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Show de MC Gui termina com dois baleados no sul de Minas

MC Gui levou milhares de pessoas ao Calçadão, no centro de Caxambu
Facebook/Reprodução

Um show do funkeiro MC Gui terminou em confusão e com duas pessoas baleadas na madrugada desta quarta-feira (17) em Caxambu, no sul de Minas Gerais. A apresentação do artista paulista encerrou a semana de comemoração do aniversário da cidade.

Segundo a Polícia Militar, o show aconteceu em um local conhecido como Calçadão, no centro de Caxambu. Os tiros foram disparados perto do palco, por volta da meia noite.

Uma das vítimas, de 23 anos, foi atingida de raspão. A outra, um jovem de 21, foi baleada no ombro e precisou ser levada para o Hospital Cônego Monte Raso, em Baependi, onde passou por cirurgia. O rapaz, conhecido como "Totó", seria o alvo dos disparos.

Testemunhas contaram aos militares que o autor, Natanael Ferreira Moreira, 22, deixou o local logo após atirar. Ele foi encontrado perto de casa, no bairro Santa Tereza, e levado para a Delegacia de Polícia.

O jovem negou a autoria dos disparos, mas disse que estava sendo ameaçado por "Totó". A motivação para o crime não foi esclarecida.





Fonte: R7 Minas

Alfenas MG: UNIFAL onda de crimes tem sido frequente entorno do campus

Roubos e furtos entorno da Unifal têm sido frequentes segundo alunos (Foto: Reprodução EPTV)

Com medo da onda de furtos e roubos perto da Universidade Federal de Alfenas, estudantes do campus estão andando em grupos e usando um aplicativo de celular para indicar as ruas onde os crimes mais acontecem. Segundo os alunos, só no mês de junho foram cerca de 50 roubos e furtos na região.

A estudante Sarah Macedo Vaz teve o carro furtado na última semana. O crime aconteceu em uma rua próxima da universidade e em plena luz do dia. “Eu olhei pra vaga e notei que o meu carro não estava mais lá e entrei em desespero”, conta.

Indignados com a insegurança, os universitários estão usando o aplicativo “onde fui roubado”. Nele é possível marcar as ruas em que os crimes estão acontecendo. Os pontos vermelhos indicam locais onde algum estudante foi vítima de assalto. Todas as ruas estão ao redor da Unifal.

Para chamar a atenção da polícia, 645 estudantes pedem por mais segurança em uma página criada em uma rede social. “Esse não é um problema dos estudantes e sim da cidade toda. Vários moradores estão relatando as coisas que estão acontecendo e até parabenizando pelo movimento que é uma forma de chamar a atenção das autoridades também”, explica o criador da página Enzo Goussain.

No entanto, os números da Polícia Militar são diferentes. Segundo a corporação, foram cinco furtos a pessoas, três roubos, dois furtos de veículos e dois a repúblicas, um total de 11 ocorrências em junho.

O pró-reitor da Unifal, Tomás Dias Santana, disse que vai pedir mais segurança no entorno do campus. “Entendemos que aqui é um ponto de vulnerabilidade, porque as residências dos docentes e servidores ficam no entorno da universidade. Precisamos ter então ações efetivas dos órgãos competentes para que possamos combater esses pontos frágeis”, afirma.

A Polícia Militar orientou os estudantes a evitarem andar sozinhos e com materiais de valor e, sempre que forem vítimas de um crime, registrarem o boletim de ocorrência.








Fonte:g1

Minas Gerais já registra pelo menos 33 mortes por afogamentos em 2014

Uma pessoa continua desaparecida e uma mulher morreu após cair de uma cachoeira de 100 metros enquanto tirava fotografias

Só este ano, em Minas Gerais, pelo menos 33 pessoas morreram vítimas de afogamentos, o que significa, aproximadamente, que só nos primeiros 13 dias de 2014, duas pessoas morreram afogadas por dia. Além delas, uma pessoa morreu por trauma causados por queda de água e uma continua desaparecida.

A informação é do Corpo de Bombeiros, que esclareceu que este é apenas o número inicial, mas podem haver ainda mais mortes, já que o balanço oficial ainda não foi fechado. Apenas o balanço parcial foi concluído, e diz respeito aos cinco primeiros dias do ano, quando 21 pessoas morreram afogadas.

