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História - Casas de morada das elites rurais de Alfenas no século XIX

Fazenda Campo Redondo, nas proximidades de Alfenas

São conhecidas as casas imponentes que abrigaram as elites oitocentistas mineiras, especialmente as construções rurais, sedes de fazendas notórias pela amplitude da área e das atividades nelas desenvolvidas. Muitas delas tornaram-se cartões postais. Outras ofereceram cenários para filmes e telenovelas. Os guias turísticos nunca perdem a chance de mostrar estas grandes habitações para os visitantes que percorrem municípios mineiros

No entorno de Alfenas, estão de pé algumas destas construções. É o caso da Fazenda Campo Redondo, na margem da rodovia que liga Alfenas a Areado. Outro exemplar é a Fazenda Monte Alegre, situada no município de Monte Belo. Na década de 1980, a Monte Alegre media quase 18 mil hectares, produzia 75 mil sacas anuais de café limpo, 450 mil caixas de cítricos e 485 mil toneladas de cana, empregando diretamente 2900 pessoas. Em Machado, a Fazenda Espírito Santo, cuja sede possui cerca de 180 anos, dedicada à produção de café e leite, prende a atenção.



Créditos:www.minasdehistoria.blog.br

Mais de 500 armas antigas são achadas enterradas em prédio histórico de Minas Gerais

Mais de 500 armas antigas foram achadas enterradas em um prédio histórico do governo de Minas Gerais. O arsenal estava enterrado a menos de um metro de profundidade e foi descoberto durante a reforma da rede pluvial do prédio, que abrigará um memorial. Entre as 527 armas apreendidas algumas têm cabo de madrepérola. Várias são garruchas ou espingardas. Todas estão cobertas por terra e ferrugem.

O prédio abrigou a Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais e também já foi sede de uma delegacia.

A perícia vai determinar o período de fabricação das armas. A intenção é descobrir o motivo de as armas terem sido enterradas. Uma das hipóteses é que tenha sido um procedimento comum na época, para tirar de circulação armas apreendidas.

Os laudos da perícia devem sair em dois meses.







Fonte:oglobo.com

CAXAMBU - Polícia encontra maconha com aposentado e professor de história

Droga estava escondida em mochila; aposentado foi flagrado ao chegar na casa do professor

Um professor de história, de 39 anos, foi preso em Caxambu junto com um aposentado, de 60 anos, com mais de um quilo de maconha, R$ 2,5 mil em dinheiro e R$ 600 em cheques. A droga e o dinheiro estavam escondidos na mochila do aposentado. Ele foi flagrado pela polícia entrando na casa do professor no bairro Exposição. Na casa, a polícia ainda encontrou um baú com sementes de maconha. O aposentado tentou resistir à prisão, mas os dois foram levados para a delegacia.



Fonte:eptv

Semana de História na Unifal debaterá as relações de poder

As “relações de poder” serão debatidas na primeira Semana de História da Unifal (Universidade Federal de Alfenas). Uma série de debates e palestras terão início na próxima segunda (dia 8) e vão até quinta(11).

Durante a semana estarão em pauta temas como: Negócios e poder no Sul de Minas Oitocentista, Relações de poder e escravidão negra no Brasil e Cultura e poder na Antiguidade e no Medieval.

As inscrições dos participantes do encontro podem ser feitas exclusivamente pelo site da www.unifal-mg.edu.br até hoje - 5 de novembro.

Semana de História da Unifal-MG: Relações de poder na História

Universidade Federal de Alfenas - Unifal-MG, câmpus Alfenas,
de 08 a 11 de novembro de 2010

A Semana de História da UNIFAL-MG destina-se a promover amplo debate de questões historiográficas relevantes com a participação de professores e estudantes de História de todo o País. A Semana de História terá conferências, mesas redondas, comunicações e atividades culturais, visando promover a integração dos participantes e a divulgação de trabalhos de pesquisa histórica, principalmente de estudantes vinculados a programas de Iniciação Científica.
O evento terá abrangência nacional, uma vez que os conferencistas, expositores e debatedores serão pesquisadores reconhecidos de universidades brasileiras, ao passo que as comunicações livres serão apresentadas por estudantes de graduação em História de qualquer parte do País.
A Semana de História configura iniciativa fundamental para a consolidação do Curso de História da UNIFAL-MG, porque estimulará as atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas no seu interior, bem como propiciará oportunidades de intercâmbio com professores e estudantes de História de outras instituições universitárias e de pesquisa de Minas Gerais e do Brasil.

