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Cães nadam em lago à procura de dono que morreu afogado há 10 dias


ARAÇATUBA - Dois cães labradores procuram há dez dias pelo seu dono que morreu afogado numa lagoa de Araçatuba (SP). O casal de cães volta ao lago duas vezes por dia para nadar justamente na região onde seu dono, o vigilante Luís de Almeida, 46 anos, morreu afogado em 17 de fevereiro. Ao saírem da água, eles farejam o local onde Almeida foi colocado deitado após ser resgatado, já sem vida, pelos amigos.

A história de Max e Lua ganhou as redes sociais e fez os internautas se lembrarem do cão Hashiko, que ficou conhecido no Japão no início do século ao esperar pelo seu dono numa estação de trem. A história foi retratada no filme "Sempre Ao Seu Lado", lançado no País em 2009.

O lago fica a 500 metros da chácara onde Almeida e a família costumavam passar os fins de semana, no bairro Traitu, periferia de Araçatuba. "Temos a chácara há oito anos e nunca meu marido tinha ido nadar nessa lagoa", diz a cabeleireira Analiete Almeida. "Os cães também nunca tinham ido até lá, com exceção daquele domingo em que meu marido os levou para o lago para se divertir com dois amigos depois de um churrasco", diz.

Segundo ela, dois dias após a morte de Almeida, os cães abriram um buraco no alambrado de proteção da chácara para chegarem ao lago. "Eles vão lá de manhã e à tarde e ficam nadando e procurando meu marido", diz. Segundo Analiete, quem notou a mudança do comportamento dos animais foi a vizinha da chácara, Edmaura de Souza, que mora nas proximidades e fotografou os cães e postou as fotos nas redes sociais.

"Eu me surpreendi com eles e vi que eles estavam bem tristes e procurando por alguma coisa no lago e aqui na margem", contou Edmaura. "Ao ver que faziam isso todos os dias, percebi que eles nadavam na região do lago onde o dono deles se afogou e que ficavam parte do tempo cheirando o local onde o dono foi deixado depois de ser resgatado", completa.

Nesta quarta-feira, Analiete levou os cães para a casa da família, na cidade, com medo de que os animais fossem furtados depois de aparecer nas redes sociais. "A gente vem de manhã e à tarde na chácara trazer comida e cuidar deles, mas eles estavam ficando sozinhos à noite", diz. Segundo ela, os animais não estão se alimentando bem e estão tristes. "Eles têm os olhos baixos e aparentam muita tristeza", diz. Por isso, a ideia de trazê-los para a cidade é tentar que, com mais gente por perto brincando com eles, os animais possam voltar com o comportamento à normalidade.

Segundo Analiete, os cães foram adotados de uma família que se mudou de Araçatuba e não tinha como levá-los. "Eles estão com a gente há quatro meses, mas para mim e meus filhos parece que faz mais tempo", diz Analiete.










Fonte: Estado

Vaticano é dono oculto de imóveis caros em Londres



Poucos turistas em visita a Londres imaginariam que as instalações da refinada joalheria Bulgari em New Bond Street têm qualquer conexão com o papa. O mesmo vale para a sede do próspero banco de investimento Altium Capital, na esquina de St. James' Square e Pall Mall.

Mas esses edifícios de escritórios em um dos bairros mais caros de Londres são parte de um surpreendente império secreto de imóveis comerciais do Vaticano.

Por trás de uma estrutura disfarçada por companhias de paraísos fiscais, a carteira internacional de imóveis da igreja foi expandida ao longo dos anos, com o uso de dinheiro pago originalmente por Mussolini em troca do reconhecimento do regime fascista pelo papa, em 1929.

Desde então, o valor internacional desse patrimônio criado com a ajuda de Mussolini vem crescendo até atingir os 500 milhões de libras.

Em 2006, no auge da mais recente bolha imobiliária, o Vaticano investiu 15 milhões de libras desse dinheiro para adquirir o imóvel do nº 30, St. James' Square. Outros imóveis britânicos controlados pela igreja ficam em 168 New Bond Street e na cidade de Coventry. O Vaticano também controla edifícios de apartamentos em Paris e na Suíça.

