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Tradição das cinzas dá início à quaresma


A quaresma começa nesta quarta-feira com um ritual que leva muitos católicos, logo cedo, às igrejas: a imposição das cinzas, quando o padre, durante a missa, faz uma cruz na testa dos fiéis, como “símbolo da fragilidade e pequenez humanas, além de apelo à conversão” (foto).

De acordo com a Arquidiocese de Belo Horizonte, a quarta-feira de cinzas dá início a um “tempo de silêncio, oração, penitência e jejum” e representa a preparação para o mistério pascal, a paixão, a morte e a ressurreição de Cristo. Também hoje a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente a Campanha da Fraternidade 2015, cujo tema é Fraternidade: Igreja e sociedade e o lema, Eu vim para servir.




Fonte: Estado de MInas/(Gustavo Werneck)

Como surgiu o ovo de Páscoa? Ovos de galinha pintados à mão



Essa tradição existe há três mil anos antes de Cristo

Com o surgimento do Cristianismo (religião que segue os ensinamentos de Jesus), o ovo passou a ser um dos símbolos da Páscoa, pois representa vida nova e ressurreição de Cristo. Além disso, a data é celebrada justamente no início da primavera no hemisfério norte.

Até hoje, é costume dar ovos de galinha, pata ou de madeira aos amigos e familiares nos países eslavos (como a Ucrânia, Polônia, Rússia, etc).

"Na Ucrânia, os ovos se chamam pêssankas, e os desenhos são geométricos. Já na Polônia, recebem o nome de pissankis, e as figuras representam a natureza", explica o artista plástico Eloir Jr., especialista na arte milenar da pêssanka. Ele é do Paraná, estado que recebeu muitos imigrantes desses países.

Cada símbolo pintado tem um significado. Triângulos representam religiosidade. Linhas retas simbolizam a vida eterna. E estrelas significam sucesso.

Mas a forma de decorar os ovos mudou muito. "Antes, a tinta era produzida a partir de legumes e vegetais. Para produzir a cor vermelha, a beterraba era fervida em uma panela com água e deixada de molho por dias e até semanas. Depois, o ovo era mergulhado nesse líquido", conta Eloir. "Para obter tons de verde usava-se a couve, enquanto os tons de marrom eram feitos com casca de cebola. Atualmente, usamos anilina".

Mas até hoje, os desenhos na casca do ovo são feitos com cera de abelha derretida na chama de uma vela, de forma bem artesanal.








Fonte: Informações Folha

Pastorinhas percorrem Paraguaçu com cantigas até o dia 6 de janeiro

Pastorinhas relembram tradição de mais de 80 anos (Foto: Reprodução EPTV)

Há oito décadas, as pastorinhas são tradição em Paraguaçu (MG) e com pandeiro, tambor, chocalho e sanfona, o grupo percorre a cidade em ritmo de festa.

Com um repertório de 30 músicas sobre o Natal, elas percorrem casa por casa até o próximo dia 6 de janeiro para celebrar o nascimento de Jesus junto aos moradores.

"É muito lindo. É uma tradição da nossa cidade e a gente fica até emocionada de ver porque é muito bacana", disse uma moradora.







Fonte:g1

Em Lavras ainda existe um carnaval de clube, o melhor da região

A Associação Atlética Ferroviária mantém ainda viva, uma tradição que fez história na cidade - o carnaval de clube.

O carnaval mudou nos últimos anos, e mudou muito. Quem não se lembra dos desfiles de escolas de samba, que lotavam as arquibancadas montadas na praça principal da cidade? Goiabeira, Suvaco de Cobra, Mocidade Alegre, Meu Consolo é Você e a Unidos de Nova Lavras. Depois do desfile, que terminava por volta de uma ou duas horas da madrugada, todo mundo corria para os clubes da cidade.

Três clubes garantiam o carnaval de Lavras: Comerciário, Clube de Lavras e Crisântemo Clube. Eles ficavam lotados e, para poder terminar o baile, as bandas tinham uma artifício: saiam tocando pela rua e o povo acompanhando, assim, era a maneira encontrada para fechar os clubes e terminar com a festa.

O tempo passou, veio o axé, os trios elétricos e a música baiana, tudo para sepultar de vez o carnaval tradicional de Lavras e de quase todo o Brasil. Os desfiles de escolas de samba acabaram na cidade; os clubes ficam silenciosos nos cinco dias de carnaval. Um deles, o Comerciário, está abandonado, se deteriorando a cada ano que passa, para a tristeza dos foliões.

Em Lavras existe um único baile de carnaval que começou quando os outros declinavam, o baile da Associação Atlética Ferroviária, um dos mais conhecidos bailes carnavalesco de Lavras, que mantém ainda viva a tradição dos bailes de clubes. É o tradicional Azul e Branco, que este ano completa 19 anos, desafiando os pessimistas que acreditavam que ele não vingaria, quando começou em 1992.

O Azul e Branco surgiu na gestão do então presidente Antônio José Issa Vilaça; a decisão para a realização do baile foi numa reunião realizada no dia 14 de fevereiro de 1992. Vilaça teve o apoio de toda a diretoria da época e um dos membros é hoje o atual vice-presidente Ranieri Spuri. Atualmente o presidente é William Carvalho.

O primeiro baile foi realizado no dia 28 de fevereiro de 1992, duas semanas depois da decisão da diretoria. O primeiro baile foi no ginásio, que na época era coberto de lona plastificada. Foram duas matinês que fizeram decolar o baile de clube mais importante da cidade.

Este ano o Azul e Branco será realizado na sexta-feira, dia 4 de março, com a Banda Mix. Vale ressaltar que o Azul e Branco é o único baile carnavalesco de clube da cidade. A diretoria do Ferroviária convida você que gosta de carnaval de clube, de um ambiente saudável e harmonioso, para reservar hoje mesmo a sua mesa através do telefone 3821-2022.








Fonte:jornaldelavras