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Noiva será indenizada em R$ 25 mil por traição revelada no dia do casamento


A mulher recebeu uma ligação da amante no dia da cerimônia contando sobre a traição. Os recém-casados se separaram 10 dias depois da celebração e o noivo foi morar com a amante

Uma técnica em enfermagem de Galiléia, cidade do Vale do Mucuri, ganhou na Justiça o direito de receber indenização de R$ 25 mil porque foi enganada pelo ex-noivo e descobriu a traição no dia do casamento. A amante ligou para ela contando sobre o caso amoroso no dia da cerimônia. O casal se separou 10 dias depois e a mulher pediu condenação aos traidores pelo dano moral causado.

A técnica estava com o namorado desde outubro de 2007 e casou com ele em 19 de dezembro de 2009. No dia do casamento, após a cerimônia, ela recebeu uma ligação da amante que destruiu o sonho do matrimônio. A recém-casada questionou o marido sobre a traição e ele negou, mas a mulher encontrou cartas da amante e e mensagens no celular que comprovaram o relacionamento paralelo.

Dez dias depois do casamento, o casal se separou e conforme consta no processo, o homem foi morar com a amante. Em 2011, a técnica em enfermagem ajuizou ação contra os traidores pedindo ressarcimento de todas as despesas que teve com a cerimônia do casamento, além de danos morais. Ela disse que foi humilhada com a situação.

Em primeira instância, o juiz Roberto Apolinário de Castro condenou os acusados a pagar R$ 50 mil e ainda R$ 11.098 pelas despesas. O ex-noivo recorreu alegando que o casamento foi organizado com a contribuição financeira tanto dele como da ex-noiva. Junto com a amante, afirmou que não ficou comprovada traição e que “é direito divorciar-se não havendo ilícito moral nessa conduta.”

Em segunda instância, o desembargador Antônio de Pádua, relator do recurso, entendeu que não há dúvida quanto ao dano moral. Segundo o magistrado, o fato “teve enorme repercussão negativa na cidade, já que a separação apenas dez dias após o casamento virou assunto entre os moradores da região”. O relator entendeu que o valor fixado para a indenização foi alto, reduzindo para R$ 25 mil e negou o pedido de danos materiais, porque ficou provado que as despesas para a cerimônia foram divididas. Os desembargadores Rogério Medeiros e Estevão Lucchesi acompanharam o voto do relator.








Fonte:Informações Estado de Minas

Mulher que traiu e falou que marido é ruim no sexo é condenada em MG


Casal manteve relacionamento por cerca de 10 anos. Mulher teria falado sobre relacionamentos extraconjugais com os colegas de trabalho.

Uma servente industrial da cidade de Nanuque, no Vale do Mucuri, foi condenada a indenizar o ex-companheiro por danos morais após traí-lo publicamente e ainda ter feito comentários depreciativos sobre seu desempenho sexual, inclusive no ambiente de trabalho dos dois. A decisão é da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

A vítima contou que conheceu a ex-mulher na empresa onde trabalham. Eles mantiveram um relacionamento por aproximadamente 10 anos e o homem assumiu os dois filhos da servente. O autor da ação conta que, no final de 2007, a mulher o traiu com um instrutor de autoescola e o caso chegou ao conhecimento do círculo de amizades do casal, sendo que ele foi o último a saber.

De acordo com o TJMG, a servente teria passado a relatar seus relacionamentos extraconjugais aos colegas de trabalho, até mesmo para pessoas que não tinham intimidade com o casal. Ela teria também ridicularizado o companheiro, fazendo comentários depreciativos sobre o seu desempenho sexual.

A juíza Patrícia Bitencourt Moreira, da 2ª Vara de Nanuque, condenou a mulher ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil. A juíza concluiu que o autor da ação foi lesado em sua honra pelo comportamento da servente, “conduta essa que não se limitou à traição pública, mas consistiu especialmente em comentários públicos absolutamente depreciativos da imagem do autor que naturalmente lhe causaram inegável dor e constrangimento.” Ambas as partes recorreram ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. O ex-companheiro pediu o aumento do valor da indenização, já a servente alegou que não havia requisitos que justificassem o dano moral, mas apenas “meros dissabores”.

O relator do recurso, desembargador Gutemberg da Mota e Silva, afirmou que o autor “sofreu inegáveis danos morais decorrentes da conduta extremamente desrespeitosa da servente, que traiu seu companheiro, expondo-o a situação humilhante e vexatória, por meio de comentários negativos sobre ele, fato este que certamente lhe causou angústia, decepção, sofrimento e constrangimento.” O magistrado considerou razoável o aumento do valor para R$ 8 mil e foi acompanhado pelos desembargadores Veiga de Oliveira e Mariângela Meyer.