Segundo o aspirante João Gustavo, do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros, no início do ano, quando o frio dá uma trégua e o calor vem com tudo, o número de pessoas que procuram lugares para se refrescar é maior que nas outras épocas do ano e, consequentemente, são registrados mais afogamentos.

O último corpo encontrado foi o de Devanilson Gomes dos Santos, 33, que desapareceu no rio Araçuaí, na cidade de mesmo nome, no Vale do Jequinhonha. Ele foi encontrado por pescadores que orientaram a equipe de mergulho dos bombeiros. Os militares retiraram o corpo da água.

Nesse domingo (12), na lagoa Várzea das Flores, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, o corpo de um homem de aproximadamente 45 anos foi encontrado. Já em Silvianópolis, no Sul do Estado, o corpo de um adolescente de 15 anos que estava desaparecido desde o dia anterior foi encontrado em uma lagoa conhecida como tanque.

Em Carmo do Rio Claro, ainda no Sul de Minas, o corpo de um homem de 34 anos que se afogou foi resgatado na manhã desse domingo, na represa de Furnas. E em São João Batista da Glória, no Sudoeste do Estado, os bombeiros encontraram o corpo de um homem que se afogou enquanto nadava na cachoeira do Fumal. Neste caso, a vítima se afogou no poço da queda d'água.

Vítimas de trauma

Outra pessoa que morreu na água não entrou na contagem de mortos por afogamentos do Corpo de Bombeiros porque foi vítima de trauma causado por quedas de cachoeiras. Uma mulher morreu morreu após cair de uma altura de quase 100 metros, na cachoeira Xica Dona, em Rio Acima, na região Central do Estado.

Maria Auxiliadora Ribeiro, de 43 anos, estava no alto da cachoeira tirando fotos quando escorregou e caiu em um poço, na base da queda d'água. Um helicóptero foi acionado para fazer o socorro à vítima, que não resistiu e morreu no local.

Também na região Central do Estado, em Moeda, um jovem de 20 anos caiu da cachoeira do Limoeiro. A vítima teve traumatismo craniano e foi socorrida pelos bombeiros em estado grave.

Desaparecido

Os corpos de três jovens foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros de Ipanema, no Vale do Rio Doce, nesse domingo. As vítimas se afogaram numa cachoeira do Rio Manhuaçu, localizada na zona rural do município, quando tentavam salvar uma criança de 10 anos de afogamento. Após buscas, militares localizaram os corpos de Luiz Márcio Alves, de 20 anos, Lucas da Silva Nogueira, de 19, e Tainara Alves de Souza, de 18. Uma outra vítima, identificada como Ramon Marcos Lara, de 23, continua desaparecida. Os buscas foram retomadas na manhã desta segunda-feira (13).

Alerta

Para fazer com que esse número não aumente ainda mais, o Corpo de Bombeiros recomenda não tomar bebida alcoólica antes de entrar na água, procurar sempre por um local onde há a presença de um guarda-vidas ou dos bombeiros e não entrar em locais onde há aviso de perigo de morte nem em águas poluídas.

Segundo o aspirante João Gustavo, o ideal é nunca entrar sozinho na água e procurar por locais conhecidos.





Fonte:  Informações O Tempo

Falta de capacidade de julgar rostos torna idosos as vítimas preferidas dos golpistas

Pessoas mais velhas tendem a se lembrar mais de informações positivas do que de negativas e reagem com menos cautela em situações arriscadas

É pouco provável que alguém nunca tenha ouvido um caso, mesmo que pelo noticiário, de um idoso que foi vítima de golpe. As pessoas de mais idade são as preferidas de quadrilhas especializadas nesse tipo de crime e sua vulnerabilidade tem uma explicação científica. Pesquisa feita pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos, constatou que a capacidade humana de julgar a confiabilidade no rosto das pessoas diminui e muito com o passar dos anos. Além disso, a fragilidade e a lentidão que se tornam comuns com a idade deixam as pessoas mais suscetíveis, de acordo com a psicóloga Dulcinéia da Mata Ribeiro, que tem diversos livros na área do envelhecimento e foca seus estudos nesse público.

