipira Gino e Geno (R$138 mil) no palco da Festcana 2010, evento realizado anualmente pela prefeitura, que mescla apresentações musicais com gastronomia. Apesar do vultoso investimento público, quem quis ver a performance dos cantores teve que pagar ingresso de pelo menos R$ 15.


Antes da Festcana, no réveillon de 2009, o pagodeiro Alexandre Pires ganhou R$ 260 mil por uma única apresentação em São Vicente, no litoral paulista, por meio da empresa Anova - Promoções, Eventos e Publicidade Ltda, que alegou ter os direitos exclusivos das apresentações do cantor.


Em Orlândia (SP), os preços dos ingressos de um rodeio da cidade chegaram a R$ 100. Mesmo sendo uma festa privada, a prefeitura contratou sem licitação para animar a festa os artistas Luan Santana (R$ 110 mil), Rio Negro e Solimões (R$ 85 mil) e Skank (R$ 85 mil) com dinheiro público da cidade. Preço total da farra: R$ 280 mil.

Arruda gasta R$ 960 mil em cachês

Apontado como o chefe do esquema de corrupção no Distrito Federal, que ficou nacionalmente conhecido como mensalão do DEM, o ex-governador José Roberto Arruda não economizou verbas públicas para realizar festejos enquanto esteve à frente do Palácio do Buriti. Somente em três contratos foram consumidos R$ 960 mil em cachês, conforme cópias de extratos de contratos divulgados no diário oficial.


Mirando a comemoração histórica dos 50 anos de Brasília, a qual não esteve presente por causa da repercussão causada pelos vídeos da corrupção do delator Durval Barbosa, Arruda comemorou com pompa os 49 anos da cidade, como se fosse uma espécie de prévia do que estaria por vir no ano seguinte.


Foram várias atrações, mas o grosso da verba pública foi destinada às apresentações da cantora e apresentadora Xuxa Meneghel, da dupla sertaneja Jorge e Mateus e da banda de pop rock Jota Quest.


Estrela maior do evento, a apresentadora e cantora Xuxa Meneghel recebeu cachê de R$ 500 mil pela firma Xuxa Promoções e Produções Artísticas Ltda.


Apesar de serem novatos no showbizz à época, a dupla Jorge e Mateus ficou com R$ 320 mil por intermédio da J&M Produções Artísticas Ltda. Já os integrantes do Jota Quest embolsaram R$ 140 mil pela Eddie Produções Artísticas Ltda.


De acordo com os extratos dos contratos, o caminho percorrido pelo dinheiro público é sempre o mesmo. Conforme os documentos, a verba saiu dos cofres da Empresa Brasiliense de Turismo, foi depositada na conta das empresas que alegam deter cartela exclusiva de shows e, por fim, chegou ao bolso dos artistas.


Em 2001, já durante o Governo de Roseane Sarney (PMDB), a banda Skank foi contratada pelo empresário Guilherme Frota Produções para tocar na abertura dos Jogos Escolares daquele ano.


Pelo extrato de contrato, exatos R$ 124.768,38 em verbas públicas foram destinados ao cachê dos artistas.

Promotor de SP investiga contrato do Jota Quest

O promotor de Justiça Fernando Abujamra, da Comarca de Sertãozinho, no interior de São Paulo, instaurou inquérito para investigar denúncias de irregularidades na contração de empresários de artistas pela prefeitura da cidade, que hoje é administrada pelo ex-sorveteiro Nério Costa (PPS).


Ainda em fase inicial, a investigação tem como alvo o envio de verbas públicas da cidade para custear o cachê de atrações do Festcana, a tradicional Festa da Cana de Sertãozinho, onde são cobrados ingressos na entrada.


Em 2010, o evento contou com a presença do pagodeiro Alexandre Pires, da dupla sertaneja Gino e Geno e da banda mineira de pop rock Jota Quest, ao custo total de R$ 523.200.


