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Minas Gerais lidera ranking nacional de trabalho escravo

Manifestação em Brasília pela aprovação da PEC do trabalho escravo

Minas Gerais fechou o primeiro semestre com o infeliz título de líder do ranking de estados brasileiros que mais resgataram trabalhadores em situação análoga à escravidão. Entre janeiro e julho, 91 pessoas foram libertas pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e retornaram para suas cidades. No Brasil foram 421 casos.

Quase metade desses trabalhadores (40) foi encontrada em situações degradantes no setor da construção civil, em Belo Horizonte, segundo dados do MTE.

Atrás de Minas aparece o Espírito Santo, com 86 resgates, todos de uma vez, em uma fazenda na cidade de Sooretama. A diferença é que, enquanto em Minas Gerais foram feitas oito fiscalizações, no estado capixaba houve apenas uma.

Entre 2010 e 2013, alternou com outros estados na liderança, mas sempre ocupou as primeiras colocações.

Apesar de estar em primeiro lugar na lista, o número de resgates em Minas Gerais caminha para ser o menor dos últimos cinco anos. No ano passado, fechou com 446 trabalhadores libertos, à frente de São Paulo, com 419. Em 2012, teve 394, atrás apenas do Pará (563). Em 2011, foi líder (417) e, em 2010, novamente o Pará esteve na frente, com 559 contra 511 de Minas.

Práticas urbanas

O MTE não disponibiliza em sua série histórica as caracterização de todas as fiscalizações, se são em meio urbano ou rural. Entretanto, dos 2.063 resgatados no ano passado, mais da metade foram encontrados nas cidades, de acordo com o Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais.

Para o presidente do Conselho de Relações do Trabalho da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Osmani Teixeira de Abreu, há dificuldade em se caracterizar o que é trabalho análogo a escravo.

“A fiscalização está sendo muito rigorosa. Não posso te falar sobre cada caso, mas o critério não pode ser a subjetividade de quem fiscaliza”, argumenta.

Para ele, deveria ser aplicado o conceito da Organização Internacional do Trabalho (OIT), para a qual o trabalhador se encontra em situação análoga à escravidão somente se não tiver liberdade para ir embora.

Já o desembargador Emerson José Alves Lage, do TRT em Minas Gerais, salienta que há quatro formas de se caracterizar o trabalho análogo à escravidão: privação de liberdade; servidão por dívida; trabalho degradante em condições precárias de habitação e condição humana; e trabalho extenuante.

“É uma visão distorcida do que é uma atividade econômica, a busca desenfreada por lucro, o desrespeito à condição humana, o conceito de dignidade da pessoa humana”, argumenta o desembargador.

PEC 81

Atualmente, tramita no Congresso Nacional a regulamentação da Emenda Constitucional 81. O texto deverá especificar melhor as classificações de trabalho análogo à escravidão e, além disso, determinar que as propriedades onde houver autuações sejam passíveis de reforma agrária ou uso para habitação social.

O coordenador da Assessoria Jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Francisco Barbosa, reitera que é preciso uma definição do que é trabalho escravo.

“A mensuração destas condicionantes tem de ser claramente contida no texto legal”, argumenta.

Campanha contra escravidão

Na tentativa de aumentar o combate às situações análogas à escravidão, na próxima quarta-feira será lançada a “Campanha Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Escravo ou Degradante”. O evento será realizado no Plenário do TRT-MG (Avenida Getúlio Vargas, 255 - 10º andar), bairro Funcionários, das 13h30 às 19h.

Um dos principais temas será a regulamentação da Emenda Constitucional 81, que especifica as condições degradantes de trabalho, e determina que os imóveis das empresas flagradas nessa situação sejam desapropriados para reforma agrária ou habitação de interesse social. As inscrições podem ser feitas até segunda-feira, no www.trt3.jus.br.






Fonte:www.hojeemdia.com.br

Estudantes de Alfenas participam de protesto em Brasília


Estudantes da Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) participaram de uma manifestação que reuniu alunos de universidades públicas que estão em greve na manhã desta quarta-feira (18), em Brasília (DF).

O grupo de estudantes da Unifal viajou durante toda a noite para dar apoio aos servidores e professores.
A concentração foi em frente a catedral e tomou a esplanada dos ministérios. O movimento reuniu 35 categorias de servidores públicos. Durante o protesto, os trabalhadores das universidades públicas reivindicam reposição salarial e a implantação de um plano de carreira. Além da questão salarial, os estudantes alegam que também é preciso aumentar as verbas para a educação.

O governo federal anunciou na última sexta-feira (13) uma proposta e um plano de carreira para os professores das universidades federais a partir do próximo ano, no entanto, ainda não atende as reivindicações da categoria e a greve permanece.