Durante o estudo realizado na Califórnia, pessoas de grupos etários diferentes foram analisadas de acordo com a forma que percebiam rostos, que foram pré-classificados por critérios de confiabilidade e acessibilidade. O resultado foi que todos os grupos perceberam os rostos classificados como "confiáveis" ou "neutros" como igualmente confiáveis e acessíveis. Ou seja, pessoas bondosas ou “normais” foram classificadas como confiáveis e acessíveis. No entanto, os adultos mais velhos (com idade entre 55 e 84 anos e uma média de 69 anos) classificaram uma quantidade maior de rostos "não confiáveis" como confiáveis e acessíveis do que os adultos mais jovens (com idade entre 20 e 42 anos e uma média de 23 anos). As percepções foram feitas após análise de fotos.

Ainda durante a pesquisa, um outro grupo, composto por 44 participantes, teve que classificar os rostos seguindo grau de confiabilidade ao se submeterem a uma ressonância magnética funcional (fMRI). Com isso, foi possível perceber como o cérebro de cada voluntário reagia ao ser confrontado com as mesmas imagens. “Os adultos mais jovens apresentaram uma reação bastante expressiva em uma região do cérebro chamada ínsula anterior, que é conhecida por controlar os instintos que informam a tomada de decisões – especialmente quando expostos a rostos não confiáveis. Mas a reação dos adultos mais velhos foi quase nula, sugerindo que o seu cérebro não recomendou que eles tivessem cautela – não o bastante, ao menos”, explicou Shelley Taylor, ao jornal “New York Times”, em referência à pesquisa.

Estudos anteriores realizados pela mesma instituição de ensino sugeriram que os adultos mais velhos, em comparação aos mais jovens, tendem a se lembrar mais de informações positivas do que de negativas. As consequências de tal dificuldade podem ser, muitas vezes, trágicas. “Na infância falamos de inocência, de pureza, mas na velhice não é assim. Toda uma vida faz com que se saiba lidar com o outro ser humano. Com o tempo, ficamos mais sem máscaras”, pontua a psicóloga Dulcinéia Ribeiro.

Porém, ela não acredita as pessoas com 60 anos ou mais são mais ingênuas. “Creio que a palavra certa não seria inocente, mas sim compreensibilidade ou acolhimento, características que se tornam mais presentes na velhice", explica a psicóloga. Por outro lado, as quadrilhas estão cada vez mais especializadas e os bandidos mais atentos.

PODERIA SER VOCÊ

Foi por não conhecer, na época, um golpe que hoje está tão popular que a dona de casa Maria das Graças Medeiros, 65, quase perdeu R$ 200. “Um homem ligou a cobrar para a minha casa dizendo que havia sequestrado a minha filha. Foi no horário em que ela estava no trabalho. Eles diziam que estavam com ela e que precisavam de R$ 200 em créditos de telefone celular para libertá-la”, explica Maria Medeiros, que afirma ter se desesperado e acreditado que realmente estavam em poder da designer gráfico Aline Medeiros, 27. “Colocaram uma moça para falar comigo. Ela dizia para eu pagar logo, senão iria morrer. Eu fiquei tão desorientada que, não sei, a voz para mim ficou muito parecida”. O golpista orientou a idosa a ir a um estabelecimento comercial na região e comprar R$ 200 em crédito de celular. Ele ainda disse que havia um “comparsa” vigiando seus passos e que, caso ela parasse para conversar com alguém, a jovem seria assassinada. “Eu fui até a padaria e o rapaz que trabalha lá percebeu que eu estava muito estranha. Ele me perguntou o que estava acontecendo e eu contei a história. Ele, então, me pediu o telefone do trabalho da minha filha, ligou para lá e viu que ela estava no trabalho. Isto me acalmou”, conta.


PREVENÇÃO

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado de Minas Gerais, Edson Pinto Neto, existem várias maneiras de prevenir os crimes contra idosos, em especial os golpes, furtos e roubos. “A dica básica é sempre andar com pouco dinheiro, não deixar a carteira e bens diversos à mostra, além de manter as bolsas bem perto do corpo. Mas o mais indicado e seguro é que os idosos andem acompanhados e não confiem em pessoas que não conheçam”, diz Edson Pinto Neto, 50.