Fonte: Informações TJMG

Mulher destrói carro de marido ao descobrir que ele estava em casa de prostituição no centro de BH

Uma traição com uma garota de programa provocou a revolta de uma mulher, na noite deste domingo, na avenida Guaicurus, no centro da capital.

De acordo com uma testemunha, uma mulher descobriu que seu marido estava dentro de uma casa de prostituição fazendo um programa.
Revoltada, ela foi para a porta do prostíbulo e começou a gritar pelo marido, segundo a testemunha, dizendo que iria matá-lo. Com um pedaço de madeira, a mulher localizou o carro do marido e destruiu a lataria e os vidros do veículo.

Ainda segundo a testemunha, o homem permaneceu escondido até a chegada da Polícia. A mulher, ao ver os policiais, fugiu. O homem não quis prestar queixa.






Fonte:otempo.com.br

Site põe traição ao alcance das mãos

Para quem já mantém encontros fora da relação, internet pode não ser grande atrativo



Se você pensa em dar uma "escapulida" do relacionamento, pode encontrar um novo parceiro em uma polêmica rede social. Acaba de entrar no ar no Brasil o Second Love, site destinado especialmente àqueles que querem se "aventurar" fora do casamento ou relação. Desde a última segunda-feira, é possível criar o cadastro em www.secondlove.com.br. Todas as funcionalidades da página, porém, só estarão disponíveis em julho.

A porta-voz do Second Love no Brasil, Anabela Santos, conta que a ideia do site é diferente da de grande parte das redes de relacionamento, que focam no público solteiro em busca de relações estáveis. A intenção não é incentivar a traição, segundo ela, mas "apimentar" os relacionamentos. "A opção de ir além de um simples bate-papo virtual é de cada usuário", afirma.

Realidade. Por outro lado, para quem já cultiva o hábito da "pulada de cerca", o Second Love talvez não seja um atrativo. Geraldo*, 41, é casado há 18 anos e tem duas filhas adolescentes com a esposa. Desde a primeira gravidez da mulher, o ator de teatro confessa que procurou relações fora do casamento. "Chega uma época em que a mulher talvez se esqueça da questão sexual. Ela tem a rotina dupla, atividades que tomam tempo, como cuidar de filho, da casa. O cara pode trabalhar o dia todo e querer sexo ainda", compara.

Mas Geraldo diz que não tem fetiche com a internet. "Gosto de olhar nos olhos, ver a forma de a pessoa se expressar. Na internet, você pode se mascarar, coisa que não acontece ao vivo, no carro, ouvindo música". Ele revela que se relaciona com várias mulheres e que as oportunidades de "flertes" são diversas. "Às vezes, em um evento, na padaria, no sinal de trânsito. O que eu busco é dar prazer, mais até do que receber", explica.

A advogada e analista em logística Alice*, 45, casada há 20 anos, concorda que as relações extraconjugais devem começar e permanecer presenciais. Ela diz que conhece os parceiros em situações variadas, como no aeroporto, trabalho, seminários e visitas profissionais. "Gosto do olhar, do toque, das propostas faladas, não escritas", conta.

Mesmo afirmando que gosta do marido e que não tem vontade de se separar dele, Alice confessa que se sente bem mantendo relações por fora. "É por puro tesão, opiniões e posições diferentes, conversas gostosas. Pode pintar paixão, mas é sem qualquer pretensão de compromisso", revela. "Coisa de ‘cafa’ mesmo", brinca.

Para quem pretende iniciar a aventura no Second Love, a relação pode permanecer por anos sem encontros físicos, segundo a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). "Há quem comece por aí e se sinta mais protegido com esse tipo de alternativa, imaginando que vai ficar nessa situação. Mas pode ser uma entrada para um novo relacionamento presencial", afirma, alertando que a pessoa interessada em "pular a cerca", mesmo que virtualmente, deve estar preparada para as consequências.







Fonte:otempo.com.br

Um causo mineiro - TRAIÇÃO À MINEIRA

U amigu chega pro Carzeduardo i fala:
- Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.
- Magina!! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
- Carzed uardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, u Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.
- Duvido! Ele não teria corage...
- Mais teve! Podi confiri.
Indignado com uque u amigo diz, u Carzeduardo fingi qui sai di casa, sesconde dendu guarda roupa i fica oiandu pela fresta da porta.
Logo vê sua muié levano u Arcide pra dendu quarto pra começa a sacanage.
Mais tarde, ele incontra co amigo, que pergunta u qui hove.
I intão, u Carzeduardo relata cabisbaixo:
- Foi terrivi di vê!!!... ele jogo ela na cama, tirô a brusa... e us peito caiu... tirô a carcinha... e a barriga e a bunda dispencaro... tirô as meia... i apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda.
I eu dendu guarda roupa, cas mão no rosto, pensava:
'Ai...qui vergonha qui tô du Arcide!!!'