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Vaqueiro vai receber R$ 30 mil após perder três dedos laçando vaca


Um peão de fazenda que perdeu três dedos enquanto laçava uma vaca vai receber indenização de R$ 30 mil por danos morais e pensão até completar 70 anos de idade.

O vaqueiro sofreu o acidente de trabalho enquanto tentava capturar o animal para medicá-lo. Ao laçar o animal, a vaca se assustou e fugiu, esticando a corda que o peão segurava.

A sétima turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) foi unânime ao manter decisão do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de Campinas, interior de São Paulo. Para ambos os tribunais, a atividade do acidentado, nas circunstâncias em que eram exercidas, implicava risco de acidente de trabalho.

A defesa do proprietário da fazenda disse que a pecuária não se enquadrava na hipótese, pois o risco da atividade não excede a média suportada pela maioria dos trabalhadores. Assim, o fazendeiro não seria responsável pelo acidente e não teria a obrigação de indenizar o funcionário.

O empregador também disse que a culpa para o acidente foi exclusiva do empregado, pois ele não esperou que os animais fossem acuados no canto de uma cerca antes de laçá-los.

O TRT de Campinas não aceitou a tese, pois o empregador havia dito, em depoimento, que não havia impedimento para que os cuidados com os animais fossem feitos no pasto --como feito pelo empregado na ocasião do acidente.

A relatora do processo, Kátia Magalhães Arruda, disse que o empregado não tem obrigação de provar a culpa subjetiva do empregador no acidente. Para a magistrada, o patrão é que tem o dever de demonstrar que a culpa teria sido exclusiva da vítima.







Fonte:Folha SP

Fazendas e carvoarias de MG são flagradas com trabalhadores em situação precária

Mais uma vez a fiscalização em fazendas no interior de Minas encontrou empregados em situação precária de trabalho. Fazendas do setor sucroalcooleiro e carvoarias foram alvos de operações do Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e as Polícias Federal e Rodoviária federal. As ações aconteceram durante o mês de fevereiro, em cidades da região de João Pinheiro, Região Noroeste de Minas, e p MPT divulgou o balanço das fiscalizações.

Nas carvoeiras fiscalizadas, foram interditadas as atividades de produção. Seis trabalhadores foram resgatados em situação precária. O MPT e o MTE colheram 10 depoimentos de funcionários para provar as inúmeras irregularidades no setor de carvoejamento na região, cujo produto é fornecido para grandes siderúrgicas de Sete Lagoas e Divinópolis. Para dar sequência à investigação, o MPT instaurou um procedimento no qual serão reunidos todos os documentos e provas relativas à situação carvoeira na região.


Segundo o MPT, as empresas faziam descontos indevidos em folha de pagamento, não pagamento de horas extras e não capacitação os trabalhadores para uso de agrotóxicos comprometendo a segurança dos empregados. Faltava aos funcionários um local para refeição e até mesmo instalações sanitárias

No setor sucroalcooleiro, três empresas foram autuadas por 119 infrações e algumas atividades foram interditadas por falta de condições adequadas de trabalho aos empregados. A Bevap Bioenergética Vale do Paracatu, Capuan Agrícola e Rio Paracatu Agrícola e Comercial S/A receberam prazo até 3 de março para assinarem um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que reúne 47 obrigações necessárias para assegurar direitos legais e condições de segurança aos trabalhadores.

“Lista suja”

No início de janeiro, o MTE atualizou a “lista suja” do trabalho escravo no Brasil. Novos 88 nomes entraram para a listagem, somando agora 220 infratores que foram flagrados mantendo trabalhadores em situação precária. Em Minas, cinco propriedades são investigadas por suspeita de trabalho escravo. Em 2010, o MPT abriu 56 apurações sobre trabalho degradante no estado e atualmente, 136 investigações estão em andamento.








Fonte:em.com.br

Polícia apreende notas falsas de R$ 100 em fazenda

Aposentado disse que cédulas eram de golpista que tinha pedido para trocar dinheiro

Cinco notas falsas de R$ 100 foram apreendidas, na sexta-feira, em Sapucaí-Mirim, com um aposentado.

O homem de 78 anos disse que estava em casa, na estrada vicinal da Ponte Nova, quando foi abordado por um desconhecido que pediu para trocar R$ 500 por notas de R$ 50.

A justificativa utilizada pelo golpista, segundo a versão do aposentado, era de que ele precisava pagar os funcionários de sua fazenda.

Após a troca, um dos funcionários do aposentado desconfiou que as notas fossem falsas.

Em seguida, ele levou o dinheiro até a Polícia Militar, que confirmou a não procedência do dinheiro. O autor do golpe não foi encontrado.







Fonte:eptv

História - Casas de morada das elites rurais de Alfenas no século XIX

Fazenda Campo Redondo, nas proximidades de Alfenas

São conhecidas as casas imponentes que abrigaram as elites oitocentistas mineiras, especialmente as construções rurais, sedes de fazendas notórias pela amplitude da área e das atividades nelas desenvolvidas. Muitas delas tornaram-se cartões postais. Outras ofereceram cenários para filmes e telenovelas. Os guias turísticos nunca perdem a chance de mostrar estas grandes habitações para os visitantes que percorrem municípios mineiros

No entorno de Alfenas, estão de pé algumas destas construções. É o caso da Fazenda Campo Redondo, na margem da rodovia que liga Alfenas a Areado. Outro exemplar é a Fazenda Monte Alegre, situada no município de Monte Belo. Na década de 1980, a Monte Alegre media quase 18 mil hectares, produzia 75 mil sacas anuais de café limpo, 450 mil caixas de cítricos e 485 mil toneladas de cana, empregando diretamente 2900 pessoas. Em Machado, a Fazenda Espírito Santo, cuja sede possui cerca de 180 anos, dedicada à produção de café e leite, prende a atenção.



Créditos:www.minasdehistoria.blog.br

Fazendeira é suspeita de envenenar colonos com inseticida

Mulher teria jogado veneno na caixa d’água de sua propriedade para forçar saída dos trabalhadores

A dona de uma fazenda em Santana da Vargem foi levada à delegacia da cidade, suspeita de envenenar a caixa d’água de seus funcionários com inseticida na noite de sexta-feira (29). De acordo com a Polícia Militar, a proprietária diluiu um litro da substância em cinco mil litros de água, para fazer com que os colonos deixassem a propriedade.

A polícia foi acionada quando alguns moradores apresentaram dores intestinais ao ingerir a água contaminada. A mulher prestou depoimento e foi liberada. A Polícia Militar coletou uma amostra da água e o rótulo do veneno utilizado na caixa d’água, que serão levados para análise.

Fonte:eptv

Fazendas com tecnologia de ponta

Muuuu....nada como um banho pra relaxar