Lago de Furnas recuperou nível, mas embarcação não voltou a funcionar.
Turismo caiu no Pontalete e moradores sofrem com percurso para cidades.
Segundo os moradores, a balsa parou de funcionar em 2014 com a estiagem na região do Lago de Furnas. Atualmente, o nível da represa está 10 metros acima do que estava no mesmo período de 2015. Nessas condições, era de se esperar que a balsa já estivesse circulando.
"A balsa é uma economia para o povo, os agrônomos passavam para o lado de cá, o povo ia fazer compras em Alfenas, ia na cavalgada em Aparecida do Norte. Atrapalhou muito a falta da balsa", conta o lavrador Mauro Pereira.
O produtor rural Sebastião Pereira Vasconcelos fez até um abaixo-assinado pedindo a volta da embarcação. Ele mora no Quilombo, também distrito de Três Pontas, e usava a balsa pra escoar a pequena produção de queijos.
Agora, é obrigado a ir de carro e dar uma volta de quase 90 quilômetros até Paraguaçu. "O custo financeiro fica muito alto. Então, o produto da gente, a gente não pode subir [o preço de] nada porque o povo está tudo com dificuldade, então se a gente subir, o povo sente no bolso, como já está sentindo demais pela inflação", explica.
Fonte:g1
Turismo caiu no Pontalete e moradores sofrem com percurso para cidades.
Mesmo com o Lago de Furnas recuperado, balsa não voltou a funcionar (Foto: Reprodução EPTV)
"A balsa é uma economia para o povo, os agrônomos passavam para o lado de cá, o povo ia fazer compras em Alfenas, ia na cavalgada em Aparecida do Norte. Atrapalhou muito a falta da balsa", conta o lavrador Mauro Pereira.
O produtor rural Sebastião Pereira Vasconcelos fez até um abaixo-assinado pedindo a volta da embarcação. Ele mora no Quilombo, também distrito de Três Pontas, e usava a balsa pra escoar a pequena produção de queijos.
Agora, é obrigado a ir de carro e dar uma volta de quase 90 quilômetros até Paraguaçu. "O custo financeiro fica muito alto. Então, o produto da gente, a gente não pode subir [o preço de] nada porque o povo está tudo com dificuldade, então se a gente subir, o povo sente no bolso, como já está sentindo demais pela inflação", explica.
Fonte:g1

















