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Promotor pede à Justiça fim de prova em que bezerro morreu em Barretos SP

O Ministério Público ajuizou nesta quinta-feira (28) uma ação civil que pede à Justiça o fim da prova de bulldog na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (a 423 km de São Paulo). A prova, na qual o peão tem de imobilizar o bezerro usando as mãos, não é realizada desde 2012. Em 2011, um animal precisou ser sacrificado após ser derrubado na arena e não conseguir se levantar. O bezerro saiu carregado do local. A Promotoria pede também que a associação Os Independentes, responsável pela organização da festa, pague multa de R$ 144.800 por dano moral coletivo devido à morte do bezerro.

  Para o promotor Flávio Okamoto, a ação  violou o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e livre de práticas cruéis contra animais, que sofreu "verdadeiro abalo psicológico frente aos fatos". Conforme Okamoto, a ação foi ajuizada depois que a associação se recusou a firmar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) sobre a não realização da prova. Para ele, ao se recusar a banir permanentemente a prova, a associação estimula "a perpetuação da cruel modalidade em outros rodeios do país". Ele acusa a associação de, por anos, ter submetido dezenas de bezerros a tratamento cruel e sofrimento físico e psíquico.

Na ação, o promotor pede que a associação seja obrigada a não promover e não permitir que se realize a prova nos eventos sob sua organização, em especial nas próximas edições da Festa do Peão de Boiadeiro. Okamoto pede ainda que, caso a associação realize a prova, pague multa diária de R$ 100 mil, além da indenização por dano moral coletivo. A organização da Festa do Peão informou, por meio de sua assessoria, que ainda não foi notificada da ação.




Fonte: www.folhadaregiao.com.br

Sem rodeio Varginha Country Fest começa hoje

Entre os algozes dos animais, encontram-se alguns eventos da Chamada “Indústria da diversão”. Um deles, que infelizmente ainda estão em algumas regiões é o rodeio, que comprovadamente atinge os animais com maus tratos e atos cruéis.

Além da tortura prévia - choques e espancamentos - animais mansos são levados a saltar e corcovear em desespero numa arena, devido ao uso de artifícios que os induzem a um comportamento anormal, como:

Esporas, acessórios pontiagudos e cortantes usados nas botas do peão para golpear o animal no baixo-ventre e pescoço que produzem lesões no couro e até nos olhos. Quanto mais alto o peão esporear no pescoço do animal, mais pontos ganha.

Tiras de couro ou crina usada para comprimir a virilha e os genitais do animal.

Peiteira tira de couro amarrada ao redor do tórax dos cavalos, provocando dor e sensação de asfixia. Nos touros, a Corda Americana é usada para o mesmo fim.

Sinos pendurados na peiteira, os sinos produzem sons causando pânico.
Laço ou corda usado para laçar e imobilizar o animal em movimento; causa quedas violentas, luxações, fraturas e até a morte.

Varginha, vai contra este tipo de cultura, prova disso, é o crescimento a cada dia de Instituições de Proteção, grupos organizados, que exigem que seja cumprida a Lei de Bem estar em sua totalidade Além de fazermos nossa parte:

a) pedimos a fiscalização para o cumprimento da Lei dos Crimes Ambientais 9605/98 art. 32.

b) Cumprimento da Lei Municipal 5489, que INSTITUI O CÓDIGO MUNICIPAL DE DIREITO E BEM ESTAR ANIMAL, NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE VARGINHA/MG – que em seu Artigo 4 , é veda:

- XVI : Impor violência ao animal, seja por qualquer meio, que cause dor, sofrimento ou lesão

- XIX: Realizar ou promover lutas entre Animais da mesma espécie ou de espécies diferentes, rinhas, Vaquejadas e touradas ou similares, em locais públicos ou privados.