Além de cobrar ingresso em festa patrocinada com dinheiro público, a investigação vai mirar também a ausência de licitação no contrato do empresário Luis Carlos Pasquini, que alegou deter os direitos exclusivos dos artistas, pela prefeitura de Sertãozinho.


Pelos extratos, divulgados no diário oficial da cidade, prefeitura pagou R$ 187.200 ao cantor Alexandre Pires, R$ 138 mil foi para o Gino e Geno e, a maior parcela da verba, R$ 198 mil, foi usada para bancar a banda Jota Quest.


Os três contratos foram firmados pela prefeitura e o empresário dos artistas pelo questionável sistema de inexigibilidade de licitação que, permite driblar a livre concorrência. O Festcana de Sertãozinho é considerado um evento particular com aporte de verba pública.


Há cerca de 30 dias, o guitarrista Marco Túlio Lara, do Jota Quest, foi intimado a prestar depoimento na Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte em carta precatória enviada pelo MP de São Paulo.


Apresentando tranquilidade, Marco Túlio chegou à sede da promotoria acompanhado de seu advogado de defesa. Poucos minutos depois, ele foi embora. No inquérito do promotor Abujamra, além dos artistas, o prefeito e o empresário também serão chamados a prestar esclarecimentos sobre os três contratos.

Com governos, contratação fica mais cara

A contratação de artistas pelo poder público é mais cara do que pela iniciativa privada. A constatação de que muitos já tinham conhecimento, mas que poucos topam cravar a respeito vem de dois dos maiores empresários do segmento artístico-musical do país.


Em entrevista ao Hoje em Dia, na condição de que suas identidades fossem mantidas no anonimato, os empresários abriram o jogo e revelaram que um show contratado por prefeituras e governos pode custar até 100% mais do que uma apresentação particular.


Apesar dos indícios de superfaturamento, os empresários atribuem a enorme diferença dos preços ao formato das apresentações contratadas por governos. “Contrato com governos é mais alto sempre porque geralmente se trata de apresentações para um grande público”, contou um dos empresários.


“São mais caros porque se leva em conta a vinculação do artista com o político. E isso é uma questão que sempre foi meio complicada”, disse a outra fonte.


Com insistência, um dos empresários consultados aceitou falar em valores de cachê. “Uma banda top de linha hoje do pop rock custa em torno de R$ 100 mil. Já para uma dupla sertaneja de sucesso o cachê é mais salgado, podendo chegar R$ 150 mil. Agora, as musas do Axé cobram até R$ 200 mil por uma apresentação”, revelou.


Ainda em entrevista, um dos empresários afirmou que, como se trata de um segmento altamente instável, os valores dos cachês variam muito e que isso depende do momento em que o artista está passando em sua carreira.


“É como se fosse uma bolsa de valores. Há seis meses um cachê pode ter custado R$ 20 mil e hoje valer R$ 200 mil. O que prevalece é a velha fórmula da oferta e procura”, definiu.









Fonte:hojeemdia.com

Mulher rouba o dinheiro de fiéis e agora quer o perdão

Fugiu com R$ 100 mil que seriam usados em uma romaria à Aparecida

Após sumir com R$ 100 mil de um grupo de católicos que utilizaria o dinheiro para fazer uma romaria à cidade de Aparecida (SP), uma mulher acabou se arrependendo e mandou uma carta às vítimas. O furto aconteceu na cidade de Corumbá, a 444 km de Campo Grande, e os lesados só ficaram sabendo disso quando um irmão e o esposo da acusada contaram tudo e ao invés da excursão, viveram uma grande frustração. Segundo a Polícia Civil, a mulher teria fugido com o dinheiro, porém, antes escreveu a todos pedindo perdão pelo furto: “Quero pedir perdão, pois o que fiz é imperdoável. Caí na tentação do dinheiro e prejudiquei vocês”, escreveu.


