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Autopista Fernão Dias prepara operação especial para a Páscoa

Rodovia Fernão Dias

Como acontece em todos os feriados prolongados, a Autopista Fernão Dias prepara uma operação especial, agora, com a Semana Santa, a concessionária preparou uma operação para a Páscoa, com recursos operacionais extras e um esquema diferenciado de sinalização para trechos específicos da rodovia.O reforço na operação de atendimento ao usuário começa na quinta-feira, dia 28, e segue até domingo, dia 31.

A concessionária avaliou os horários de maior movimentação e reforçou a fiscalização. Segundo cálculos dos engenheiros de tráfego da Autopista Fernão Dias, os dias de pico na BR-381 serão: quinta-feira, das 14h às 23h e na sexta-feira, das 6h às 18h.

A preocupação é com a volta daqueles que aproveitou o feriado e os engenheiros calculam que o maior movimento na rodovia será no horário de 12h às 23h, no Domingo de Páscoa.
Devido a isso, a concessionária preparou diversos recursos para facilitar a vida e dar conforto aos motoristas e passageiros, como um equipe de atendimento a panes mecânicas e elétricas, além da remoção de veículos.

Além dos 16 guinchos que normalmente operam na rodovia, a concessionária colocará outros cinco em operação durante o recesso. Esses recursos extras estarão localizados nos trechos que historicamente apresentam maior movimento: entre São Paulo e Bragança Paulista (SP), e entre Contagem e Igarapé (MG).
Além disso, 15 viaturas de inspeção de tráfego percorrerão constantemente a rodovia, além de três viaturas de vigilância patrimonial, três caminhões de apoio ao combate a incêndio, três caminhões guindastes tipo munk e três veículos de apoio para apreensão de animais na pista.

Os usuários da rodovia Fernão Dias contarão com os serviços de atendimento clínico, com equipes especializadas que ocuparão 12 ambulâncias de resgate e seis ambulâncias equipadas com UTI, para atendimento pré-hospitalar, posicionadas em pontos estratégicos da rodovia.

Para melhor orientação dos motoristas, a concessionária disponibilizará seis painéis de mensagens variáveis móveis (PMVs), para informar as condições da rodovia, além de 10 painéis de mensagens variáveis fixos com mensagens para alertar em casos de emergências e/ou educativas.

Além de tudo isso, os motoristas e passageiros poderão contar também com o serviço de atendimento a emergência. A ligação é gratuita e a concessionária aconselha a todos que antes de viajar deve anotar o número do telefone de emergência: 0800 283 0381.

Com ele o usuário pode solicitar atendimento de emergência na rodovia, tirar dúvidas sobre a concessão ou fazer reclamações e sugestões para a concessionária. O telefone gratuito 0800 717 1000 está disponível para o atendimento aos usuários com deficiência auditiva e da fala.

Antes de iniciar sua viagem, é possível consultar as condições da rodovia pelo site: autopistafernao.com.br.

Como surgiu o ovo de Páscoa? Ovos de galinha pintados à mão



Essa tradição existe há três mil anos antes de Cristo

Com o surgimento do Cristianismo (religião que segue os ensinamentos de Jesus), o ovo passou a ser um dos símbolos da Páscoa, pois representa vida nova e ressurreição de Cristo. Além disso, a data é celebrada justamente no início da primavera no hemisfério norte.

Até hoje, é costume dar ovos de galinha, pata ou de madeira aos amigos e familiares nos países eslavos (como a Ucrânia, Polônia, Rússia, etc).

"Na Ucrânia, os ovos se chamam pêssankas, e os desenhos são geométricos. Já na Polônia, recebem o nome de pissankis, e as figuras representam a natureza", explica o artista plástico Eloir Jr., especialista na arte milenar da pêssanka. Ele é do Paraná, estado que recebeu muitos imigrantes desses países.

Cada símbolo pintado tem um significado. Triângulos representam religiosidade. Linhas retas simbolizam a vida eterna. E estrelas significam sucesso.