O aspecto surpreendente da história, para alguns, será o esforço do Vaticano para preservar o sigilo sobre os milhões de Mussolini. O edifício da St. James' Square foi adquirido por uma empresa chamada British Grolux Investment, que detém outros imóveis no Reino Unido.

O registro de empresas britânico não revela os verdadeiros proprietários da empresa e não menciona o Vaticano.

Menciona dois acionistas nominais, ambos proeminentes executivos bancários católicos: John Varley, que até recentemente presidia o Barclays Bank, e Robin Herbert, ex-executivo do banco de investimento Leopold Joseph.

O "Guardian" enviou cartas a ambos perguntando a quem eles representavam, mas não recebeu respostas. A lei britânica permite que os verdadeiros proprietários de uma empresa sejam protegidos por sócios nominais.

BANQUEIRO

Os investimentos com o dinheiro de Mussolini no Reino Unido são controlados hoje, em companhia de outras propriedades europeias e de uma subsidiária de câmbio, por um funcionário do Vaticano em Roma, Paolo Mennini, que opera como banqueiro de investimento do papa.

Mennini comanda uma divisão especial do Vaticano, a divisão extraordinária da Amministrazione del Patrimonio della Sede Apostolica, que administra o chamado "patrimônio da Santa Sé".

De acordo com um relatório do Conselho da Europa no ano passado, que investigou os controles financeiros do Vaticano, os ativos controlados pela divisão de Mennini superam € 680 milhões.

Embora o sigilo quanto à origem fascista da riqueza papal pudesse ser compreensível durante a guerra, o que fica menos claro é o motivo para que o Vaticano tenha continuado a guardar segredo sobre suas propriedades em Londres mesmo depois que sua estrutura financeira foi reorganizada, em 1999.

O "Guardian" perguntou ao representante do Vaticano em Londres, o núncio apostólico Antonio Mennini, por que o papado continuava a manter tanto segredo sobre seus investimentos imobiliários na cidade. Também perguntou em que o papa gastava a receita gerada por eles.

Confirmando sua tradição de silêncio sobre o tema, um porta-voz da Igreja Católica afirmou que o núncio nada tinha a declarar.







Fonte: Folha

Alterosa:Dono de fazenda onde vítimas trabalhavam é notificado pelo MTE

Auditores estiveram na fazenda em Conceição da Aparecida (MG) (Foto: Reprodução EPTV / Tarciso Silva)

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) notificou nesta quinta-feira (8) o dono de uma fazenda em Conceição da Aparecida (MG), onde trabalhavam as vítimas do acidente com o ônibus na MG-184, em Alterosa (MG). Sete pessoas morreram e 41 ficaram feridas após o veículo cair de um barranco de aproximadamente 10 metros.

Segundo os auditores do MTE, que estiveram na fazenda junto com a Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Minas Gerais (Fetaemg), três trabalhadores não estavam registrados.
Na fazenda, os auditores também encontraram um caminhão com um toldo e que, de acordo com o próprio encarregado da fazenda, era usado no transporte dos trabalhadores. Segundo os fiscais, o transporte de trabalhadores rurais em caminhões é proibido.
O cafeicultor que contratou os apanhadores lamentou a tragédia e afirmou que está prestando apoio às famílias das vítimas. Ele disse ainda que as três trabalhadoras podem ter sido levadas pelo próprio motorista que era o turmeiro e prestava o serviço de transporte. O dono da fazenda tem até o dia 29 de novembro para encaminhar toda documentação dos funcionários.

O acidente

O ônibus caiu em um barranco de cerca de 10 metros na tarde desta terça-feira (6). De acordo com o Corpo de Bombeiros, era um local de difícil acesso, o que dificultou o trabalho de resgate às vítimas. Quatro pessoas morreram no local. Uma pessoa morreu na Santa Casa de Alterosa e outras duas no Hospital Alzira Velano, em Alfenas.