No Sul de MG

De acordo com a assessoria de comunicação da Universidade Federal de Lavras (Ufla), o campus de Lavras (MG) permanece em greve e não há previsão de retorno às aulas. Cerca de oito mil alunos estão sem aulas há 60 dias.
Já a Universidade Federal de Alfenas, que tem campus em Poços de Caldas (MG), Varginha (MG) e Alfenas (MG), quase cinco mil alunos estão sem aulas. O comando de greve ainda discute a proposta oferecida pelo governo federal.

Os institutos federais também permanecem em greve. No Sul de Minas dois mil estudantes estão sem aulas, tanto em cursos técnicos, de graduação e de pós graduação. A greve atinge também os técnicos administrativos do campus de Machado (MG).

A Universidade Federal de Itajubá (Unifei) foi a única da região que não aderiu à greve. Com isso, cerca de 15 mil alunos completam dois meses sem aulas no Sul de Minas.

A proposta

A proposta oferecida pelo governo federal não contempla o que os professores e técnicos administrativos pleiteiam. O site da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) informa que a proposta permite visualizar uma mudança na concepção das universidades e dos institutos federais, na medida em que estimula a titulação, a dedicação exclusiva e a certificação de conhecimentos. O texto também diz que a proposta gerará redução de 17 para 13 os níveis da carreira, como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos.

Todos os docentes federais de nível superior terão reajustes salariais, além dos 4% concedidos pela MP 568 retroativo a março, ao longo dos próximos três anos.







Fonte: Informações G1

Ciclistas peladões fazem protesto em Madri

Dezenas de ciclistas nus fizeram um protesto em Madri contra os perigos que eles enfrentam sobre duas rodas na capital espanhola. Os manifestantes exigem rotas seguras e respeito por parte de motoristas. Uns participaram do evento completamente pelados, outros preferiram exibir roupas íntimas.




Manifestação na internet pede ressarcimento de valores cobrados a mais na conta de luz


A Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica vai promover hoje (24) uma manifestação pelas redes sociais Twitter e Facebook para mobilizar os consumidores pelo ressarcimento dos valores cobrados a mais pelas distribuidoras por causa de erros no cálculo de reajustes das tarifas de energia.

O “tuitaço” faz parte da campanha “TCU: o erro não foi nosso. Devolução já!” e tem o objetivo de reunir o maior número de assinaturas na petição que será enviada aos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU). O TCU deverá decidir em breve sobre o ressarcimento de cerca de R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores de todo o Brasil entre 2002 e 2009, por causa de um erro no cálculo do reajuste das tarifas de energia elétrica, que não incluía o ganho de receita gerado pelo crescimento de mercado na definição do valor.

O erro na metodologia resultou em mudança nos contratos das 63 distribuidoras do país com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no ano passado. A Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica é uma iniciativa conjunta da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), da Fundação Procon-SP e do Proteste.


Fonte: consuladosocial

Trevo de Fama: A manifestação


Dia 24 último um grave acidente no trevo de Fama - MG vitimou 5 pessoas e cinco ficaram gravemente feridas. Outros acidentes no mesmo trevo já aconteceram antes, mas depois desse último a população cobrou uma atitude das autoridades locais.

Na última segunda-feira (02/04) uma manifestação popular foi feita e contou com a presença de políticos da região, entre eles o prefeito de Fama Dr. Jean Carlo Roupa Prado e a principal liderança do PT Paulinho da Cemig.

O que se espera é que com o passar do tempo as coisas não caiam no esquecimento, aliás o que sempre acontece, mas que seja feito um total empenho por parte das autoridades para que melhorias na segurança sejam feitas com urgência, evitando assim novas vítimas no perigoso trevo.

Vamos aguardar.


Jornal Fama

Trevo de Fama - MG: Manifestação popular Segunda-Feira 02/04 as 17 horas



Depois do último acidente no trevo de Fama-MG parece que alguns políticos resolveram fazer merecer os polpudos salários que recebem e decidiram tomar providências no que se refere a falta de segurança no perigoso trevo.

Apesar de um horario em que a maioria estará trabalhando, no nosso entender a manifestação deveria ser no sábado e não em uma segunda-feira, mesmo assim se puder compareça para dar força para que medidas sejam tomadas com urgência.

Jornal Fama

Internautas organizam marcha contra corrupção no dia 7 de setembro

Internautas estão organizando uma marcha contra a corrupção no dia 7 de setembro, quando é comemorada a independência do país. Há duas semanas, um grupo de brasilienses lançou no Facebook, uma rede social, a ideia de fazer o protesto no Dia da Independência. Até a noite de terça-feira (30), mais de 9 mil pessoas tinham confirmado presença.

O protesto está previsto para começar às 10h do dia 7 de setembro. O local escolhido é o Museu Nacional, próximo à Esplanada dos Ministérios, em Brasília, onde é realizado o tradicional desfile militar.








Fonte:consuladosocial