Mas a forma de decorar os ovos mudou muito. "Antes, a tinta era produzida a partir de legumes e vegetais. Para produzir a cor vermelha, a beterraba era fervida em uma panela com água e deixada de molho por dias e até semanas. Depois, o ovo era mergulhado nesse líquido", conta Eloir. "Para obter tons de verde usava-se a couve, enquanto os tons de marrom eram feitos com casca de cebola. Atualmente, usamos anilina".

Mas até hoje, os desenhos na casca do ovo são feitos com cera de abelha derretida na chama de uma vela, de forma bem artesanal.








Fonte: Informações Folha

Costume mineiro de ornamentar ruas com tapetes coloridos é tema de oficina e concurso


A Faop incentiva a continuidade da tradição mineira de ornamentar as ruas com tapetes coloridos

A Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) oferece, nesta terça-feira (19), oficina que abordará a importância do costume mineiro de ornamentar as ruas para a passagem da procissão no domingo de Páscoa e as técnicas para tingimento dos materiais e montagem dos tapetes.

A oficina será no Núcleo de Arte da Faop, de 9h às 12h, sob a coordenação da professora Ana Célia Teixeira, com a participação da artista Ana Fátima Carvalho. No total, são 20 vagas gratuitas. As inscrições devem ser feitas diretamente no Núcleo de Arte, localizado à praça Antônio Dias, nº 80, bairro Antônio Dias.

Os tapetes devocionais representam uma das mais significativas manifestações populares, e a Faop realiza um importante trabalho como incentivadora da continuidade dessa tradição cultural com o projeto "Tapete+Arte". Todos os anos, a Fundação se une à comunidade ouro-pretana e aos turistas para a montagem dos tapetes, preparando as ruas para receberem a Procissão da Ressurreição na manhã do domingo de Páscoa.

Para incentivar ainda mais a população a participar dessa iniciativa, a Faop promove concurso de desenho para servir de molde a um tapete devocional. Neste ano, o desenho vencedor será feito no adro da Igreja São Francisco de Assis. O concurso é voltado aos alunos, ex-alunos e funcionários da Faop e a toda a comunidade de Ouro Preto.

Os interessados podem se inscrever até 20 de março, de 8h às 17h, nas secretarias dos Núcleos da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade. A votação para escolha do desenho vencedor ocorrerá nos dias 21 e 22 de março, e o resultado será divulgado a partir do dia 25 de março.

O edital completo do concurso com as normas de apresentação do desenho e a premiação dos vencedores está disponível no site da instituição: www.faop.mg.gov.br.

 Mais informações pelo telefone 3551-5052.








Fonte: Agência Minas

Páscoa Cristã


Para os cristãos, a Páscoa tem o propósito de relembrar a salvação em Cristo através da morte e ressurreição de Jesus.


Os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó passaram mais de quatrocentos anos escravizados no Egito, assim, Deus decidiu libertá-los dessa escravidão. Moisés foi o escolhido por Deus para libertar o povo, sendo, então, o líder do êxodo.

Moisés, atendendo ao chamado de Deus, foi ter com Faraó, transmitindo-lhe a mensagem divina: “Deixa ir meu povo para que me sirva”. A fim de provar a Faraó a vontade divina, Moisés invocou pragas contra o Egito. As pragas começaram a ser lançadas, mas assim que se cessavam Faraó continuava a pecar, mantendo-se contra a vontade de Deus. Assim, a décima e última praga fora lançada - Deus enviou um anjo destruidor através da terra do Egito a fim de ceifar a vida de todo primogênito: “E eu passarei pela terra do Egito esta noite e ferirei todo primogênito na terra do Egito, desde homens até aos animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR.” (Ex. 12.12).

Contudo, como os israelitas também habitavam no Egito, o Senhor Deus enviou uma ordem ao seu povo. Cada família deveria tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito, e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; as famílias menores poderiam dividir um único cordeiro. Parte do sangue do cordeiro sacrificado deveria ser passada nas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Assim, o anjo, ao passar por aquela terra, passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue sobre elas – daí o termo Páscoa, do hebreu pesah, que significa “pular além da marca”, “passar por cima” ou “poupar”. Assim, os israelitas foram protegidos da morte, através do sangue do cordeiro morto. É importante ressaltar que Deus ordenou o sinal de sangue não porque Ele não era capaz de identificar seu povo, mas porque queria ensinar a eles sobre a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando-os para o advento do “Cordeiro de Deus”, que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo (“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” Jo 1,29b).

