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Todo ano, mil homens têm o pênis amputado por causa de câncer

Especialista Carlos Corradi reforça a importância da consulta médica
Novembro Azul reforça os cuidados fundamentais com a saúde masculina

Mil homens brasileiros precisam ter o pênis amputado todos os anos por causa de complicações de câncer no órgão, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). No Novembro Azul, mês dedicado à saúde do homem.

O câncer de pênis é um dos poucos tipos que podem ser prevenidos – e de maneira extremamente fácil: manter a higiene pessoal. Como a principal causa da doença é a sujeira acumulada no órgão, uma boa lavagem diária com água e sabão reduz significativamente as chances de desenvolver o problema.

Higienizar corretamente o pênis é bem simples, mas nem todos os homens sabem. Basta puxar o prepúcio – pele que recobre a glande, ou “cabeça” do pênis – e lavar cuidadosamente a região, prestando atenção ao anel que fica logo abaixo da glande.

Sinais. O homem também deve ficar atento a qualquer sinal diferente em sua genitália. “Se, durante a higiene, ele perceber uma lesão vermelha que dure por mais de três semanas, verrugas ou feridas no pênis, deve procurar o urologista”, recomenda o médico João Carlos Azeredo, presidente da campanha “Câncer de Pênis Zero”, da Sociedade Brasileira de Urologia.

Diagnóstico. “Quando identificado em fase inicial, as chances de tratamento bemsucedido do câncer peniano são próximas de 100%. O problema é que a maioria dos homens brasileiros não tem o hábito de ir ao médico e, “quando vai, a doença já está em fase avançada”, comenta o médico Carlos Corradi, chefe de urologia do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte.

Uma vez diagnosticada a doença, as formas de tratamento são similares às de outros cânceres: retira-se a parte afetada e trata-se com quimioterapia. “A diferença é que o pênis tem uma importância capital para o homem. Quando é necessário amputar todo o membro, muitos entram em depressão, chegam a perder a vontade de viver”, revela Corradi.

Quando o tratamento é feito em fase inicial, no entanto, o paciente continua com todas as funções normais do órgão. “Ele continua podendo ter relações sexuais, orgasmos, tudo normal”, garante Corradi.

O câncer peniano é mais comum em homens entre os 50 e os 70 anos. Mas isso não impede que outras faixas etárias tenham o problema. “Já tive paciente de 28 anos com o pênis amputado”, diz o médico.








Fonte: O Tempo

Água e sabão podem livrar os homens do câncer de pênis

Higiene pode ser a receita simples, mas eficaz, para evitar que os homens sofram com uma doença que, além de incapacitá-los fisicamente, pode terminar aniquilando a sua vida em termos psicológicos. Para prevenir a doença, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) promove de 27 a 29 deste mês a Campanha de Câncer de Pênis Zero, em parceria com o Instituto Lado a Lado pela Vida.

O padrinho da campanha é o ex-jogador de futebol Zico, atual técnico do Al Gharafa, do Catar, que se ofereceu como voluntário. As ações ocorrerão nas cidades de João Pessoa, na Paraíba, do Recife e de Garanhuns, em Pernambuco; Fortaleza e Reriutaba, no Ceará, além de Teresina, no Piauí. Na próxima semana, cidades da Bahia serão incorporadas à campanha.

Segundo disse hoje (23) à Agência Brasil o presidente da SBU, Aguinaldo Nardi, a maior incidência do tumor ocorre nas regiões Norte e Nordeste e está associada não só à baixa condição socioeconômica das populações locais, mas também à falta de higiene e de conhecimento.

Ele informou que as populações menos favorecidas são as que mais têm câncer de pênis. “São as mais excluídas da informação e aquelas que são mais difíceis de chegar ao médico também”. Em geral, os homens moram longe dos centros médicos adequados. “É preciso melhorar o acesso da população ao urologista”.

