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Covardia: Empresário mata cachorros a tiros em Ipiúna no Sul de Minas

Cães foram mortos a tiros próximo a escola e laticínio em Ipuíuna (Foto: Polícia Militar)

Mais um ato covarde contra animais, já existe um movimento para que a lei contra esse tipo de crime seja mais dura. Várias ONGS estão trabalhando junto aos orgãos responsaveis para punir crimes desse tipo contra animais indefesos.

Um empresário, dono de um laticínio em Ipuiúna (MG), foi preso na manhã desta quarta-feira (29) depois de matar três cachorros em um pasto, próximo a uma escola no Centro da cidade.

Os cães foram mortos a tiros disparados por uma espingarda. O empresário foi preso em flagrante e levado para o quartel da PM.
Segundo a Polícia Militar, o empresário alegou que os cachorros estariam atacando vacas de propriedade dele dentro do laticínio e que inclusive já tinham matado um animal há poucos dias.

Conforme a polícia, o empresário foi levado para a Delegacia de Santa Rita de Caldas (MG) e depois seria encaminhado para Andradas (MG). Ele poderá responder por disparo em via pública, porte ilegal de armas e por maus-tratos a animais.



Fonte:Informações  G1

Em Paraguaçu no Sul de Minas produção artesanal de tênis com ajuda da internet

O empresario Roberto Filho

Quando abriu a porta da oficina, no fim da tarde de uma sexta-feira, em fevereiro de 2003, foi o horror. O pai estava estendido no chão, o rosto afundado, atingido por uma peça de maquinário.

O jovem gritou, juntou gente, logo chegou o resgate. Roberto Felício dos Reis Correa, o Robertinho, está vivo, mas ficou cego. Nunca mais pôde produzir os calçados de corrida que desenvolvera para atender seus próprios pés e que eram bem recebidos na pequena comunidade de ultramaratonistas.

Mas a Sprint Tênis, que funcionava num galpão nos fundos de sua casa, em Campinas, continuou. "Eu não sabia costurar, não sabia colar um tênis, nada. Tive de aprender sozinho", diz Roberto Filho, 35, que hoje fabrica cerca de 250 tênis por mês.

Na época, com o pai no hospital, os pedidos continuavam a aparecer, ainda que poucos. Ele não podia perder a clientela conquistada pelo pai com os próprios pés --foi depois de correr 202,5 km para vencer uma prova de 24 horas vestindo os tênis que produzia que Robertinho viu as vendas aumentarem.

Ferramenteiro de profissão, o corredor resolveu produzir seu calçado porque os de prateleira lhe machucavam os pés. Aprendeu a costurar, criou ferramentas e acabou chegando ao que considerava ideal: um tênis leve, confortável e bem ventilado. Amigos começaram a pedir, ele vendia o que fabricava, mesmo sem ter empresa, ao longo dos anos 1990.

Em 1997, deu um ar mais profissional ao produto, que ganhou a logomarca criada por um amigo. Empresa registrada, porém, só teve em 2001, ano em que o filho começou a trabalhar com ele.

O faturamento era pequeno, e as entradas, irregulares: "Às vezes, vendia R$ 9.000, às vezes R$ 4.000 por mês", lembra Roberto Filho. O importante, afirma, é que o produto ganhava confiança de corredores dedicados.

Então aconteceu o acidente, que deixou sequelas também na firma. Houve crise na família e, no início de 2004, o filho saiu para remontar a empresa em Paraguaçu (MG).

Desde então, a empresa vive em uma espécie de montanha-russa financeira. No início da etapa mineira, mal vendia 20 pares por mês. Em maio de 2008, festejou vendas de 268 pares. Em setembro veio a crise, as vendas despencaram, as contas explodiram e a Sprint faliu.

"Nosso crescimento foi baseado no endividamento", avalia Roberto Filho. Levaram nove meses para pagar os fornecedores. Com outra razão social, mas a mesma marca, voltaram ao ramerrão da produção caseira.

Tudo mudou no ano passado. Deprimido por questões financeiras e familiares, Roberto Filho foi buscar velhos amigos em uma rede social. Conversa vai, conversa vem, publica fotos com o tênis, oferece de presente para alguns corredores, entrega como prêmio em ultramaratonas.

"Nós sempre vivemos de propaganda boca a boca. Agora era o boca a boca digital. O que um postava mil ouviam", diz Roberto Filho, que voltou a correr e chegou a participar de ultramaratonas com clientes. "Fiz quase 85 km, mas fiquei arrebentado."

A empresa, que fechou 2011 com uma funcionária, contratada em dezembro depois do boom provocado pela propaganda eletrônica, hoje tem cinco e pretende contratar pelo menos mais um.

