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Após manifestação, prefeito cancela reajuste de tarifa em Machado, MG

Prefeito se reuniu com população em Machado (MG). (Foto: Reprodução/EPTV)

Após protesto de moradores, que tentaram impedir a saída dos ônibus de transporte urbano dos pontos nesta quinta-feira (5), em Machado (MG), o prefeito Carlos Alberto Pereira Dias, recuou e revogou o aumento do preço da passagem, que tinha subido na cidade de R$ 2 para R$ 2,50.

Durante a manhã, usuários do transporte público  público chegaram a parar um ônibus, mas pouco tempo depois, a Polícia Militar liberou os veículos. No entanto, a população continuou com a manifestação pelas ruas da cidade.

O aumento na tarifa aconteceu após três anos do último reajuste, mas segundo os moradores, o novo valor iria pesar dos bolsos. Para o vendedor de picolé, Edmir Rodrigues, o aumento prejudicaria todo o orçamento. “Eu gasto quatro passagens por dia, chega no final do mês são R$ 300, é muito dinheiro”, reclamou.

Após tentarem impedir a saída dos ônibus, os manifestantes seguiram até o gabinete do prefeito para pedir que o aumento fosse cancelado. No entanto, segundo o prefeito Carlos Alberto Pereira Dias, o reajuste pedido pela empresa de transporte público na cidade era ainda maior. Na planilha apresentada com os gastos com pneus, combustíveis e salários dos funcionários, a empresa queria que a passagem custasse R$ 2,89.

O prefeito recebeu os manifestantes no gabinete e logo depois, junto com os diretores da Viação São Benedito, ficou decidida a revogação do decreto que ajustava a tarifa. Desta forma, a passagem volta a custar R$ 2.
Entretanto, a Viação São Benedito, empresa responsável pelo transporte público no município, se comprometeu a analisar uma contraproposta para ser apresentada na próxima segunda-feira (9).

Com isso, existe a possibilidade de um novo reajuste, mas com valor menor do que a determinação anterior.






Fonte:g1

Cemig inova sistema de atendimento por mensagens de celular

Mudança facilita o contato do cliente com a empresa, via SMS, para informar faltas de energia, consultar o valor da última fatura ou informar a leitura da conta

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) inovou seu sistema de atendimento por mensagens de celular, o Cemig Torpedo. Com a mudança, vai ficar mais fácil para o cliente contatar a empresa, via SMS, para informar faltas de energia, consultar o valor da última fatura ou informar a leitura da conta.

Agora, o Cemig Torpedo pode identificar o consumidor apenas pelos números do CPF ou CNPJ do titular, sem necessidade de que o consumidor tenha em mãos o número do cliente e o número de instalação, presentes na conta de energia, o que facilita o contato do cliente e agiliza o atendimento em casos de interrupções no fornecimento.

Segundo Willian Evans Duarte Melo, analista de comercialização da Cemig, a novidade traz benefícios para todos. “A grande vantagem do Cemig Torpedo é que tanto o registro da solicitação quanto a resposta por parte da empresa são mais rápidos, se comparados com o processo por telefone. Além disso, o consumidor tem o registro do histórico da solicitação, pois todos os dados - número do protocolo de atendimento, data e hora da demanda e resposta enviada pela Cemig - ficam armazenados no celular”, explica.

Além disso, Willian ressalta que a popularização do uso do celular possibilitou a criação do Cemig Torpedo, facilitando e agilizando o relacionamento da Cemig com seus clientes. “O celular é um equipamento que grande parte da população possui, além de estar sempre à mão”, explica o analista.

Agilidade na interação

O Cemig Torpedo funciona, desde dezembro de 2011, por meio de moderna tecnologia de decodificação de mensagens, e apresenta algumas funcionalidades que facilitam e agilizam a interação entre o cliente e a Empresa. Os dados do cliente são armazenados desde o primeiro contato e, quando houver uma nova interação, é possível identificar e sugerir um novo atendimento para a mesma instalação.

