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Aprovada proposta de aumento de pena para crimes cometidos por internautas que usarem perfis falsos


Usuários da internet que usarem perfis falsos em redes sociais ou correspondências eletrônicas (e-mails), por exemplo, poderão ser enquadrados como crimes de informática passível de seis meses a dois anos de pena de prisão. A pena integra o elenco de propostas de aperfeiçoamento do Código de Processo Penal, sob a análise de juristas nomeados pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

O resultado desse trabalho será encaminhado para a análise dos parlamentares na forma de um anteprojeto de lei ainda neste semestre. A proposta, aprovada em reunião da comissão de juristas, nesta segunda-feira (21), prevê o aumento de um terço da pena se, pela internet, o perfil falso causar prejuízos a terceiros. O relator da comissão, procurador Luiz Carlos Gonçalves, acrescentou que os hackers, especialistas em informática capazes de modificar programas e redes de computadores, merecerão um capítulo à parte no anteprojeto.

Recentemente, a atriz Carolina Dickman teve fotos íntimas veiculadas em páginas da internet. Casos como esse terão pena de dois anos de prisão acrescido em um terço pela utilização da rede mundial de computadores. Os juristas ainda analisam a penalização de crimes mais graves, como o acesso indevido de dados comerciais protegidos.

Os juristas também aumentaram penas para qualquer pessoa que, de posse de informações de processos judiciais que correm em segredo de Justiça, sejam divulgados à imprensa. A quebra do segredo de Justiça – como sigilos fiscal, telefônico e bancário – pode passar de dois a quatro anos de prisão para dois a cinco anos de prisão.

"O foco da criminalização não é o trabalho da imprensa que noticia um fato que chegou ao conhecimento dela. O regime constitucional de liberdade de imprensa, de proteção do sigilo da fonte, nos impediria de agir de forma diversa", disse o relator da comissão de juristas. Luiz Carlos Gonçalves ressaltou que esse tipo de crime já está previsto na Lei de Interceptação, mas a ideia é tipificá-lo no Código Penal. Pelo que foi aprovado hoje, caso os dados vazados sejam veiculados em meios de comunicação, a pena de dois a cinco anos será aumentada em um terço.

Outro tema apreciado na reunião foi a corrupção no setor privado. O procurador Luiz Carlos Gonçalves disse que a lei atual prevê o crime nesse setor somente quando existe o envolvimento de funcionário público. A proposta é tipificar, por exemplo, o funcionário do setor de compras de uma empresa privada que recebe vantagem indevida para beneficiar determinado fornecedor. "Estamos adequando nossa legislação ao parâmetro internacional de corrupção privada", observou o relator da comissão de juristas.






Fonte: Agência Brasil

Idoso de 82 anos é preso com Viagra do Paraguai

Um idoso foi preso pela Polícia Rodoviária Federal, nessa terça-feira, com diversas cartelas de remédios do Paraguai. Entre os produtos estavam 8 cartelas de genéricos de Viagra. A ocorrência foi em Araxá, no Alto Paranaíba.

De acordo com a PRF, durante uma fiscalização de rotina, eles pararam uma caminhonete conduzida pelo homem de 82 anos. Além do Viagra, foram encontrados no veículo, 13 cartelas de Rheumazin forte e seis de Eroxil.

O idoso contou que vinha de Foz do Iguaçu e teria feito compras no Paraguai. Ele, juntamente com o material apreendido foram levados para a delegacia da cidade.







Fonte:em.com.br

Falso dentista é preso em Passos, no Sul de Minas

Um homem de 28 anos foi detido em Passos, no Sul de Minas, por exercício ilegal de medicina. A Polícia Militar foi chamada por dois fiscais do Conselho Regional Dentário, que receberam denúncias sobre um falso dentista que estaria atuando no centro da cidade.

No local da denúncia, o suspeito teria dito aos militares que havia feito um curso protético em Alfenas, mas que não tinha diploma de dentista. A dona da clínica, dentista formada, também foi detida. Os dois foram levados para delegacia da cidade.









Fonte:otempo.com.br

Cerca de uma tonelada de remédios falsos são apreendidos em Minas

Segundo Anvisa, é a maior apreensão de medicamentos ilegais do ano.
Em outra operação, em Divinópolis, foram apreendidos Viagras falsificados.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em parceria com a Polícia Federal (PF) e a Vigilância Sanitária de Minas Gerais apreendeu cerca de uma tonelada de medicamentos clandestinos nesta quarta-feira (17), em Divinópolis, na região centro-oeste de Minas Gerais. De acordo com a Anvisa, essa é a maior apreensão de remédios de 2010. Dois suspeitos de envolvimento no crime foram detidos.

Segundo a Anvisa, os medicamentos eram produzidos em uma fábrica ilegal, que ficava em um edifício residencial, na cidade mineira. Os remédios não possuem registro na agência e o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da fábrica estava em nome de outra empresa localizada em Porto Velho, em Rondônia. Nos rótulos dos produtos havia a informação de que os medicamentos eram produzidos por esta empresa, de acordo com a polícia.

As investigações da Anvisa duraram seis meses e, durante esse período, outras apreensões foram realizadas em cidades mineiras. Segundo a agência, os medicamentos produzidos na fábrica de Divinópolis eram vendidos em todo o Brasil. Os remédios eram para doenças na região lombar, como reumatismo e bico-de-papagaio.

Um dos suspeitos foi ouvido pela polícia e depois liberado. Segundo a Polícia Federal, ele seria apenas um ajudante. O outro homem, que seria o proprietário do imóvel, está detido no Presídio de Floramar em Divinópolis.

Estimulantes sexuais
Nesta quarta-feira (17) a Anvisa realizou outra operação, também em Divinópolis, na região centro-oeste de Minas Gerais. Segundo a polícia, no local, foram apreendidas 50 caixas de Viagras e 50 de Cialis falsificados, ambos estimulantes sexuais. O dono da farmácia foi detido. Ele vai ser ouvido pela polícia e depois será encaminhado ao Presídio Floramar.

De acordo com a polícia, a pena para falsificação de medicamentos varia entre 10 e 15 anos de prisão.







Fonte:g1.globo.com