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Centro Terapêutico Instituto Alfenas - Dependência Química e do Alcoolismo


O Centro Terapêutico Instituto Alfenas no Sul de Minas, possui um plano de tratamento que busca atingir os diversos aspectos da Dependência Química e do Alcoolismo visando auxiliar o dependente e dar apoio à família durante o processo de recuperação que envolve:

 Acompanhamento psiquiátrico;
 Acompanhamento psicológico;
 Grupos terapêuticos;
 Apoio espiritual;





Situado em Alfenas MG, onde são hospedados dependentes que necessitam de internação em regime integral, com aproximadamente 30 leitos e ambiente confortável, seguro, acolhedor, integrando o paciente e a família ao tratamento.

Oferecemos além do tratamento na forma de internação em regime integral, o serviço de clinica dia e tratamento ambulatorial terapêutico e psicológico.

Contato:

CLARO (35) 8469-4314

TIM (35) 9254-6539

Oi (35) 8874-1423


VIVO (35) 9940-7121

Para maiores informações acesse: www.institutoalfenas.com.br

Estrada antiga Alfenas/Fama, nº 1300 - Km 12 - CEP: 37130-000 - Alfenas/MG

Substância retirada do ipê pode ajudar a tratar leucemia

Uma substância derivada de árvores do ipê pode ser o caminho para o tratamento de leucemias - diferentes tipos de câncer que afetam os glóbulos brancos, células responsáveis pelo sistema de defesa do organismo. Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) identificaram três moléculas capazes de atuar sobre glóbulos brancos cancerígenos, sem afetar as células saudáveis. A descoberta pode levar à criação de fármacos específicos para o tratamento de diferentes tipos de leucemias. O trabalho foi publicado na revista científica European Journal of Medicinal Chemistry.


Os pesquisadores criaram as moléculas da união do núcleo das células de outras duas substâncias e as testaram em quatro linhagens diferentes de leucemia, duas de linfoide aguda, mais comum em crianças e com prognóstico melhor; e duas de mieloide aguda, mais rara, mas responsável pelos casos mais graves. Dos 18 compostos criados, 3 se mostraram mais potentes e com seletividade maior - atacaram as células cancerígenas e, em menor grau, as células saudáveis. E, principalmente, tiveram comportamento diferenciado em relação às linhagens de leucemia. Uma delas se mostrou 19 vezes mais potente sobre células de leucemia linfoide do que sobre as de leucemia mieloide.

"É a primeira vez que se investiga as moléculas oriundas dessa estratégia de junção de núcleos em diferentes linhagens de leucemia. E o mais importante é conhecer esse perfil de atividade de acordo com a linhagem. A leucemia é um dos tipos de câncer que mais afetam crianças e por trás da palavra leucemia se esconde uma grande diversidade de doenças. O grande problema da terapia é a falta do medicamento específico para cada tipo de leucemia", afirma o farmacêutico Floriano Paes Silva Junior, chefe do Laboratório de Bioquímica de Proteínas e Peptídeos do IOC.

As moléculas foram preparadas pelo grupo coordenado pelos pesquisadores Fernando de Carvalho da Silva e Vitor Francisco Ferreira, da UFF, com base no núcleo das células de duas substâncias. Uma delas é derivada de um produto natural extraído do ipê. Esse núcleo pertence à classe química das quinonas. "O que nós queremos é matar as células malignas, mas as quinonas costumam ter baixa seletividade, ou seja, matam também as células saudáveis", disse Silva Junior.

Os cientistas combinaram, então, o núcleo da quinona com o de outra molécula, chamada triazol, que tem a capacidade de atingir somente as células cancerígenas. Silva Júnior ressalta que esse é o "primeiro passo" para a criação de um fármaco. Mas testes e análises ainda devem levar pelo menos dez anos.






