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Tire suas dúvidas relacionadas à vacina contra gripe


Não é só por medo da agulha que muita gente não vacina. Os muitos mitos que circulam por aí fazem com que muita gente deixe de lado a proteção com receio da vacinação não apenas não funcionar como provocar diversos outros problemas.

Para desmistificar os principais boatos que preocupam que precisa ser vacinado, as coordenadoras de Imunização e de Doenças e Agravos Transmissíveis da Secretaria de Estado de Saúde, Tânia Brant e Janaína Almeida, esclarecem dúvidas relacionadas à vacina contra gripe.

Vacinação não provoca gripe, nem autismo
Tânia Brant garante que não há a possibilidade de a vacina causar gripe e não há indícios de que provoque outras doenças, como o autismo. “Como a vacina é feita com vírus morto e, além disso, estratificado, não tem a possibilidade de causar a gripe. Quanto a outras doenças, não temos relatos científicos de que possa causá-las”, ressalta.

Mercúrio que protege
Sobre a presença de mercúrio na composição da vacina, Janaína Almeida, esclarece que o produto, em forma de timerosal, é usado para evitar o crescimento de fungos ou bactérias no frasco já aberto da vacina, mas está em uma quantidade muito pequena e sem riscos para a saúde.

“Estudos realizados em todo o mundo demonstram que o timerosal, desde 1930, tem sido amplamente utilizado como conservante em uma série de produtos biológicos, incluindo muitas vacinas. Portanto, este quantitativo presente nas vacinas, por consenso da Organização Mundial da Saúde, não causa qualquer tipo de reação adversa no organismo humano que contraindique sua utilização”, explica.

Alérgicos não devem ser vacinados
Em relação às reações alérgicas em função da vacina, Tânia alerta que apenas não devem ser vacinadas: pessoas que tem alergia a ovo, já que na composição da vacina há proteínas do ovo de galinha; e pessoas com história de reação anafilática em doses anteriores da vacina ou alergias a qualquer outro componente.

Exceto nesses casos, a referência da SES-MG afirma que as reações adversas são em sua maioria locais, podendo surgir um pequeno mal-estar pós-vacinação devido à resposta imunológica do próprio organismo, mas sem maiores complicações.

“A maioria dos eventos adversos são locais, com cerca de 15% a 20% do total de vacinados apresentando reação local da injeção, sendo reações benignas, auto limitadas e geralmente resolvidas em 48 horas. Manifestações sistêmicas como febre, mal-estar e mialgia podem iniciar de seis a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias. Também são benignas, não deixam sequelas e ocorre em menos de 1% dos vacinados”.

Testes rigorosos e anuais
A vacina contra gripe passa por processos criteriosos de estudo, pesquisa, testes e acompanhamento que avaliam não apenas sua eficácia, mas também sua segurança para o uso das pessoas. A vacina contra a gripe é atualizada a cada ano, de acordo com recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e após a observação de dados epidemiológicos que indicam quais tipos de vírus estão em maior circulação e que potencialmente podem causar mais casos da doença nos períodos de outono e inverno.

Eficácia
Estudos demonstram que as campanhas de vacinação contra gripe podem reduzir em até 45% o número de internações por doenças respiratórias. Além de reduzir de 39% a 75% a mortalidade nos grupos vacinados. A vacina disponível na rede pública para a campanha de 2015 é trivalente e protege contra o vírus Influenza A (H3N2); Influenza A (H1N1) e Influenza B.





Fonte:Hoje Em Dia

Começa hoje a campanha de vacinação contra a paralisia infantil

Meta é vacinar 12,2 milhões de crianças, diz Ministério da Saúde.

Cerca de 115 mil postos de saúde estarão abertos em todo o país.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite começa neste sábado (8) e vai até o dia 21 de junho em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.
A previsão do Ministério da Saúde é que 12,2 milhões de crianças sejam vacinadas. A meta equivale a 95% do público-alvo, que é de 12,9 milhões de crianças entre seis meses e menos de cinco anos de idade.

