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Graviola: sabor e benefícios para a sua saúde

Você gosta de frutas? Então, saiba que todas elas têm inúmeros benefícios para a nossa saúde. Um grande exemplo dentre essas frutas é a graviola, uma fruta originária das Antilhas, mais comuns nas regiões quentes e úmidas da Américas Latina, inclusive, no Brasil. Poucas pessoas conhecem a fruta in natura e ela é frequentemente mais consumida em forma de sucos, vitaminas, gelatinas, sorvetes, polpas e outros produtos.

A fruta, que tem o sabor semelhante ao da fruta do conde, é considerada por muita gente uma fruta exageradamente doce. Porém, existem muitas pessoas que apreciam o seu sabor.

Mas a graviola não é uma fruta que chama atenção somente pelo seu formato, que se assemelha ao coração, e seu sabor. Uma das grandes características da fruta é ser nutricionalmente rica e proporcionar benefícios que só ela pode, lembrando que todas as partes da fruta podem ser utilizadas. Confira.

Os benefícios da graviola
As folhas da graviola são muito utilizadas para tratar diversas doenças. Existem mitos e verdades a respeito. O importante é sempre comunicar o seu médico antes do uso.

Tratamento do câncer – O que mais tem sido falado a respeito da graviola é a sua capacidade de promover tratamento contra o câncer. Porém, embora alguns médicos e herbalistas acreditem na sua capacidade de matar células cancerígenas, ainda não há as comprovações necessárias.

No entanto, as folhas já são utilizadas como suplemento alimentar para pessoas que estão passando por tratamento contra o câncer.

Trata do sistema digestivo – A fruta é muito utilizada, em alguns países, para tratar de diarreias e disenterias, pois acredita-se que a sua folha pode matar parasitas e vermes, enquanto o seu suco limpa o corpo, eliminando parasitas e toxinas que fazem mal.

Trata a febre – De acordo com a Base de Nutrição Raintree, é comum, em alguns países da América Latina, a utilização das folhas e o suco da graviola para diminuir a temperatura corporal, em casos de febre. No Peru, por exemplo, acredita-se que o chá e o suco da fruta são capazes de aliviar inflamações na membrana mucosa e criar uma casca de refrigeração corporal.

Um sedativo – Pessoas de alguns países costumam utilizar as folhas e as raízes da graviola como um sedativo e costumam também utilizá-las como um tratamento natural para problemas no coração. Entretanto, ainda não existem estudos que confirmem a sua eficácia nesse sentido.

Um remédio natural para a depressão – Acredita-se que os compostos da graviola são capazes de inibir a receptação de serotonina, uma substância responsável por controlar o humor, emoções (tristeza, felicidade, ansiedade) e impactos, mas que, se desiquilibrada, pode causar depressão.


Porém, cuidado….
Segundo algumas opiniões, o tratamento prolongado com a graviola pode causar alguns prejuízos à saúde, porque a planta também mata bactérias benéficas presentes na pele, no intestino e na vagina, bactérias essas que são necessárias para a proteção desses locais.

Uma outra questão é que, embora não haja estudos que comprovem a relação, as mesmas substâncias presentes na graviola foram encontradas em pessoas que sofrem da Doença de Parkinson.

Por enquanto, são especulações. Porém, é sempre bom ter cuidado. Não adote qualquer tratamento sem a opinião de um médico.

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Escrito por: Daysi Pacheco




Fonte:www.colmeia.blog.br

Rir nem sempre é o melhor remédio, diz pesquisa

Após uma crise de riso, personagem de Mary Poppins começa a voar pela sala

Pesquisadores das universidades de Birmingham e Oxford analisaram benefícios e danos relacionados ao riso, datados de 1946 até os dias atuais, e encontraram vários problemas decorrentes de gargalhadas. O lado positivo, no entanto, supera os problemas para a saúde

No clássico da Disney 'Mary Poppins', de 1964, estrelado por Julie Andrews, a babá 'praticamente perfeita' é chamada para socorrer tio Albert, que após uma crise de riso começa a voar pela sala. O filme inteiro é regado pela ideia de que um pouco de alegria e risadas são fundamentais para a vida - inclusive, uma de suas músicas-tema sugere que 'uma só colher de açúcar ajuda o remédio descer'. Mas pesquisadores das universidades de Birmingham e Oxford, no Reino Unido, acreditam que a risada não é em tudo positiva e pode não ser, afinal de contas, o melhor dos remédios, tem também efeitos negativos para a saúde humana.

Em partes, a teoria de Mary Poppins confere. O estudo feito pelos britânicos analisou casos bons e ruins relacionados ao riso, desde 1946 até os dias atuais, e constatou que rir traz mais benefícios que o contrário. No entanto, eles identificaram alguns casos graves para a saúde causados pelo ato.

Entre os problemas identificados, os sistemas cardiovascular e respiratório foram os mais prejudicados. Segundo a pesquisa, rir muito pode causar anomalias e arritmia. Os pesquisadores chegaram a encontrar, inclusive, um caso em que uma crise intensa de riso, como foi o caso do filme, provocou a morte de uma mulher com Síndrome do QT longo, uma espécie de taquiarritimia. Rir intensamente pode ser também a causa provável de rupturas no coração e na garganta.

O ar que é inalado rapidamente durante as risadas também pode provocar a entrada de materiais estranhos e isso pode provocar crises em asmáticos. Rir também pode te mandar para o pronto-socorro com pulmão colapsado, que é caracterizado pela presença de ar na cavidade pleural do órgão. Cataplexia (fraqueza muscular súbita) também pode ser provocada pelo riso.

A pesquisa também identificou que uma boa gargalhada é capaz de fazer hérnias ficarem salientes, especialmente em crianças, o que ajuda no diagnóstico. Curiosamente, a incapacidade de rir também pode ser um sinal de infecções intra-abdominais em crianças.

Remédio contra infarto
É claro, a pesquisa não propõe que as pessoas deixem de rir diante desses riscos. Pelo contrário, o trabalho publicado no British Medical Journal (BMJ) destaca benefícios comprovados que o riso pode trazer. Além de fazer bem para a alma, o coração também agradece uma boa dose de risadas de vez em quando, uma vez que elas reduzem a rigidez das paredes arteriais. Elas também diminuem o risco de infarto, incluindo nos casos relacionados à diabetes.

No levantamento os britânicos também descobriram uma pesquisa que comprovou que o trabalho dos 'doutores da alegria', aqueles palhaços que alegram crianças em hospitais, pode ajudar mais que o humor da criançada. Na prática, os sorrisos ajudaram a melhorar o funcionamento dos pulmões dos pequenos pacientes.

O metabolismo também pode ganhar bastante com isso. Aliás, 15 minutos diários de risadas genuínas podem te ajudar a queimar 167 calorias e para diabéticos, assistir um show de comédia pode, inclusive, ajudar no controle de glicemia.








Fonte:Estado de Minas