Fonte: Informações Estado de Minas

Como reconhecer a "Depressão" e o tratamento da doença

A DEPRESSÃO

Caracteriza-se por um estado em que o humor fica deprimido, melancólico, "para baixo".
O indivíduo sente angústia, ansiedade, desânimo, falta de energia e, sobretudo, uma tristeza profunda. Às vezes tédio e apatia sem fim. No mundo inteiro, a depressão atinge um número cada vez maior de pessoas, e dentre todos os distúrbios psiquiátricos, ela ocupa o terceiro lugar em prevalência.
O sofrimento que esta doença causa é difícil de medir, o que muitas vezes acaba retardando o diagnóstico, e pior, o tratamento. Isso, porque o portador da depressão, geralmente, não sabe como, onde ou com quem procurar auxílio e, outras vezes, porque durante a doença, o indivíduo não tem energia ou vontade para agir.
Alguns indivíduos não sabem que, com a ajuda de tratamentos adequados, não há a necessidade de suportar tamanha dor em silêncio. O importante é saber que existe tratamento e não há necessidade das pessoas ficarem tolerando tanto sofrimento.

COMO RECONHECER A DEPRESSÃO

Em geral, a pessoa com depressão percebe não estar bem, mas não aceita o diagnóstico. Ela pode apresentar alguns destes sintomas:

• Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade.
• Desânimo, cansaço mental, dificuldade de concentração, esquecimento;
• Incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades que antes da depressão eram agradáveis;
• Tendência ao isolamento tanto social como familiar;
• Apatia, desinteresse, falta de motivação;
• Falta de vontade, indecisão;
• Sentimentos de medo, insegurança, desespero, vazio;
• Pessimismo, ideias de culpa, baixa autoestima, falta de sentido na vida, inutilidade, fracasso;
• Ideias de morte e até suicídio;
• Dores e outros sintomas físicos geralmente não justificados por outros problemas médicos, tais como, cefaleias, sintomas gastrintestinais, dores pelo corpo, pressão no peito;
• Alterações do apetite;
• Redução da libido, insônia ou aumento do sono.

COMO DIFERENCIAR A TRISTEZA NORMAL DA DEPRESSÃO?

A pessoa deprimida percebe que seus sentimentos diferem de uma tristeza anteriormente sentida. Na depressão grave, ela se isola, perde o interesse por tudo. Algumas pessoas procuram ocupar-se ao máximo para distrair-se e afastar o mal-estar sentido. Podem ficar mal-humorados, sempre insatisfeitos com tudo. Lutam contra a depressão sem saber que sofrem dessa doença. Essa luta lhes rouba a pouca energia que lhes sobra. Com isso, ficam piores, mais irritados e impacientes.

RISCOS E CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO.

Podem ser apontados alguns mais importantes:

• Perda do emprego;
• Problemas no relacionamento conjugal e familiar;
• Risco de adquirir doenças cardíacas;
• Suicídio.

FORMAS DE TRATAMENTO:

O tratamento mais indicado atualmente para a depressão é uma combinação de medicamentos antidepressivos e psicoterapia, realizada por psicólogos e psiquiatras.

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA NO TRATAMENTO

Na verdade, a família é atingida como um todo quando um de seus membros apresenta depressão. E não é raro que surjam dificuldades entre a pessoa deprimida e o seu cônjuge, seus filhos e seus próprios pais.
O surgimento de pensamentos negativos, a tristeza e a falta de esperança podem, inclusive, retardar o tratamento. Nesse sentido, a família pode incentivar a pessoa, acompanhá-la nas consultas e conscientizá-la de que os resultados podem demorar algum tempo, mas que serão positivos.
A família deve saber que a depressão não surge por culpa da pessoa e que observar os sintomas, discutir as emoções e as dificuldades do deprimido pode ajudar muito no tratamento. A evolução e a recuperação do indivíduo deprimido dependem muito do apoio e compreensão de seus familiares.


FONTE: http://www.abrata.org.br/new/oqueE/depressao.aspx Este texto foi produzido pelos portadores de depressão que frequentam a ABRATA sob a supervisão do conselho científic

O drama de quem luta contra o câncer no Brasil

Rosemar foi diagnosticada com carcinoma de base de língua (foto: Fernanda Testa/G1)

As histórias são inúmeras. O sofrimento de cada uma das vítimas da doença maior ainda. E tudo por conta de uma saúde pública desestruturada e do total desinteresse político pelos menos favorecidos, situação que pode começar mudar a partir da entrada em vigor nesta quinta-feira (23/05) da lei federal que estabelece um prazo máximo de 60 dias para que pessoas com câncer iniciem o tratamento pelo Sistema Único de Saúde - SUS. Segundo dispõe a nova regra, que foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro do ano passado e tinha 180 dias para começar a valer, a partir da confirmação do diagnóstico e da inclusão dessas informações no prontuário médico, o paciente deve passar por cirurgia ou iniciar as sessões de químio ou radioterapia, conforme a indicação de cada caso.

