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Sucuri gigante é fotografada em rio

Uma cobra Sucurujuba (a popular sucuri), medindo aproximadamente 10 metros, foi fotografada por um caçador no momento em que se movimentava pelo leito do rio Abunã, na fronteira do Brasil com a Bolívia, na região do município de Acrelândia, situado a 111 km de Rio Branco, capital do Acre. 

Olha o tamanho da "minhoca"


Gigante alemã ThyssenKrupp visita em sigilo áreas no Sul de Minas

Fábrica da Panasonic inaugurada ontem em Extrema vai gerar 400 empregos diretos

Minas Gerais entrou na disputa de um projeto de investimento na área de fornecimento ao mercado automotivo da alemã ThyssenKrupp. Executivos da matriz da companhia visitaram o estado em julho para conhecer e avaliar áreas em Pouso Alegre e Extrema, sob absoluto sigilo e seguindo um cronograma que pode levar à tomada de decisão ainda neste ano, segundo fontes do setor ouvidas pelo Estado de Minas. A despeito do fraco desempenho da produção da indústria brasileira, expressivos aportes continuam a ser feitos em Minas, a exemplo da implantação de uma unidade da Ambev para fabricação de cerveja em Uberlândia, no Triângulo, empreendimento que será formalizado hoje com governador Antonio Anastasia. O orçamento é de R$ 550 milhões.

Em Extrema, foi inaugurada ontem a fábrica de itens da linha branca da Panasonic, a primeira linha produtiva mineira do segmento, com recursos de R$ 200 milhões, que começa pela oferta de geladeiras em outubro e parte depois para máquinas de lavar. Pouso Alegre, um dos municípios mineiros que mais têm atraído investimentos da indústria, se prepara para receber aportes de R$ 70 milhões da indiana ACG, fabricante de cápsulas para a indústria farmacêutica. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Renato Torres, está no país asiático para discutir os detalhes finais do projeto. Será a primeira unidade da ACG fora da Índia, com a geração de 75 empregos e início da produção previsto para o segundo semestre de 2013.

A ThyssenKrupp confirmou, em nota encaminhada ao EM a intenção de investir no fornecimento de componentes às montadoras de veículos. “A ThyssenKrupp está avaliando oportunidades na América Latina para o seu negócio no setor de fornecimento ao mercado automotivo. A decisão final ainda não foi tomada”, informou, por meio de sua assessoria de imprensa. As operações do grupo no Brasil envolvem a produção de elevadores, componentes para automóveis e siderurgia. Na área siderúrgica, a empresa anunciou no ano passado a intenção de se desfazer da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), do Rio de Janeiro. As negociações com a ThyssenKrupp seguem sigilosas no governo de Minas e na Prefeitura de Pouso Alegre.

Conforme o EM apurou, em razão da proximidade com São Paulo, o Sul de Minas atende os interesses da empresa alemã de fornecer blocos de motores e outras peças às maiores montadoras no país com uma logística estratégica de escoamento da produção. O subsecretário de Desenvolvimento Mínero-Metalúrgico e Política Energética de Minas, Paulo Sérgio Machado Ribeiro, limitou-se a informar que, como outros investimentos, se o projeto da companhia alemã for confirmado, de fato, reforça a linha de ação do governo estadual à procura de empreendimentos que agregam valor à produção de itens básicos no estado, como o minério de ferro e o aço.

O protocolo de intenção de investimento da Ambev em Uberlândia, por sua vez, prevê a abertura de 200 vagas do quadro direto da fabricante de bebidas e outras 100 oportunidades entre os fornecedores e prestadores de serviços. Será também assinado um acordo para aportes da empresa Geociclo, no valor de R$ 20,7 milhões, numa fábrica de fertilizantes organominerais. A unidade vai empregar 92 pessoas.

Em Extrema, no Sul do estado, a planta da Panasonic ocupa área de 170 mil metros quadrados e dará emprego a 400 trabalhadores. A primeira linha de produtos ativada da fábrica é de refrigeradores com capacidade de 423 litros e tecnologia que reduz a necessidade de consumo de energia. Durante a inauguração, o diretor geral da Panasonic Corporation para a América Latina, Hidetsugu Uji, informou que a fábrica cumpriu um programa de redução de impactos sobre o meio ambiente, com redução também da emissão de gás carbono e reciclagem da maior parte do material usado no processo produtivo.






