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Deputado denuncia punição de policial militar que evitou assalto em SP

Jornal Fama
De acordo com denuncia feita na Assembleia Legislativa de São Paulo - SP pelo deputado Major Olímpio (PDT), o capitão PM Antonio Bernardo, que enfrentou e baleou um bandido, evitando o roubo de uma moto no último sábado (12/10), foi afastado de suas atribuições e encaminhado ao Programa de Reabilitação da corporação, o que é encarado pela tropa como uma espécie de punição. Segundo ele, o policial ficará seis meses afastado da ativa.

- Ele está recolhido na administração do Batalhão da Polícia Militar para ir para o Programa de Reabilitação. É uma geladeira, um castigo. Quero dizer ao Capitão Bernardo que ele tomou a atitude para o qual foi treinado. Não exorbitou no uso da força, mas o Governo que diz que aprova a polícia já o recolheu e já o colocou na geladeira. Ele vai ficar seis meses fora da atividade policial - disse o Major Olímpio.

Em esclarecimento prestado ao portal de notícias da da Tribuna da Bahia, a Polícia Militar de São Paulo garantiu que o oficial continua no exercício de suas funções, não sendo verdadeira a notícia de sua punição. Segundo a nota oficial distribuída pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo a "a ação do policial foi legítima e correta, com a observância das técnicas policiais, não estando relacionada nos casos que determinem avaliação psicológica para inclusão no Programa de Acompanhamento e Apoio ao Policial Militar - PAAPM".

Afinal, quem é o mentiroso nessa história: o deputado Major Olímpio ou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo?









Fonte:Informações apatotadopitaco.blogspot.com.br

Justiça Eleitoral pune seis candidatos a vereador por propaganda irregular


A Comissão de Propaganda Eleitoral, nesta eleição, aplicou até agora um total de R$ 17 mil em multas, punindo seis candidatos a vereador por propaganda eleitoral irregular em Belo Horizonte.


Quatro dos multados foram punidos por propaganda eleitoral em bens particulares sem a prévia autorização dos proprietários; são eles Rubens Gonçalves de Brito e Wellington Magalhães, ambos do PTN, Leandro Capanema de Azevedo, do PPL, e André Antônio Alves, do PHS. Já Eduardo Heleno Valadares, PT do B, foi multado por propaganda eleitoral indevida na internet, enquanto o candidato à reeleição, o vereador Daniel Nepomuceno, PSB, foi foi multado por pintura em muro acima da metragem permitida.






Fonte: Informações O Tempo

Motorista que não soprar bafômetro será punido em Minas

As blitzes da lei seca, parte da campanha “Sou pela vida, dirijo sem bebida”, inauguram a partir desta sexta-feira a fase “linha-dura”, a exemplo do modelo do Rio de Janeiro.

Todos os motoristas que se recusarem a soprar o bafômetro, mesmo sem indício de consumo de bebida alcoólica, serão punidos com a apreensão da carteira de habilitação e multa de R$ 957,70. Nas três semanas da operação, foram abordados 1.999 veículos em pontos estratégicos nas vias da capital e Grande BH, dos quais 1.087 condutores se submeteram ao teste. Os 912 restantes (45,6%) foram liberados com base em aspectos físicos que, a critério dos agentes de fiscalização, não sugeriam a ingestão de álcool. Esta semana, ao contrário das anteriores, as blitzes serão realizadas de amanhã a domingo. As primeiras operações ocorreram entre quinta-feira e sábado.


Desde o começo da campanha, 49 motoristas foram presos por embriaguez. Eles apresentavam índice de teor etílico acima de 0,34 mliligramas por litro de ar expelido – equivalente a 6 decigramas de álcool por litro de sangue –, o que deixa de ser infração e configura crime de trânsito. Além da apreensão da carteira e pagamento da multa, esses condutores respondem criminalmente e podem vir a ser condenados a penas entre seis meses e três anos de prisão.

Nos primeiros 15 dias da campanha, o Comitê Gestor de Trânsito (CGT), chefiado pelo secretário de Defesa Social, Lafayette Andrada, optou por blitzes menos rigorosas, nas quais condutores que recusassem o teste do bafômetro eram liberados, desde que não apresentassem indícios de embriaguez. Embora o governo estadual inicialmente argumentasse não haver amparo legal para o recolhimento das carteiras de habilitação e aplicação de multas a qualquer motorista que não se submetesse ao exame, o comitê recuou e decidiu adotar a linha-dura, punindo a todos nessas circunstâncias, independentemente da constatação visual de sinais de embriaguez.

A partir de amanhã, quem soprar o bafômetro e registrar 0,1 miligrama de álcool por litro de ar expelido – igual a 2 decigramas de álcool por litro de sangue – terá a carteira de habilitação apreendida e será multado em R$ 957,70. A punição será a mesma para quem se recusar a fazer o teste.










Fonte:em.com.br