Fonte:ANDERSON ROCHA, MÁBILA SOARES E THAÍS MAIA - O Tempo

Regiões com maior altitude como o Sul de Minas e Zona da Mata tem maior incidência de raios


Desde o início do período chuvoso em Minas Gerais, pelo menos seis pessoas já morreram vítimas de descargas elétricas. Uma das possíveis causas para este dado alarmante é o aumento da incidência de raios no Estado ao longo dos últimos três anos. De acordo com o Sistema de Localização de Tempestades (SLT) da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), em 2012 foram registradas 879.545 descargas elétricas no Estado, contra 300.021 registradas em 2011.

Os números revelam ainda que apesar do aumento de descargas elétricas registradas em 2012, esse número ainda é bem menor do que a incidência de raios no período compreendido entre 1999 e 2009. Em 2002, por exemplo, foram registrados 1.640.241 de descargas elétricas, ou seja, quase o dobro do registrado no ano passado.

Segundo o técnico de Planejamento Hidroenergético da Cemig, Carlos Wagner Coelho, uma das explicações para a queda de descargas elétricas ao longo dos últimos três anos em relação ao período anterior é o fator climático. "Em 2010 e 2011, por exemplo, a chuva foi mais constante, como aconteceu na semana passada em Belo Horizonte e quase todo o Estado de Minas. Ou seja, a temperatura estava mais baixa e isso faz com que o número de raios diminua muito ou até cesse". O contrário acontece nas primeiras chuvas do período chuvoso, como em meados de janeiro deste ano, quando a temperatura alta, combinada à umidade também elevada, provocaram tempestades com alta incidência de raios no Estado.

Outro fator que proporciona o maior número de descargas elétricas em Minas é a posição geográfica e a combinação do clima tropical com a chegada de frentes frias. Segundo Carlos Wagner Coelho, regiões com maior altitude como o Sul de Minas e Zona da Mata tem maior incidência de raios. Existe ainda uma discussão sobre a mineração do Estado, mas ainda não há estudos que comprovem a relação entre o fenômeno e a atividade. "Há uma incidência maior realmente na região do Quadrilátero Ferrífero, mas tem também a questão da altitude do local, então não é possivel explicar se, de fato, há alguma relação".

Acidentes com raios


Segundo um levantamento realizado pelo meteorologista do Climatempo, Ruibran dos Reis, sete pessoas morreram atingidas por descargas elétricas no ano passado em Minas, entre os meses de setembro e dezembro. Outras oito sofreram acidentes com raios e sobreviveram. Em todo o país foram 42 mortes por descargas elétricas em 2012.

O meteorologista alerta para o perigo das tempestades e garante que em muitos casos os acidentes acontecem por descuido das pessoas. "A maioria das mortes ocorreram por as pessoas se encontrarem em locais abertos. Quando ouvirem um trovão e verificar sinais de chuvas fortes, deve-se parar e agachar com os pés juntos", recomenda.

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) não tem nenhum dado sobre os acidentes com descargas elétricas no Estado em 2012. O órgão informou que não fez nenhum levantamento e também trabalha com os números do meteorologista Ruibran dos Reis.









Fonte: Informações Hoje Em Dia

Alterosa:Dono de fazenda onde vítimas trabalhavam é notificado pelo MTE

Auditores estiveram na fazenda em Conceição da Aparecida (MG) (Foto: Reprodução EPTV / Tarciso Silva)

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) notificou nesta quinta-feira (8) o dono de uma fazenda em Conceição da Aparecida (MG), onde trabalhavam as vítimas do acidente com o ônibus na MG-184, em Alterosa (MG). Sete pessoas morreram e 41 ficaram feridas após o veículo cair de um barranco de aproximadamente 10 metros.

Segundo os auditores do MTE, que estiveram na fazenda junto com a Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Minas Gerais (Fetaemg), três trabalhadores não estavam registrados.
Na fazenda, os auditores também encontraram um caminhão com um toldo e que, de acordo com o próprio encarregado da fazenda, era usado no transporte dos trabalhadores. Segundo os fiscais, o transporte de trabalhadores rurais em caminhões é proibido.
O cafeicultor que contratou os apanhadores lamentou a tragédia e afirmou que está prestando apoio às famílias das vítimas. Ele disse ainda que as três trabalhadoras podem ter sido levadas pelo próprio motorista que era o turmeiro e prestava o serviço de transporte. O dono da fazenda tem até o dia 29 de novembro para encaminhar toda documentação dos funcionários.

