O governo está empenhado em aprovar no Congresso Nacional já na próxima semana ajustes na chamada Lei Seca para garantir que outras provas, além do bafômetro e do exame de sangue, sejam válidas para configurar crimes de embriaguez ao volante. Depois de reunião na tarde desta quarta-feira na Câmara dos Deputados, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que testemunhas e vídeos, por exemplo, podem servir de provas, a exemplo do que ocorre com outros crimes.
“O que queremos é que a embriaguez do motorista seja comprovada por testemunhas e vídeos, por exemplo, como é provado o homicídio, o estelionato. Deverão valer outras provas admitidas no direito para qualquer outro tipo de crime”, explicou.
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), disse que o tema estará na pauta de votação do Plenário na próxima quarta-feira. Ele disse que, em um segundo momento, mas ainda no primeiro semestre, os parlamentares discutirão o endurecimento das penalidades. A avaliação é de que haveria polêmica acerca das penalidades, enquanto a mudança na validação das provas é tida como consenso. “A ideia é garantir o espírito da Lei, que é impedir que o motorista dirija depois de ingerir bebida alcoólica.”
Fonte: informações terra
“O que queremos é que a embriaguez do motorista seja comprovada por testemunhas e vídeos, por exemplo, como é provado o homicídio, o estelionato. Deverão valer outras provas admitidas no direito para qualquer outro tipo de crime”, explicou.
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), disse que o tema estará na pauta de votação do Plenário na próxima quarta-feira. Ele disse que, em um segundo momento, mas ainda no primeiro semestre, os parlamentares discutirão o endurecimento das penalidades. A avaliação é de que haveria polêmica acerca das penalidades, enquanto a mudança na validação das provas é tida como consenso. “A ideia é garantir o espírito da Lei, que é impedir que o motorista dirija depois de ingerir bebida alcoólica.”
Fonte: informações terra