Fonte: Estado de Minas

Minas tenta recorde com maior queijo do Brasil

Queijo minas gigante foi produzido na cidade de Ipanema, no Vale do Rio Doce

Para fabricar o queijo de 1.200 quilo foram usados 12 mil litros de leite e 120 quilos de sal, além de outros ingredientes

Minas Gerais pode entrar, neste fim de semana, para o livro nacional dos recordes por produzir o maior queijo do Brasil. Com aproximadamente 1.200 quilos, foi feito na cidade de Ipanema, no Vale do Rio Doce e será a principal atração da II Festa do Queijo. O evento promete movimentar o município neste sábado.

Para entrar para o recorde nacional da categoria, o queijo minas de Ipanema terá que passar pela fiscalização do auditor Luciano Cadari, do Rank Brasil, que já viajou do estado do Paraná para a pequena cidade mineira. As categorias analisadas pelo Rank serão as medidas e o peso do queijo.

De acordo com a prefeitura da cidade, para a produção do queijo de 1.200 quilos, foram gastos 12 mil litros de leite, 120 quilos de sal, juntamente com outros ingredientes, como cloreto de cálcio, coalho, fermento lácteo. A fabricação do produto ficou por conta da Cooperativa Agropecuária de Ipanema (Capil).

O queijo gigante foi feito no dia 18 de agosto.“A produção foi em uma moderna queijomate automatizada, de onde seguiu para o processo de enformagem e, depois, direcionado à câmara fria, onde ficará até o dia do desfile”, explica o tecnólogo em laticínios da Capil, Ricardo Santana Paes. Depois de ser mostrado à população, em um desfile pelas ruas da cidade, o queijo será cortado e distribuído gratuitamente.

O município de Ipanema, a 370 quilômetros de Belo Horizonte, tem cerca de 18 mil habitantes. A principal fonte de renda é a produção do leite. A cooperativa leiteira da cidade reúne uma média 1.200 produtores e capta até 180 mil litros de leite por dia. Além de queijos, manteiga, iogurte, requeijão e outro derivados, a região ainda vende parte da produção para o mercado nacional de laticínios.










Fonte:em.com.br

Abóbora gigante de 51 quilos é atração no Sul de Minas

Para agrônomo da Emater, leguminosa é resultado de uma “coincidência de situações favoráveis” à produção




Um agricultor de Campestre, no Sul de Minas, levou um susto quando andava pelo meio do cafezal, colhendo abóboras. Ele se deparou com um exemplar gigante da leguminosa, que tem 51 quilos e é quatro vezes maior que as outras abóboras que brotam na propriedade.

João Batista Avelino conta que teve dificuldades em colher o legume, devido ao peso. A saída foi transportá-lo em uma caminhonete até a casa da família.

Admirado, o agricultor diz que nunca viu uma abóbora tão grande. Ele ainda não teve coragem de partí-la para cozinhar. “Eu fico com dó. Vou ver se amadurece mais um pouco para tirar as sementes. Quem sabe nasce outra igual”.

João Batista lançou diversas sementes da espécie no meio do cafezal. Segundo ele, todas “produziram bem” e as abóboras tinham tamanho normal. A exceção foi o exemplar gigante.

O agrônomo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) de Campestre, Cleverson Menegucci, explica que abóboras do tamanho da colhida no sítio de João Batista são raras.

O especialista afirma que elas são resultado de uma “coincidência de situações favoráveis” à produção, como semente boa, terra propícia, boas condições do tempo e até adubo na medida certa. “Não é um mero fator genético”, afirma.

Mas o agricultor tem fé que, cuidando bem das sementes da abóbora graúda, poderá conseguir outras leguminosas similares – pelo menos um pouco maiores do que as comuns.

João Batista também adianta que, se decidir devorar a “grandona” de uma só vez, terá que usar tachos ou panelões e convidar a vizinhança para ajudar a comer. “Acho que é uma boa forma de comemorar”, planeja.

Antes de tomar coragem de cortar a abóbora, ele pensa em dar outra voltinha pelo cafezal e sondar mais de perto os frutos das sementes que plantou. “Vai que tem mais uma desta lá e eu ainda não vi”, brinca.







Fonte:hojeemdia.com.br