O tumor de pênis é raro, ao contrário do câncer de próstata, que apresenta 60 mil novos casos por ano. Entretanto, a média de 1,6 mil amputações anuais, por câncer de pênis, é considerada elevada pela SBU. “Porque é uma doença que incapacita muito. É uma doença que aniquila o homem na sua concepção exata, não só na sua anatomia, mas na sua vida”.

Nardi esclareceu que o câncer de pênis é evitável. Para isso, basta que o homem tenha uma higiene adequada da área genital. “Ou seja, água e sabão. Lavando o pênis todo dia, não há problema de ter câncer de pênis”.

Outra providência é evitar doenças sexualmente transmissíveis com o uso de preservativo, a conhecida camisinha. “É sabido que o HPV, que é o vírus do papiloma humano, está ligado ao câncer de pênis”. Lembrou, ainda, que a presença de fimose, quando a pessoa não consegue expor a glande, isto é, a cabeça do pênis, é um fator de risco para câncer de pênis.

A prevenção deve começar na infância, recomendou o presidente da SBU. Cabe à família e aos pais, inicialmente e, depois, à escola, orientar os meninos quanto aos procedimentos que devem ser adotados para uma adequada higiene. Nardi destacou que a doença é um problema social e de educação. “A gente precisa concentrar esforços de toda a sociedade organizada ou não, Estado e entidades, para que se possa levar a informação às pessoas mais carentes. Aos excluídos da informação”.

Índia, Egito e alguns lugares da África apresentam maior incidência da doença. Na Índia, por exemplo, a taxa é 3,32 casos a cada 100 mil habitantes. A menor incidência, próxima a zero, é encontrada nos judeus nascidos em Israel. Aguinaldo Nardi destacou que no Brasil, algumas cidades do Norte e Nordeste têm incidência semelhante à da Índia, do Egito e da África.

“Não são poucos os casos da doença. A gente tem muito o que fazer. É que [o problema] é mais concentrado no Norte e no Nordeste do que na Região Sudeste ou na Sul. É importante que a gente atue nesses locais, onde a incidência é tão grande como nos países de maior incidência do mundo”.

Participam da campanha 100 urologistas voluntários, que moram nas capitais ou cidades do interior, além de outros especialistas que estão aderindo graças a convênio que a SBU e as Forças Armadas. “Estão indo para colaborar no atendimento aos pacientes, na informação à população e na realização de cirurgias de fimose”.

A campanha deve se estender até o final do ano nos locais de incidência elevada de câncer de pênis. A SBU se prepara para promover nova campanha com o mesmo objetivo, em 2014. “A gente vai insistir nisso, porque sabemos da importância de uma amputação para o brasileiro”.

No portal da SBU, os interessados poderão tirar dúvidas sobre a doença. O principal sintoma de alerta é o aparecimento de uma ferida que não cicatriza, disse Nardi. “Toda ferida no pênis que não cicatriza revela importância de procurar um médico para saber o que é. Pode ser um câncer de pênis”.

O presidente da SBU informou que na fase inicial a doença exige uma cirurgia pequena. Significa que existe uma possibilidade elevada de cura. “Quanto mais cedo fizer o diagnóstico de câncer de pênis, menor é o tratamento, menor é a invasão do tratamento cirúrgico”.

Quem estiver interessado em fazer o exame urológico, tirar dúvidas e obter encaminhamento para seu caso, sendo cirúrgico ou não, deverá procurar os hospitais participantes da campanha. No dia 27, estão programados para atendimento o Instituto Médico Integrado Professor Antônio Figueira, no Recife, e o Hospital São Marcos, em Teresina. No dia 28, os urologistas que fazem parte da campanha atenderão no Hospital Municipal Santa Isabel e no Centro Médico em Praça Caldas Brandão, em João Pessoa; no Hospital Dom Moura, em Garanhuns (PE); na Santa Casa de Misericórdia, em Fortaleza; e no Hospital Rita do Vale Rego, em Reriutaba (CE).







Fonte: Agência Brasil

Mulher corta o pênis do marido e joga no lixo

Foto de Catherine Kieu registrada em 2011

Um juiz sentenciou à prisão perpétua com possibilidade de condicional uma mulher no sul da Califórnia que decepou o pênis de seu marido e o jogou no triturador de lixo.

