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Produtores entram na Justiça para reaver milho estocado

Cooral enfrenta dívidas que chegam a R$ 65 milhões


Produtores rurais da Cooral (Cooperativa dos Ruralistas de Alpinópolis) tiveram que entrar na Justiça para ter de volta parte do milho deles que foi estocado. A Cooral enfrenta uma grave crise financeira. Só a dívida com os produtores de milho chega a R$ 5,5 milhões.

A Cooperativa dos Ruralistas de Alpinópolis existe há 51 anos e tem 1,4 mil cooperados ativos em várias cidades da região. 330 deles armazenam um total de 160 mil sacas de milho das duas últimas safras nos silos da cooperativa. Recentemente, a diretoria da Cooral comunicou aos cooperados que todo o estoque de milho havia sido vendido para pagar dívidas. Cerca de 50 produtores ganharam o direito de reaver parte do produto que foi armazenado em um silo de Passos. Segundo o Diretor Superintendente da Cooperativa, Antônio Marcos Giraldo, as 75 mil sacas armazenadas na cidade foram dadas como garantia de empréstimo bancário feito pela Cooral.

O armazenamento de grãos não é a única atividade da cooperativa, que tem ainda uma fábrica de rações, uma loja de produtos veterinários e agrícolas e ainda um laticínio. Nos últimos cinco anos, a cooperativa acumula uma dívida de R$ 65 milhões, valor que ultrapassa o patrimônio da cooperativa, estimado em R$ 58 milhões. Só a dívida com os produtores de milho chega a R$ 5,5 milhões. Uma auditoria está sendo feita para apurar o destino de outras 90 mil sacas que estavam armazenadas.

Segundo o diretor da Cooral, nenhum cooperado terá prejuízo.







Fonte:eptv

SUL DE MINAS - Laticínios são interditados por excesso de coliformes fecais

Análises em amostras do produto constataram presença acima dos padrões permitidos


Os laticínios Serrania, a cidade de Serrania e Poliminas, de Boa Esperança, foram pacialmente interditados por determinação do Ministério da Agricultura. Ambos tiveram o serviço de distribuição de leite suspensos. Análises feitas em amostras do produto mostraram presença de coliformes fecais acima dos padrões permitidos. A ação aconteceu no dia 27 de outubro e o resultado dos exames, realizados em Belo Horizonte, saíram nesta quarta-feira (3).

As amostras foram coletadas pela Vigilância Sanitária no comércio de Varginha depois de denúncias anônimas. Os dois laticínios receberam autos de infração do Ministério da Agricultura e só vão poder voltar a comercializar os produtos depois de regularizarem a situação.

De acordo com João Batista, Diretor da Cooperativa Regional de Leite de Serrania, o laticínio não tem conhecimento da interdição ou do auto de infração. O engenheiro químico do Laticínio Poliminas, Cicinho Itamar Pimenta, disse que parte do produto foi ensacado sem pasteurização por causa de um problema em um equipamento que faz o controle da temperatura do leite. Ele informou que todo o lote foi retirado do comércio.



Fonte:eptv