Um policial informou que 168 pessoas foram prejudicadas pelo furto. Para realizar a viagem quatro ônibus foram contratados e cada passageiro pagou R$ 600 para participar da romaria. O movimento na delegacia da cidade foi, ontem, grande por conta dos boletins de ocorrência registrados pelas vítimas. “O meu prejuízo foi R$ 600, mas houve pessoas que tiveram prejuízos de R$ 3 mil, era uma família inteira que estava indo”, conta uma das lesadas. Os passageiros da excursão frustrada vão prestar depoimentos nos próximos dias no inquérito aberto pela polícia local. Ninguém sabe, entretanto, onde está a ladra que se arrependeu do pecado, mas ainda não devolveu o dinheiro surrupiado.






Fonte:coletivo.maiscomunidade.com

Bar obriga cliente sem dinheiro a ficar de cueca

Namorada da vítima teria levado o cartão de crédito e ele não teve como pagar a conta


O cliente de um bar no Bairro Lourdes, Região Centro-Sul de Belo Horizonte - MG, passou por uma situação constrangedora na madrugada desta quarta-feira (27). Por falta de dinheiro para pagar a conta, o homem foi obrigado a ficar somente de cueca.


Segundo a polícia, Vitor Estevão do Nascimento, 32 anos, estaria com a namorada no Bar Conservatório, na Rua Timbiras, entre a Avenida Bias Fortes e Rua São Paulo. A mulher teria ido embora e levado o cartão de crédito da vítima.


Impossibilitado de pagar a conta, ele tentou deixar o local, quando foi abordado por funcionários que ordenaram que ele tirasse suas roupas e ficasse apenas de cueca. A polícia foi acionada e o cliente, além do dono do bar, Guilherme de Oliveira Campos, 39 anos, foram conduzidos para 2ª Delegacia de Polícia do Centro.








Fonte:hojeemdia.com.br

Dinheiro extra para pouco trabalho nos salários dos deputados

Deputados estaduais ganham R$ 1 mil por sessão marcada pela manhã ou à noite. Em menos de um mês Assembleia Legislativa desembolsou mais de R$ 600 mil por nove convocações



Fazer hora extra sem muito esforço e aumentar o próprio salário em até 40% por mês é de encher os olhos de qualquer trabalhador brasileiro, mas está ao alcance de poucos, especificamente os 77 deputados estaduais mineiros. Mesmo recebendo R$ 1.002,12 por participação em reunião extraordinária, marcada pela manhã ou à noite, os parlamentares não têm esperado o fim dos trabalhos para deixar o plenário. Das nove reuniões já realizadas este ano, oito tiveram de ser encerradas porque não havia no local o número mínimo de deputados necessário para continuar a sessão.

Ao custo de R$ 604.278,36, os deputados votaram apenas dois requerimentos e cinco vetos do Executivo a leis aprovadas no Legislativo ano passado. Em uma delas, realizada no dia 5 deste mês, mesmo com a marcação de presença de 69 parlamentares, nada foi votado por falta de quórum. Na pauta estavam três requerimentos, oito indicações do governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB) para cargos em órgãos públicos, um veto e dois projetos de lei. Em 15 de março, 67 presenças foram registradas, mas, durante a discussão de um veto, restavam menos que os 39 parlamentares necessários para votá-lo.

Se o trabalho foi pouco, a presença foi muita. Ao todo, nas nove reuniões extras, 603 registros. Em duas delas, ocorridas em março, apenas cinco dos 77 não compareceram. Em cada uma foi votado um veto e em seguida os trabalhos terminaram por falta de quorum. Pelas regras do Legislativo, basta bater o ponto eletrônico para ter direito à verba. Não há limite para a realização das sessões extraordinárias mas somente oito por mês podem ser remuneradas, número que nos últimos anos os parlamentares vêm seguindo à risca. A média de encontros realizados fora do horário tem sido historicamente de sete ou oito.
Nesta legislatura, eles têm um motivo a mais para manter a “assiduidade”. Com o reajuste de 61,8% que passou seus salários de R$ 12.384,07 para R$ 20.042,35, também a hora extra passou a render mais no bolso dos parlamentares – de R$ 619,20 passou a valer R$ 1.002,12. Com isso, cada deputado estadual pode engordar o próprio contracheque em até R$ 8.016,96 mensais. Em quatro anos de mandato, podem somar R$ 352.746,24 só de “hora extra”.