Se tudo funcionar como prevê a nova legislação, gente como Rosemar Rodrigues Barbosa, de 25 anos, não mais precisará enfrentar o verdadeiro calvário que ela teve que percorrer desde que começou a buscar a explicação para um pequeno problema na boca, que os primeiros médicos que a examinaram diagnosticaram como uma "afta".

Moradora de Vilhena - Rondônia - RO, ela foi obrigada a se descolar para Ribeirão Preto, em São Paulo - SP, para se internar no Hospital das Clínicas - HC, onde seu tratamento começou menos de 20 dias depois que a doença foi diagnosticada.

Rosemar sofre de um carcinoma de base de língua, que ataca a língua e a região do pescoço. A doença foi descoberta no dia 14 de fevereiro e o tratamento começou sete dias depois, no dia 21, mas sua caminhada até Ribeirão Preto, onde o diagnóstico aconteceu, foi árdua e dolorida.

- Tudo começou com uma afta, em outubro do ano passado. Eu estava em Vilhena ainda. Fui à farmácia, comprei remédios para fazer bochecho e a ferida sumiu. Mas depois voltou tudo de novo. Eu ia a vários médicos na rede pública, mas todos diziam que era só uma afta e me receitavam antibióticos - recorda a jovem.

Por três meses, de médico em médico, Rosemar não conseguiu resolver seu problema. Em janeiro deste ano, por exemplo, ela foi encaminhada a otorrinolaringologista.

- Fiz um tratamento no otorrino por 10 dias e não melhorou. Foi aí que ele disse que poderia ser um tumor. A ferida estava aumentando e a minha língua foi inchando. Eu tinha até dificuldade para falar - disse, lembrando que o médico foi quem solicitou que ela fizesse uma biópsia.

- Ele disse que iria viajar, e que quando ele voltasse era para eu passar por ele.  Ele me encaminharia para internação caso fosse um tumor.

Mas um dia antes de fazer a biópsia, Rosemar foi encaminhada a um outro profissional, amigo de sua chefe.

- Esse médico era um dentista especializado em cirurgia de cabeça e pescoço. Ele disse que meu caso era muito sério e que eu não podia ficar em Vilhena. Ele me deu um encaminhamento para ir para o hospital. Fiquei três dias esperando uma vaga em Porto Velho, mas não consegui. Foi aí que ele me aconselhou a  procurar outro lugar, porque em Porto Velho não havia nem previsão de fazer a biópsia - lembra ela com tristeza.

Mesmo sem a confirmação da doença, Rosemar chegou a pensar em buscar tratamento em Barretos - SP.

- Uma parente de uma amiga mora em Ribeirão, e eu consegui ficar hospedada na casa dessa mulher. Eu iria passar a noite em Ribeirão e ir para Barretos. Cheguei no dia 1º de fevereiro. Só que cheguei a Ribeirão muito mal, e já tive que ir a um pronto-socorro.

No dia 3 de fevereiro, ela passou mal novamente.

- Passei por três médicos, que me avaliaram e pediram minha internação no HC. Fui internada na segunda-feira, 4, fiz a biópsia, e no dia 14 de fevereiro constatou-se o câncer - conta Rosemar, explicando que depois da confirmação da doença, ainda passou por exames de ressonância na garganta para detectar se o câncer já havia afetado as cordas vocais.

No dia 21 de fevereiro, data da primeira consulta na oncologia, é que ela foi encaminhada para a quimioterapia.

- Eu estava muito debilitada. Naquele dia eu já fiz a primeira sessão. Não conseguia me alimentar, tiveram que colocar sonda - conta a moça, lembrando que após as três primeiras sessões de quimioterapia, começou a combinar o tratamento com radioterapia.

- Hoje me sinto muito bem. Desde a primeira sessão de quimioterapia eu estou bem melhor. Convivo com pessoas agora que passam pela mesma situação. Não tenho o que reclamar sobre o hospital. O atendimento é ótimo. Somos bem acolhidos em tudo. Tenho muito a agradecer a todo mundo que me ajudou em Ribeirão. Se eu ficasse lá (em Vilhena) mais tempo, eu não estaria mais aqui hoje - finaliza Rosemar, cheia de esperanças.