Com as novas funcionalidades, possibilitadas por meio do sistema Smart – SMS, o programa traduz a mensagem, sendo capaz de identificar o serviço requerido em qualquer parte do texto, bem como a identificação do cliente. Mesmo se o consumidor digitar o nome de alguns serviços que ainda não estão disponíveis no sistema, como “poda de árvore” e “iluminação pública”, é possível identificar e enviar um e-mail informando seus dados com o texto enviado para os atendentes, que irão entrar em contato com o cliente para orientações.

A Cemig já prevê a ampliação dos tipos de serviços oferecidos, como “religação” para todos os clientes e também “religação urgente” para algumas localidades onde o serviço estiver disponível.

Para acionar o serviço gratuitamente, basta enviar uma mensagem de texto (SMS) via celular para o número 29810, conforme o quadro abaixo:





Fonte: Agência Minas

Manifestantes vaiam vereadores durante protesto em Varginha no Sul de Minas

Pelo menos cinco mil pessoas participam de protesto em Varginha (Foto: Samantha Silva / G1)

Pelo menos cinco mil pessoas participaram da manifestação contra o preço do transporte público e contra a corrupção em Varginha (MG). A passeata, que começou por volta de 17h30, chegou em frente à Câmara Municipal do município por volta de 18h. Diante da Câmara, os manifestantes vaiaram em coro, em claro protesto contra os parlamentares da cidade.

Logo depois, os manifestantes seguiram pela Avenida São José e foram sentido à Rua Santa Cruz. Por volta de 19h, o protesto prosseguia pacificamente, sem registros de incidentes. Quando passaram em frente ao Hospital Regional, os manifestantes caminharam em silêncio. Depois eles foram até o Terminal Rodoviário, onde cantaram o hino nacional. A manifestação terminou por volta das 20h em frente à Concha Acústica da cidade.

Mais cedo, cerca de uma hora antes da concentração começar na Concha Acústica, comerciantes liberaram os funcionários mais cedo e fecharam as portas do estabelecimento. Por volta de 16h40, cerca de 80% dos comércios próximos à Avenida Rio Branco já estavam de portas fechadas.

Todos os 59 ônibus da empresa concessionária do transporte público na cidade pararam de circular no horário da manifestação.








Fonte: G1



Parabéns São Paulo ! Onde tudo começa...


Imagens que falam por si...


  

 

 

 










Fonte: Veja

Tarifa de ônibus no Brasil está entre as mais caras do mundo

Análise: A tarifa de ônibus por aqui está entre as mais caras do mundo

A última semana foi marcada pelos protestos contra o aumento das passagens de ônibus pelo país; parece que a manifestação originada em São Paulo está escrevendo um capítulo da história.

Mas será que nossa passagem de ônibus é tão cara? Pesquisamos o preço das passagens de ônibus em dez cidades ao redor do mundo e os comparamos com Rio e São Paulo, onde os protestos foram mais intensos.

Muitas análises pesquisam o preço na moeda local e os transforma em dólar. Esses resultados chegam à mesma conclusão: o Brasil está longe de ser o local com passagens mais caras -São Paulo e Rio são mais baratas, pela ordem, do que Londres, Tóquio, Ottawa (Canadá), Nova York, Lisboa, Paris e Madri.

Esse tipo de análise é superficial, pois não considera o salário médio; ou seja, um dólar num país ser mais fácil de ganhar do que outro.

Mais realista é levar em conta o preço das passagens em minutos trabalhados, considerando, portanto, a renda média e as horas trabalhadas em cada cidade.

Ao classificar os preços pelos salários, São Paulo e Rio têm as passagens mais caras.

O paulistano tem que trabalhar 14 minutos para pagar uma passagem. Para o morador do Rio, são 13 minutos.

São superiores aos quatro minutos dos chineses.

