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FAMA-MG:"ENCENAÇÃO DA PAIXÃO E MORTE DE JESUS CRISTO"



Venha assistir um espetáculo que é uma mensagem de 'esperança e fé'.

A apresentação encenada por moradores da cidade conta com um elenco aproximado de 120 atores mais as pessoas que trabalham nos bastidores para a realização do evento.

A encenação da Paixão de Cristo na cidade já é ponto de referência para turistas e visitantes na semana santa. A apresentação dura em torno de 2 horas e 30 minutos tendo um público de mais de 4000 mil pessoas como espectadores oriundos de várias regiões de Minas e do Brasil.


DATA: 29/03/2013
LOCAL: Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus as 19 horas

Direção Geral: Antônio Albino Tadeu Pereira Netto (Tadeu)


Ademir Palácios

Ator enforcado interpretando Judas havia recusado papel de Jesus Cristo


Tiago Klimeck, ator de 27 anos enforcado acidentalmente enquanto interpretava Judas na Paixão de Cristo em Itararé, São Paulo, havia sido convidado para viver Jesus Cristo em 2011.

Segundo a irmã dele, Fabiana Klimeck, o ator só não aceitou a missão de ser crucificado no palco porque exigiria mais tempo e dedicação.
- Era um papel maior, e ele não teria tempo para se dedicar porque trabalhava como auxiliar de entregas na Coca-Cola - disse Fabiana.
Tiago já fazia a Paixão de Cristo na cidade há cinco anos. Esta foi a terceira vez que ele interpretou Judas Iscariotes. Nos dois anos anteriores, ele havia feito papeis menores na peça.


- Ele levava o teatro muito a sério. Mas não podia se dedicar só a isso, porque não dava dinheiro - afirmou a irmã do ator.
Tiago está internado na Santa Casa de Itapeva, cidade que fica a cerca de 40 minutos de Itararé, onde ele mora com a família. O acidente aconteceu na sexta-feira passada, dia 6 de abril. O jovem estava fazendo a cena em que Judas se enforca, depois de ter traído Jesus Cristo.
O ator ficou quase quatro minutos desacordado até que alguém notasse que aquilo não fazia parte da encenação.

Segundo boletim médico divulgado nesta quinta-feira pelo hospital, o estado de saúde de Tiago é gravíssimo. Ele está em coma profundo, sem sedação, e não reage a estímulos.






Fonte: extra

Ator que representa Judas se enforca durante apresentação da Paixão de Cristo

Um ator que representava Judas durante uma encenação da ‘Paixão de Cristo’ em Itararé (SP), se acidentou durante o espetáculo na noite desta sexta-feira (6).

De acordo com informações da Guarda Municipal de Itararé, o ator Tiago Klimeck, que participava do teatro na Praça da Matriz, teria se confundido com os nós da corda do cenário e se enforcou acidentalmente. Durante a encenação, o ator subia em uma pedra de cenário e tinha uma corda colocada em volta do pescoço para, em seguida, simular o enforcamento de Judas (veja foto ao lado).

A encenação continuou, pois os integrantes da peça não perceberam que Tiago estava insconsciente. Segundo conta um dos integrantes da peça, Thiago ficou desacordado por cerca de quatro minutos, pois fazia parte da atuação ele se fingir de morto.

O ator foi levado inconsciente pelos socorristas do SAMU para a Santa Casa da cidade, onde permaneceu internado na UTI até a manhã deste sábado (7), quando foi transferido em estado grave para um hospital em Itapeva (SP).








Fonte:Foto Sandro Azevedo G1

Pausa para Reflexão: “Paixão de Cristo, Paixão da Terra” por Leonardo Boff

Falando sobre a morte de Jesus Cristo, Boff busca outro contexto para ilustrar o cenário social e político que aconteceu durante o momento conhecido como Paixão de Cristo, lembrado até hoje como “Sexta-Feira Santa” ou “Sexta-Feira da Paixão”.

Leonardo traça um paralelo entre os dias atuais com o acontecimento histórico que domina o consciente coletivo na Igreja Católica na manutenção de tradições que nutrem a economia.

