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Curiosidades: Movimentos nativistas e de libertação – Inconfidência Mineira – 1789 – Vila Rica

Leitura da sentença dos inconfidentes, por Leopoldino Faria.

A Inconfidência Mineira, ou Conjuração Mineira, foi uma tentativa de revolta abortada pelo governo em 1789, em pleno ciclo do ouro, na então capitania de Minas Gerais, no Brasil, contra, entre outros motivos, a execução da derrama e o domínio português.

Foi um dos mais importantes movimentos sociais da História do Brasil. Significou a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português no período colonial.

No final do século XVIII, o Brasil ainda era colônia de Portugal e sofria com os abusos políticos e com a cobrança de altas taxas e impostos. Além disso, a metrópole havia decretado uma série de leis que prejudicavam o desenvolvimento industrial e comercial do Brasil. No ano de 1785, por exemplo, Portugal decretou uma lei que proibia o funcionamento de indústrias fabris em território brasileiro.

Causas

Neste  período, era grande a extração de ouro, principalmente na região de Minas Gerais. Os brasileiros que encontravam ouro deviam pagar o quinto, ou seja, vinte por cento de todo ouro encontrado acabava nos cofres portugueses. Aqueles que eram pegos com ouro “ilegal” (sem  ter pagado o imposto”) sofria duras penas, podendo até ser degredado (enviado a força para o território africano).

Com a grande exploração, o ouro começou a diminuir nas minas. Mesmo assim as autoridades portuguesas não diminuíam as cobranças. Nesta época, Portugal criou a Derrama. Esta funcionava da seguinte forma: cada região de exploração de ouro deveria pagar 100 arrobas de ouro (1500 quilos) por ano para a metrópole. Quando a região não conseguia cumprir estas exigências, soldados da coroa entravam nas casas das famílias para retirarem os pertences até completar o valor devido.

Todas estas atitudes foram provocando uma insatisfação muito grande no povo e, principalmente, nos fazendeiros rurais e donos de minas que queriam pagar menos impostos e ter mais participação na vida política do país. Alguns membros da elite brasileira (intelectuais, fazendeiros, militares e donos de minas), influenciados pela idéias de liberdade que vinham do iluminismo europeu, começaram a se reunir para buscar uma solução definitiva para o problema: a conquista da independência do Brasil.

 Os Inconfidentes 
Tiradentes: líder da Inconfidência Mineira

O grupo, liderado pelo alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido por Tiradentes (saiba mais sobre ele) era formado pelos poetas Tomas Antonio Gonzaga e Cláudio Manuel da Costa, o dono de mina Inácio de Alvarenga, o padre Rolim, entre outros representantes da elite mineira. A ideia do grupo era conquistar a liberdade definitiva e implantar o sistema de governo republicano em nosso país. Sobre a questão da escravidão, o grupo não possuía uma posição definida. Estes inconfidentes chegaram a definir até mesmo uma nova bandeira para o Brasil. Ela seria composta por um triangulo vermelho num fundo branco, com a inscrição em latim : Libertas Quae Sera Tamen (Liberdade ainda que Tardia).

Conseqüências

A Inconfidência Mineira transformou-se em símbolo máximo de resistência para os mineiros, a exemplo da Guerra dos Farrapos para os gaúchos, e da Revolução Constitucionalista de 1932 para os paulistas. A Bandeira idealizada pelos inconfidentes foi adotada pelo estado de Minas Gerais.


Curiosidades

Na primeira noite em que a cabeça de Tiradentes foi exposta em Vila Rica, foi furtada, sendo o seu paradeiro desconhecido até aos nossos dias.
Tratando-se de uma condenação por inconfidência (traição à Coroa), os sinos das igrejas não poderiam tocar quando da execução. Afirma a lenda que, mesmo assim, no momento do enforcamento, o sino da igreja local soou cinco badaladas.

A casa de Tiradentes foi arrasada, o seu local foi salgado para que mais nada ali nascesse, e as autoridades declararam infames todos os seus descendentes.

Tiradentes jamais teve barba e cabelos grandes. Como alferes, o máximo permitido pelo Exército Português seria um discreto bigode. Durante o tempo que passou na prisão, Tiradentes, assim como todos os presos, tinha periodicamente os cabelos e a barba aparados, para evitar a proliferação de piolhos, e, durante a execução estava careca com a barba feita, pois o cabelo e a barba poderiam interferir na ação da corda.