Catherine Kieu, 50, foi considerada culpada por um júri de Orange County em abril por mutilação grave e tortura após a agressão contra seu ex-marido em julho de 2011.
Ela drogou o ex-marido antes de atá-lo e decepar seu pênis com uma faca. Ela então jogou o órgão genital em um triturador de lixo.

Um advogado de Kieu, nascida no Vietnã, argumentou no julgamento que ela havia sofrido abuso sexual em sua infância, o que a deixou com estresse pós-traumático. Ela demonstrou remorso sobre o ataque, disse ele.
Após a audiência, a vítima - identificada apenas como "Glen" - disse que desejava que o juiz Richard Toohey tivesse aplicado uma sentença mais dura, noticiou o City News Service.
"No interior, eu esperava uma sentença mais pesada, mas dadas as restrições da lei, é o que ele tinha de fazer", disse ele.
"Pode haver uma situação em que eu posso ser feliz, mas completamente? Nunca", afirmou.








Fonte: Agência Reuters

Estudante diz que foi obrigada a colocar pênis e testículos de boi na boca


Uma estudante do primeiro semestre de Agronomia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) denunciou ao Ministério Público os maus tratos e constrangimento que sofreu durante um trote praticado por veteranos, no dia 26 de abril, em Vitória da Conquista.

A jovem de 22 anos afirmou ter sido obrigada a chupar testículos e pênis de boi durante o trote, além de ter que bochechar um produto usado em bovinos chamado "mata bicheira", composto entre outros líquidos, de urina animal. Por conta da mistura, a estudante teve reações alérgicas e chegou a desmaiar, sendo encaminhada para a enfermaria da universidade, que teria dado apenas café e biscoito à jovem. O caso foi narrado pela advogada da estudante ao portal Terra.

Segundo a estudante, ela só aceitou participar do trote por pressão dos colegas veteranos, "porque, se não participasse, seria pior”. Ela diz ainda que informou aos outros estudantes que era “alérgica a tudo" antes de bochechar a mistura.

O Correio24horas procurou a o Ministério Público Estadual em Vitória da Conquista, que confirmou ter recebido a denúncia e diz que o caso foi encaminhado à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Vitória da Conquista. Já a unidade especializada informou que o caso foi repassado à 1ª Delegacia, que informou não ter conhecimento do inquérito.

A Uesb, em nota, informou que o trote é proibido na universidade e que caso algum infrator seja identificado "serão aplicadas sanções disciplinares", que vão desde a suspensão por 100 dias letivos até o desligamento do estudante.

Leia a nota na íntegra:

A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) informa que, segundo a Resolução 07/2008 do Conselho Universitário (Consu), o trote é expressamente proibido em todos os campi da Instituição. Entende-se como trote, de acordo com a Resolução, toda e qualquer manifestação estudantil que configure agressão física, psicológica, moral ou outra forma de constrangimento ou coação do aluno ingressante.

Ao infrator desta Resolução, serão aplicadas sanções disciplinares. As medidas administrativas vão desde a suspensão por 100 dias letivos ao desligamento dos quadros da Universidade, caso haja violência ou utilização de qualquer meio ou produto que cause ou possa causar danos pessoais, psicológicos, lesões corporais, entre outros. Além das penalidades previstas pela Resolução, o infrator será denunciado ao Ministério Público para responder criminalmente pelos atos cometidos.

Pensando nisso, a Universidade incentiva formas alternativas ao trote desenvolvendo ações como a Semana da Integração Estudantil, que oferece aos alunos recém-chegados atividades como oficinas, cursos e rodas de conversa. Este ano, juntamente com o Diretório Central dos Estudantes (DCE), a Uesb realiza também a campanha #TroteDoBem, para incentivar os alunos da casa a promoverem momentos de integração sadia e divulgá-los nas redes sociais oficiais da Instituição.








Fonte:Correio24horas