Para os cristãos a Sexta-feira Santa celebra a Paixão do Filho do Homem. Ele não morreu. Foi morto em consequência de uma prática libertadora dos oprimidos e de uma mensagem que revelava Deus como “Paizinho”(Abba) de infinita bondade e de ilimitada misericórdia que incluía a todos até “os ingratos e maus”. Antes de ser executado na cruz, foi submetido a todo tipo de tortura. Segundo alguns intérpretes sofreu até abuso sexual.

Como referem os relatos do Novo Testamento, usando palavras do profeta Isaias, “foi considerado a escória da humanidade, o homem das dores, pessoa da qual se desvia o rosto, desprezível e sem valor, tido como castigado, humilhado e ferido por Deus; mas ele, justo e servo sofredor, se ofereceu livremente para ficar junto aos malfeitores, tomando sobre si crimes e intercedendo por todos nós”.

Desceu até o inferno da solidão humana, gritando nos extertores da cruz: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste”? Porque desceu até ao mais profundo, Deus o elevou até ao mais alto. É o significado da ressurreição, não como reanimação de um cadáver, mas como uma revolução na evolução, realizando nele, antecipadamente, todas as potencialidades escondidas no ser humano. Ele irrompeu como criatura nova, mostrando o fim bom de todo o processo evolucionário.

Mesmo assim, como dizia Pascal, Cristo continua em sua paixão, agonizando até o fim do mundo, enquanto seus irmãos e suas irmãs, a Terra que o viu nascer, viver e morrer, não forem finalmente resgatados. Já dizia a mística inglesa Juliana de Norwich (1342-1413): “ele sofre com todas as criaturas que sofrem no universo”. Outro contemplativo inglês, William Bowling, do século XVII, concretizava ainda mais afirmando:”Cristo verteu seu sangue tanto para as vacas e os cavalos quanto para nós homens”.

Hoje a paixão de Cristo se atualiza na paixão do mundo, nos milhões e milhões de sofredores, vítimas de um tipo de economia que dá mais valor ao vil metal que à dignidade da vida, especialmente da vida humana. O Cristo se encontra crucificado na Terra devastada; suas chagas são as clareiras de florestas abatidas; seu sangue são os rios contaminados.

A rede de organizações que acompanham o estado da Terra, a Global Footprint Network, revelou no dia 23 de setembro de 2008, exatamente uma semana após o estouro da crise econômico-financeira que, neste exato dia, se tinham ultrapassado em 30% os limites da Terra. Chamaram-no de The Earth Overshoot Day: o dia da ultrapassagem da Terra. Esta notícia não ganhou nenhum destaque nos meios de comunicação, ao contrário da crise financeira que até hoje ganha a primeira página.

Com esta ruptura, a Terra já não tem condições de repor os bens e serviços necessários para a manutenção do sistema-vida. Em outras palavras, a Terra perdeu a sustentabilidade necessária para a nossa subsistência. Por causa disso, milhões e milhões de seres humanos são condenados a morrer antes do tempo e entre 27-100 mil espécies de seres vivos, segundo dados do conhecido biólogo Edward Wilson, estão desaparecendo a cada ano. Este fato inaugura aquilo que alguns cientistas já denunciaram como sendo uma nova era geológica. Foi chamada de antropoceno, na qual o grande meteoro rasante e destruidor da natureza é o ser humano.

Com sua voracidade e obsessão de crescer mais e mais para consumir mais e mais está se transformando numa força avassaladora dos ecossistemas e da Terra como um todo. Comparece como o Satã da Terra quando deveria ser seu anjo da guarda.

A Avaliação Ecossistêmica do Milênio, organizada pela ONU entre os anos 2001-2005, envolvendo cerca de 1.300 cientistas do mundo inteiro, além de outras 850 personalidades das várias ciências e da política, concluíram que dos 24 serviços ambientais essenciais para a vida (água, ar puro, climas, alimentos, sementes, fibras, energia e outros) 15 deles se encontravam em processo acelerado de degradação. Quer dizer, estamos destruindo as bases físico-químico-ecológicas que sustentam a vida sobre o planeta.