O acidente

O ônibus caiu em um barranco de cerca de 10 metros na tarde desta terça-feira (6). De acordo com o Corpo de Bombeiros, era um local de difícil acesso, o que dificultou o trabalho de resgate às vítimas. Quatro pessoas morreram no local. Uma pessoa morreu na Santa Casa de Alterosa e outras duas no Hospital Alzira Velano, em Alfenas.

Segundo informações do hospital, cerca de 40 pessoas receberam o primeiro atendimento na Santa Casa de Alterosa e foram transferidas para hospitais da região. Conforme a Polícia Militar, pelo menos 48 pessoas estavam no veículo. Os trabalhadores haviam acabado de sair de uma fazenda.
O resultado da perícia, que vai apontar as causas do acidente deve ser divulgado dentro de 30 dias. No entanto, segundo a Polícia Rodoviária Estadual, o mau estado de conservação dos pneus do ônibus provocou o acidente. Conforme a polícia, o veículo estava com os pneus desgastados, o que provocou um estouro e consequentemente o acidente.
Ainda de acordo com a polícia, o tacógrafo não estava funcionando e o motorista não tinha autorização do DER (Departamento de Estradas e Rodagem) para fazer o transporte de passageiros no veículo, que tinha 21 anos de uso. Segundo testemunhas, os passageiros também eram transportados sem cinto de segurança.

O ônibus foi apreendido e levado em um pátio credenciado de Alterosa. Segundo a polícia, o ônibus pertence ao motorista Evando Resende de Castro, que presta serviços à Fazenda Morro Cavado, onde as pessoas acidentadas trabalhavam. O motorista está internado na Santa Casa de Alfenas.

Treze das 41 pessoas que ficaram feridas no acidente permanecem internadas em três hospitais de Guaxupé, Passos e Alfenas.






Fonte: Informações g1

Alterosa: Ônibus em mau estado e motorista sem autorização do DER deixa 7 mortos e 38 feridos no acidente


Acidente com ônibus deixa mortos e  feridos. (Foto: Reprodução EPTV / Tarcisio Silva)

O mau estado de conservação dos pneus do ônibus que transportava trabalhadores rurais foi o motivo do acidente que deixou sete mortos e 38 feridos na tarde desta terça-feira (6) na MG-184 em Alterosa (MG), segundo a Polícia Rodoviária Estadual de Alfenas. 

Conforme a polícia, o veículo estava com os pneus desgastados, o que provocou um estouro e consequentemente o acidente.

Além disso, o tacógrafo não estava funcionando e o motorista não tinha autorização do DER (Departamento de Estradas e Rodagem) para fazer o transporte de passageiros no veículo, que tinha 21 anos de uso. Segundo testemunhas, os passageiros também eram transportados sem cinto de segurança.

O dono da fazenda de onde os trabalhadores voltavam não foi encontrado para falar sobre o caso. O ônibus foi apreendido e levado em um pátio credenciado de Alterosa. Segundo a polícia, o ônibus pertence ao motorista Evando Resende de Castro, que presta serviços à Fazenda Morro Cavado, onde as pessoas acidentadas trabalham. O motorista está internado na Santa Casa de Alfenas.

Velórios e estado das vítimas

O velório das vítimas acontece na Igreja Nossa Senhora Aparecida, em Alterosa. Pela manhã, foram velados na igreja os corpos de Hélio Morais Menezes, de 53 anos e e José Vítor, que moravam na cidade e Silvana Luiz Gonçalves, de 34 anos, natural de Minas Novas (MG). Já outras três pessoas, foram veladas em casa: João Batista da Silva, de 57 anos; Maria das Dores de Jesus e Ana Lúcia. Outra vítima do acidente, Maria do Amparo Pereira, de 48 anos, será levada para Imperatiz (MA).

