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Famosos apoiam campanha online para conseguir impeachment de Renan Calheiros



O brasileiro tem fama de ser um povo pouco politizado. Porém, nos últimos dois dias, a política anda movimentando a comunidade online. Os internautas estão utilizando o site Avaaz – uma plataforma de mobilização social - para conseguir o impeachment do atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Artistas e humoristas também entraram na campanha, divulgando a petição, que já conta com mais de um milhão de assinaturas.


Marco Luque e Felipe Andreoli, do CQC, são alguns dos que estão incentivando a campanha no Twitter. O ator Bernardo Falcone, que interpretou Téo, em “Rebelde”, também apoiou a causa em sua conta na rede social.

Para ser enviado ao Senado e à Presidência da República, o abaixo-assinado precisa de pelo menos 1,3 milhão de assinaturas – esse número é referente a 1% do eleitorado brasileiro, a quantidade de pessoas exigida para passar projetos oriundos de iniciativa popular











Fonte: Extra

Universidades de prestígio dos EUA criam cursos online gratuitos

Cinco universidades de prestígio dos Estados Unidos criarão cursos online gratuitos para estudantes em todo o mundo através de uma nova plataforma de ensino interativo, chamada Coursera, anunciaram os criadores nesta quarta-feira.

Os dois fundadores, professores de ciência da computação da Universidade de Stanford, também anunciaram que receberam 16 milhões de dólares em financiamento de duas empresas de investimento do Vale do Silício.

O Coursera vai oferecer mais de três dezenas de cursos universitários no ano que vem através do seu site, coursera.org, sobre assuntos que vão desde mitologia grega a neurologia, de cálculo a poesia norte-americana contemporânea. As aulas serão projetadas e ministradas por professores de Stanford, Princeton, Universidade da Califórnia em Berkeley, Universidade da Pensilvânia e Universidade de Michigan.

O Coursera se junta a uma série de projetos online ambiciosos que visam tornar o ensino superior mais acessível e barato. Muitos desses empreendimentos, no entanto, simplesmente publicam palestras inteiras na web, sem nenhum componente interativo. Outros se esforçam para criar novas universidades do zero.

Os fundadores Daphne Koller e Andrew Ng afirmam que o Coursera será diferente, pois os professores de escolas de prestígio vão ensinar usando o nome de sua universidade e vão adaptar os seus cursos mais populares para a web, incorporando tarefas e exames a aulas em vídeo, respondendo a perguntas dos alunos em fóruns online -- e até mesmo, talvez, trabalhando por meio de videoconferência.
Testes de múltipla escolha e de respostas curtas serão avaliados via computador. O Coursera em breve apresentará um sistema de classificação para avaliar trabalhos mais complexos, tais como ensaios ou algoritmos.

Os estudantes não receberão créditos da faculdade. Mas o Coursera pode oferecer "certificados de conclusão" ou transcrições mediante pagamento de uma taxa. Uma empresa também pode tentar lucrar conectano empregadores com alunos que tenham demonstrado aptidão em uma determinada área, disse uma porta-voz.

As universidades participantes esperam se beneficiar aumentando a sua reputação no exterior, conectando-se com ex-alunos distantes e, quem sabe, trazendo doações de alunos online agradecidos.








Fonte: Reuters-extra