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Bandidos agridem três irmãos idosos em assalto no sul de Minas

Vítimas, com idades entre 72 e 81 anos, moram na zona rural

Três irmãos idosos, com idades entre 72 e 81 anos, foram agredidos por dois bandidos armados com pedaços de pau em um assalto na zona rural de Conceição da Aparecida, no sul do Estado.

Segundo uma das vítimas, os suspeitos arrombaram a porta e entraram exigindo dinheiro. Um dos irmãos tentou lutar com o bandido. Com medo, o caçula da família pegou todo o dinheiro que eles tinham guardado, cerca de R$ 2.000, e entregou aos criminosos.

Depois do assalto, a dupla foi até um cafezal e pegou uma moto que estava escondida, fugindo em seguida. A PM acredita que os criminosos conheciam a rotina da família.







Fonte:R7

Mãe caminha a pé cerca de uma hora para buscar os cinco filhos na escola

Isso é Brasil !
Isso é  a situação da educação !
Uma palavra: Vergonha !

Mãe caminha por cerca de uma hora para buscar os filhos na escola. (Foto: Reprodução EPTV / Tarciso Silva)

Transporte escolar de graça é um direito dos estudantes de escolas públicas, mas dona Adelaine Manuelita de Carvalho precisa andar por mais de uma hora com os cinco filhos, todos os dias, para buscá-los na escola. A família mora na zona rural de Campanha (MG), e sem dinheiro para pagar transporte particular, o trajeto é feito a pé.

Aos 29 anos, dona Adelaine vive com os filhos e o marido em uma casa simples na roça. O sustento da casa vem do salário mínimo que o marido recebe, do Bolsa Família, e de faxinas que Adelaine faz. Mas o dinheiro não é suficiente, e muitas vezes, faltam alimentos no armário da cozinha.

Mãe de cinco filhos, ela considera que a única coisa que pode deixar para as crianças é o estudo (Foto: Reprodução EPTV / Tarciso Silva)


Mesmo com tantas dificuldades, ela não mede esforços para que as crianças se dediquem aos estudos. "O que eu posso deixar pra eles é o estudo, porque eu não tenho nada mais para deixar além do estudo", diz a mãe Adelaine.
Os três filhos mais velhos estudam de manhã, mas passam as tardes em Campanha em um programa mantido por uma entidade religiosa. No local, eles aprendem de tudo, têm aulas de informática, xadrez e vídeos educativos.

Na zona rural os ônibus só passam no período da manhã. Sem dinheiro para pagar vans ou ônibus particulares, ela precisa buscar os filhos todas as tardes. Para Adelaine, é uma longa caminhada para chegar à cidade e depois voltar pra casa.
Durante a semana, ela sai de casa todos os dias por volta das15h, para chegar a tempo de buscar os filhos na escola. O trajeto até a cidade é por uma rodovia federal, movimentada e sem acostamento.

Depois de quase 40 minutos de caminhada, ela chega no Centro de Campanha. O único sapato que ela tem já está gasto por causa das longas caminhadas. Quando chove, a caminhada fica ainda mais difícil. "As crianças chegam molhadas, aí tem que tirar a roupa deles e colocar eles todos embaixo do chuveiro", conta a mãe.

Na volta, a família precisa disputar espaço com os veículos que passam em alta velocidade. "Eu tenho muito medo, porque os carros, e motos e caminhões, passam muito próximos da gente. E criança a gente não pode descuidar nem um pouco né, tenho medo de acontecer algum acidente", diz Adelaine. No percurso, a mãe e as crianças se revezam para levar as mochilas. Uma das filhas ainda ajuda a carregar uma das crianças. O cansaço toma conta, mas nenhum deles para pra descansar.

Quando a família chega em casa, o filho Miguel corre pro banho. Os outros trocam de roupa e aproveitam para comer. Todos estão com dores nas pernas e uma pomada, passada pela mãe, ajuda a amenizar a dor. "Ir a pé é muito ruim, porque eu chego em casa todos os dias com a perna doendo", desabafa a menina Larissa de Carvalho Silva, de 10 anos.

Os filhos, estudiosos, sabem da importância da educação e prometem recompensar o esforço da mãe. "Quando eu crescer, eu vou ser bailarina. E vou estudar bastante", conta Maria Clara de Carvalho Silva, de 5 anos. "Eu só estou pedindo o direito deles de ir e vir, pra que eles tenham segurança pra voltar, só mais isso", pede a mãe Adelaine, já com lágrimas nos olhos.

Em nota, a prefeitura municipal informou que oferece transporte diário para os alunos da cidade e da zona rural que estudam no período da manhã, na ida e na volta, mas para os alunos do ensino integral, que ficam o dia inteiro na escola, o transporte não é oferecido para os moradores da zona rural no período da tarde.








