Presidente da Câmara foi mostrado em flagrante do "Fantástico", supostamente oferecendo drogas a motoristas
A Polícia Civil de Campanha, no Sul de Minas, instaurou um inquérito para apurar as denúncias de participação do presidente da Câmara Municipal de Vereadores do município, Pedro Messias Alves, de 43 anos, na comercialização de anfetaminas, os chamados rebites, para caminhoneiros. A denúncia foi levada ao ar na noite de domingo (27) pelo programa "Fantástico", da Rede Globo. A reportagem mostrou, em vários pontos do país, flagrantes de prostituição e venda de drogas em postos de combustíveis. Nas imagens aparecem o vereador e o frentista do posto, supostamente negociando a venda de anfetaminas e dando orientações sobre o uso do medicamento para manter os motoristas acordados durante as longas viagens. O vereador confirma que o pagamento poderia ser feito com cartão de crédito.
Segundo o delegado da Polícia Civil, Fernando Gatti, a suspeita é de que alguma farmácia ou laboratório da região esteja facilitando o acesso aos remédios, que só poderiam ser vendidos com receita médica. Na Câmara, alguns vereadores se mostraram surpresos. "Eu particularmente fiquei surpreso ao assistir a reportagem. Nós vamos aguardar o posicionamento da assessoria jurídica para tomar uma decisão. O apelo popular está grande e a gente já está se reunindo, para tomar a decisão correta", diz o vice-presidente da Câmara, Gilson César Prock.
Durante a tarde desta segunda-feira (28), equipes da Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal cumpriram mandados de busca e apreensão no posto do vereador e do irmão dele, José Antônio Alves. No posto do irmão, foram encontradas cinco máquinas caça-níqueis. Elas estavam guardadas em um cômodo que fica nos fundos do estabelecimento.
O presidente da Câmara não foi encontrado para falar sobre o assunto. Pedro Messias Alves tem 45 anos e na última eleição teve 299 votos. Ele foi o único vereador reeleito em Campanha. Ele assumiu a presidência da Câmara no início deste ano.
No Ministério Público, a informação é de que a promotoria vai aguardar a investigação da polícia para se posicionar.
Fonte:eptv
A Polícia Civil de Campanha, no Sul de Minas, instaurou um inquérito para apurar as denúncias de participação do presidente da Câmara Municipal de Vereadores do município, Pedro Messias Alves, de 43 anos, na comercialização de anfetaminas, os chamados rebites, para caminhoneiros. A denúncia foi levada ao ar na noite de domingo (27) pelo programa "Fantástico", da Rede Globo. A reportagem mostrou, em vários pontos do país, flagrantes de prostituição e venda de drogas em postos de combustíveis. Nas imagens aparecem o vereador e o frentista do posto, supostamente negociando a venda de anfetaminas e dando orientações sobre o uso do medicamento para manter os motoristas acordados durante as longas viagens. O vereador confirma que o pagamento poderia ser feito com cartão de crédito.
Segundo o delegado da Polícia Civil, Fernando Gatti, a suspeita é de que alguma farmácia ou laboratório da região esteja facilitando o acesso aos remédios, que só poderiam ser vendidos com receita médica. Na Câmara, alguns vereadores se mostraram surpresos. "Eu particularmente fiquei surpreso ao assistir a reportagem. Nós vamos aguardar o posicionamento da assessoria jurídica para tomar uma decisão. O apelo popular está grande e a gente já está se reunindo, para tomar a decisão correta", diz o vice-presidente da Câmara, Gilson César Prock.
Durante a tarde desta segunda-feira (28), equipes da Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal cumpriram mandados de busca e apreensão no posto do vereador e do irmão dele, José Antônio Alves. No posto do irmão, foram encontradas cinco máquinas caça-níqueis. Elas estavam guardadas em um cômodo que fica nos fundos do estabelecimento.
O presidente da Câmara não foi encontrado para falar sobre o assunto. Pedro Messias Alves tem 45 anos e na última eleição teve 299 votos. Ele foi o único vereador reeleito em Campanha. Ele assumiu a presidência da Câmara no início deste ano.
No Ministério Público, a informação é de que a promotoria vai aguardar a investigação da polícia para se posicionar.
Fonte:eptv












