Mostrando postagens com marcador negócios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negócios. Mostrar todas as postagens

Furnas vende 800 megawatts médios em leilão de energia

A subsidiária da Eletrobras Furnas Centrais Elétricas vendeu hoje (17) 800 megawatts (MW) médios de energia elétrica no 12º leilão de energia existente feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O montante comercializado, com prazo de 12 meses para entrega, corresponde à metade das vendas na primeira fase do leilão, quando foram arrematados 1.654 MW médios. O preço médio de venda do leilão para 2014 foi de R$ 191,41 MWh.

A energia comercializada por Furnas é proveniente das usinas de Itumbiara (Minas Gerais/Goias), Serra da Mesa (Goiás) e Mascarenhas de Moraes (São Paulo/Minas Gerais). No leilão de energia existente, são comercializados montantes de energia elétrica a partir de empreendimentos já existentes para as distribuidoras no mercado regulado.

A energia negociada será objeto de Contrato de Comercialização de Energia Elétrica  no Ambiente Regulado na modalidade por quantidade para todas as fontes energéticas. Os agentes declararam o lastro de venda na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e assim puderam entrar na competição todas as fontes de que o vendedor habilitado dispõe, tais como usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e eólicas.

Os contratos de comercialização terão períodos de suprimento distintos, com início de entrega em 1º de janeiro de 2014 e término de suprimento em 31 de dezembro do mesmo ano, o segundo período de entrega vai de 30 de junho de 2015 a 31 de dezembro de 2016.






Fonte: Agência Brasil

No Sul de Minas, exportar é o negócio


340 empresas que exportam de café a produtos eletroeletrônicos e mobilizam a economia na segunda região mais rica do Estado.

A exportação é um grande negócio do Sul de Minas. A região é a segunda maior exportadora do estado e tem aumentado sua participação nas vendas ao exterior graças à uma indústria diversificada e à boa qualidade do café que produz. Em 2010, os embarques somaram US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 37,4% em comparação com 2009. Um escrete de 340 empresas mobiliza esse mercado, exportando café e derivados, produtos metalúrgicos, material de transporte e componentes, minérios, eletroeletrônicos e uma variedade de outros produtos. Entre as estrelas desse time está a Cooxupé, cooperativa regional dos cafeicultores de Guaxupé que, sozinha, embarcou US$ 348 milhões no ano passado. "A demanda por café no mercado internacional cresceu muito no último ano", diz Lúcio de Araújo Dias, superintendente comercial da cooperativa.

Projeto da Prefeitura de Passos-MG prepara artesãos para negócios


A partir de segunda-feira, 10, os artesãos vinculados à Central de Apoio à Economia Popular Solidária – CAEPS - começam a participar do Projeto Gestão de Empreendedorismo para Artesãos.

O projeto tem como objetivos profissionalizar os artesãos, oferecendo a eles conhecimento sobre gestão de negócios, noções de organização de gastos e retorno de lucro, visando à geração de renda sustentável e a inserção social.

Os participantes receberão formação teórica e prática sobre elaboração e gestão de um plano de negócio viável, sustentável e qualificado. Serão trabalhados conteúdos sobre administração de empresas e associações, linguagem e comunicação, administração de compras, controle de produção, finanças, marketing, qualidade e análise mercadológica. O projeto, foi elaborado em módulos, e o tempo de execução dependerá da assimilação dos conteúdos.

As aulas serão ministradas pelo professor de Administração da UniSEB (Universidade do Sistema Educacional Brasileiro) Pedro Ferreira, que fará este trabalho voluntário, por acreditar no potencial dos artesãos da CAEPS. “É muito importante transmitir para os artesãos conhecimentos administrativos, para que possam ter mais êxito na parte comercial e organizacional do empreendimento ” – comenta o professor. Ferreira acredita que “através dos módulos, a visão de mercado dos artesãos se ampliará e eles terão mais segurança para fazer seus investimentos” .

Segundo Simone Lopes Frank, Diretora do Departamento de Assistência Social , “A CAEPS é um projeto da Secretaria Municipal de Assistência Social, que promove o acompanhamento dos participantes, oferecendo um espaço para relacionamentos de aprendizagem, conversas, reflexões e troca de experiências. Com isso, reforça-se a autoestima e confiança das artesãs e consegue-se estreitar o vínculo de amizade entre os participantes e voluntários, além de melhorar a qualidade de vida, através dos princípios da Economia Solidária que são a igualdade, a autonomia, a cooperação e a solidariedade”.

Os artesãos produzem trabalhos em crochê, biscuit, bordado e pedraria, patchwork, fuxico, feltro, chinelos, bambu, madeira, bijuteria, flores, amarradinho, bonecas de pano, além de objetos de decoração. Para Simone “hoje o maior desejo dos artesãos, além de ganhar o mercado, é divulgar seu trabalho, obtendo o reconhecimento da excelente qualidade de seus produtos que são vendidos por preços justos, acessíveis a todos”.

Para dar essa visibilidade e comercializar os produtos, a CAEPS conta com a atenção de parcerias fundamentais como o Banco do Brasil, o Sindicato do Produtores Rurais e a ACIP.

Os artesãos interessados poderão entrar em contato na segunda, terça e sexta-feira, a partir das 13 horas na CAEPS, na Avenida Liquinha Silveira Coimbra, 1115.




Fonte:folhamachadense

Em feira evangélica, negócios vão de capa para Bíblia a consórcio de igreja


"Não é pecado, não", diz José Luiz Batres, gerente-geral da Nova Vida, grife que vende capas customizadas para a Bíblia. Seu alvo é o público feminino: por R$ 34,99, a consumidora pode adquirir um modelo de couro sintético com estampa de zebrinha e suporte para celular.

Batres é um dos empreendedores de olho no próspero nicho religioso. "Também percebemos o que a modernidade chama-se mundo secular, né? pode trazer ao mundo evangélico."

Na 10ª Expo Cristã, é lucro o que a modernidade traz. Montada no Pavilhão do Anhembi, a feira de negócios voltada a evangélicos reúne mais de 500 expositores.

A expectativa da organização é movimentar R$ 1 bilhão em novos negócios (direta e indiretamente) até amanhã, último dia do evento, que estima público de 163 mil.

O leque de produtos é amplo. Em meia hora de caminhada, a repórter da Folha recebeu panfletos sobre cadeiras para bufê, poltronas "confortex", consórcio para igrejas (créditos de até R$ 300 mil), pacotes turísticos (de Aruba a Israel), stand-up comedy cristão, o parque de diversão Beto Carrero, filmes, gravadoras, "santo cálice" descartável e as mais diferentes versões da Bíblia.

Para Eduardo Berzin Filho, presidente da Expo Cristã, o mercado começa a acordar para o poder de compra dos evangélicos.

Ele destaca pesquisa da organização Sepal (Servindo aos Pastores e Líderes) que calcula o surgimento de 10 mil novos pontos de pregação por ano.

"Com que dinheiro essas igrejas vão ser construídas? Oferta!", afirma. Ele complementa, em seguida, que o lucro deve "ser revertido para obras de Deus".

Música e mercado editorial são "os que mais dão dinheiro", avalia Berzin Filho.

Para o pastor Jabes de Alencar, da Assembleia de Deus, "só uma pessoa ignorante" acha que "fé e lucro não podem caminhar do mesmo lado". "A pessoa está dizendo que quem tem fé é alienígena. Mas são pessoas que comem, vão ao banheiro, ao restaurante, vestem, consomem."









Fonte:folha