Talvez as manifestações não sejam contra o aumento de R$ 0,20 na passagem, mas contra um transporte que não apresenta os serviços encontrados ao redor do mundo.

Como diria o ex-prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, "a cidade avançada não é aquela em que os pobres andam de carro, mas aquela em que os ricos usam transporte público". O que está acontecendo aqui parece ser o oposto.

SAMY DANA é Ph.D em business, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas) e coordenador do núcleo GV Cult

LEONARDO SIQUEIRA DE LIMA é economista pela FGV








Fonte: Folha SP

Conta da Cemig deve cair apenas 11% com reajuste


A proposta do terceiro ciclo de revisão tarifária periódica para a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que prevê reajuste de 9,06% na conta de luz dos clientes residenciais da estatal mineira a partir de 8 de abril, feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), vai abocanhar quase metade do desconto de 18,14% nas tarifas de baixa tensão determinado pelo governo federal em 26 de janeiro. De acordo com Edvaldo Santana, diretor da agência reguladora, ao conjugar os dois fatores, o preço das tarifas residenciais vai cair apenas 11% na área de atuação da Cemig. Os valores da revisão tarifária, no entanto, ainda passarão por consulta pública.

O percentual de revisão tarifária estabelecido pela Aneel para a estatal mineira foi influenciado principalmente pela necessidade de aquisição de energia das termelétricas nos leilões de venda do insumo. Elas foram ligadas em setembro do ano passado na tentativa de preservar o volume armazenado nos reservatórios do país, que baixaram a níveis preocupantes. Mensalmente, o despacho dessas usinas representa gastos de R$ 1,4 bilhão para as concessionárias de energia. No caso da Cemig, segundo Santana, a expectativa provisionada para a compra desse insumo era de R$ 173 milhões ao longo de 2012. Mas, efetivamente, a estatal mineira gastou R$ 428 milhões em energia térmica. Outro fator foi o aumento do preço da energia comprada de Itaipu.
Se não fosse isso, as tarifas na área da concessionária mineira cairiam mais. “A reposição tarifária da Cemig seria negativa em quase 1%, mas, quando são incluídos os efeitos financeiros, a média do reajuste (considerando todos os tipos de consumidores) será de 6,36%”, disse o diretor da Aneel. De acordo com ele, a Cemig não compra energia térmica porque quer. “Para atender o aumento da demanda, a empresa precisa ir ao mercado para adquirir energia e isso se faz por meio de leilões”, explica. No total, o nível de exposição (energia que as companhias precisam adquirir para o contrato assinado com seus clientes) das concessionárias que atuam no Brasil é de em média  2.500 megawatts.

Despesa extra

Segundo a Aneel, a exposição da Cemig é uma das maiores entre as empresas do setor. O problema é que as concessionárias não podem escolher a fonte de geração de energia e são obrigadas a comprar o insumo que está disponível no momento, em leilões organizados pelo governo. Por isso, a companhia mineira será uma das mais afetadas com o despacho das térmicas. “Para o ano que vem, a previsão é de aumento da necessidade do insumo que vem dessa fonte. O principal produto da Cemig é energia nova, e dentro desse quadro 55% é gerado em termelétricas”, sustenta Santana.

O acionamento das térmicas afeta as distribuidoras também por outra via. É que com os altos preços do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), usado para valorar a energia comercializada no mercado de curto prazo (R$ 200 atualmente), essas empresas estão sendo obrigadas a bancar por conta própria essa despesa imprevista e só receberão a diferença nas datas previstas para o reajuste e para as revisões tarifárias. “Até lá, muitas delas estão recorrendo a empréstimos bancários de curto prazo. Aquelas que têm uma estrutura maior não enfrentam problemas, mas as pequenas sim”, afirma Walter Froes, diretor da CMU Energia, comercializadora do insumo no mercado livre







Fonte: Informações Estado de Minas

Não é piada ! A Dilma baixa tarifa, mas a Cemig aumenta

Até parece piada, a presidenta Dilma vem e diz que a tarifa de energia vai baixar, ai vem a Cemig e diz que a tarifa vai subir, e embora isso esteja programado para o dia primeiro de abril não é mentira, prepare o bolso.

