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Torcedor passeia com a sogra em Minas Gerais


Um aposentado de Pouso Alegre tem chamado a atenção de pedestres e motoristas que passam pela Rodovia Fernão Dias, que corta boa parte do Sul de Minas. Em seu Ford modelo 1929, Seu Gabriel Moraes viaja em companhia de um esqueleto que fica sentado no banco do passageiro. Enfeitado com as cores do Brasil em homenagem à Copa do Mundo, a sogra de Seu Gabriel, como ele mesmo gosta de chamar o esqueleto, arranca boas risadas dos curiosos.

- Ela é a minha sogra... é uma brincadeira, uma piada (risos). Porque ninguém gosta de sogra, mas eu adoro a minha - afirma o aposentado esbanjando bom humor.





Fonte: G1

Idoso de 90 anos tem 36 filhos com mulher, cunhada e sogra


Aparentemente, as sertanejas Francisca Maria da Silva, 89, Maria Francisca da Silva, 69, e Ozelita Francisca da Silva, 58, têm uma vida comum para quem mora no interior do Nordeste, dedicando todo o tempo para cuidar das casas onde vivem. Além do fato de serem mãe e filhas, as três dividem casa, comida e carinho com o mesmo marido há mais de 40 anos. O agricultor aposentado Luiz Costa de Oliveira, 90, vive maritalmente com a mulher, com a cunhada e com a sogra no município de Campo Grande (270 km de Natal), e com as três teve nada menos que 36 filhos. Outros 17 vieram do primeiro casamento. Além da meia centena oficial, existem ainda outros três, dos quais ele não tem certeza da paternidade. Mas também não nega.

A filha mais nova de seu Luiz tem 13 anos, o mais velho, 54. A lista de membros da nova família Oliveira é extensa. A primeira mulher do trio, Maria Francisca, é mãe de 17 filhos. Em seguida, no segundo casamento com a irmã da esposa, Ozelita, foram mais 15. Para não perder a oportunidade, ainda fez um filho com a sogra, dona Francisca Maria. “Tempo desses apareceram mais três dizendo que ‘era’ meu, mas não tenho certeza, mas também não vou negar”, disse Oliveira.

Apesar da grande quantidade de filhos, apenas 38 estão vivos, e a maioria mora em Campo Grande. A lista de herdeiros aumenta com o número de netos. São 100 netos e 60 bisnetos.

Três mulheres
Seu Luiz conta que a relação com as três mulheres começou depois que ele ficou viúvo da primeira mulher e “se juntou” com Maria Francisca da Silva, a “Francisca Velha”. “Fiquei com 17 filhos para criar, e a ‘véia’ se prontificou a me ajudar. Logo depois começaram a vir os nossos filhos”, disse, explicando que a cunhada, Ozelita, vinha cuidar da irmã no período de resguardo e também “dava assistência” a ele.

“Não escondo que sempre fui namorador. A melhor coisa do mundo é mulher, e meu divertimento era namorar. Preferi que meus namoros ficassem em casa, e elas se entenderam. Nunca houve uma briga, pois eu lembro muito bem que dava conta de todas, além de trabalhar muito na roça para sustentar todos os meus filhos. Nunca faltou nada para ninguém”, disse.

O homem conta que o início do namoro com a sogra também aconteceu no período de resguardo da mulher e da cunhada. Ele tem apenas um filho com ela. A cunhada e “segunda mulher” de Oliveira, Ozelita, conta que o segredo de dividir o marido é a união da família e o amor por igual que ele tem. “Nunca houve distinção. O jeito conquistador dele conseguiu a paz e a união da nossa família. A gente não tem ciúme porque a gente sabe da dedicação dele por todas nós”, disse, ressaltando que as três Franciscas não aceitariam dividir com mais outra pessoa o amor de Oliveira. “Ia ter briga se ele arrumasse uma amante, com certeza.”

Duas casas
Com uma família maior que a tradicional, seu Luiz conta que vive com a mulher em uma casa e mantém a cunhada e a sogra numa outra próxima. Ele diz que tenta distribuir seu tempo para dar assistência às duas casas.

“Antes eram as três mulheres juntas. Mas como são muitos filhos, meu pai conseguiu comprar uma casa mais nova e deu para a minha tia”, disse Cosme da Silva Costa, 18, um dos filhos.









Fonte:consuladosocial

Dentista gay se casa com sogra para poder se unir legalmente ao companheiro

Com reconhecimento da ligação estável entre casais do mesmo sexo, varas de família decidem analisar processos e evitar casos como o de um dentista que se casou com mãe de companheiro

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, votada na quinta-feira, vai causar impactos no julgamento de processos na comarca de Belo Horizonte. A partir de agora, as varas de família vão abrir as portas para esses pedidos, que até a mudança na legislação eram tratados de forma genérica e divididos nas 35 secretarias civis do Fórum Lafayette.