Fonte:www.sohistoria.com.br

Os 10 relógios mais caros da história

Quando Edouard Heuer fundou a Tag Heuer em St. Imier, na Suíça, em 1860, ele não fazia ideia de quanto duraria seu legado.

De empresa nacional para uma das marcas mais reconhecidas no mundo quando se fala em luxo e, claro, relógios de pulso. A marca é também a responsável por introduzir o uso de dispositivos de temporização para as corridas da Fórmula 1. Séculos depois de sua fundação, a influência só aumenta. Prova disso, é a lista feita pelo "The Richest" que você vê logo abaixo com os produtos mais caros da marca.





1. Tag Heuer Mikrogirder 10000 (mais de 100 mil dólares)

2. Tag Heuer Mikrogirder 2000 (mais de 100 mil dólares)

3. Tag Heuer Mikrotimer (88 mil dólares)

4. Tag Heuer Monaco V4 (80 mil dólares)



5. Tag Heuer Grand Carrera Pendulum (75 mil dólares)




6. Tag Heuer Carrera Mikrograph (50 mil dólares)






7. Tag Heuer Vanquish (25 mil dólares)







8. Tag Heuer Link (22 mil dólares)

9. Tag Heuer Carrera Calibre 360 (18 mil dólares)


10. Tag Heuer Carrera MP4-12C Watch (14 mil dólares)











Fonte: Alfa












Baependi a cidade de Nhá Chica no Sul de Minas



História

De acordo com relatos sertanistas, a região sul-mineira ficou conhecida pelos europeus a partir de 1601. Até então, a região era habitada pelos índios puris.8 A conquista europeia de Baependi aconteceu, no entanto, em fins do século XVII, por volta de 1692, quando os paulistas Antonio Delgado da Veiga, seu filho João da Veiga e o tio de Miguel Garcia Velho, o capitão Manoel Garcia Velho, partiram de Taubaté, em São Paulo, em busca de ouro. Transpondo a Serra da Mantiqueira, alcançaram um sítio que chamaram Maependi.

Cidade remanescente do chamado Ciclo do Ouro em Minas Gerais, Baependi se desenvolveu ao longo do caminho da Estrada Real - a primeira grande via de comunicação regular no Brasil -, que ligava a região das minas a Paraty, no Rio de Janeiro, porto de onde saía o ouro em direção à Europa.

O madeirense Tomé Rodrigues Nogueira do Ó (1715), capitão-mor e provedor dos quintos do Registro da Mantiqueira, foi um dos primeiros moradores do local. Foi considerado o fundador da cidade, por ter erguido as suas primeiras construções. A mineração foi, paulatinamente, substituída pela agricultura e pela criação de gado. Destacou-se a grande lavoura do tabaco, que fez de Baependi o centro produtor da Província de Minas Gerais e que representou importante fonte de riqueza até meados do século XIX.

Atualmente, a economia do município é baseada na agricultura, no comércio, no artesanato, na comercialização de pedras de quartzito e no turismo, já que a beleza natural é o forte da cidade, cercada de montanhas, matas, rios e inúmeras cachoeiras. O artesanato é uma importante atividade econômica em Baependi. As peças feitas em bambu, palha de milho e tronco de cafeeiro são distribuídas em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e capitais da Região Nordeste do Brasil.

Bairros

Baependi possui diversos bairros, sendo os mais conhecidos Lavrinha, Ponte, Lava Pés, Cohab, Palmeira, São Pedro, Índia, Gamarra, Piracicaba, Belém, Roseveelt, Vargem Grande, Barro Vermelho, Vale Formoso, Seival, Pinhal, Itaúna, Rosetinha, Moreiras, Casa Branca, Serra da Paula (Serra da Careta), Chapéu, entre outros.

Religiosidade

Baependi já era paróquia com funções eclesiásticas desde 1723. O sentimento de profunda religiosidade marca a história da cidade desde os primeiros tempos, traduzido pelos costumes de seu povo. A cerimônia da Semana Santa em Baependi acontece há mais de duzentos anos, sendo uma das mais tradicionais de Minas Gerais. As procissões diárias acompanhadas de banda de música e coro, a representação da Paixão e Morte de Jesus Cristo, o canto da Verônica, o soar dos sinos e o som das matracas, revelam a fé e a tradição baependianas.