Os seis pares que produzia por dia em dezembro hoje são 12 e logo serão 15, espera Roberto Filho, que continua trabalhando na área de produção, enquanto sua mulher, Ana Paula, comanda as vendas --feitas apenas pelo site da empresa e entregues pelo correio.

"Dinheiro é como a corrida", filosofa Roberto Filho. "Se você treinar bem, uma hora você vai melhorar seu tempo. Se trabalhar bem, vai acabar conquistando resultado financeiro."










Fonte: Folha

Um exemplo a ser seguido: Denis Engel Madureira do Instituto Cresça Brasil

Empresário Denis Engel Madureira

Denis Engel Madureira é um exemplo de brasileiro que deveria ser seguido pelos politicos e empresários deste país. Um jovem empresário que pensa no bem da comunidade, mas que não fica só no pensar, tem iniciativas e faz acontecer.

Denis é proprietário do Instituto Cresça Brasil em Alfenas - MG (veja mais abaixo histórico da empresa).

Preocupado com a segurança na cidade de Alfenas o empresário doou no mês passado (abril) duas motocicletas Honda/XRE 300 para a policia militar da cidade ter mais uma opção rápida de perseguir e capturar infratores.

Em meio a tanta notícia de politicos corruptos é bom saber que ainda temos brasileiros dignos, que se preocupam em contribuir para amenizar o sofrimento do povo brasileiro.




Histórico

O Instituto Cresça Brasil nasceu da vanguarda e do compromisso ético das atividades da Cresça Brasil, empresa fundada em 2006 e que atua na produção e editoração de cursos online - no formatode e-learnig, aprendizado pela Internet.

Por acreditar que a promoção do crescimento humano deve acontecer em todos os setores da vida, seu fundador, Denis Engel Madureira manifestou o desejo de contribuir e atuar de maneira mais direta na comunidade. Surgia então, em junho de 2008, o Instituto Cresça Brasil, uma associação civil sem fins lucrativos, com sede na Rua Jaime Santos, 530, Jardim Aeroporto, em Alfenas, Sul de Minas Gerais.
Este Instituto viabiliza programas, projetos e ações sociais beneficiando homens, mulheres, jovens e crianças de diversas comunidades, em situação de risco e vulnerabilidade.

A primeira semente das ações do instituto nasce com o ‘Programa Cestas de Conhecimento’ que distribui, nesta primeira fase, 30 cestas básicas a famílias carentes. Por sua vez, estas famílias assumem o compromisso de que um integrante desta unidade realize gratuitamente um dos 200 cursos oferecidos pela Cresça Brasil.
Assim a razão principal do Instituto Cresça Brasil é oferecer possibilidades para que todos se desenvolvam integralmente.

Nossa missão:

Gerar e difundir conhecimentos e práticas de capacitação profissional.
Preparar jovens e adultos por meio de ensino humanista, ético, artístico e empreendedor.
Contribuir de forma concreta para a emancipação dos indivíduos, famílias e comunidades.
Levar ao mundo uma rede de conhecimentos, trabalhos, valores e virtudes.

Visão:

Reduzir desigualdades. A distribuição de alimentos estabelece a dignidade.
A difusão de conhecimentos diminui diferenças.
Assim é possível chegar à construção coletiva de uma cultura de sustentabilidade por meio de indivíduos com sólida formação humanista que atuem como agentes transformadores da realidade em que vivem.

Valores

Humildade.
Compartilhar saberes. Queremos ser aprendizes com aqueles com os quais nos relacionamos. Compartilhar nossas visões, desafiando-os e sendo desafiados a crescer e a caminhar com eles.
Respeito à dignidade humana.
Comprometimento com a comunidade




Redação JF

Santa Rita do Sapucaí - Empresário sueco agride mulheres após briga de trânsito

Segundo a polícia, ele apresentava sintomas de embriaguez.
Testemunhas tiveram que separar a briga.


Um empresário sueco que mora em Santa Rita do Sapucaí (MG) foi detido na noite deste domingo (25) depois de se envolver em uma briga de trânsito. Segundo a Polícia Militar, após bater em um carro, ele agrediu uma mulher e uma adolescente com tapas e foi preciso que testemunhas que estavam no local separassem. Ainda conforme a PM, o homem apresentava sintomas de embriaguez.

A mulher que teve o carro atingido, disse que a batida aconteceu quando ela se preparava para entrar em uma esquina. O homem foi levado para a Delegacia de Pouso Alegre, mas foi liberado depois de assinar um termo se comprometendo a comparecer posteriormente na delegacia.






Fonte:G1