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Explosão atinge casas de agentes penitenciários em Campo Belo no Sul de Minas


Uma ação criminosa na madrugada deste sábado (29) no bairro Oliveiros, em Campo Belo, região Sul de Minas Gerais, danificou a estrutura de duas residências onde moram três agentes penitenciários da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), órgão ligado à Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Segundo informações da Polícia Militar (PM), suspeitos usaram um artefato explosivo parecido com dinamite para explodir as casas.

O atentado derrubou duas paredes, destruiu parte da laje de uma das casas, estilhaçou vidros e estragou um portão. Os policiais disseram que ninguém ficou ferido e as casas estavam vazias no momento da explosão. O local foi isolado para a perícia apurar o caso. Um engenheiro da prefeitura de Campo Belo também ajuda nos trabalhos, já que as bombas causaram rachaduras nas paredes, correndo risco de desabamento.






Fonte: O Tempo

MP investiga agentes suspeitos de torturar presos em Varginha no Sul de Minas


O Ministério Público investiga nove agentes penitenciários suspeitos de torturar presos no Presídio de Varginha (MG). Segundo a promotoria, os funcionários teriam agredido fisicamente os detentos como forma de castigo nos anos de 2009 e 2011.

De acordo com o MP, em um dos casos quatro presos teriam sido submetidos a um intenso sofrimento físico, com chutes, murros e tapas, após um desentendimento ocorrido no momento em que eles assistiam televisão.

Fora esse caso, outras duas suspeitas de tortura também são investigadas pela promotoria.
Segundo as investigações, os nove agentes teriam participado juntos de um dos três casos, registrado em novembro do ano passado. A agressão teria sido contra um preso recém-chegado ao Presídio de Varginha.

De acordo com o inquérito da polícia, o detento ficou com várias lesões pelo corpo depois da agressão.
A Secretaria de Estado de Defesa Social informou que os nove agentes não trabalham mais no local e que quatro deles já não fazem mais parte do quadro de funcionários do órgão. A promotoria de Justiça dos Direitos Humanos pediu a condenação dos agentes com base na lei de tortura, na convenção contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanas ou degradantes.