Mostrando postagens com marcador gays. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gays. Mostrar todas as postagens

Minas Gerais pode ter cadeia exclusiva para homossexuais

Foto Ilustrativa
Travestis e transexuais de quatro estados já podem cumprir a pena em espaços separados dos demais detentos

Vítimas constantes de abusos em presídios, homossexuais, travestis e transexuais devem ter o direito de cumprir pena em alas separadas de outros detentos. O Conselho Nacional de Combate à Discriminação contra Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis, formado por 15 órgãos do governo federal e 15 da sociedade civil – ligado à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) – já tem o esboço de uma resolução que recomenda a criação desses espaços. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também deve elaborar recomendação nesse sentido. Enquanto não há uma regra oficial, a SDH tem termos de compromisso assinados com 16 estados para elaborar ações voltadas à população carcerária LGBT e à capacitação de profissionais para lidar com o grupo. A principal medida é, justamente, a construção de alas separadas em presídios.

Hoje, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba e Rio Grande do Sul reservam espaços exclusivos para os detentos homossexuais. A partir do ano que vem, a Bahia deve adotar o sistema. Segundo o coordenador da área LGBT da SDH, Gustavo Bernardes, embora não exista uma estatística oficial, a secretaria recebe constantemente denúncias de abusos sexuais, psicológicos e tentativas de homicídios contra homossexuais apenados. “Pensamos na vida. Se ela está em risco, preferimos mantê-las (travestis e transexuais) separadas”, disse. A resolução deve ficar pronta no fim do mês e vai propor que a entrada na ala exclusiva seja uma opção do detento.

O conselheiro do CNJ Guilherme Calmon considera a medida importante. Para ele, a proposta é encarada como uma forma de prevenir a violência e reconhecer a pessoa como ela se vê. Ele cita o exemplo das transexuais, que se reconhecem como mulher, mas têm que cumprir pena em unidades masculinas, a não ser que tenham se submetido à cirurgia de mudança de sexo. “Trata-se do grupo mais sujeito a violações. É a parcela mais vulnerável.”

BOAS EXPERIÊNCIAS

Minas foi o primeiro estado a oferecer alas LGBT em presídios, em 2009. Atualmente, há 34 detentos – a capacidade máxima – no espaço exclusivo da Penitenciária Professor Jason Soares Albergaria, em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Como a experiência deu certo, foi criada uma ala LGBT no presídio de Vespasiano, na Grande BH, onde 33 homossexuais cumprem pena.

O presídio de Porto Alegre foi o segundo a ter espaços exclusivos para LGBT, criados em abril de 2012. Na Paraíba, as alas para travestis e transexuais funcionam há pouco mais de dois meses nos presídios Roger, na capital, e Serrotão, em Campina Grande. Em Mato Grosso, a ala foi criada há sete meses e, hoje, abriga seis presos.




Fonte: Informações Estado de Minas

Aguinaldo Timóteo critica Daniela Mercury: "Foi um oportunismo perverso e canalha"

"Tudo tem limite. Ninguém vai punir, ninguém vai recriminar, mas eu vou".

Eu tenho 76 anos, saí de casa aos 16 para enfrentar o mundo e continuo enfrentando, então não tenho que concordar com uma mulher que aos 47 anos e cinco filhos, que com certeza amou muitos homens, aproveita o movimento de todo mundo dando porrada num deputado (Marco Feliciano) e diz que quer apresentar a mulher. Foi um oportunismo perverso, canalha. Uma mulher não precisa expor a sua relação", criticou. No último domingo, ela apresentou oficialmente sua mulher e deu um selinho na amada em rede nacional.

"Milhões de famílias vão concordar comigo. A gente não pode bater palma para a vulgaridade, para o exibicionismo, para o oportunismo, para a farsa e para a mentira. Não é possível você aproveitar para dizer: 'eu quero apresentar minha mulher'. Que negócio é esse? Aos 47 anos e com cinco filhos? Por que não fez isso quando tinha 20 anos? Para! Estou indignado", esbravejou Agnaldo Timóteo em um programa de TV.

O que mais revoltou Agnaldo foi o fato de Daniela ter ido para a TV apresentar a mulher. "Virou a rainha dos gays. Ela está enganando a todos. A família brasileira não merecia isso. É demagogia em nome de ibope. Foi um depoimento desnecessário aos 47 anos de idade. Foi uma maravilhosa promoção. Nem todos os gays concordam com essa atitude. Foi um grande golpe de publicidade, de graça. Ela foi gênio nesse aspecto", acrescentou.