Naquela noite os israelitas deveriam estar preparados para viajar. Eles deveriam assar o cordeiro, preparar ervas amargas e pães sem fermento (na Bíblia, o fermento simboliza, normalmente, o pecado e a corrupção; esses pães asmos simbolizavam a separação entre os israelitas redimidos e o Egito). O povo deveria estar pronto para a refeição ordenada ao anoitecer, a fim de partir apressadamente. Assim se fez, tal como o Senhor dissera.

O povo de Deus, a partir desse momento da história, passou a celebrar a Páscoa em toda primavera, já que as instruções divinas relatavam ser essa celebração um “estatuto perpétuo”, conforme o livro de Exôdo 12.14: “E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” Assim, em cada páscoa, os israelitas, juntamente com suas famílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam de suas casas todo fermento e comiam ervas amargas e contavam a história de seus ancestrais, de como viveram o êxodo na terra do Egito e a libertação da escravidão ao Faraó – era dever dos pais usar a Páscoa para ensinarem aos filhos a verdade sobre a redenção da escravidão e do pecado, que Deus efetuara em seu favor e que através disso fez deles um povo especial sob seus cuidados.

Nos tempos do Novo Testamento, os judeus (israelitas) observavam a Páscoa da mesma maneira. Jesus, aos doze anos de idade, foi levado a Jerusalém por seus pais para a celebração da Páscoa (Lc 2.41-50), posteriormente, Jesus participou dessa celebração em Jerusalém a cada ano. A última ceia de que Jesus participou com seus discípulos em Jerusalém, pouco antes da cruz, foi a refeição da Páscoa.

Para os cristãos, a Páscoa tem o propósito de lembrar a salvação em Cristo e da redenção do pecado e da escravidão a Satanás, pois Jesus foi crucificado na Páscoa, como cordeiro pascoal (1 Co 5.7), que liberta do pecado e da morte todos aqueles que nEle creem.



Bíblia de Estudo Pentecostal – Antigo e Novo Testamento, Flórida - EUA: Life Publishers, 1995.




Fonte:brasilescola

Presidio no Sul de Minas terá ovos de Páscoa feitos por detentas

Neste domingo de Páscoa (8), os detentos e funcionários do Presídio de Boa Esperança, no Sul de Minas, serão presenteados com ovos de chocolate produzidos por seis presas da unidade prisional. Serão entregues cerca de 400 ovos. As detentas aprenderam a técnica da confecção de ovos de Páscoa na última semana de março, durante um curso oferecido pela direção da unidade em parceria com a Escola Profissional Ávia Tereza de Moraes, localizada no município.

A detenta Cleusa Maria Marques Maciel, de 38 anos, conta que trabalhou muitos anos como cozinheira, mas que nunca havia confeccionado ovos de chocolate. Para ela, o curso ofereceu muito mais que um aprendizado. “Foi um momento de distração. Se eu pudesse, ficaria o dia inteiro confeccionando os ovos”, disse.

A presa já decorou o processo de produção e diz que é muito fácil de fazer. “Basta ralar uma barra de chocolate e colocá-la em banho-maria. Quando o chocolate derreter e você esfriá-lo numa superfície lisa, é só passar uma camada em cada um dos lados da forma e levar à geladeira por um minuto. Depois desse tempo, você deve repetir o processo com outra camada. O número de camadas vai depender da espessura do ovo que se quer produzir. Depois, é só embalar com carinho e esperar a alegria das pessoas,” finalizou.

Material

Todo o material utilizado no curso foi doado pelo Conselho de Segurança Pública da comunidade e por autoridades da Comarca de Boa Esperança. Foram arrecadados cerca de 30 quilos de chocolate, embalagens e formas para ovos de Páscoa.

Segundo o diretor-adjunto, Breno dos Reis M. Marques, o curso foi recebido de maneira positiva pelas presas. “Nossa expectativa é oferecer aos presos mais especializações na área de culinária. Para isso, estamos em busca de novas parcerias”, contou.

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