A mudança vai atender à determinação de que todos os casais homossexuais podem solicitar os mesmos direitos concedidos a um casal heterossexual e evitar situações vividas por gays que buscavam em brechas da Justiça a garantia dos direitos patrimoniais. Em um caso inusitado, o dentista Paulo (nome fictício) chegou a se casar com a mãe do seu companheiro, Fábio (nome fictício), para ter acesso à pensão da mulher depois da morte dela. “Foi uma saída que encontramos para ter uma reserva financeira no futuro”, explicou Fábio.

De acordo com o juiz da 1ª Vara de Família do Fórum Lafayette, professor da Escola Superior Dom Helder Câmara, Newton Teixeira de Carvalho, apenas ele entre magistrados de 1ª instância em Belo Horizonte trata o assunto como caso de família. “Desde a criação da Constituição Federal homologuei apenas dois casos de união homoafetiva porque os processos não são direcionados para a Vara de Família.

O pensamento da maioria dos juízes de Minas era tratar os casos apenas como dissolução de sociedade civil. O correto é que seja tratado como caso de entidade familiar, desde que os homossexuais comprovem o desejo de união, de fidelidade, de constituir família, ainda que sem filhos ”, afirmou.

Para ele, apesar de tardia, a decisão do STF foi um avanço na garantia dos direitos constitucionais. “É um grande ganho, pois deixamos de discriminar pessoas que contribuíram durante toda a vida, que pagaram impostos e que no futuro não puderam usufruir disso. É um cumprimento exíguo dos princípios constitucionais. A orientação sexual não pode ser motivo de discriminação nem empecilho para o acesso aos direitos como cidadão, como pensão alimentícia, adoção e dependência em planos de saúde”, defende Carvalho. O juiz  vai além: “As opiniões precisam mudar no fórum. É preciso quebrar paradigmas. Todos teremos de fazer uma leitura mais elástica, mais aberta e permissiva”.

Vanguarda

A legalidade da união homoafetiva também foi vista de forma positiva pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que há décadas acompanha a luta dos casais gays por este direito. “A argumentação do ministro Ayres Britto, relator do processo, foi brilhante. Ele se baseou no artigo 3º da Constituição Federal, que veda qualquer tipo de discriminação em virtude de sexo, raça, cor ou preferência sexual”, afirmou a presidente da Comissão da Diversidade Sexual da OAB, especialista em direito homoafetivo, Marisa Campos.

Para a advogada, essa decisão coloca o Brasil na vanguarda, mas já adianta a necessidade de reconhecimento também do casamento civil, como já ocorre em países como Portugal, Espanha e Argentina. “Daqui a pouco, esse vai ser um desafio para Justiça. É melhor que o Legislativo se antecipe quanto a isso. Há um projeto de lei que instituía união civil tramitando desde 1995 e que até hoje não foi votado.

Provavelmente agora, o PL precisa de modificações para se adequar ao julgamento do STF, que é mais abrangente”, disse a advogada. Sobre a união entre casais gays, ela adverte que o processo não é automático, ou seja, é necessário que os companheiros solicitem no cartório ou diretamente na Justiça o reconhecimento da união.

COM A SOGRA

onvivendo juntos desde 1992, o dentista Paulo e o procurador Fábio construíram patrimônio comum, como casas e automóveis. Mas diante da impossibilidade de legalizar a união, buscaram alternativas no Código Civil para garantir direitos patrimoniais e de pensão. “Fizemos um contrato de parceria para constituição de patrimônio, que é civil, mas com objetivo mercantil. Assim, tudo o que construíssemos seria partilhado. Além disso, nós dois fizemos seguro de vida. Outra alternativa foi casar o Paulo com minha mãe, para que ele tivesse direito à pensão depois da morte dela. Acho que o Supremo Tribunal Federal  foi sensível a todas essas dificuldades e tomou esta decisão tão sábia”, disse Fábio. Ele defende que a mudança não atende a uma posição política ou ideológica, mas ao direito de igualdade.






Fonte:em.com.br

Homem de 24 anos mata namorada de 17, a sogra de 35 e comete suicídio

Rapaz mata namorada e a sogra, depois atira contra a polícia e depois contra sua própria cabeça.

Uma tragédia abalou a região na manhã desta terça-feira, dia primeiro: inconformado com o fim do relacionamento, Jonathan Ribeiro, de 24 anos, foi até São Sebastião da Estrela, município de Santo Antônio do Amparo, atirou e matou a namorada, Laiane Aparecida de Carvalho, de 17 anos, com quem tinha um filho; depois atirou na sogra, Rosa Aparecida de Carvalho, de 35 anos, que morreu no local.

Jonathan pegou o filho de quase um ano e fugiu para Perdões. Naquela cidade, entregou a criança a parentes e se refugiou em sua casa. Quando os policiais civis e militares o encontraram, ele trocou tiros tendo, inclusive, acertado uma viatura da Polícia Civil.

Os policiais tentaram negociar sua rendição, mas Jonathan preferiu atirar em sua própria cabeça. Ele foi socorrido e trazido às presas para Lavras, onde foi direto para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Vaz Monteiro, mas não resistiu ao ferimento e morreu ainda na parte da manhã








Fonte:jornaldelavras.com.br