Fonte: Informações G1

Lei manda colocar nome e placas em estradas da zona rural


Objetivo é ajudar na localização da população. Idéia foi de presidente da câmara que mora na roça.

Uma lei inusitada aprovada em Claraval, no Sul de Minas, quer organizar e ajudar na localização de quem frequenta a zona rural. Nomes e placas estão sendo colocadas em todas as estradas rurais da cidade. Das 50 estradas municipais que cortam Claraval, 25 já ganharam nomes e 19 estão sinalizadas.

Claraval tem 4,5 mil habitantes e mais da metade vive no campo. A idéia de colocar placas nas estradas rurais foi do presidente da câmara, Honoroalde Carrijo, que mora na roça. As placas, que são colocadas nas extremidades de cada estrada rural, indicam a extensão, o nome e o apelido de alguma pessoa que já morreu. Cada placa custa R$ 170, mas todas foram doadas por empresas da cidade ou pela família da pessoa homenageada.

Segundo o vereador autor do projeto, o objetivo é colocar nomes em todas as estradas e dividir a região em bairros, gravando as coordenadas para o uso de GPS.





Fonte:eptv

Campos Gerais-MG - Trio é preso e três adolescentes são detidos após roubarem sítio

Bando rendeu e amarrou casal que é dono da propriedade


Três homens foram presos e três menores detidos após roubarem um sítio na noite de quinta-feira (16), em Campos Gerais, no Sul de Minas. Segundo a Polícia Militar, os seis suspeitos, que estavam armados, invadiram o local, renderam e amarraram o casal proprietário do sítio. Os suspeitos fugiram levando R$ 290, um aparelho de DVD, uma roçadeira, um celular e um cheque no valor de R$ 1,4 mil.

O casal conseguiu se soltar e ligou para a PM, que após fazer buscas pela região, conseguiu localizar os suspeitos, que foram reconhecidos pelo casal. Todos foram levados para a delegacia de Alfenas. Somente o aparelho de DVD foi recuperado.





Fonte:eptv

População da zona rural cai 10,3% em 10 anos na região


O Sul de Minas acompanha a tendência de todo o país quando o assunto é o número de pessoas que deixam o campo para morar na cidade. Dados definitivos divulgados pelo IBGE do Censo de 2010 mostram que o número de moradores na zona rural vem diminuindo. Em 2001, viviam nas cidades da região 1,740 milhão de pessoas. Dez anos depois, esse número passou para 1,980 milhão, um crescimento de 13,8%. Já na zona rural, houve redução de 10,3% no número de habitantes. Em 2000, eram 511.462 moradores contra 458.389 em 2010.

No entanto, há municípios no Sul de Minas que estão indo contra essa tendência. Campo do Meio, por exemplo, é uma exceção. Os números do IBGE mostram que em 10 anos a população na zona rural cresceu. De 1.397 em 2000 passou para 1.417 em 2010, um crescimento pequeno, mas que mostra que algumas pessoas tentaram viver na cidade, mas acabaram voltando para a roça. A população urbana do município também cresceu pouco: passou de 10.039 em 2000 para 10.059 em 2010.

Veja alguns dados da região e a comparação com o censo de 2000:

Sul de Minas

Censo de 2.000
TOTAL -> 2.251.629
URBANA -> 1.740.167
RURAL -> 511.462

Censo de 2010
TOTAL -> 2.438.611
URBANA -> 1.980.222
RURAL -> 458.389

Poços de Caldas
Censo de 2000
135.627 habitantes
Censo de 2010
152.435 habitantes

Pouso Alegre
Censo de 2000
106.776 habitantes
Censo de 2010
130.615 habitantes

Varginha
Censo de 2000
108.998 habitantes
Censo de 2010
123.081 habitantes

Passos
Censo de 2000
97.211 habitantes
Censo de 2010
106.290 habitantes

Fonte: IBGE

Chuva faz estragos no Triângulo e isola zona rural no Sul de Minas

Desde o início da temporada chuvosa 132 municípios decretaram situação de emergência em Minas

O Corpo de Bombeiros atendeu nesta quarta-feira (16) à tarde a 82 ocorrências de alagamento em Uberaba, no Triângulo. Uma tempestade que durou meia hora arrastou pelo menos 30 carros e 42 motos estacionados no Centro da cidade. Não houve feridos, mas dezenas de pessoas ficaram ilhadas no canteiro central das avenidas Leopoldino de Oliveira e Guilherme Ferreira e dentro dos veículos. O prédio do Jornal de Uberaba, no Bairro Abadia, também foi inundado, mas não sofreu danos materiais. Desde o início da temporada chuvosa, em 1º de outubro de 2010, 132 municípios decretaram situação de emergência em Minas.