Fonte:Informações Extra

Confira trecho do vídeo que causou a excomunhão do padre de Bauru


A Igreja Católica acusou o padre Beto de heresia e de ferir os dogmas da fé ao divulgar na internet suas opiniões sobre temas sexuais


A Igreja Católica anunciou nesta segunda-feira a excomunhão do padre Roberto Francisco Daniel, o padre Beto, de Bauru (SP). O padre é acusado de cometer heresia e de ferir os dogmas da fé religiosa ao divulgar na internet suas opiniões sobre o tratamento dado pela Igreja Católica aos temas sexuais. Nos vídeos, o padre critica a igreja por manter uma posição considerada retrógrada sobre a relação de parceiros bissexuais e do mesmo sexo.
Padre Beto disse que foi pego de surpresa. Pelos vídeos divulgados há duas semanas, ele foi advertido pelo bispo de que deveria retirar os vídeos da rede social e internet e fazer uma retratação, cujo prazo terminaria nesta segunda, mas ao chegar pela manhã para entregar a carta de demissão, ele foi levado para uma sala, onde havia cinco pessoas, o juiz e uma cadeira vazia. "Fiquei surpreso porque fui cumprir o combinado com o bispo, que era para eu manifestar até hoje e não participar de uma reunião", contou padre Beto.

"Quando me sentei na cadeira, perguntei se aquilo era um tribunal e se a cadeira era para o réu. Como me disseram que era e que eu seria o réu, eu me levantei e disse que estava ali para entregar a carta, mas eles me disseram que não aceitaria a carta e que eles é que iriam me demitir", contou. A situação, segundo Beto não durou mais de sete minutos. Ele então registrou a carta em cartório para que fosse levada ao bispo por um oficial de Justiça, mas o bispo não a recebeu.







Fonte: Informação Estadão

Minas Gerais é o quarto estado com mais denúncias de agressão contra gays

São Paulo é o primeiro no ranking, seguido por Bahia e Piauí, segundo a Secretaria de Direitos Humanos

Um levantamento realizado pela Secretaria de Direitos Humanos registrou que o estado de São Paulo é o primeiro no ranking de denúncias de agressão contra gays no Brasil, 18,41% dos casos. Em segundo lugar está a Bahia (10%), em terceiro o Piauí (8,73%) e Minas Gerais aparece em quarto lugar, com 8,57%. 
A maioria das denúncias é feita pelo Disque 100, o Disque Direitos Humanos.  No que diz respeito aos agressores, a maioria é um descohecido (39,2%); vizinhos representam 22,9% dos casos e, surpreendentemente, 10,1% são amigos das vítimas.
Segundo divulgação do Estado de S. Paulo,  das vítimas agredidas, 83,6% são homossexuais, 10,1%, bissexuais e 4,2%, heterossexuais que sofrem algum tipo de violência ao ser confundidos como gays. E a maioria das vítimas têm idades entre 19 e 24 anos (43% dos registros).



Fonte:otempo

Dia do Orgulho Gay agita o domingo em cidades do Sul de Minas

Festas se estenderam durante toda a tarde


O domingo foi marcado pelo dia do orgulho gay no sul de minas. Em Alfenas, uma a 8ª edição da Parada Gay reuniu mais de quatro mil pessoas, segundo a Polícia Militar. A festa começou na Praça Getúlio Vargas às 14h e os trios elétricos seguiram até a saída da cidade, no final da Avenida José Paulino, onde a festa terminou às 18h.

Poços de Caldas

De acordo com a PM, em Poços de Caldas, a 6ª edição da Parada Gay reuniu mais de seis mil pessoas, que curtiram a festa que começou às 14h. Os dois trios elétricos arrastaram a multidão pelas ruas do Centro até a hora do show da cantora Wanessa Camargo. A festa terminou às 19h.








Fonte:eptv

Pai e filho são agredidos em festa ao serem confundidos com casal gay

Um homem de 42 anos teve metade da orelha decepada após ser agredido por um grupo de jovens durante um show na Exposição Agropecuária Industrial e Comercial (EAPIC), em São João da Boa Vista, a 225 km de São Paulo.

A agressão aconteceu na madrugada da última sexta-feira (15), quando um grupo de sete jovens se aproximou da vítima, que estava abraçado ao filho dele, para saber se os dois eram gays.

Mesmo explicando que tratava-se de família houve um princípio de tumulto e os rapazes foram embora, mas voltaram minutos depois e iniciaram as agressões. Um deles mordeu a orelha do homem, que preferiu não se identificar e decepou parte dela.

A vítima disse que levou um soco no queixo e desmaiou, só quando acordou é que ouviu as pessoas dizendo que eu ele estava sem a orelha. Pai e filho foram levados para um hospital, foram atendidos e liberados. O filho teve ferimentos leves.