A partir de abril deste ano, os consumidores mineiros de energia elétrica poderão tomar um choque. A celebrada redução de 18,14% na conta de luz dos consumidores da Cemig poderá ser de apenas 8,95% depois do dia 8 do referido mês. Na manhã de ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma revisão tarifária que prevê alta de 11,23% para clientes residenciais do Estado. Para a indústria, haveria nova queda, dessa vez de 2,51%. Na média, a alta seria de 6,36%.

A revisão das tarifas é periódica e geralmente já está prevista nos contratos de concessão. Essa revisão não tem nenhuma relação com a lei 12.873, de janeiro deste ano, que determinou as quedas nas tarifas de energia com base no novo modelo proposto pelo governo federal para renovação das concessões de usinas.

Levando em conta a redução de 18,14% e a possível alta de 11,23%, para o consumidor o saldo será de queda de 8,95% - bem menor do que a esperada. Assim, a tarifa mais barata para os consumidores da Cemig, no patamar prometido pelo governo federal, durará apenas cerca de três meses.

É importante ressaltar que esses novos reajustes ainda terão de passar pelo crivo público antes de entrar em vigor. No dia 27 de fevereiro (ainda sem horário nem local definidos), acontecerá na capital uma audiência pública para discutir o tema. A partir do dia 31 de janeiro, pelo site da Aneel (www.aneel.gov.br) será possível enviar contribuições a essa proposta.

"Quero saber que critério foi utilizado para esse reajuste indecente", diz o deputado federal Weliton Prado (PT). Segundo ele, a tendência observada na Aneel para esse processo de revisão tarifária era de nova queda. "O próprio diretor geral da Aneel (Nelson Hubner) me disse que a tendência era de queda. Quem sugeriu esse reajuste foi o diretor Edvaldo Alves de Santana e quero saber dele que critérios foram utilizados", questionou.

O deputado promete uma grande mobilização contra o reajuste. "Não pode ficar assim. Leva a gente a pensar se não foi o poder econômico da Cemig que determinou esse absurdo".

O especialista em energia Raimundo de Paula Batista Neto diz que, possivelmente, o reajuste já leva em conta a utilização das termelétricas, que são muito mais caras do que a energia hidrelétrica. "Se houve necessidade de utilização das termelétricas, a concessionária precisa arcar com os custos usando seu capital de giro e só será remunerada na próxima revisão tarifária", explica. "Se houver utilização de termelétricas em 2013,em função da queda nos níveis dos reservatórios, o próximo reajuste será pesado e, talvez, isso já esteja sendo antecipado".

Por meio de nota, a Cemig informou que, "por enquanto, não irá se pronunciar a respeito desses valores".






Fonte: Informação O Temo

Tarifas da Cemig subirão em média 3,85% neste domingo

As tarifas da Cemig Distribuição subirão, em média, 3,85% no próximo domingo, dia 8. O reajuste foi aprovado nesta terça-feira pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e será aplicado em 7 milhões de unidades consumidoras localizadas em 805 municípios de Minas Gerais.

Para os consumidores atendidos em baixa tensão, como as residências, o aumento é de 3,88%, enquanto para os clientes da alta tensão, como as indústrias, a alta é de 3,79%.

Outra distribuidora que terá suas tarifas elevadas no mesmo dia é a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Paulista). O aumento médio, válido para 3,75 milhões de unidades consumidoras localizadas em 234 municípios de São Paulo, é de 2,89%. A conta de energia dos consumidores de baixa tensão aumentará 2 61%, enquanto os clientes atendidos em alta tensão terão as tarifas elevadas em 3,38%.