Segundo informações do hospital, cerca de 40 pessoas receberam o primeiro atendimento na Santa Casa de Alterosa e foram transferidas para hospitais da região. Conforme a Polícia Militar, pelo menos 48 pessoas estavam no veículo. Os trabalhadores haviam acabado de sair de uma fazenda.
O resultado da perícia, que vai apontar as causas do acidente deve ser divulgado dentro de 30 dias. No entanto, segundo a Polícia Rodoviária Estadual, o mau estado de conservação dos pneus do ônibus provocou o acidente. Conforme a polícia, o veículo estava com os pneus desgastados, o que provocou um estouro e consequentemente o acidente.
Ainda de acordo com a polícia, o tacógrafo não estava funcionando e o motorista não tinha autorização do DER (Departamento de Estradas e Rodagem) para fazer o transporte de passageiros no veículo, que tinha 21 anos de uso. Segundo testemunhas, os passageiros também eram transportados sem cinto de segurança.

O ônibus foi apreendido e levado em um pátio credenciado de Alterosa. Segundo a polícia, o ônibus pertence ao motorista Evando Resende de Castro, que presta serviços à Fazenda Morro Cavado, onde as pessoas acidentadas trabalhavam. O motorista está internado na Santa Casa de Alfenas.

Treze das 41 pessoas que ficaram feridas no acidente permanecem internadas em três hospitais de Guaxupé, Passos e Alfenas.






Fonte: Informações g1

Cão dorme perto do túmulo do dono há seis anos


“O cachorro apareceu um dia, sem que ninguém o trouxesse, e começou a dar voltas por todos os cantos até que encontrou o túmulo de seu dono”, disse à Agência Efe o diretor do cemitério, Héctor Baccega. ”Capitán”, um vira-lata que lembra um pastor alemão, foi dado de presente por Miguel Guzmán em 2005 a seu filho Damián. Em março de 2006, Miguel faleceu e “Capitán” fugiu de casa, mas reapareceu pouco tempo depois e passou a morar nas ruas, perto da residência da família Guzmán por alguns dias. Depois, sumiu definitivamente, e os parentes de Miguel pensaram que ele tinha morrido ou sido adotado por outra família, até que um dia o reencontraram no cemitério, em cima do túmulo de seu “dono escolhido”.

“No domingo seguinte voltamos a visitar o túmulo, e o cachorro estava lá. Dessa vez, ele nos seguiu, na volta, porque tínhamos ido caminhando. Ficou um pouco conosco em casa, mas depois voltou ao cemitério”, relatou Verónica, viúva de Miguel.

“Capitán” perambula pelo cemitério e às vezes retorna para a casa de seu dono durante o dia, mas ao entardecer procura o túmulo de Miguel para dormir.

“Ele é muito querido, no começo o chamávamos de ‘rengo’ (‘coxo’, em português), porque chegou com uma pata quebrada, mas juntamos dinheiro entre os funcionários do cemitério e conseguimos um veterinário”, contou Baccega.
O diretor do cemitério disse que o animal ganhou o carinho de todos que trabalham no local, que o alimentam e mantêm em dia suas vacinas. A história de “Capitán” lembra a de “Hachiko”, o cão da raça Akita que ficou durante anos em uma estação de trem de uma cidade japonesa esperando o retorno de seu dono e inspirou um filme de Hollywood.

Dono tenta vender carro e veículo pega fogo em Varginha - MG


Um carro pegou fogo enquanto o dono tentava vendê-lo na manhã desta quinta-feira (5), na Avenida Plínio Salgado, em Varginha (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, o proprietário do veículo tinha aberto o capô para mostrar o motor quando a fumaça começou a sair de dentro dele. Ninguém ficou ferido.

Ainda de acordo com os bombeiros, a suspeita é de que houve um problema elétrico no motor do carro.






Fonte: g1

Idoso passa mal e cadela tenta impedir socorro

A cadela mostrou porque dizem que o cão é o melhor amigo do homem ao tentar proteger o dono das pessoas que, na verdade, se aproximavam para socorrê-lo

Na manhã deste sábado (14), no Buritis, região Oeste da capital uma cadela mostrou porque dizem que o cão é o melhor amigo do homem ao tentar proteger o dono das pessoas que, na verdade, se aproximavam para socorrê-lo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, Vírgilio Gomes de Faria Neto, de 80 anos, fazia uma caminhada quando se sentiu mal e caiu. Pessoas que se aproximaram para prestar os primeiros socorros foram afastadas pela cadela, uma brava vira-lata de médio porte.