Os templos, debruçados pelas ladeiras esguias, parecem guardar a cidade e seus habitantes. O Santuário de Nossa Senhora Conceição, mais conhecido como Igreja de Nhá Chica, é o mais visitado pelos fiéis, que também se encantam com a arquitetura e o acervo da Igreja Matriz Nossa Senhora do Montserrat (1754). As igrejas baependianas - da Matriz, de Nossa Senhora da Boa Morte (1815) e do Rosário (1820) - tombadas pelo Patrimônio Histórico e Artístico, representam bens de grande valor para um povo que considera Nhá Chica o seu maior patrimônio espiritual.

O município faz parte do Circuito das Águas9 e é servido pelas rodovias federais BR-267, BR-354 e BR-383.10 O acesso à sede do município é feito pelas rodovias estaduais AMG-1030 e AMG-1045.11




Fonte:

Os 49 anos de um hiato na história do Brasil



Há 49 anos, o Brasil passava de uma República de chefes de Estado populistas, mas eleitos, para a mão de ferro de um regime militar que perdurou por 21 anos. Em 31 de março de 1964, com o apoio de setores conservadores da sociedade, militares de alto escalão tomaram para si as rédeas da nação e derrubaram o então presidente João Goulart.

Sob o pretexto de frear a "ameaça comunista", o governo militar comandou o país, calando as vozes dissonantes do regime e censurando a imprensa. Hoje, com a abertura dos arquivos de órgãos como o Departamento de Ordem Política e Social (Dops), é possível entender a dinâmica de monitoramento e repressão daquele período.

Todo movimento considerado subversivo era registrado. Autoridades, jornalistas, advogados, médicos, operários e sindicalistas tiveram direitos políticos cassados. Em Minas, em 7 de junho de 1964, em um dos documentos aos quais a reportagem teve acesso, a Comissão Mista de Investigações sugere a cassação do senador Camilo Nogueira da Gama e do então prefeito de Belo Horizonte, Jorge Carone Filho. Outros prefeitos, deputados, suplentes e profissionais de todas as áreas também apareceram nas listas, por representarem "uma ameaça ao regime".

Durante a primeira metade da década de 1970, o Brasil crescia a taxas superiores a 10% ao ano. A prosperidade era um dos sustentáculos do regime. Porém, ela não se sustentou, e a inflação em espiral ao longo de anos corroeu o poder de compra. A derrocada da economia e a crescente indisposição contra a violação dos direitos individuais forçou a abertura ainda nos anos 70. Em 1985, a ditadura acabou.








Fonte: O Tempo

Jovem investe no sertão, reúne família e consegue lucrar

Francisco das Chagas Ribeiro Neto, 29, microempresário

Francisco das Chagas Ribeiro Neto, 29, tinha um celular, uma bicicleta e um emprego em que trabalhava até 19 horas por dia em Fortaleza (CE). Ao participar do programa de desenvolvimento rural para jovens oferecido pela Adel (Agência de Desenvolvimento Local), conseguiu, em um ano, oferecer trabalho à mãe e ao irmão em uma cidade do sertão do Estado, incentivar jovens a investir no campo e comprar uma moto e um laptop. Leia, abaixo, o depoimento.

"Quando decidi morar em Pentecoste (CE), em 2010, eu não tinha nada -- ou quase nada. Levava só um celular, uma bicicleta e uma rede do meu irmão.

Havia passado boa parte da minha infância em Fortaleza e fiquei lá até 2008, trabalhando na área têxtil. Comecei como auxiliar de produção e me especializei em corte industrial.

A rotina era difícil. Eu entrava às 7h da manhã na fábrica e saía às 2h da madrugada. Recebia R$ 700 por mês. Fiquei saturado com essa rotina.

Pedi férias e fui para Quixeramobim [a 203 km de Fortaleza]. Mas o que era para ser um mês virou dois anos. Fiquei por lá.

Morava em uma fazenda e, com os filhos do dono, cuidava de uma horta. Eu ficava na produção do coentro e do cheiro-verde; eles, na venda dos produtos.

Em 2010, o pessoal da Adel fez uma palestra na cidade. Assisti e fiquei interessado, especialmente quando o Wagner (Gomes: vencedor do Prêmio Empreendedor Social de Futuro) em 2010 disse que era de Pentecoste-- uma cidade do interior do Ceará onde nasceram minha mãe, meus avós, os pais dos meus avós...