Fonte:porta uai

POUSO ALEGRE - Preço da passagem de ônibus passa de R$ 2,15 para R$ 2,30

Com o aumento, Pouso Alegre está entre as cidades com passagem mais cara na região


O preço da passagem de ônibus em Pouso Alegre aumentou de R$ 2,15 para R$ 2,30 nesta terça-feira (28). A passagem na zona rural também ficou mais cara e passou de R$ 2,50 para R$ 2,75. A empresa responsável pelo transporte na cidade informou que o aumento está de acordo com a planilha de custos e foi aprovado pela prefeitura.

O último aumento do preço da passagem no transporte público em Pouso Alegre aconteceu em dezembro de 2009. Com o novo aumento, a cidade está entre as que tem a passagem mais cara na região. Em Poços de Caldas e Passos, a passagem também custa R$ 2,30. Em Itajubá, o valor é de R$ 2,20. Em Varginha, a passagem custa R$ 2,10. Em Lavras, o valor é de R$ 2,05.






Fonte:EPTV

Janeiro vem ai, e reajustes de preços tambem

Ainda em clima de Natal, muita gente já se prepara para "presentes" pouco agradáveis que esperam para o início de 2011: IPTU, mensalidade escolar e reajuste das tarifas de transporte urbano vão deixar as contas mais caras já em janeiro. Os gastos com educação devem ficar entre as principais altas do ano, mas os tributos para imóveis também vão mexer no bolso do brasileiro. O G1 fez um levantamento em São Paulo, Rio e Minas Gerais e mostra o que vai subir de preço no ano novo. Confira:


São Paulo

Em São Paulo, a média de reajuste dos gastos com educação deve ficar em torno de 7%, segundo estimativa do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo e da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep). O professor José Augusto de Mattos Lourenço, vice-presidente do sindicato e presidente da Fenep, explica que o aumento é baseado em diferentes variáveis, como o aumento dos salários dos professores, que usa o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), como base; e insumos, como luz e telefone, cuja referência é o Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM). Lourenço estima que o aumento da anuidade, que é paga em 13 parcelas – sendo a 13ª referente à matrícula para reserva de vaga – gire em torno de 7% para estabelecimentos que tenham até o ensino médio.
Em São Paulo, são 8.900 vinculados ao sindicato e à federação.

Já o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) sofrerá reajuste de 5,5%, segundo a Secretaria de Finanças da Prefeitura. O aumento é realizado todo ano, em janeiro, e leva em conta o IPCA.

Quem depende de transporte público também pode ter que pagar mais caro. Embora a SPTrans não confirme o reajuste, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) já garantiu que o aumento da tarifa no serviço de transporte de ônibus municipal para 2011 é necessário e o valor da passagem deverá custar até R$ 3. Atualmente, o bilhete está em R$ 2,70, o que significa um reajuste de aproximadamente 11%.

Para quem tem carro próprio, o aumento deve ficar por conta da inspeção veicular ambiental. A tarifa este ano foi de R$ 56,44 para todos os tipos de veículos, mas ela deve subir a partir do dia 1º de janeiro. Ela é reajustada pelo IGPM, segundo contrato firmado pela Prefeitura de São Paulo com a empresa Controlar, que realiza as vistorias. O índice acumulado nos últimos 12 meses foi de 10,2%.
Segundo a Controlar, a data do reajuste está confirmada, mas a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente ainda precisa aprovar a nova tarifa – que deve chegar a R$ 62,10.

A única redução deve ser a do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), cujo valor vai baixar 7,2%. A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo calcula o IPVA tendo como base os dados do Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que leva em consideração o preço médio dos automóveis praticado no mercado no mês de setembro de 2010. Com base nestes dados, não houve alteração de alíquotas no imposto: os automóveis movidos à gasolina e os bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal; carros a álcool e gás pagam 3%; picape cabine dupla, 4%; utilitários (cabine simples), ônibus, microônibus e motocicletas pagam 2% sobre o valor venal. Os caminhões recolhem 1,5%. Veículos com mais de 20 anos de fabricação são isentos de IPVA. Para os proprietários de veículos usados que efetuarem o pagamento do imposto em cota única no mês de janeiro de 2011 será dado desconto de 3%.