Privilégio particular

Alguns deputados já estão na lista dos que, nos primeiros meses, vão receber integralmente o benefício. Vinte e oito deles participaram de todas as nove extraordinárias realizadas em março e este mês. Outros 16 estiveram presentes em oito e 21 de sete. A Assembleia de Minas Gerais é uma das poucas do Brasil a pagar jeton pelas reuniões fora do horário. Dos estados do Sudeste, é a única. Na Câmara dos Deputados, o pagamento de hora extra foi extinto em 1988.

O secretário-geral da Mesa, José Geraldo de Oliveira Prado, argumentou que é comum e legítimo o encerramento de reuniões plenárias por causa da falta de consenso entre os deputados em torno de um projeto. “O que acontece é um consenso entre os deputados para abandonar o plenário e, formalmente, aparece como falta de quórum. Tão legítimo e importante quanto votar é não votar, no caso de um projeto que precisa ser melhorado ou sobre o qual não haja consenso. O Legislativo não é uma máquina de fazer lei”, disse.

Conforme o secretário, mesmo sem projetos de lei prontos para votação, a convocação de extraordinárias é uma estratégia para acelerar as discussões comuns entre os parlamentares da situação e oposição em plenário. Ele lembrou que essa legislatura começou com cinco vetos e 18 indicações de nomes para órgãos da administração pública, designados de maneira interina até obterem o aval dos deputados.

“Como as reuniões têm sido muito acaloradas entre situação e oposição, a maneira que encontramos para dar desdobramento às ações é fazer mais reuniões”, explica Prado. Na semana passada, foi votado o último veto que trancava a pauta. Com a liberação, estão prontos para votação cinco projetos de lei, nove projetos de resolução e 10 indicações para cargos na administração pública estadual.







Fonte:hojeemdia.com.br

Botelhos-MG Trio de Campinas é preso com R$ 3,5 mil em notas falsas

Homens foram detidos em posto de gasolina; com eles havia mais R$ 1,6 mil em cédulas verdadeiras obtidas em trocas


Três pessoas foram presas no início da noite desta quinta-feira (24) em Botelhos. O grupo portava R$ 3,5 mil em notas falsas. De acordo com a Polícia Militar, alguns comerciantes denunciaram que os suspeitos estavam utilizando o dinheiro para fazer compras.

Os três homens foram localizados pela polícia em um posto de combustível, dentro de um Gol com placas de Machado. O dinheiro falso era composto por notas de R$ 100. Além disso, o grupo tinha R$ 1,6 mil em cédulas verdadeiras supostamente obtidas através de troca. Os acusados afirmaram que moram em Campinas e que adquiriram as notas falsificadas em um posto de Poços de Caldas por R$ 400.








Fonte:eptv

Lavradores são presos após distribuírem notas falsas no Sul de Minas

Dois lavradores, de 28 e 29 anos, foram presos na madrugada desta segunda-feira (24) após distribuírem notas falsas em Campestre, no Sul de Minas Gerais. De acordo com a Polícia Militar, os homens pagaram uma conta em um estabelecimento comercial com três notas de R$ 50.

O proprietário do local, ao conferir o caixa, percebeu que as notas pareciam ser falsas. A polícia foi acionada e os lavradores foram localizados. Eles confessaram ter repassado as cédulas falsas e foram presos em flagrante.

Os homens foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil da cidade.








Fonte:otempo.com.br