Ele me explicou sobre o programa de desenvolvimento rural para jovens e imaginei que seria uma boa oportunidade de aprender e trabalhar. Minha mãe, que morava em Fortaleza, tinha um terreno improdutivo em Pentecoste. Perguntei a ela: 'Posso usar o terreno?'. Ela concordou e me mudei.

DIFICULDADE

Foi o momento mais difícil. Não tinha renda e morava com a minha tia, que recebia R$ 200 por mês. Fiquei um ano fazendo o curso da Adel. Quando terminou, em setembro do ano passado, eu tinha um plano: montar o sítio Carijó para criar galinha caipira.

Aqui, as pessoas não têm boa perspectiva sobre agricultura, principalmente os jovens. O que imaginam sobre trabalho está em grandes cidades. Quando falei com meus tios e amigos sobre o empreendimento, eles diziam que não ia dar certo. Existe a imagem de que aqui não nasce nada, não dá para criar.

Eu precisava de recursos e não consegui nada pelo governo, porque não tinha os papéis necessários. Preparei um currículo e enviei para a fábrica da cidade para me garantir [financeiramente] enquanto não conseguisse empréstimo para começar.

Quando o Wagner soube, disse: 'Pelo amor de Deus, não faça um negócio desse'. Ele estava planejando começar o Fundo Veredas, de microcrédito, e, assim que conseguiu implementá-lo, em dezembro, me emprestou R$ 6.500.

Montei um galpão e comprei um lote de cem galinhas caipiras em janeiro deste ano. No mês seguinte, comprei mais 150. Em junho, mais 150. Hoje estamos com 450, na capacidade máxima.

Foi emocionante quando vendi o primeiro lote. Nunca tinha tido uma renda tão alta. Juntei o dinheiro dos dois primeiros meses e comprei uma moto de segunda mão porque precisava fazer entregas.

Também comprei um laptop para registrar gastos e entradas de caixa. Conforme chegavam recursos das vendas, eu ia investindo.

Comprei 50 pintinhos de raça para a produção de ovos e quatro cabras para leite. Investi ainda em apicultura. Mas, por causa da seca, ainda não tive retorno com as abelhas.

Aliás, a seca fez crescer todos os preços por aqui. Inclusive o de ração, que subiu 20%. Os contratos que fiz com o governo -- hoje, 80% da produção vai para a merenda escolar -- não preveem esse aumento de custos. Mas ainda tenho lucro. Vendo a outra parte da produção na feira.

Chamei minha mãe e meu irmão para morarem comigo. Eles estavam em Fortaleza -- ela, trabalhando em serviços de casa; ele, no comércio. Falei: 'Mãe, não tem futuro aí. Aqui tem trabalho, água encanada, energia, TV'. Eles vieram e estamos morando na casa da minha avó até construir a nossa.

MAIS INVESTIMENTO

Neste ano, o Wagner me falou do Prêmio Aliança de Empreendedorismo Comunitário [realizado pela Aliança Empreendedora]. Fiz minha inscrição e venci na categoria Jovem Empreendedor. Ganhei R$ 5.000. Com o prêmio, vamos passar de 150 galinhas para 300 em cada galpão.

Preciso de pouco tempo para cuidar do sítio -- cerca de quatro horas por dia. Consigo tirar R$ 1.070 por mês, já descontado o custo de produção.

Quando comecei a lucrar, as pessoas vieram me procurar. Minha tia e um menino de outra comunidade decidiram produzir também. Com eles e outros produtores, estamos montando uma associação. Vamos fazer compras juntos para poder barganhar preço.

Se eu pudesse imaginar que eu teria o que eu tenho hoje -- ou, pelo menos, a perspectiva de crescer que eu tenho hoje --, eu teria vindo antes [para Pentecoste]. No meu último trabalho na indústria têxtil, a dona da empresa falou: 'Meu filho, você precisa se encontrar'. Eu me encontrei aqui."






Fonte: Folha

Dia da Consciência Negra


História do Dia Nacional da Consciência Negra

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.


Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.

Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.