No ano passado, foram vacinadas mais de 14 milhões de crianças nessa faixa etária.

Cerca de 115 mil postos de saúde estarão abertos pelo país a partir deste sábado. Mais de 350 mil pessoas vão estar envolvidas na campanha, que distribuirá 19,4 milhões de doses da vacina oral.

Ao todo, foram investidos R$ 32,3 milhões na campanha, dos quais R$ 13,7 milhões foram destinados para a aquisição das doses.

Neste ano, assim como em 2012, crianças menores de seis meses serão vacinadas com a dose injetável, considerada mais segura e eficaz pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Brasil não tem registros de paralisia infantil há 24 anos. O último caso notificado foi em 1989, na Paraíba.

"Em muitos países do mundo, ainda circula o vírus da paralisia infantil. Por isso, é muito importante manter as nossas crianças protegidas do vírus. O (fato de o) Brasil atingir mais uma vez essa meta reforçará o nosso papel de liderar, no mundo inteiro, a campanha para erradicação da poliomelite", destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.







Fonte:g1

Vacinação contra a gripe termina nesta semana


A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe termina na próxima sexta-feira (26). Estão sendo imunizados idosos com mais de 60 anos, gestantes, mulheres em período de puerpério (até 45 dias após o parto), crianças de 6 meses a 2 anos, índios, profissionais de saúde e doentes crônicos. A população carcerária também recebe a dose.

Balanço parcial do Ministério da Saúde indica que 5.585.779 de pessoas foram vacinadas contra a gripe até as 12h do último sábado, Dia de Mobilização Nacional contra a doença. O número representa 17,5% do público-alvo de 39,2 milhões de pessoas.

Dados da pasta indicam que a vacina pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os idosos, a vacina pode reduzir o risco de pneumonia em aproximadamente 60% e o risco global de hospitalização e morte em cerca de 50% a 68%, respectivamente.




Fonte: Agência Brasil

Campanha de vacinação contra aftosa termina sexta-feira (30/11)

Pecuaristas têm até sexta-feira (30 de novembro) para vacinar gado bovino e bubalino (búfalos). Devem receber a vacina todos os animais com até 24 meses de idade.


Produtores que não receberam a carta de vacinação devem procurar o IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária) para atualizar o cadastro. O telefone do IMA é 3221-1733 e o endereço, rua Professora Geralda Barolli, 534, perto da Cooperativa Minasul.

Vacinação contra a Influenza começa dia 5 de maio em todo o Estado




A meta é imunizar 80% do público alvo, o que representa 2.522.623 milhões de mineiros

Começa no dia 5 de maio e se estende até o dia 25 a campanha de vacinação contra a Influenza. Trata-se de uma vacina trivalente, que protege contra três vírus diferentes, incluindo gripe sazonal e Influenza A H1N1.

Em todo o Estado, serão imunizados idosos, gestantes, crianças com idade entre seis meses e dois anos, trabalhadores da área de saúde e indígenas que vivem em aldeias. Este ano, ainda irá receber a vacina, a população carcerária. A meta é, durante as três semanas da campanha, imunizar 80% do público alvo, o que representa 2.522.623 milhões de mineiros.

“Nosso objetivo é proteger a parcela da população que corre mais risco de ter a doença na forma mais grave. Com isso, vamos evitar as internações e, principalmente, a mortalidade em virtude da doença. A meta é vacinar pelo menos até 80% da população alvo”, afirma a coordenadora Estadual de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Tânia Brant.

Com o slogan “Proteger é Cuidar”, a campanha envolverá cerca de 13 mil profissionais de saúde em Minas Gerais. Haverá ainda 5.500 postos fixos e volantes, além de 1.525 veículos. Foram investidos R$ 2.696.972,91, sendo R$ 804.960,51 provenientes do tesouro estadual. Outros R$ 1.891.967,40 serão repassados aos Fundos Municipais de Saúde para operacionalização da campanha.