Como foi dito no início, o país está cheio de histórias tão ou mais dramáticas que a da jovem Rosemar. Se um terço de todo o dinheiro que escorre pelo ralo da corrupção política fosse redirecionado para a área da saúde pública, pessoas como ela e milhares de outras nas mesmas condições não precisariam sofrer tanto. Se a justiça fosse mais rápida e enfiasse na cadeia os criminosos que assaltam o erário público, as chances de Rosemar e de outros necessitados conseguirem um tratamento mais humano e digno aumentaria milhões de vezes. Por enquanto, resta torcer pelo atendimento do SUS, como determina a lei que hoje entra vigor. Tomara que dê certo e que Rosemar seja apenas uma das últimas lembranças do verdadeiro coma em que se encontra a saúde pública do nosso país.









Fonte: Dando Pitacos

Lei garante início do tratamento de câncer em 60 dias

A partir da quinta-feira, 23, pacientes com diagnóstico de câncer deverão ter assegurado o início do tratamento em até sessenta dias. O direito está previsto em lei editada ano passado e que entra em vigor na próxima semana. O tempo começa a ser contado a partir do registro do prontuário do paciente. Caso o prazo não seja respeitado, pacientes devem procurar secretarias de saúde de suas cidades. De acordo com a norma, início do tratamento pode ser quimioterapia ou radioterapia ou cirurgia.

Serviços que não atenderem o prazo estarão sujeitos a punições administrativas. As exceções para a regra são casos em que o tratamento não é indicado, câncer de pele que não seja melanoma e câncer de tireoide sem fatores clínicos. De acordo com o Ministério da Saúde, no entanto, não será preciso muito esforço adequação à regra. Levantamento feito pela pasta com registros dos últimos cinco anos mostra que 78% dos casos de câncer em estágio inicial iniciam o tratamento neste prazo.

Entre pacientes que tiveram diagnóstico da doença em estágio avançado, 79% tiveram início também antes dos 60 dias. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que números mais confiáveis sobre a espera para o início do tratamento serão obtidos a partir dos próximos meses, quando entrar em funcionamento um Sistema de Informação de Câncer, um software oferecido pela pasta gratuitamente para secretarias, a partir desta semana. De acordo com Padilha, até agosto todos os registros de novos casos da doença terão de ser feitos por esse sistema.

O ministro anunciou nesta quinta-feira, 16, a edição de uma portaria para regulamentar a dedução fiscal de empresas que contribuam com doações para medidas de combate ao câncer e reabilitação de pessoas com deficiências. A partir de amanhã, com a publicação da regra, entidades sem fins lucrativos poderão se credenciar no Ministério da Saúde. Depois do credenciamento, elas devem apresentar projetos candidatos à doação. "Eles serão tanto na área de assistência, quanto de pesquisa ou para aquisição de insumos", disse o ministro.

Aprovado, empresas poderão sair em busca de parceiros. Empresas e pessoas físicas que fizerem doações poderão abater do seu imposto de renda as contribuições.

Dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que este ano deverão ser registrados 518 mil novos casos da doença no País. Não há levantamento no ministério sobre quantos pacientes têm o diagnóstico da doença já em estágio avançado. O câncer é responsável por cerca de 15% das mortes do País.








Fonte:www.dgabc.com.br

Contribuinte poderá deduzir do IR doação para tratamento do câncer


Empresas e pessoas físicas poderão deduzir do Imposto de Renda (IR) doações ou patrocínio a instituições filantrópicas dedicadas ao tratamento de câncer e reabilitação de pessoas com deficiência. A medida integra o pacote de incentivo à indústria nacional, anunciado na última terça-feira (03) pelo governo federal.

As doações e os patrocínios entram no cálculo do abate no imposto limitado a 6% para a pessoa física e 4% para empresas, conforme detalha a Medida Provisória (MP) 563, publicada na quarta-feira (04), no Diário Oficial da União. A MP cria os programas Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e de Apoio à Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD), que possibilitam as deduções. A dedução poderá ser feita na declaração do IR de 2013, que trará os dados financeiros dos contribuintes deste ano.