Quase todas as vítimas passaram pela Santa Casa de Alterosa, mas neste momento não há mais ninguém no local. Todas as vítimas foram transferidas para outros hospitais. Na Santa Casa de Areado (MG), permanece internada Alessandra de Cássia Terra, de 39 anos, que mora em Alterosa. Ela está em observação no pronto-socorro.

Para o Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG), foram levadas 20 pessoas. Nove continuam internadas no hospital. Outras quatro pessoas continuam internadas na Santa Casa de Alfenas. O quadro delas é estável e ninguém corre risco de morte. Entre elas, está o motorista do ônibus. Outras duas pessoas estão internadas na Santa Casa de Guaxupé (MG).
O acidente

O ônibus caiu em um barranco de cerca de 10 metros. De acordo com o Corpo de Bombeiros, era um local de difícil acesso, o que dificultou o trabalho de resgate às vítimas. Quatro pessoas morreram no local. Uma pessoa morreu na Santa Casa de Alterosa (MG) e outras duas no Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG).

Segundo informações do hospital, cerca de 40 pessoas receberam o primeiro atendimento na Santa Casa de Alterosa (MG) e foram transferidas para hospitais da região. Dessas, dezoito permaneciam internadas no Hospital Alzira Velano em Alfenas, e cinco pessoas na Santa Casa de Alfenas. De acordo com informações do hospital, o quadro deles é estável e ninguém corre risco de morte.

Conforme a Polícia Militar, pelo menos 45 pessoas estavam no veículo. Os trabalhadores haviam acabado de sair de uma fazenda.

Uma das vítimas morreu na Santa Casa de Alterosa e outras duas no Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG), onde cerca de 20 pessoas envolvidas no acidente receberam atendimento.





Fonte: Informações G1

Queda de avião bimotor mata pelo menos 7 pessoas em Minas


Um avião de pequeno porte caiu na manhã deste sábado próximo ao aeroporto de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

O avião, um bimotor modelo B-200 GT com prefixo PR-DOC, saiu da cidade de Belo Horizonte com destino a Juiz Fora. Segundo o Centro de Comunicação da Aeronáutica, havia nove pessoas na aeronave.

Por volta das 8h, o piloto perdeu o controle da aeronave ao fazer os procedimentos de pouso e caiu na rua Decio Guanabarino, próximo ao aeroporto. O pouso estava previsto para as 8h10.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, foram encontrados até o momento sete corpos que estavam mutilados. Uma equipe composta por 20 bombeiros ainda está no local em busca dos dois corpos.






Fonte:Folha

Divulgados os nomes das vítimas do acidente no trevo de Fama - MG

Bombeiros de Alfenas atendendo ao acidente; ao fundo, o Vectra de Lavras. Foto Adelson Melo - Alfenas, extraída do site da EPTV

O acidente no trevo da cidade de Fama envolveu dois veículos, um Vectra placas GRM-5689, de Lavras e uma caminhonete Saveiro, placas HJC-4589, de Alfenas. No acidente cinco pessoas perderam a vida no local, são eles: Natália Mara Pereira Vilela, 24 anos (Alfenas), Caíque Cleovani Eliezer de Carvalho, de 24 anos (Lavras) e Daniela Cristina Souza Borges, 18 anos (Lavras) que estavam no Vectra; Arley Farias Costa, 35 anos (Alfenas) e Gabriel Diniz Quirino, 33 anos (Alfenas) ocupavam a Saveiro.

Segundo informações já confirmadas, a vítima Caique Cleovani Eliezer de Carvalho é de Lavras e trabalha na Editora Ufla, da Universidade Federal de Lavras.

Entre os quatro feridos, Diogo Garcia Gomes, 25 anos (Lavras) e Natália Cristina Souza Borges, 23 anos (de Lavras e estudante na Unifal/Alfenas) viajavam no carro, enquanto as irmãs Kariny Pereira Moura, 18, e Géssica Paulini Pereira Moura, 22, de Alfenas, estavam na caminhonete.