O delegado do 1º Distrito da Polícia Civil de São João Boa Vista, Fernando Zucarelli, disse que está tentando identificar os possíveis autores da agressão por meio de imagens de câmeras e gravações e informou que foi aberto um inquérito criminal para investigar o caso.

Além do crime de agressão, os jovens podem responder por homofobia, que é a aversão a homossexuais. Ainda que não conste especificamente como crime no Código Penal Brasileiro, mas pode ser configurada como ato de discriminação.

A organização da EAPIC informou vai colaborar com a polícia nas investigações e que no evento havia 150 seguranças, além da Polícia Militar.







Fonte:otempo.com.br

Assim como a Igreja Católica, evangélicos rejeitam união gay

Conselho de pastores não concorda com decisão do Supremo Tribunal Federal de garantir vários direitos a pessoas do mesmo sexo que vivem juntas. No entendimento das duas lideranças religiosas, tais casais não são considerados família

O Conselho de Pastores Evangélicos (Copev) do Distrito Federal se posicionou ontem contra o parecer do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união estável de pessoas do mesmo sexo. A entidade alega que a resolução da Corte fere a família brasileira e a Bíblia. Até então, o Copev-DF tinha preferido não se manifestar, esperando a votação do projeto de lei anti-homofobia no Senado. Porém, como a sessão de quinta-feira foi encerrada sem a votação da matéria, o conselho divulgou a sua posição. “Não vamos desacatar a decisão do STF nem sair fazendo manifestações contra a sentença, mas temos o direito de não concordar”, explicou o presidente da Copev-DF, Josimar Francisco da Silva.

Josimar destacou que a posição da instituição não fomentará a discriminação aos homossexuais, mas, de acordo com a Bíblia, a família deve ser constituída por casal de sexos opostos. “Não podemos imputar a Bíblia pela nova lei do homem. Mãe é mãe, pai é pai”, contou. “Nossa posição está assegurada pela liberdade religiosa, que é prevista em lei.”

A posição do Copev-DF saiu um dia depois do apoio da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) ao parecer do STF, e dois dias após a declaração da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de não reconhecer a união homoafetiva e criticar a Corte por ter “ultrapassado o limite de suas competências”. O documento divulgado na quarta-feira foi elaborado durante a 49ª Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida do Norte (SP), e diz que “a diferença sexual é originária e, não, mero produto de uma opção cultural”.

O contéudo da carta ainda cita que a união estável entre pessoas do mesmo sexo não pode ser equiparada à família, “que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher”. Na nota, os bispos pedem também que não haja discriminação nem violência contra os homossexuais.

Direitos civis

Já a Igreja Anglicana, na figura do bispo dom Maurício José Araújo de Andrade, acredita que a tendência é que mais instituições religiosas se posicionem em relação ao parecer do Supremo, porque uma decisão dessa magnitude mexe com as práticas religiosas de várias igrejas. Dom Maurício explicou que a carta de apoio se baseou na separação da Igreja e do Estado e na busca da garantia dos direitos civis das pessoas, conforme previsto nos preceitos anglicanos. “Estamos reconhecendo direitos civis, mas não vamos realizar um matrimônio entre casais do mesmo sexo”, explicou o padre.

A Polícia Militar do Distrito Federal, a Câmara Legislativa do DF e o Exército Brasileiro se posicionaram favoráveis ao cumprimento dos direitos previstos pela decisão do STF. Entre as garantias asseguradas por lei pela Corte estão o direito à pensão, à partilha do patrimônio do casal e à extensão dos benefícios a dependentes.

Polêmica

O projeto de lei que trata da união de pessoas do mesmo sexo tramita no Congresso há mais de 10 anos. A última versão da proposta que está no Senado foi reformulada em 2006. O texto trata de punições para crimes de preconceito de gênero ou de orientação sexual. A principal oposição à aprovação da lei vem da bancada evangélica, que alega inconstitucionalidade no projeto. Senadores dizem que a criminalização de atos considerados homofóbicos fere o princípio da igualdade, pois cria privilégios jurídicos para os cidadãos inseridos em contexto de relacionamentos homoafetivos.

Mas, apesar de apostarem na inconstitucionalidade da proposição, os parlamentares não conseguiram consenso nem mesmo para votar a matéria na comissão de direitos humanos. Depois da polêmica reunião de quinta-feira, que terminou com o bate-boca entre a senadora Marinor Brito (PSol-PA) e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), a proposta foi retirada de pauta sem data prevista para retornar.



Fonte:em.com.br