O contribuinte pode fazer a doação por meio de quantias em dinheiro, transferência de imóveis, cessão de equipamentos, pagamento de despesas de conservação e reparo de móveis, imóveis e equipamentos e fornecimento de remédios, alimentos e material de uso hospitalar.

Segundo o Ministério da Saúde, a ideia é captar recursos para ampliar a oferta de diagnóstico e tratamento de pessoas com câncer e aumentar o acesso à reabilitação e adaptação de pessoas com deficiência por meio do uso de órteses, próteses e outros meios de locomoção.






Fonte: Agência Brasil

Acidente com ônibus de pacientes com câncer deixa 5 mortos e 28 feridos em Minas Gerais

O número de acidentes nas estradas federais durante o feriado prolongado superou o do carnaval de 2010. Nesta terça-feira, mais mortes. Um ônibus que levava pacientes para tratamento de câncer bateu de frente com um caminhão na BR-153. Cinco pessoas morreram e 28 ficaram feridas . O trecho, entre as cidades de Prata e Uberlândia, está em péssimas condições. A Polícia Rodoviária Federal alerta para a imprudência nas estradas e diz que a maioria dos acidentes são provocados por falha humana. Em Minas Gerais, a maioria das estradas é de pista simples, o que torna as viagens mais perigosas.

No estado de São Paulo, um balanço parcial das estradas estaduais indica 23 mortos no feriado, em mais de 1.400 acidentes.

O último balanço da Polícia Rodoviária Federal , referente aos quatro primeiros dias do feriado, registra 166 mortos em 3.029 acidentes. Os feridos somavam 1.783. Antes mesmo de o feriado terminar, o número de mortos já superava o do carnaval de 2010, quando 143 pessoas morreram. O maior número de acidentes foi registrado no sábado de carnaval, com 1.046 ocorrências.

Em Pernambuco, na manhã de terça-feira, uma pessoa morreu em um acidente entre dois caminhões na madrugada na BR-101, em Igarassu, na Região Metropolitana de Recife. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, um veículo vinha pela rodovia e bateu no outro, que estava estacionado no acostamento. O passageiro do caminhão que vinha pela rodovia não resistiu aos ferimentos e morreu. O motorista foi socorrido em estado grave.

Na segunda-feira, uma pessoa morreu na colisão de dois carros na BR-262 , em Minas Gerais. Um automóvel Uno seguia em direção à cidade de Nova Serra quando bateu de frente com uma caminhonete. O motorista do Uno, Marcos Souza Ferreira, de 46 anos, morreu na hora. O motorista da caminhonete sofreu ferimentos leves.

Pela manhã, três pessoas de uma mesma família morreram em um acidente na BR-381, no distrito de Ravena, em Sabará, Minas Gerais. O motorista de um automóvel, que seguia sentido Belo Horizonte, perdeu o controle do veículo e bateu de frente com um caminhão que levava 15 mil litros de combustível. O casal e uma filha de 15 anos, que estavam no carro, morreram.

O acidente com maior número de mortos ocorreu na BR-282, em Santa Catarina, na madrugada de sábado. Vinte e sete pessoas morreram. Um ônibus de turismo que levava passageiros do Rio Grande do Sul para uma confraternização de bolão, uma espécie de boliche, colidiu com um caminhão carregado de madeira na madrugada de sábado. A maioria das vítimas era da cidade gaúcha de Santo Cristo.

Na noite de sexta-feira, cinco jovens moradores de Franca, em São Paulo, morreram em um acidente na BR-365, entre as cidades de Uberlândia e Monte Alegre, em Minas Gerais. O grupo, com jovens entre 19 e 20 anos, iria passar o Carnaval na cidade mineira de Ituiutaba. O carro bateu de frente com uma carreta na ultrapassagem. O trecho é de pista simples e intenso tráfego de caminhões. Segundo os bombeiros, os três passageiros no banco traseiro estavam sem cinto de segurança.










Fonte:globo.com

Alcoólicos Anônimos de Lavras querem ajudar quem está entregue ao álcool

"Se você quer beber o problema é seu, mas se você quer parar, o problema é nosso", com este slogan o AA de Lavras quer se aproximar das pessoas.

