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Mais duas cidades de Minas Gerais proíbem a venda e uso de serpentina metalizada

Outras duas cidades do Sul de Minas Gerais proibiram a venda e o uso de serpentina metálica durante o carnaval, após o acidente que deixou 15 mortos em Bandeira do Sul, no último domingo. Elas estavam próxima a um trio elétrico que sofreu uma descarga elétrica possivelmente causada por uma serpentina metalizada jogada sobre a rede elétrica

O alerta sobre o perigo desse tipo de serpentina levou o prefeito de Alfenas, Luiz Antônio Silva, a assinar um decreto na última quarta-feira que proíbe o uso da serpentina metalizada durante qualquer evento público, inclusive o Carnaval. Fiscais da Prefeitura já estão percorrendo lojas da cidade.
São Lourenço tomou a mesma decisão, o prefeito José Neto também assinou um decreto que proíbe a comercialização e a utilização da serpentina metalizada ou qualquer outro material condutor de eletricidade durante o Carnaval.

A primeira cidade a adotar esta medida foi Poços de Caldas, logo no dia seguinte ao acidente em Bandeira do Sul.






Fonte:globo.com

Prefeito de Poços de Caldas proíbe serpentinas metalizadas na cidade

Determinação é que artigo não seja usado em qualquer época do ano.
Fiscalização começará nesta quarta-feira (2).

O prefeito de Poços de Caldas, Paulo César Silva, assinou, nesta terça-feira (1º), um decreto municipal que proíbe distribuição, venda e utilização de serpentinas metalizadas, canhões e minicanhões de serpentinas e objetos que funcionem por ar comprimido, espoleta ou pólvora na cidade. A determinação será válida a partir desta quarta-feira (2), quando for publicada no Diário Oficial do Município.

A decisão é para ambientes internos e externos, independentemente da época do ano. Segundo Silva, técnicos em engenharia elétrica confirmaram que as serpentinas metalizadas podem causar curto-circuito em redes de baixa, média e alta tensão. “A Secretaria de Serviços Públicos fará a fiscalização de acordo com o Código de Posturas de Poços de Caldas. Amanhã [quarta-feira, 2] começa a fiscalização e ficam proibidas a comercialização, distribuição e utilização desses materiais”, ressaltou o prefeito.

Os fiscais começam os trabalhos e os comércios que não obedecerem a regra terão os materiais apreendidos. Os servidores trabalharão em regime de plantão, inclusive no durante o carnaval. Há alguns anos, uma espuma feita de material inflamável já havia sido proibida.

O prefeito de Bandeira do Sul, José dos Santos, disse ao G1 que não há decreto igual ao da cidade vizinha, mas que na cidade dele não existem lojas que vendam a serpentina metalizada. Santos falou, ainda, que está de acordo com o decreto feito de Poços de Caldas.

A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou, nesta terça-feira (1º), um requerimento que será enviado ao Procon de Minas Gerais e ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), pedindo o recolhimento imediato da serpentina metalizada do mercado.









Fonte:g1.globo.com