Exposição em Lavras contará a história do mito Marilyn Monroe

Marilyn Monroe

Existem pessoas que não morrem, tornam-se mitos e permanecem vivos em nosso imaginário, porque não as vemos mais fisicamente. São ídolos como Ayrton Senna, Elvis Presley, Carlos Gardel, Che Guevara e tantos outros. Entre as mulheres destaca-se Lady Diana, Evita Perón e outras, cada uma destas figuras se destacou numa área, no cinema existe um ícone que parece não ter morrido: Marilyn Monroe, a deusa loira dos olhos azuis e boca sensual. Marilyn mexeu até com a cabeça do presidente John F. Kennedy ao interpretar  o "parabéns pra você".


Uma de suas imagens perpetuou, a do vestido branco que levantou com ela passava por cima de um duto de ventilação de um subsolo. A loira do olho pequeno, da boca sensual, do vestido branco esvoaçante, morreu sozinha no seu quarto, em 1962 mas, ao morrer, devido à imagem que construiu ao longo de sua vida e de sua biografia, nasceu para a eternidade, mas agora, não mais como uma mulher exuberante e ícone da sensualidade nas telas do cinema, mas como um mito.

Ela morreu há 50 anos, mas será lembrada em Lavras numa mostra na Casa Rosada a partir do dia 19, segunda-feira até o dia 30, sexta-feira. A exposição dos 50 anos da morte de Marilyn Monroe, montada pelo museólogo Ângelo Alberto de Moura Delphim, conta a história e a trajetória da atriz e cantora venerada em todo o mundo.

Estarão expostos objetos dos mais variados gostos da atriz, na exposição estarão também sendo vendidos souvenires e todas as noites serão exibidos filmes de Marilyn Monroe. A Casa Rosada fica na rua Sant'Anna, é o antigo casarão da dona Zica.







Fonte: Jornal de Lavras

Blog 'Nossa Jovem Guarda" Registros e história da Jovem Guarda


Se você viveu a época da Jovem Guarda vai reviver os velhos tempos e belos dias dessa época.

Se não viveu mas tem curiosidade em saber como foi esse movimento que mudou o comportamento da juventude no Brasil, vai ficar surpreso com os registros e as informações que o blog contem.

Os ídolos, os anos 60, o golpe militar,as músicas, etc.



Enquanto você navega no blog vai ouvindo os sucessos da Jovem Guarda, mas tem a opção de parar as músicas no player que fica no rodapé do blog.

Com certeza os "brotinhos' que já passaram dos 50 anos vão matar a saudade e curtir.

Fica a dica, para acessar clique no link abaixo:

Festa junina, origem, conheça a história


A festa junina criou fortes raízes no Brasil, mas ela se originou na Europa muito tempo antes da chegada dos portugueses ao território nacional.

A festa junina é um evento  que se tornou tradicional no Brasil e por isso incorpora traços típicos em cada região do país. Os festejos que acontecem entre os meses de junho e julho são capazes de alegrar crianças, jovens e adultos, com uma diversidade de atrações.

Os brasileiros começaram a entrar em contato com os festejos juninos na época da colonização, mas o evento existe há muito tempo na Europa, desde o período pré-gregoriano. A princípio, a festa tinha como objetivo celebrar a fertilidade da terra, ou seja, as colheitas que aconteciam na ocasião. Os povos pagãos do norte europeu organizavam o evento para agradecer aos deuses. Nesta época, inclusive, a comemoração já contava com fogueira, danças e muita comida.

Com o surgimento do cristianismo, a festa junina assumiu um novo formato e passou a homenagear o primo de Jesus Cristo, João Batista. A igreja católica aproveitou o embalo dos festejos juninos de junho para celebrar a importância de três santos. No dia 13 a comemoração é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, celebra-se o Dia de São Pedro.

Trazida para o Brasil pelos portugueses ela não preservou o mesmo formato, na verdade  recebeu influência dos negros escravos e índios para assumir uma nova identidade. Com o tempo, o evento se tornou conhecido em todo o país, mas acabou se enraizando principalmente no Nordeste brasileiro.

A festa junina no Brasil

Hoje em dia a festa junina brasileira possui símbolos característicos, sobretudo no que diz respeito às atrações. No quesito brincadeiras, vale ressaltar o pau de sebo, o correio elegante, a pescaria e o casamento na roça. A decoração do evento também tem traços típicos, ressaltando a atmosfera caipira com as bandeirinhas coloridas e as barraquinhas montadas ao ar livre.