Os bombeiros foram acionados e tiveram que conter a cadela para prestar atendimento ao idoso. O homem foi socorrido e levado ao HPS João XXIII, enquanto sua companheira de estimação foi acolhida pela vizinhança.







Fonte:hojeemdia

Dono de bar se esconde no banheiro e surpreende ladrões

Cansado de furtos, ele decidiu agir junto com um amigo


Cinco menores foram detidos na quinta-feira (10) em Perdões, no Sul de Minas, depois que o dono de um bar decidiu agir após vários furtos. Cansado de ter o bar furtado em uma praça de esportes, o proprietário do estabelecimento decidiu ficar escondido em um banheiro junto com um amigo esperando os ladrões. O local já havia sido furtado três vezes nas últimas três semanas. Ao ouvir o barulho, o proprietário saiu do banheiro e surpreendeu cinco rapazes que tentavam furtar o local novamente.

Ele acionou a polícia e junto com o amigo conseguiu segurar dois dos adolescentes. Ao chegar, os policiais conseguiram localizar os outros três. Todos foram levados para a Delegacia de Campo Belo, onde foram ouvidos e depois liberados.







Fonte:eptv

Cão vai morar em cemitério após morte do dono


Um cachorro vira-latas muito simpático chama a atenção de quem visita o cemitério municipal de Mamborê (476 km de Curitiba). O cãozinho apareceu por lá desde que seu dono foi enterrado no local, três anos atrás.

Rambo, apelido que ganhou do coveiro Sidinei Ramos, passa horas ao lado do túmulo e fica agressivo quando outros cães chegam perto.

"Por isso ele está todo machucado, de tanto brigar. Parece que ele defende o territóriozinho dele", relata o jornalista Dilmércio Daleffe.

O coveiro tem cuidado de Rambo. Em oito anos de trabalho, é a primeira vez que vê um cão ir morar no cemitério. Mas ele não quer que o cãozinho tenha um lar de verdade.

Ramos já recebeu ligações de Curitiba de outras regiões do Estado paranaense de pessoas interessadas em adotar o cão.





Fonte:folha

Jovem devolve carteira com R$ 642 e emociona dono em Belo Horizonte

Professor entrou em contato com a PM para achar dono de carteira perdida.
De acordo com jovem, homem ficou emocionado durante encontro.

Um professor de biologia deu um exemplo de solidariedade ao devolver, nesta terça-feira (29), uma carteira que encontrou com documentos e R$ 642, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte. O jovem de 25 anos passava de moto pelo local e viu a carteira próxima a uma tubulação. “Pensei em achar o dono o mais rápido possível”, disse ele.

Segundo o professor, que trabalha em um cursinho pré-vestibular e faz pesquisas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ele pegou a carteira e procurou por um telefone para falar com o proprietário. O jovem achou o cartão de um consultório odontológico e ligou, mas ninguém atendeu. Depois, o homem contou que tentou entrar em contato com o local mais uma vez e não conseguiu. De acordo com ele, os documentos sugeriam que o homem fizesse parte da Polícia Militar e, por isso, o professor entrou em contato com o 190.

A polícia foi até o local em que o professor estava, pegou a carteira com ele e devolveu ao dono, que já tinha sido localizado. Na tarde desta terça-feira (29), os dois homens se encontraram e, segundo o jovem, o outro ficou muito emocionado.

Para o professor, a ideia de que alguém encontre documentos de outra pessoa e use os dados dela para cometer crimes gera muito medo. De acordo com ele, a irmã passou por esse problema há dois anos. Ela perdeu o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o registro foi usado para fazer empréstimos. O jovem contou que também já foi vítima de crimes. Segundo o professor, duas motos dele já foram roubadas.






Fonte:g1.globo.com