Rio de Janeiro

A previsão do Sindicato de Escolas Particulares do Rio de Janeiro (Sinep-RJ) é que o reajuste das mensalidades varie de 5% a 9%, de acordo com a planilha de custo de cada instituição de ensino para 2011. Em janeiro de 2010, ainda segundo o sindicato, o reajuste das escolas particulares ficou entre 5% e 8%.

Para o IPTU do Rio, a Secretaria Municipal de Fazenda aprovou reajuste de 5,79%. Esse foi o Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) de 2010, divulgado na última terça-feira (21) pelo IBGE e no qual se baseia o reajuste da tarifa na cidade. Em janeiro deste ano, o reajuste do IPTU ficou em 4,18%, segundo a secretaria.

O transporte intermunicipal também ficará mais caro no Rio. A partir do dia 2 de janeiro, a tarifa dos trajetos intermunicipais passará de R$ 2,35 para R$ 2,50. Baseado na variação anual do IPCA, o reajuste de 5,63% estabelecido pelo Departamento de Transportes (Detro) é menor que os 9,42% solicitados pela Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor). Apesar disso, o governo do Rio decidiu manter em R$ 4,40 o valor da tarifa do Bilhete Único Intermunicipal – que permite ao passageiro pegar duas conduções (ônibus, metrô, trens ou barcas, desde que uma delas seja intermunicipal) em um intervalo de duas horas e meia – para 2011.

Os cariocas que usam trem também sentirão no bolso o aumento da tarifa a partir de fevereiro de 2011. De acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp), o reajuste anual da concessionária SuperVia – baseado na variação do IGP-M nos últimos 12 meses (de novembro de 2009 a novembro de 2010) – será de 12%. Com isso, no dia 2 de fevereiro de 2011, a tarifa passará de R$ 2,50 para R$ 2,80.

Assim como em São Paulo, quem mora no Rio vai pagar IPVA mais barato – a redução pode chegar a 7%.


Minas Gerais

Em Minas, a previsão é que a mensalidade da escola particular tenha aumento que pode variar de 3% a 10%, de acordo com o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep/MG). No começo do ano letivo, será divulgada a média de aumento observada nas escolas associadas, da educação infantil até o ensino superior. Segundo a assessoria do Sinep, cada instituição tem autonomia para definir o valor do reajuste, mas é necessário que ela apresente uma planilha de custos que justifique o aumento.

O IPVA também vai cair cerca de 7% no estado – e o motivo também é a desvalorização dos veículos na tabela usada de base para o cálculo. As alíquotas permanecem inalteradas, variando o percentual apenas em relação ao tipo do veículo: 4% para automóveis, veículos de uso misto e utilitários; 3% para caminhonetes de carga (picapes) e furgão; 2% para automóveis, veículos de uso misto e utilitários com autorização para transporte público; 2% para motocicletas e similares; 1% para veículos de locadoras (pessoa jurídica); e 1% para ônibus, microônibus, caminhão, caminhão-trator.

O pedágio na autopista Fernão Dias não esperou o réveillon e já ficou mais caro em dezembro. Desde o último dia 19, a tarifa básica, válida para carro, caminhonete e furgão, passou de R$ 1,10 para R$ 1,30, cerca de 18% de reajuste, segundo a OHL, administradora da autopista. Para motocicletas e similares, o valor subiu de R$ 0,55 para R$ 0,65. O valor mais alto é o cobrado por caminhões com reboque e caminhão-trator com semirreboque, cujo custo saltou de R$ 6,60 para R$ 7,80.

Em Minas, não foram definidos reajustas para tarifas como IPTU, passagem de ônibus e metrô, e contas de energia e de água, de acordo com as assessorias de imprensa das entidades responsáveis.




Fonte:G1