No Sul do Estado, temporais transformaram estradas de acesso à zona rural em caminhos de lama, deixando comunidades isoladas. Na região, vários municípios têm a maioria da população vivendo no campo, devido às atividades produtivas.


Em Carmo do Rio Claro, as aulas de seis escolas estão suspensas desde o Carnaval devido à falta de condições de tráfego. Dois mil alunos estão prejudicados.


Tratores de fazendeiros e da prefeitura ajudam motoristas a desatolar veículos. De acordo com o secretário de Obras, Gilmar da Silva, 2 mil quilômetros de estradas vicinais estão em condições precárias por causa da chuva. “Está um caos”.


Prefeitos pedem socorro ao Governo do Estado


A prefeita de Carmo do Rio Claro, Aparecida Vilela, viajou nesta quarta para Belo Horizonte em busca de ajuda para o município. Os bairros mais prejudicados são Itaci, Taquaril, Estalagem, Futrica e Leandros. “Estamos vivendo um ano atípico”, diz.


Em Campos Gerais, o prefeito Amador Martins da Silva decretou situação de emergência e também vai pedir recursos ao governo do Estado. O distrito de Córrego do Ouro, onde moram mais de 5 mil pessoas, é o mais atingido. A chuva fez estragos ainda na BR-265, que liga São Sebastião do Paraíso a Ilicínea, passando por Carmo do Rio Claro. Parte da rodovia foi levada pela enxurrada.


De acordo com o coordenador do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Poços de Caldas, Fabiano de Oliveira, obras de reconstrução estão em andamento. Na MG-184, próximo a Alterosa, um deslizamento de terra deixa o tráfego em meia pista.







Fonte:hojeemdia.com.br

Campos Gerais - Polícia investiga morte de jovem de 21 anos na zona rural

Corpo da vítima foi encontrado neste sábado; há 2 dias ela estava desaparecida

O corpo de uma mulher de 21 anos foi encontrado em um matagal da zona rural em Campos Gerais na madrugada deste sábado (8). Marli Aparecida foi vista pela última vez por volta das 19h de quinta-feira (7) quando saiu para fazer faxina na casa da avó.
Ela foi encontrada semi nua pelo irmão com uma blusa enrolada no pescoço, hematomas nos olhos, um corte na mão. O corpo estava a 400 metros do local onde a jovem foi vista pela última vez.
A polícia investiga o caso.




Fonte:eptv

Mudas de café

O bom preço do café está levando muitos agricultores a aumentar a lavoura. No sul de Minas tem até fila de espera pra comprar muda.

No viveiro em Areado, sul de Minas Gerais, são produzidas 500 mil mudas de café por ano.

Cada muda leva, no mínimo, seis meses para atingir o ponto ideal de plantio. Uma produção que exige investimento e cuidado do viveirista para manter a qualidade. Uma boa adubação e também atenção para que a raiz fique reta e não prejudique o crescimento da planta.

Uma raiz que cresce torta não consegue absorver os nutrientes corretamente e acaba deixando a planta mais fraca. Seu Donizetti Gomes toma todos os cuidados. Ele não quer perder nenhuma muda isto porque o mercado está bastante aquecido. “Nós não esperávamos essa procura de mudas. Esse ano foi muito bom. Pelo o que nós começamos a vender, o café tava em baixa, mas agora melhorou. Está difícil atender todos os clientes”.

De acordo com a Cooperativa de Café de Guaxupé, em 2009, foram produzidas quase quatro milhões de mudas na região. Até novembro deste ano, este número passou para seis milhões. “A medida que o preço do café foi melhorando, passou a época de fazer as mudas. Então os viveiristas não estão conseguindo suprir as demandas, explicou Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooxupé.

Seu Gilson Martin é um dos muitos produtores que resolveram ampliar o cafezal. Ele tem hoje 70 mil pés plantados e veio ao viveiro comprar mais mudas. “Eu queria comprar mais mudas, uns 30% a mais para atender minha demanda. Só que está faltando no mercado, falta muda de qualidade”.

O produtor rural Alessandro Martins tem 100 mil pés plantados. O agricultor pretende aumentar o cafezal em 30%. Procurou mudas, mas não encontrou. Está na fila de espera. “Estou torcendo para que consiga essas mudas que eu preciso para plantar e que o café continue com o preço que está, porque a venda é certa mesmo”.

Cada muda é vendida hoje por R$ 0,30, aumento de 50% de um ano para cá.






Fonte:globo.com