Aguardamos sua visita em: http://www.arenafama.com/



Fonte:jornal de lavras

Fim do feriado registra 28 mortes em rodovias mineiras

As rodovias mineiras já registram pelo menos 28 mortes neste feriado de Carnaval. São 20 vítimas nas estradas federais e sete nas estaduais. As últimas mortes ocorreram no final da manhã desta terça-feira (21): uma em Frutal, no Triângulo Mineiro; três em Manhuaçu, na Zona da Mata; e outra em Nova União, na Região Central do Estado. A BR-116 é, até o momento, a rodovia que mais registrou mortes, nove no total, seguida pela BR-040, com cinco.

Três acidentes na manhã desta terça-feira foram os responsáveis por aumentar a estatística da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Na BR-116 em Manhuaçu, três pessoas morreram depois que o carro em que estavam bater de frente com uma carreta, no quilômetro 605. As vítimas foram identificadas como Maria da Conceição Martins, de aproximadamente 75 anos, Moisés Martins Filho, 6, e Natália Cristina Martins, 18. Os feridos graves são Arlete Carmo Evangelista, de 36, e Moisés Martins, de 41 anos. A PRF informou que o trânsito no local ficou lento, mas sem congestionamentos.

Batida entre carro e ônibus deixa um morto e dois feridos no Sul de Minas

Uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas em batida entre carro e ônibus de viagem em na MG 158, na zona rural de Itanhandu, no Sul de Minas.
 O acidente ocorreu por volta das 5h da manhã, na altura do km 04 da rodovia. De acordo com o Corpo de Bombeiros o ônibus, que fazia a linha Bom Despacho–MG/Cachoeira Paulista-SP, bateu de frente com um veículo de modelo Gol.
O motorista do veículo, um homem de 49 anos, ficou presos às ferragens e não resistiu aos ferimentos. Os dois passageiros do veículo, de 21 e 24 anos, ficaram gravemente feridos. Eles foram socorridos e levados para o hospital de Itanhandu.
Ninguém que estava no ônibus ficou ferido. O corpo de Bombeiros não informou as causas do acidente e nem qual dos veículos trafegava na contramão no momento do da batida.
 



Fonte:otempo.com.br

Dois casos suspeitos de H1N1 são descartados por exames

Agora há apenas um caso suspeito na cidade; três já foram confirmados, uma pessoa morreu


A assessoria de comunicação da Prefeitura de Nepomuceno, no Sul de Minas, informou que dos três casos suspeitos de estarem com a gripe H1N1 na cidade, dois já foram descartados por exames da Funed (Fundação Ezequiel Dias), de Belo Horizonte. Agora há apenas um caso suspeito, de uma paciente que está internada no Hospital Alzira Velano, em Alfenas. Havia a suspeita também de um paciente que estava internado no Hospital de Nepomuceno, mas segundo a assessoria, o caso dele já foi descartado como H1N1. Ele foi diagnosticado com uma pneumonia.

Três casos de gripe H1N1 já foram confirmados na cidade. Um deles resultou na morte da moradora Ana Cláudia Evangelista dos Santos, de 44 anos, que morreu por decorrências da doença no dia 10 de julho.

Devido aos casos, a Secretaria de Saúde do município começou nesta quarta-feira (20) uma nova mobilização para imunizar os moradores contra o vírus. Agentes comunitários de saúde estão distribuindo folhetos educativos para que a população retome os hábitos de higiene que podem prevenir a doença. O município recebeu 6,5 mil doses para a vacinação.







Fonte:eptv

Cruz Vermelha recebe doações para vítimas da chuva em MG

Entidade recebe roupas, alimentos não-perecíveis, água e produtos de higiene.
55 cidades já decretaram emergência e mais de 13 mil sairam de casa.


A Cruz Vermelha em Belo Horizonte está recebendo doações para ajudar as vítimas da chuva em Minas Gerais. De acordo com a Defesa Civil estadual, 55 municípios já decretaram situação de emergência e mais de 13 mil pessoas tiveram que deixar suas casas em todo o estado.

Para ajudar essas pessoas, roupas, alimentos não-perecíveis, água mineral e produtos de higiene estão sendo recebidos pela entidade. As doações devem ser entregues na sede da Cruz Vermelha, em Belo Horizonte.

O endereço para a entrega de doações na capital mineira é: Alameda Ezequiel Dias, 427. O telefone para informações é o (31) 3239-4200.






Fonte:g1.globo.com