A vacina contra a influenza é composta por diferentes cepas do vírus Myxovirus influenza e inativados, fragmentados e purificados. A composição e concentração das substâncias que compõem a vacina são atualizadas a cada ano, levando em consideração os dados epidemiológicos e as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A vacina é contra indicada para pessoas que têm alergia grave a ovo de galinha e a seus derivados, bem como para aquelas que apresentaram reações anafiláticas graves a doses anteriores. “A contraindicação é válida somente nos casos de alergia grave. Ou seja, são aquelas pessoas que não podem comer sequer alimentos feitos que levem ovo”, explica Tânia.

Além disso, pessoas que estiverem com doenças agudas febris moderadas ou graves devem adiar a vacinação até o desaparecimento dos sintomas.

Doença

Os sintomas da Influenza Sazonal e da H1N1 costumam ser parecidos, sendo  que as duas são caracterizadas por febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações e coriza (nariz escorrendo). Elas, no entanto, são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza.

A Influenza ou Gripe A (H1N1) é uma doença respiratória aguda, altamente contagiosa de pessoa para pessoa, causada por um novo subtipo do vírus Influenza, que teve origem na recombinação genética do vírus de origem suína, humana e provavelmente aviária.





Fonte: Agencia Minas

Lavras atinge meta do Ministério da Saúde na campanha de vacinação

Campanha Nacional de Vacinação atinge a meta em Lavras, o objetivo era imunizar 80% do grupo de risco e foram imunizados 84,47%


A meta estipulada pela Secretaria Municipal de Saúde, na campanha de vacinação contra a gripe A, foi ultrapassada, segundo informou aquele órgão. Isso foi possível graças à prorrogação da campanha. A meta era atingir 80% do grupo de risco. Foram aplicadas 12.209 mil vacinas, o que corresponde a 84,47%, 4,47% além da média estipulada também pelo Ministério da Saúde.

No grupo de risco estavam crianças, trabalhadores da área da saúde, gestantes e idosos. Foram imunizadas 1.555 mil crianças e a meta atingida foi maior ainda que a média: 90,78%; 1.130 trabalhadores da área da saúde, o que atingiu o maior índice: 122%; 569 gestantes, a média mais baixa, o correspondente a 45,41% das gestantes imunizadas e 8.955 idosos, número correspondente a 84,79%.

A baixa adesão das gestantes foi um problema verificado em todo o território nacional, isso contribuiu para que muitos estados e cidades não alcançassem a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Na primeira avaliação, apenas 36,9 das gestantes aderiram à campanha








Fonte:jornaldelavras

Municípios do Sul de Minas não atingem a meta de vacinação

Na Superintendência Regional de Pouso Alegre, nenhum município atingiu os índices recomendados pelo Ministério da Saúde



Poucos municípios atingiram a meta de vacinação contra a gripe no Sul de Minas. A Superintendência de Pouso Alegre foi a que obteve os números mais baixos. Das 53 cidades cobertas, nenhuma atingiu os índices de vacinação indicadas pelo Ministério da Saúde. Apenas 28 conseguiram imunizar 80% dos idosos. Foram 72% de crianças, 79% de trabalhadores da saúde e 37% de gestantes.

Monsenhor Paulo foi a cidade da região com o menor índice de imunização. No município, 50% da meta não foi atingida. Em Pouso Alegre, apenas 60% da meta de vacinação foi atingida até agora, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. A maior preocupação é com as gestantes já que só 30% delas procuraram a imunização.

A Superintendência Regional de Saúde de Alfenas foi a segunda que menos atingiu a meta: 71,35% de imunização até agora. Na regional de Passos, foram 74,11% de cobertura. E na Superintendência Regional de Varginha, 75,13% de vacinação. A campanha contra a gripe foi prorrogada até a próxima sexta-feira (20).








Fonte:eptv