As saborosas comidas típicas também não podem faltar para celebrar a festa junina. Entre os quitutes mais populares, estão: o amendoim torrado, a pipoca, o milho verde, a canjica, o pé-de-moleque, o bolo de fubá, a rapadura, o quentão e o vinho quente. Vestidos de caipiras, os convidados do evento participam das danças tradicionais ou da quadrilha.

A festa junina varia muito de um lugar para o outro no Brasil, mas ela preserva as suas principais tradições. No Nordeste, os festejos juninos não simbolizam apenas a riqueza da cultura popular, eles também contribuem com a economia da região e aquecem o turismo. Desta forma, é comum os nordestinos organizarem grupos festeiros para comemorar pelas ruas das cidades. Já no Sudeste, o festejo possui um impacto menor, sendo realizada principalmente em quermesses e instituições de ensino.







Fonte: Mundo das Tribos

Parabéns Lavras ! 180 anos de história


Lavras está em festa, hoje é seu aniversário, completamos hoje 180 anos de emancipação político administrativa

Hoje, dia 13 de outubro, é uma data muito especial para Lavras, hoje estamos comemorando 180 anos de emancipação política e administrativa. Hoje é aniversário de Lavras. Pelo decreto de 13 de outubro de 1831, foram elevadas à categoria de Vila as seguintes povoações: São Manoel do Pomba, Curvelo, Tijuco, Rio Pardo, São Romão, Pouso Alegre, Formiga e Lavras. Em cada uma das vilas foram criadas Câmaras Municipais, dois juízes ordinários e um de orphão.

Naquela época, segundo relatório do fiscal suplente Pedro Alvarez de Andrade, havia em Lavras três escolas de primeiras letras, uma pública com 50 alunos do sexo masculino e 19 alunas do sexo feminino, sob a direção do professor Raymundo Nato Brasileiro de Oliveira Novaes; e 2 outras particulares.

A Câmara Municipal da Vila de Lavras foi instalada dez meses depois da criação da Vila, foi no dia 14 de agosto de 1832. Sua primeira sessão realizou-se na residência do vereador Francisco José Teixeira e Souza. A primeira Câmara ficou assim constituída: José Antônio Diniz Junqueira, presidente; Francisco José Teixeira e Souza, Thomáz de Aquino Alves de Azevedo, Antônio Caetano de Andrade, Antônio Simões de Souza, Manoel Thomaz de Carvalho e Domingos de Abreu Salgado.

Os primeiros funcionários da Vila de Lavras foram: secretário da Câmara, Antônio Ferreira Valongo; procurador municipal, capitão João de Deus Alves do Nascimento; fiscal, capitão João Manoel Custódio Netto; porteiro da Casa da Câmara, José Ferreira Godinho; coletor, capitão Pedro Alves de Andrade; escrivão da coletoria, Luciano Antônio Brasileiro; promotor público, padre Francisco de Assis Braziel, conhecido pela alcunha de padre Tutu.

Primeiro Lavras foi um arraial formado desde 1729; depois elevado a categoria de Vila em 1831, para se transformar em cidade não demorou tanto, de Vila a cidade foram apenas três décadas. A lei provincial número 1.510 de 20 de julho eleva Lavras a categoria de cidade, ao mesmo tempo em que Aiuruoca e Piumhi.

A primeira Câmara Municipal de Lavras, agora como cidade, foi instalada no dia 7 de janeiro de 1869, compondo-se dos seguintes vereadores: presidente, comendador José Esteves de Andrade Botelho; vereadores, tenente coronel José Augusto do Amaral, coronel Joaquim Francisco da Costa, Dr. José Constâncio de Oliveira e Silva, Joaquim Thomaz Villela e Castro, João Alves de Gouvêa, José Flávio Moraes e Honório José Martins.

O primeiro recenseamento realizado no município de Lavras, a população estava assim distribuída: brancos do sexo masculino, 5.827; do sexo feminino, 5.947; negros do sexo masculino, 4.048; do sexo feminino, 3.149 pessoas. Do total, entre brancos e negros, 360 eram estrangeiros e 18.611, eram brasileiros, muitos deles, filhos de imigrantes.

Lavras cresceu e se tornou uma cidade pólo e também referência na educação. Lavras é a quinta maior cidade do Sul de Minas e a terceira em geração de empregos. Lavras, 180 anos de história.







Fonte:informações jornal de lavras.com.br