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Um breve resumo da história

História – Alfenas, MG

No início do séc. XIX, Francisco Siqueira de Araújo e sua esposa doaram terras para a construção de uma capela dedicada a Nossa Senhora das Dores e a São José. Membros da família Alfenas edificaram a capela. Ao redor da construção, logo surgiu o Arraial de São José de Alfenas, denominação que mais tarde foi mudada para Vila Formosa de Alfenas. Atendendo às reivindicações da população, que alegava o extravio de correspondências para Vila Formosa de Goiás, o nome foi reduzido para Alfenas. Em outubro, é grande a movimentação de pessoas para ver a Exposição Agropecuária e Industrial de Alfenas, com exibição de gado, máquinas agrícolas, novidades industriais e várias apresentações artísticas. No município, destacam-se, além da estrutura universitária e da sua economia dinâmica, o belo lago artificial de Furnas, com 149.890 Km2, ótimo para pesca, para a prática de esportes náuticos e em quadras de areia, com hotel fazenda, bons restaurantes e o Parque Manoel Pedro Rodrigues.



História – Campestre, MG

Sombrinha e guarda-chuvas, cereais e gado são os principais produtos de economia local. O território municipal contém reservas de ferro, caulim, mica, feldspato e amianto. mas o café é o que tem maisinfluência no setor produtivo. Território montanhoso, tem na Serra do Selado, Serra da Pedra, Serra do Lageado e Serra do Bicho como seus lugares mais procurados para lazer e esportes. A cidade está ligada a Belo Horizonte pela BR-267 e é considerada de boa infra-estrutura. O desbravamento da região onde está situado o município foi feito pelos bandeirantes, que, partindo de São Paulo à procura de ouro e pedras preciosas, penetraram no território. Ponto de passagem de viajantes que se dirigiam às antigas cidades de Aparecida do Norte (SP) e Campanha (MG), logo surgiram no local os primeiros ranchos e abrigos de descendentes de portugueses vindos de Campanha, Cabo Verde e Santana. Por volta de 1890, os chefes políticos e autoridades locais, descontentes com o descaso do Governo da Província de Minas Gerais, resolveram transformar o distrito em República. Mas a “República de Monte Carmelo” teve vida breve, sendo rapidamente dissolvida pelo Governo Central. Em 1911, Campestre tornou-se município. Além do clima ameno e da bela paisagem, tem lugares propícios para o turismo ecológico, como a Pedra Grande e a cachoeira “Tonico Novato”, que se destacam pela beleza natural.



História - Areado, MG

A povoação de São Sebastião do Areado teve início em 1823, a partir da doação de uma área de 500 hectares feita por Antônio dos Reis Rosa e João Marques de Araújo. Com a abertura de uma clareira em plena mata, foi iniciada a construção de uma capela, em torno da qual desenvolveu-se o núcleo habitacional da futura cidade. Em 1911, o povoado foi elevado a vila, com o nome de Vila Gomes, desmembrada de Alfenas. Em 1919, passou a denominar-se Areado, emancipando-se em 1925. O espaço onde se localiza Areado corresponde à área de inundação da represa de Furnas. Com a construção da barragem, a cidade ficou circundada por belos lagos. À margem deles existem vários atrativos, como praias fluviais e áreas para camping e pesca, que levam o município a ser chamado de “Morada dos Peixes”. Dentre as comemorações folclórico-religiosas, destaca-se a do padroeiro São Sebastião, realizada em janeiro, que se caracteriza por folguedos populares tais como congado e caiapós.

Origem do nome Minas Gerais

A origem do nome do Estado está diretamente associada à atividade mineradora, em função dos primeiros núcleos instalados pelos bandeirantes em todo o território. O mais antigo documento que registra o nome Minas Gerais é de 1700, quando o jesuíta Codeo faz, em seu mapa, referência à região do Quadrilátero Ferrífero com o nome Minas Gerais dos Cataguás.

Grandiosos são os recursos naturais em variedade e quantidade no solo e subsolo de Minas Gerais. Às pedras preciosas e semipreciosas, bem como às águas minerais e termais, somam-se os minerais metálicos, explorados em larga escala. Na categoria dos não-metálicos, chamam a atenção, o calcário, amianto, caulim, fertilizantes fosfatados, quartzo, mica e grafita. Na dos metálicos, predominam as jazidas dos minérios de ferro, manganês, bauxita, estanho, cromo, níquel, rutilo, zircônio, prata, platina, etc.

Para se ter idéia da riqueza mineral do Estado, é importante salientar que o ouro vem sendo explorado desde os tempos coloniais e que o minério de ferro abastece os mercados interno e externo em tal proporção que, por muito tempo, mantêm-se expressivos na pauta de exportações de Minas e do Brasil.

O nome desse estado adveio-lhe do fato de ser o depositário das mais abundantes minas dos
mais diversos elementos.
Afirmam, entretanto, os estudiosos, que o adjetivo gerais, foi unido para colocar em evidência a oposição entre as minas particulares e não particulares; eram particulares as minas dos rios das Velhas, das Mortes e dos Caetés.
É por causa da quantidade e variedade de minerais preciosos encontrados por aqui na época das
bandeiras (início do século XVIII).
Minas = locais onde eram encontrados os minerais.
Gerais = quantidade e variedade de minas