Agora não dispomos mais uma Arca de Noé que salve alguns e deixe perecer os demais. Desta vez, ou nos salvamos todos ou todos corremos o risco de perecer.

Neste contexto vale recordar as sábias palavras do Secretário Geral da ONU Ban Ki Moon, proferidas no dia 22 de fevereiro de 2009 referindo-se à crise econômico-financeira em relação à crise ecológica:”Não podemos deixar que o urgente comprometa o essencial” É urgente encontrar um encaminhamento à crise dos mercados e das finanças, mas é essencial garantir a vitalidade e a integridade da Terra. Sem esta salvaguarda, qualquer outra iniciativa ou projeto perdem sua base de sustentação.

Temos que transformar a paixão da Terra num processo de sua ressurreição na medida em que suspendermos a guerra total que movemos contra ela em todas as frentes. Isso somente se alcançará refazendo o contrato natural que se funda da reciprocidade: a Terra nos dá tudo o que precisamos para viver e nós lhe retribuímos com cuidado, respeito e veneração, pois é nossa grande e generosa Mãe.

Esta é o desafio e a mensagem que cabe assumer na Sexta-feira Santa do presente ano de 2012.

Leonardo Boff é ecoteólogo e da Comissão Central da Carta da Terra.
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Atores fazem os últimos ensaios para a "Paixão de Cristo"


Cerca de 120 atores ensaiam a peça que vai esperar cinco mil pessoas por dia

Faltam poucos dias para o início da semana santa e os ensaios para a encenação da "Paixão de Cristo" mais famosa do Sul de Minas, em Alpinópolis, estão a todo vapor. Desde o mês de janeiro, cerca de 120 atores ensaiam para o evento. Para as duas apresentações, na quinta-feira (21) e na sexta-feira da paixão (22), são esperadas cerca de cinco mil pessoas por dia.

O espetáculo representa os últimos dias de Jesus no Monte das Oliveiras, quanto ele é tentado pelo Diabo e se sacrifica em nome da humanidade. A novidade deste ano é que os atores principais trocaram os personagens. O ator que normalmente representa Jesus, fará o papel do Diabo e o ator que sempre faz o o Diabo, será Jesus.

As apresentações da "Paixão de Cristo" em Alpinópolis acontecem às 16h dos dias 21 e 22.








Fonte:eptv

Redes sociais afetam o cérebro do mesmo jeito que a paixão

Eis que a ciência aparece para explicar por que a gente gosta tanto de redes sociais. O pesquisador Paul J. Zak, professor da Claremont Graduate University (EUA), descobriu que uma simples troca de tweets ou um amigo curtindo nosso status no Facebook pode aumentar nossos níveis de oxitocina, conhecida como “hormônio do amor” (ela estimula sentimentos como empatia, generosidade e confiança, e tem altas quando estamos apaixonados).

A cobaia foi o jornalista Adam Penenberg (que conta a experiência toda aqui). Ele cedeu amostras de sangue antes e depois de passar 10 minutos batendo papo no Twitter. Nesse tempinho, seu nível de oxitocina subiu 13%. (Para se ter uma ideia, uma alta equivalente à observada em um noivo prestes a subir no altar.) E nem é só isso: seus níveis de cortisol e ACTH, hormônios ligados ao estresse, caíram 11% e 15%, respectivamente.

Isso leva a crer que o cérebro percebe o tempo que “perdemos” no Twitter e no Facebook, por exemplo, como se estivéssemos interagindo diretamente com pessoas queridas. E aí libera a oxitocina, que dá um pouquinho daquele “barato” que a gente sente quando se apaixona. Sem falar que, ao suavizar os hormônios do estresse, derruba também o risco de problemas cardiovasculares, como infartos e derrames. Ou seja: tuitar é bom para o coração em todos os sentidos. Justamente a desculpa que você precisava para procrastinar sem culpa, né?






Fonte:super.abril.com.br