O alcoolismo, ao contrário do que muita gente pensa, não é uma fraqueza de caráter, nem vicio, mas sim uma doença, é uma dependência do álcool. É uma doença porque a pessoa dependente não consegue controlar o consumo, e a necessidade de beber ocupa os seus pensamentos, modificando o seu comportamento. O indivíduo dependente tem a idéia que não pode viver sem o álcool.

Para ficar livre do álcool, o dependente tem que ter vontade, tem que sentir a necessidade de deixar de beber. E parar simplesmente é muito difícil, tem que ter uma ajuda médica ou de apoio, como a dos Alcoólicos Anônimos.

Em Lavras existem os grupos de Alcoólicos Anônimos Serra Azul, Aquenta Sol, Esperança, Nova Vida, Renascer, Ipês e Liberdade. O Serra Azul se reúne na segunda-feira, às 19h30, no salão do Lar Augusto Silva, o asilo. No mesmo dia e hora tem reunião também no Aquenta Sol, no salão da igreja São Sebastião, naquele bairro.

Nas terças-feiras, também às 19h30, o Grupo Esperança se reúne na rua Misseno de Pádua, no salão dos vicentinos. Também no salão dos vicentinos tem reunião aos sábados com o Grupo Esperança. Na quarta-feira, a reunião é no salão da Matriz de Nossa Senhora Auxiliadora, com o Grupo Nova Vida. Nas quintas-feiras, as reuniões são realizadas no salão da Matriz de Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Nova Lavras, com o Grupo Renascer.

Sexta-feira a reunião é com o Grupo dos Ipês, no salão do Rotary, na avenida Doutora Dâmina e, aos domingos, o Grupo Liberdade se reúne no salão da Matriz de São Sebastião, na Zona Sul da cidade.

Se você quer ajuda ou conhece alguém que necessite dela, entre em contato através do telefone 9925-2720 e visite o site www.aalavras.com.br.








Fonte:jornaldelavras.com.br

Justiça determina que município implante tratamento de água

Prazo é que o serviço esteja pronto até janeiro de 2012




A Justiça determinou que o município de Cambuquira, no Sul de Minas, implante o serviço de tratamento de água na cidade até 2012. O problema da falta de tratamento já se arrasta há seis anos. Na sentença, publicada na semana passada, o juiz da 1ª Vara Cível de Cambuquira, Márcio Benfica, afirma que "a saúde da população está em perigo e os moradores se veem obrigados a consumir uma água de péssima qualidade".

Cambuquira, conhecida internacionalmente por ter uma das melhores águas minerais do mundo, não possui água encanada tratada. O problema começou a ser discutido na Justiça há seis anos, até que o Supremo Tribunal Federal autorizou um contrato com a Copasa para a realização da obra. Mas o serviço não foi colocado em prática. A atual administração alegou que o acordo havia sido firmado na última gestão e por isso não teria mais validade. Em novembro de 2010, uma audiência pública que reuniu representantes da prefeitura, do Ministério Público e da Copasa foi realizada na tentativa de um acordo, mas não houve solução.

Agora, segundo a nova sentença, o serviço deverá estar funcionando até 31 de janeiro de 2012. Caso o prazo não seja cumprido, a multa será de R$ 10 mil por dia. O prazo para a apresentação de um cronograma de obras é de um mês. O prefeito Evanderson Xavier decidiu que o tratamento da água será feito pelo Saae, Serviço Autônomo de Água e Esgotos do município. A autarquia foi criada no ano passado e um projeto de implantação já foi apresentado.

Estação

Segundo a prefeitura, a estação de captação de água será construída em uma área de mil metros quadrados, onde fica um dos seis reservatórios da cidade. O investimento será de R$ 3 milhões. A verba virá da Funasa, a Fundação Nacional de Saúde. Para que o recurso seja liberado, a prefeitura tem que apresentar licenças ambientais, cronogramas e planilhas do custo de construção. Segundo a direção do Saae, os documentos estão em fase final de elaboração. A expectativa é de que as obras comecem em dois meses.

Custo

Segundo a prefeitura, a população vai pagar R$ 1,06 pelo metro cúbico de água. Se o morador consumir 10 metros cúbicos, ou seja, 10 mil litros de água, o preço será de R$ 16.







Fonte:eptv